Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).
Atualizado em 2012

CEFALOTINA ARISTON

Ver preço (R$)

Composição - CEFALOTINA ARISTON

cada frasco-ampola contém cefalotina sódicacorrespondente a 1 g de cefalotina. Cada ampola de diluente contém 5 ml de água para injeção1.

Posologia e Administração - CEFALOTINA ARISTON

adultos: a dose média usual em pacientes com função renal2 normal é de 500 mg a 1 g a cada 4 ou 6 horas: pneumonia3 não complicada, furunculose com celulite4 e maioria das infecções urinárias: 500 mg a cada 6 horas. Infecções severas: a dose pode se aumentada para 1 g ou administrar 500 mg a cada 4 horas. Bacteremia5, septicemia6 e outras infecções severas ou com risco de vida: 4 a 12 g/dia por via IV, em doses divididas. Na septicemia6, iniciar a terapia com 6 a 8 g/dia em doses divididas, por vários dias, e reduzir a dosagem gradativamente. De modo geral, a via IV é preferida em pacientes com bacteremia5, septicemia6 ou outras infecções graves, principalmente ocorrência de estados debilitantes como desnutrição7, traumatismo8, cirurgia, diabete, insuficiência cardíaca9 ou neoplasias e, especialmente, na presença ou iminência de choque10. Crianças: a dosagem deve ser estabelecida de acordo com a idade, peso e severidade da infecção11. A administração de 100 mg/kg/dia (80 a 160 mg/kg/dia) em doses divididas mostrou-se eficaz para a maioria das infecções. Profilaxia na cirurgia: adultos: pré-operatório: 1 a 2 g por dia IV, 30 a 60 minutos antes da cirurgia. Intra-operatório: 1 a 2 g dependendo da duração da cirurgia. Pós-operatório: 1 a 2 g a cada 6 horas durante 24 horas após a cirurgia. Se houver sinais12 de infecção11, realizar testes de sensibilidade e cultura e instituir a terapia adequada. Crianças: 20 a 30 mg/kg nos mesmos intervalos esquematizados acima. Disfunção renal2: a dose inicial de 1 a 2 g por via IV. A seguir, administrar a dose de acordo com o grau de insuficiência renal13, gravidade da infecção11 e sensibilidade do microorganismo. As doses máximas de manutenção recomendadas são: insuficiência14 leve (Ccr = 80-50 ml/min): 2 g cada 6 horas. Insuficiência14 moderada (Ccr = 50-25 ml/min): 1,5 g cada 6 horas. Insuficiência14 grave (Ccr = 25-10 ml/min): 1 g cada 6 horas. Insuficiência14 acentuada (Ccr = 10-2 ml/min): 0,5 g cada 6 horas. Praticamente sem função (Ccr menor que 2 ml/min): 0,5 g cada 8 horas. Administração: administração IM: a injeção1 deve ser feita profundamente em um grande músculo (por exemplo, no glúteo ou face lateral da coxa) para diminuir a ocorrência de dor e sensibilização no local. Administração IV intermitente: uma solução contendo 1 grama15 de cefalotina em 10 ml de diluente pode ser injetada lenta e diretamente na veia durante 3 a 5 minutos, ou então, administrada através do tubo, quando o paciente estiver recebendo soluções por via IV. Infusão intravenosa contínua: 1 ou 2 gramas de cefalotina diluídos com no mínimo 10 ml de água para injeção1 podem ser acrescentados ao frasco para infusão contendo soro16 glicosado 5%, soro16 fisiológico, solução de Ringer lactado ou glicose17 5% na solução de Ringer lactato. A escolha da solução e do volume a ser empregado depende do controle de líquidos e eletrólitos. Via intraperitoneal: a cefalotina tem sido acrescentada às soluções de diálise18 em concentrações de até 6 mg/100 ml e introduzida na cavidade peritoneal no decorrer da diálise18 (16 a 30 horas); 44% do medicamento administrado são absorvidos na corrente sangüínea. Níveis séricos de 10 mcg/ml foram relatados sem evidência de acúmulo ou reações indesejáveis locais ou sistêmicas. A administração intraperitoneal de soluções contendo 0,1 a 4% de cefalotina em soro16 fisiológico tem sido usada no tratamento de peritonite19 ou contaminação das cavidades peritoneais (a quantidade administrada pela via intraperitoneal deve obedecer a dose diária total de cefalotina). Em infecções causadas por estreptococos beta-hemolíticos, o tratamento deve continuar por, pelo menos, 10 dias. Em todos os tratamentos, a administração deve ser estendida por, no mínimo, 48 a 72 horas após o desaparecimento dos sintomas20 ou a erradicação bacteriana. Se após a introdução do diluente o conteúdo do frasco-ampola não se dissolver totalmente, pode-se adicionar mais diluente (0,2 - 0,4 ml), e aquecer o frasco entre as mãos21. Um leve escurecimento da solução não afetará sua atividade. Após a reconstituição, a solução é estável por 96 horas sob refrigeração. Se ocorrer precipitação, aquecer à temperatura ambiente com agitação constante. À temperatura ambiente, a solução é estável por 12 horas para injeção1 IM. A infusões IV devem ser iniciadas dentro de 12 horas e terminadas até 24 horas da reconstituição. As soluções preparadas com água para injeção1, glicose17 5% ou soro16 fisiológico e imediatamente congeladas são estáveis por 12 semanas a -20ºC. Uma vez descongeladas as soluções não devem ser congeladas novamente. Superdosagem: altas doses por via parenteral podem causar convulsões, particularmente em pacientes com insuficiência renal13. Nestes casos, o medicamento deve ser suspenso e uma terapia anticonvulsivante deve ser instituída. A hemodiálise22 pode ser considerada em casos de altas dosagens.

Precauções - CEFALOTINA ARISTON

os pacientes devem ser acompanhados cuidadosamente quanto à reação adversa ou manifestação não usual de idiossincrasia. Se ocorrer reação alérgica23, o antibiótico deve ser suspenso e o paciente tratado com os medicamentos usuais (ex.: adrenalina ou outras aminas pressoras, anti-histamínicos ou corticosteróides) e as medidas de manutenção necessárias. Embora a cefalotina raramente produza alterações na função renal2, recomenda-se a avaliação desta, especialmente em pacientes que estejam recebendo doses máximas. Em pacientes com insuficiência renal13 pode ser necessária uma redução nas doses; as doses usuais em tais pacientes podem resultar em concentrações séricas excessivas. Quando doses maiores que 6 g/dia são administradas por infusão IV contínua por mais de 3 dias, pode aparecer tromboflebite24 devendo-se, por este motivo, usar as veias25 alternadamente. A incidência26 de tromboflebite24 pode ser reduzida pela adição de 10 a 25 mg de hidrocortisona a soluções IV contendo 4 a 6 gramas de cefalotina. Recomenda-se o uso de agulhas de pequeno calibre para infusão IV em veias25 calibrosas disponíveis. O uso prolongado pode resultar em crescimento de microorganismos resistentes, sendo essencial a constante observação do paciente. Advertências: antes de iniciar a terapia, deve-se fazer uma pesquisa cuidadosa quanto a reações anteriores de hipersensibilidade às cefalosporinas, penicilinas ou outros medicamentos. Existem evidências de alergenicidade cruzada parcial entre as penicilinas e cefalosporinas. Pacientes têm apresentado reações severas (incluindo anafilaxia27) a ambas as drogas. Foi relatada colite28 pseudomembranosa com o uso de antibióticos de amplo espectro; portanto, é importante considerar este diagnóstico29 quando surgirem diarréias durante o tratamento. Os casos leves de colite28 pseudomembranosa geralmente respondem à interrupção do antibiótico; nos casos moderados ou graves, o tratamento deve incluir sigmoidoscopia, estudos bacteriológicos e suplementação de líquidos, eletrólitos e proteínas30 e administração de vancomicina oral, se necessário. Outras causas de colite28 devem ser excluídas. Antibióticos de amplo espectro devem ser prescritos com cautela para pacientes com história de doença gastrintestinal, particularmente colite28. Gravidez31: o uso de cefalotina durante a gravidez31 só deve ser feito se absolutamente necessário. Lactação32: deve-se considerar que a maioria dos antibióticos cefalosporínicos são excretados em pequena quantidade no leite materno. Uso pediátrico: o uso em crianças deve ser cuidadoso; foi relatado acúmulo sérico, com conseqüente aumento da meia-vida, de antibióticos cefalosporínicos em neonatos33. Interações medicamentosas: pode ocorrer aumento da nefrotoxicidade com a administração conjunta de antibióticos cefalosporínicos e aminoglicosídeos, ácido etacrínico, furosemida ou polimixinas. Agentes bacteriostáticos podem interferir com a ação bactericida da cefalotina, principalmente em infecções agudas. O uso conjunto deve ser evitado. A probenicida inibe a excreção da cefalotina, aumentando seus níveis séricos.

Reações adversas - CEFALOTINA ARISTON

reações locais: dor, sensibilidade e elevação da temperatura após injeções IM repetidas; tromboflebites34, geralmente associadas às doses diárias acima de 6 g, administradas por infusão contínua por mais de 3 dias. Hipersensibilidade: erupções cutâneas35 maculopapulosas, urticária36, reações semelhantes às da doença do soro16 e anafilaxia27. Eosinofilia e febre37 foram observadas associadas a outras reações alérgicas. Há maior probabilidade dessas reações ocorrerem em pacientes com história de alergia38, particularmente à penicilina. Gastrintestinais: colites pseudomembranosas durante ou após o tratamento. Diarréia39, náuseas40 e vômitos41 ocorrem raramente. Hematológicas: neutropenia42, trombocitopenia43 e anemia hemolítica44. Foram relatados resultados positivos no teste de Coombs direto, realizados durante a terapia com cefalotina. Hepáticas: elevação transitória na transaminase glutâmico-oxalacética (TGO) e na fosfatase alcalina. Renais: elevação de nitrogênio uréico no sangue45 (BUN) e diminuição do clearance de creatinina46, particularmente em pacientes com insuficiência renal13. Interferências em exames laboratoriais: podem ocorrer resultados falso-positivos para os ensaios de glicosúria47 com testes inespecíficos; utilizar ensaios enzimáticos. Pode ocorrer resultado falso-positivo no teste de Coombs direto. Resultados falsamente elevados das concentrações séricas e urinárias de creatinina46 podem aparecer, com altas doses de cefalotina, quando se emprega a reação de Jaffe; as amostras do soro16 não devem ser tiradas dentro de 2 horas após a administração do fármaco.

Contra-Indicações - CEFALOTINA ARISTON

hipersensibilidade aos antibióticos cefalosporínicos e antibióticos relacionados.

Indicações - CEFALOTINA ARISTON

tratamento de infecções severas causadas por microorganismos sensíveis (realizar testes de sensibilidade e cultura): infecções do trato respiratório causadas por S. pneumoniae, estafilococos produtores e não produtores de betalactamase, estreptococos beta-hemolíticos do grupo A, Klebsiella sp, H. influenzae. Infecções da pele e tecidos moles, incluindo peritonite19 causada por estafilococos produtores e não produtores de betalactamase, estreptococos beta-hemolíticos do grupo A, E. coli, P. mirabilis e Klebsiella sp. Infecções do trato geniturinário causadas por E. coli, P. mirabilis e Klebsiella sp. Septicemia6, incluindo endocardite48, causada por S. pneumoniae, estafilococos produtores e não produtores de betalactamase, estreptococos beta-hemolíticos do grupo A, S. viridans, E. coli, P. mirabilis e Klebsiella sp. Infecções gastrintestinais causadas por Salmonella e Shigella sp. Infecções ósseas e articulares causadas por estafilococos produtores e não produtores de betalactamase. Meningite49 causada por S. pneumoniae, estreptococos beta-hemolíticos do grupo A e estafilococos produtores e não produtores de betalactamase. - Nota: desde que são encontradas somente baixas concentrações de cefalotina no líquido cefalorraquidiano50, o antibiótico não é confiável no tratamento da meningite49 e não deve ser recomendado para esse propósito. Contudo, a cefalotina provou ser eficaz em vários casos de meningite49, talvez por alteração da barreira hematocerebral provocada pela inflamação51, e pode ser considerada em circunstâncias não usuais, nas quais antibióticos mais ativos não podem ser usados. A administração de cefalotina como medida preventiva nos períodos pré, intra e pós-operatórios pode reduzir a incidência26 de infecções em processos cirúrgicos em áreas contaminadas ou potencialmente contaminadas (por. ex.: histerectomia52 vaginal). O uso profilático também é indicado em processos cirúrgicos nos quais a infecção11 no local da operação representa um grave risco (por ex.: cirurgias do coração53 e artroplastia com inplantação de prótese54).

Apresentação - CEFALOTINA ARISTON

caixa com 1 ou 50 frascos-ampola + 1 ou 50 diluentes.


CEFALOTINA ARISTON - Laboratório

ARISTON
Rua Adherbal Stresser, 84
São Paulo/SP - CEP: 05566-000
Tel: (011 )810-1079
Fax: (011 )810-2894
Site: http://www.ariston.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "ARISTON"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).