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Atualizado em 2012

SPIROCTAN

Preço em Washington/SP: R$ 20,50
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SPIROCTAN

Espironolactona

Indicações - SPIROCTAN

Diagnóstico1 e tratamento do aldosteronismo primário e tratamento pré-operatório de pacientes com hiperaldosteronismo primário, distúrbios edematosos em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva2 em seus vários graus, cirrose3 hepática acompanhada por edema4 e/ou ascite5, síndrome nefrótica6, hipertensão7 essencial em combinação com outras drogas, hipopotassemia8 quando outras medidas forem consideradas impróprias ou inadequadas, profilaxia da hipopotassemia8 em pacientes tomando digitálicos ou quando outras medidas forem inadequadas ou impróprias. Edema4 idiopático9, como terapia auxiliar na hipertensão7 maligna.

 - Forma Farmacêutica e apresentações

Comprimido 25 mg. Caixa com 30 comprimidos.Comprimido 100 mg. Caixa com 20 comprimidos.

Uso pediátrico ou adulto

Contra-indicações - SPIROCTAN

Pacientes com anúria10, insuficiência renal11 aguda, diminuição significativa da função excretória renal12, hiperpotassemia, doença de Addison e hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Cuidados e Advertências - SPIROCTAN

Gerais - Devido a ação diurética da espironolactona, os pacientes devem ser cuidadosamente avaliados quanto a possibilidade de distúrbios dos fluídos e do balanço eletrolítico. Hiperpotassemia pode ocorrer em pacientes com diminuição da função renal12 ou ingestão excessiva de potássio, onde irregularidades cardíacas podem ser fatais. Consequentemente, não deve ser dada suplementação de potássio juntamente com Spiroctan®. A hiperpotassemia pode ser tratada prontamente com administração EV rápida de glicose13 (de 20 a 50%) e insulina14 comum, utilizando 0,25 a 0,5 unidades de insulina14/g de glicose13. Esta medida temporária pode ser repetida conforme a necessidade. O uso da espironolactona poderá ser descontinuado e a ingestão de potássio (inclusive a dieta potássica) restringida.Acidose15 metabólica hiperclorêmica reversível, usualmente em associação com hiperpotassemia, foi relatada em alguns pacientes com cirrose3 hepática descompensada, mesmo na presença de função renal12 normal.
Hiponatremia, manifestada através de secura bucal, sede, letargia e sonolência, e confirmada pelos baixos níveis sangüíneos de sódio, pode ser causada ou agravada, especialmente quando a espironolactona é administrada em combinação com outros diuréticos16.
Ginecomastia17 pode se desenvolver com o uso de espironolactona, os médicos devem alertar os pacientes para esta possibilidade. O desenvolvimento da ginecomastia17 parece estar relacionado com o nível da dose e a duração do tratamento, sendo normalmente reversível com a descontinuidade da espironolactona.
A terapia com Spiroctan® pode causar elevação transitória da uréia18 plasmática (BUN), especialmente em pacientes com insuficiência renal11 preexistente. A espironolactona pode provocar acidose15 branda.
A avaliação dos eletrólitos séricos para detectar possíveis desequilíbrios deve ser estabelecida em intervalos periódicos.
Gravidez19 - A espironolactona ou seus metabólitos podem atravessar a barreira placentária. Portanto, o uso de Spiroctan® em mulheres grávidas não é recomendado, e no caso do médico determinar sua utilização, uma cuidadosa avaliação dos riscos/benefícios em relação à mãe e ao feto deve ser feita.
Lactação20 - A canrenona, um metabólito ativo da espironolactona, pode ser dosada no leite materno. Caso o uso de Spiroctan® seja essencial, um método alternativo de alimentação para a criança deve ser instituído.
Geriatria (idosos) - Apesar de não terem sido realizados estudos adequados sobre os efeitos dos diuréticos16 depletores de potássio em pacientes idosos, deve-se esperar um aumento na ocorrência de hipercalemia nessa faixa etária. Além disso, os pacientes idosos são mais suscetíveis a apresentarem insuficiência renal11, requerendo cautela durante a administração de espironolactona.

Interações Medicamentosas - SPIROCTAN

Outros diuréticos16 ou agentes anti-hipertensivos: o uso de espironolactona potencializa estes efeitos. Assim, as dosagens destes medicamentos, particularmente agentes bloqueadores gangliônicos, devem ser reduzidas em no mínimo 50%, quando Spiroctan® é adicionado ao tratamento.
Diuréticos16 poupadores de potássio e inibidores da enzima21 conversora de angiotensina (ECA): administração conjunta com espironolactona pode provocar severa hiperpotassemia.
Norepinefrina: a espironolactona reduz a resposta vascular22 da norepinefrina. Desta forma, cuidados devem ser exercidos com a administração em pacientes submetidos a anestesia23 enquanto estiverem sendo tratados com espironolactona.
Digoxina: a espironolactona aumenta a meia-vida da digoxina. Isto pode resultar em um aumento do nível sérico de digoxina e subsequente toxicidade digitálica. É preciso reduzir a manutenção e a digitalização das doses, quando a espironolactona é administrada e o paciente deve ser monitorado para evitar a super ou subdigitalização.
Ácido acetilsalisílico: reduz o efeito diurético24 da espironolactona através do bloqueio da secreção da canrenona no túbulo renal12.
Indometacina e ácido mefenâmico: inibem a secreção de canrenona.
Antipirina: tem seu metabolismo25 aumentado pela ação da espironolactona.
Álcool, barbitúricos ou narcóticos: pode ocorrer hipotensão26 ortostática.
Corticosteróides: pode ocorrer depleção eletrolítica intensificada, particularmente hipocalemia27.
Relaxante músculo-esquelético: pode ocorrer um aumento de sensibilidade ao relaxante muscular.
Lítio: geralmente o lítio não deve ser administrado com diuréticos16. Os diuréticos16 podem reduzir a depuração renal12 do lítio, aumentando o risco de toxicidade pelo lítio.
Antiinflamatórios não esteroidais (por exemplo, indometacina): a combinação com diuréticos16 poupadores de potássio tem sido associada com hipocalemia27 severa, por esta razão, quando administrados concomitantemente devem ser monitorados para verificar se o efeito diurético24 foi obtido.
o Interferência em Exames Laboratoriais: Há relatos de possível interferência nos radioimunoensaios de digoxina pelo uso de espironolactona ou seus metabólitos.

Reações Adversas - SPIROCTAN

 

Ginecomastia17 que tanto parece estar relacionada com a posologia como com a duração da terapêutica e é normalmente reversível com a descontinuação da terapia; em raras ocasiões, algum aumento das mamas pode persistir. Poucos casos de agranulocitose28, distúrbios gastrointestinais como náusea29, tontura30, cansaço, vômito31, cólica, diarréia32; sonolência, letargia, dor de cabeça, erupções cutâneas33 maculopapular ou eritematosa, urticária34, confusão mental, febre35, ataxia36, impotência37, fluxo menstrual irregular ou amenorréia38, sangramento pós-menopausa39, hirsutismo40, gastrite41, ulceração gástrica e reações anafilácticas. Vasculite42, função hepática anormal, insuficiência renal11 aguda, trombocitopenia43, leucopenia44, alopécia45, hipertricose46, dor e neoplasma nos seios, mal-estar, hiperpotassemia, distúrbios eletrolíticos, alterações na líbido. Há relatos de carcinoma47 mamário, mas uma relação de causa e efeito não foi estabelecida.

Posologia - SPIROCTAN

Diagnóstico1 e tratamento do aldosteronismo primário: Spiroctan® pode ser utilizado para diagnóstico1 inicial da doença, enquanto o paciente estiver sob dieta normal.
Teste de longo prazo: administrar 400 mg/dia de Spiroctan®, durante 3 a 4 semanas. A correção da hipopotassemia8 e da hipertensão7 evidencia, presuntivamente, o diagnóstico1 de hiperaldosteronismo primário.
Teste de curto prazo: administrar 400 mg/dia de Spiroctan®, durante 4 dias. Caso o nível de potássio sérico se eleve durante a administração de Spiroctan®, e diminua quando for descontinuado, o diagnóstico1 presuntivo hiperaldosteronismo primário deve ser considerado.
Após o estabelecimento do diagnóstico1 de hiperaldosteronismo primário através de testes mais definitivos, Spiroctan® pode ser administrado em doses de 100 mg a 400 mg/dia, como preparação para a cirurgia. Em pacientes considerados não aptos para a cirurgia, Spiroctan® deve ser utilizado como terapia de manutenção a longo prazo, com o uso da menor dose eficaz para cada paciente.
Doenças acompanhadas por edema4 - em adultos (insuficiência cardíaca congestiva2, cirrose3 hepática e síndrome nefrótica6): a dose diária de Spiroctan® pode ser administrada tanto de forma fracionada como em dose única.
Insuficiência cardíaca congestiva2: a dose usual é de 100 mg/dia de Spiroctan®, podendo alcançar 200 mg/dia em casos resistentes ou severos. Após o controle do edema4, a dose de manutenção deve ser individualizada para cada paciente.
Cirrose3 hepática: quando a relação sódio/potássio (Na+/K+) for maior que 1 (um), a dose usual é de 100 mg/dia de Spiroctan®. No entanto, quando esta relação for menor do que 1 (um), a dose recomendada é de 200 a 400 mg/dia de Spiroctan®. A dose de manutenção deve ser individualizada.
Síndrome nefrótica6: dose usual varia entre 100 a 200 mg/dia de Spiroctan®, A espironolactona não age como antiinflamatório, portanto não afeta o processo patológico básico. Seu uso é recomendado somente quando os glicocorticóides administrados isoladamente não forem eficazes.
Edema4 em crianças: a dose diária inicial é de cerca de 3,3 mg de Spiroctan®/kg de peso corporal/dia, administrada em doses fracionadas. A dosagem deve ser ajustada com base na resposta e tolerância do paciente ao medicamento.
Edema4 idiopático9: a dose usual é de 100 mg/dia de Spiroctan®.
Hipertensão7 essencial: a dose usual é de 50 a 100 mg/dia de Spiroctan®, administrada fracionadamente ou em uma única tomada. Conforme gravidade do caso, a dose pode ser gradualmente elevada, em intervalos de 2 semanas, até alcançar 200 mg/dia. O tratamento deve ser mantido por no mínimo 2 semanas, visto que uma resposta adequada geralmente não ocorre antes desse período de tempo. A dose da manutenção deve ser individualizada conforme a resposta do paciente.
Hipertensão7 maligna: Spiroctan® deve ser utilizado apenas como terapia auxiliar e quando houver excesso de secreção de aldosterona, hipopotassemia8 e alcalose48 metabólica. A dose inicial usual é de 100 mg/dia de Spiroctan®, que pode ser aumentada, gradualmente, até 400 mg/dia, observando-se intervalos de 2 semanas.
A terapia inicial pode incluir outros medicamentos anti-hipertensivos. Não deve ser reduzida automaticamente a dose dos outros medicamentos, como recomendado na hipertensão7 essencial.
Hipopotassemia8/hipomagnesemia: Spiroctan® em dosagem entre 25 a 100 mg/dia é a dose usual na hipopotassemia8 e/ou hipomagnesemia induzida por diuréticos16, quando suplementos orais de potássio ou magnésio forem considerados inadequados.

Venda sob prescrição médica
Registro MS - 1.0974.0136
Farm. Resp.: Dr. Dante Alario Junior - CRF-SP nº 5143

SPIROCTAN - Laboratório

BIOLABFARMA
Rua Olimpíadas, 242, 3° andar. Vila Olímpia.
São Paulo/SP - CEP: 04551-000
Tel: 55 11 3573-6000

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