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Atualizado em Abr/2012

PAXTRAT

Preço em Washington/SP: R$ 32,32
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PAXTRAT
cloridrato de paroxetina
Comprimido revestido

IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO - PAXTRAT

- FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES: Comprimido revestido: caixa com 20 e 30 comprimidos.
Uso adulto.

COMPOSIÇÃO - PAXTRAT

Comprimido revestido
Cada comprimido revestido contém:
cloridrato de paroxetina .................... 20 mg
Excipientes: amido glicolato de sódio, fosfato de cálcio dibásico diidratado, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE - PAXTRAT

AÇÃO ESPERADA DO MEDICAMENTO:O cloridrato de paroxetina é um antidepressivo eficaz no tratamento dos sintomas1 e prevenção de recorrência da depressão do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), da Doença do Pânico, do Transtorno de Ansiedade Generalizada; e ainda, no tratamento da fobia social e do transtorno de estresse pós-traumático.
CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO:
Conserve o produto na embalagem original, em temperatura ambiente (15 a 30°C).
PRAZO DE VALIDADE:
24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho). Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.
GRAVIDEZ2 E LACTAÇÃO3:
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Caso ocorra gravidez2 durante ou logo após o tratamento com o cloridrato de paroxetina, suspenda a medicação e comunique imediatamente ao seu médico. Informe seu médico a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se está amamentando. O cloridrato de paroxetina não é recomendado para mulheres que estejam amamentando e não deve ser usado durante a gravidez2.
CUIDADOS DE ADMINISTRAÇÃO:
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
REAÇÕES ADVERSAS:
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como: náusea4, sonolência, secura na boca, fraqueza, insônia, suor abundante, tremor, vertigem5, constipação6, diarréia7, vômito8 e apetite reduzido.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
INGESTÃO CONCOMITANTE COM OUTRAS SUBSTÂNCIAS:
Não há restrições específicas quanto à ingestão concomitante com alimentos.
Não é aconselhado o uso com bebidas alcoólicas.
CONTRA-INDICAÇÕES E PRECAUÇÕES:
O produto não deve ser usado por pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Não é recomendado o uso de cloridrato de paroxetina em crianças.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Durante o tratamento o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS - PAXTRAT

- CARACTERÍSTICAS:
O cloridrato de paroxetina é quimicamente o cloridrato de (-)-trans-4-(4'-fluorofenil)-3-(3', 4'-metildioxifenoximetil)-piperidina, um potente e seletivo inibidor de recaptação de 5-hidroxitriptamina (5-HT, serotonina).
Acredita-se que sua ação antidepressiva e sua eficácia no tratamento do TOC (transtorno obsessivo compulsivo) e da doença do pânico estejam relacionadas a sua inibição específica da recaptação de 5-HT pelos neurônios9 cerebrais.
O cloridrato de paroxetina não está quimicamente relacionado aos antidepressivos tricíclicos, tetracíclicos e a maioria de outros antidepressivos disponíveis. Os principais metabólitos do cloridrato de paroxetina são polares e conjugados por oxidação e metilação, sendo rapidamente metabolizados. Considerando-se a sua falta relativa de atividade farmacológica, é muito pouco provável que eles contribuam com os efeitos terapêuticos do cloridrato de paroxetina.
O cloridrato de paroxetina é bem absorvido após administração oral e sofre metabolismo10 de primeira passagem. A meia-vida de eliminação é variável mas geralmente é de cerca de 1 dia. O estado de equilíbrio dos níveis sistêmicos é atingido em 7-14 dias após o início do tratamento, e a farmacocinética parece não se alterar durante o tratamento prolongado.
O tratamento prolongado com o cloridrato de paroxetina tem demonstrado que a eficácia é mantida por períodos de pelo menos um ano.
Em estudos controlados por placebo, a eficácia de cloridrato de paroxetina no tratamento da doença do pânico tem se mantido por pelo menos um ano.

INDICAÇÕES - PAXTRAT

PAXTRAT é indicado para o tratamento dos sintomas1 de doença depressiva de todos os tipos incluindo depressão reativa e grave e depressão acompanhada por ansiedade, após uma resposta satisfatória inicial, a continuação do tratamento com PAXTRAT é eficaz na prevenção de recorrência da depressão.PAXTRAT também é indicado para o tratamento dos sintomas1 e prevenção de recorrência do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC)/ para o tratamento dos sintomas1 e prevenção de recorrência da Doença do Pânico, com ou sem agorafobia; para o tratamento dos sintomas1 da Fobia Social/ Transtorno da Ansiedade Social - DMS-IV e, ainda, para o tratamento do Transtorno de Estresse Pós-Traumático e para o tratamento dos sintomas1 e prevenção de recorrência do Transtorno de Ansiedade Generalizada.
Crianças - Depressão: estudos clínicos controlados não puderam demonstrar eficácia e não fornecem suporte ao uso de cloridrato de paroxetina no tratamento de crianças com Transtorno Depressivo Grave (ver Reações adversas).

CONTRA-INDICAÇÕES - PAXTRAT

O cloridrato de paroxetina é contra-indicado para pacientes com conhecida hipersensibilidade à droga ou a qualquer componente do produto. O cloridrato de paroxetina não deve ser usado concomitantemente com inibidores da MAO11 ou no intervalo de até duas semanas após o término do tratamento com inibidores da MAO11. Da mesma forma, os inibidores da MAO11 não devem ser iniciados no intervalo de até duas semanas após o término da terapia com o cloridrato de paroxetina (ver Interações medicamentosas).
O cloridrato de paroxetina não deve ser usado concomitantemente com a tioridazina, uma vez que, assim como com outras drogas que inibem a enzima12 hepática CYP460 2D6, a paroxetina pode elevar os níveis plasmáticos da tioridazina (ver interações medicamentosas), a administração de tioridazina isoladamente, pode conduzir ao prolongamento do intervalo de QTc com séria arritmia13 ventricular associada, tais como: torsades de pointes e morte súbita.

PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS - PAXTRAT

Gerais: o cloridrato de paroxetina não deve ser usado em combinação com inibidores da monoamino oxidase (MAO11) ou durante as 2 semanas após o término do tratamento com este tipo de substância portanto, o tratamento deve ser iniciado com cautela e a dose deve ser aumentada gradualmente até que a resposta ótima seja atingida.Os inibidores da MAO11 não devem ser administrados durante as 2 semanas após o término do tratamento com o cloridrato de paroxetina.
- história de mania: da mesma forma que ocorre com todos os antidepressivos, o cloridrato de paroxetina deve ser usado com cautela em pacientes que apresentem história de mania.
- anticoagulantes orais: o cloridrato de paroxetina deve ser administrado com grande cautela em pacientes recebendo anticoagulantes orais (ver Interações medicamentosas).
- triptofano: uma vez que experiências adversas foram relatadas quando triptofano foi administrado com outro inibidor seletivo de recaptação da serotonina (ISRS), o cloridrato de paroxetina não deve ser usado em combinação com medicação à base de triptofano (ver Interações medicamentosas).
- problemas cardíacos: da mesma forma que ocorre com todas as drogas psicoativas, recomenda-se cautela no tratamento de pacientes com problemas cardíacos.
- epilepsia14: da mesma forma que ocorre com outros antidepressivos, o cloridrato de paroxetina deve ser usado com cuidado em pacientes com epilepsia14.
- convulsões: em geral, a incidência15 de convulsões é < 0,1% em pacientes tratados com o cloridrato de paroxetina. A droga deve ser descontinuada em qualquer paciente que apresente convulsão16.
- glaucoma17: assim como ocorre com outros ISRSs, o cloridrato de paroxetina raramente causou midríase e deve ser usado com cautela em pacientes com glaucoma17 de ângulo agudo18.
- suicídio/pensamentos suicidas e transtornos psiquiátricos: a possibilidade de uma tentativa de suicídio é um componente inerente ao transtorno depressivo maior e pode persistir até que ocorra remissão significativa. Pode ser que não ocorra melhora durante as primeiras semanas ou mais, pós o início do tratamento.
Os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados até que ocorra uma melhora. Outras condições psiquiátricas para as quais a paroxetina é prescrita também podem estar associadas a um risco aumentado de comportamento suicida. Além disso, essas condições podem ser fatores de co-morbidade19 do transtorno depressivo maior.
As mesmas precauções necessárias ao tratamento do transtorno depressivo maior devem ser observadas no tratamento de pacientes com outros distúrbios psiquiátricos.
- terapia eletroconvulsiva (TEC): há pouca experiência clínica em relação à administração concomitante de cloridrato de paroxetina em pacientes sob TEC. No entanto, houve raros relatos de convulsões prolongadas induzidas por TEC e/ou convulsões secundárias em pacientes tratados com ISRSs.
- neurolépticos: o cloridrato de paroxetina deve ser usado com cautela em pacientes já recebendo neurolépticos, porque sintomas1 sugestivos de síndrome20 maligna neuroléptica foram relatados com esta combinação.
Hiponatremia foi raramente relatada, predominantemente em idosos.
A hiponatemia geralmente reverte com a descontinuação da paroxetina.
Sangramento na pele e membranas mucosas foi relatado após tratamento com o cloridrato de paroxetina. Portanto, o cloridrato de paroxetina deve ser usado com cautela em pacientes sob tratamento concomitante com drogas que aumentem o risco de sangramento e em pacientes com tendência conhecida a sangramento ou naqueles com predisposição.
Sintomas1 observados na descontinuação do tratamento com o cloridrato de paroxetina: alguns pacientes podem apresentar sintomas1 com a descontinuação da paroxetina, particularmente se o tratamento for interrompido abruptamente (ver reações adversas).
É aconselhável que a dosagem seja reduzida gradualmente, até a descontinuação do tratamento (ver posologia).
Capacidade de dirigir/operar máquinas: experiências clínicas têm demonstrado que a terapia com o cloridrato de paroxetina não está associada à deterioração das funções cognitiva e psicomotora.
Contudo, como com todas as drogas psicoativas, os pacientes devem ser advertidos quanto à sua capacidade de dirigir veículos motorizados ou operar máquinas.
Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
Gravidez2 e amamentação21: este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Embora os estudos em animais não tenham demonstrado quaisquer efeitos teratogênicos ou embriotóxicos seletivos, a segurança de cloridrato de paroxetina na gravidez2 humana ainda não foi estabelecida; portanto, o cloridrato de paroxetina não deve ser usado durante a gravidez2 ou em mulheres que estejam amamentando, a não ser que, na opinião do médico, os benefícios potenciais justifiquem os possíveis riscos.
Pediatria: a eficácia de paroxetina em crianças menores de 18 anos não foi estabelecida; estudos clínicos controlados em depressão não puderam demonstrar eficácia e não fornecem suporte ao uso de paroxetina no tratamento de crianças menores de 18 anos de idade com depressão.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS - PAXTRAT

Alimentos/antiácidos22: a absorção e farmacocinética de cloridrato de paroxetina não são afetadas por alimentos ou antiácidos22.
IMAOs/triptofano/outros ISRSs: a co-administração de drogas serotonérgicas (exemplo: IMAOs, triptofano, outros ISRSs) pode levar a uma alta incidência15 de efeitos associados à serotonina. Os sintomas1 incluíram agitação, confusão, diaforese, alucinações, hiperreflexia, mioclonia, calafrios, taquicardia23 e tremor.
- indutores/ inibidores do metabolismo10 enzimático: o metabolismo10 e a farmacocinética do cloridrato de paroxetina podem ser afetados por drogas que induzem ou inibem o metabolismo10 enzimático da droga. Quando o cloridrato de paroxetina é co-administrado com uma droga inibidora do metabolismo10, o uso da dose mínima deve ser considerado. Nenhum ajuste inicial na dosagem do cloridrato de paroxetina é considerado necessário quando a droga é co-administrada com drogas indutoras do metabolismo10 enzimático. Qualquer ajuste subseqüente de dosagem deve ser baseado nos efeitos clínicos (tolerância e eficácia).
- álcool: embora o cloridrato de paroxetina não aumente a deterioração da habilidade mental e motora causada pelo álcool, o uso concomitante de álcool e de cloridrato de paroxetina não é aconselhado.
- haloperidol/amilobarbitona/oxazepam: experiências em um número limitado de indivíduos sadios têm demonstrado que o cloridrato de paroxetina não aumenta a sedação e a sonolência associadas ao haloperidol, amilobarbitona ou oxazepam, quando administrados em combinação.
- lítio: estudos em pacientes deprimidos estabilizados não demonstraram nenhuma interação farmacocinética entre o cloridrato de paroxetina e lítio. No entanto, uma vez que a experiência é limitada, a administração concomitante de cloridrato de paroxetina e lítio deve ser feita com cautela e os níveis de lítio devem ser monitorados.
- fenitoína/anticonvulsivantes: a co-administração de cloridrato de paroxetina e fenitoína é associada à diminuição da concentração plasmática do cloridrato de paroxetina e aumento das experiências adversas. Nenhum ajuste inicial na dosagem de cloridrato de paroxetina é considerado necessário quando estas drogas são coadministradas; qualquer ajuste posterior da dosagem deve ser baseado nos efeitos clínicos. A co-administração de cloridrato de paroxetina com outros anticonvulsivantes também pode ser associada ao aumento da incidência15 de experiências adversas.
- varfarina/anticoagulantes orais: pode haver uma interação farmacodinâmica entre o cloridrato de paroxetina e a varfarina, que pode resultar em alteração do tempo de protrombina e em aumento de sangramento. O cloridrato de paroxetina deve, portanto, ser administrado com grande cautela em pacientes recebendo anticoagulantes orais.
- antidepressivos tricíclicos: os efeitos da administração concomitante de cloridrato de paroxetina com antidepressivos tricíclicos não foram estudados. O uso concomitante de cloridrato de paroxetina com estas drogas deve, portanto, ser considerado com cautela.
- prociclidina: o cloridrato de paroxetina pode aumentar significativamente os níveis plasmáticos de prociclidina. A dose de prociclidina deve ser reduzida se efeitos anticolinérgicos forem observados.
- isoenzimas: P450: como outros antidepressivos, incluindo outros ISRSs, a paroxetina inibe a enzima12 hepática CYP2D6 do citocromo P450. Isto pode levar a uma elevação do nível plasmático das drogas co-administradas que são metabolizadas por essa enzima12. Estas incluem certos antidepressivos tricíclicos (exemplo: nortriptilina, amitriptilina, imipramina e desipramina), neurolépticos fenodiazínicos (exemplo: perfenazina e tionidazina) e antiarrítmicos Tipo 1C (exemplo: propafenona e flecainida).

INTERFERÊNCIA EM EXAMES LABORATORIAIS - PAXTRAT

Pode ocorrer diminuição na contagem de hematócrito24, hemoglobina25 ou células brancas.

REAÇÕES ADVERSAS/COLATERAIS - PAXTRAT

Algumas das reações adversas listadas abaixo podem diminuir em intensidade e freqüência com a continuação do tratamento e geralmente não levam à suspensão da terapia. As reações adversas estão listadas abaixo, classificadas por sistemas e freqüência. As freqüências foram definidas como: muito comum (>1/10), comum (>1/100, <1/10), incomuns (>1/1000, <1/100), raras (>1/10.000, <1/1000), muito raras (<1/10.000), incluindo casos isolados. Reações adversas comuns e incomuns foram geralmente determinadas a partir de dados de segurança agrupados, obtidos de estudos clínicos com população >8000 pacientes tratados com paroxetina e avaliados como sendo de incidência15 excessiva comparada ao placebo.Eventos raros e muito raros foram geralmente determinados a partir de informações pós-comercialização e se referem mais à taxa de relato do que a frequência real.
Distúrbios do sistema linfático26 e sangüíneo: incomum: sangramento anormal, predominantemente da pele e membranas mucosas (predominantemente equimose27); muito raro: trombocitopenia28.
Distúrbios do sistema imune: muito raro: reações alérgicas (incluindo urticária29 e angioedema30).
Distúrbios endócrinos: muito raro: síndrome20 da secreção inapropriada do hormônio31 anti-diurético32 (SIADH).
Distúrbios de metabolismo10 e nutrição33: comum: diminuição do apetite; raro: hiponatremia. A hiponatremia foi relatada predominantemente em pacientes idosos e, algumas vezes devido a síndrome20 da secreção inapropriada do hormônio31 anti-diurético32 (SIADH).
Transtornos psiquiátricos: comum: sonolência, insônia; incomum: confusão, raro: reações maníacas.
Distúrbios do sistema nervoso34: comum: vertigem5 e tremor; incomum: distúrbios extrapiramidais; raros: convulsões; muito raros: síndrome20 serotoninérgica (os sintomas1 podem incluir agitação, confusão, diaforese, alucinações, hiporreflexia, mioclonia, taquicardia23 e tremores).
Relatos de distúrbios extrapiramidais, incluindo distonia orofacial foram recebidos de pacientes algumas vezes com distúrbios de movimentos subjacentes ou que estavam fazendo uso de medicação neuroléptica. Acatisia35 foi raramente relatada.
Distúrbios oculares: comum: visão turva; muito raro: glaucoma17 agudo18.
Distúrbios cardíacos: incomum: taquicardia23 sinusial.
Distúrbios vasculares: incomum: aumento ou diminuição transitória da pressão sanguínea, que foram relatados após o tratamento com paroxetina, geralmente em pacientes com hipertensão36 ou ansiedade pré-existentes.
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastínicos: comum: bocejo.
Distúrbios gastrintestinais: muito comum: náusea4; comum: constipação6, diarréia7, boca seca.
Distúrbios hepato-biliares: raro: elevação das enzimas hepáticas; muito raro: eventos hepáticos (como: hepatite37, às vezes associada à icterícia38 e/ ou falha hepática). Foi relatada elevação das enzimas hepáticas. Muito raramente também foram relatados eventos hepáticos pós-comercialização (como hepatite37, às vezes associada à icterícia38 e/ ou deficiência hepática). A descontinuação do uso de paroxetina deve ser considerada se houver elevação dos resultados de função hepática.
Distúrbios da pele e do tecido39 subcutâneo: comum: sudorese40; incomum: rash41 cutâneo (exantema42); muito raro: reações de fotossensibilidade.
Distúrbio renal43 e urinário: incomun: retenção urinária44.
Distúrbios do sistema reprodutivo e mamários: muito comum: disfunção sexual; raro: hiperprolactinemia/ galactorréia45.
Distúrbios gerais: comum: astenia46; muito raro: edema47 periférico.
Sintomas1 observados na descontinuação do tratamento com paroxetina: comum: sonolência, distúrbios sensoriais, distúrbios do sono, ansiedade; incomum: agitação, náusea4, sudorese40.
Assim como em muitos medicamentos psicoativos, a descontinuação da paroxetina (particularmente de forma abrupta) pode provocar sintomas1 como sonolência, distúrbios sensoriais (incluindo parestesia48 e sensação de choque49 elétrico), distúrbios do sono, agitação ou ansiedade, náusea4 e sudorese40.
Na maioria dos pacientes, esses eventos são suaves a moderados auto-limitantes. Nenhum grupo particular de pacientes mostrou possuir um risco aumentado para esses sintomas1; entretanto, recomenda-se que quando o tratamento com a paroxetina não for mais necessário, a descontinuação seja gradual através da redução da dosagem (ver posologia e precauções e advertências).
Eventos adversos de estudos clínicos pediátricos: em estudo clínicos pediátricos, os seguintes eventos adversos foram relatados com uma freqüência inferior a 2% dos pacientes, e ocorreu com incidência15 pelo menos duas vezes maior do que aquela com placebo: diminuição do apetite, tremor, sudorese40, hipercinesia, hostilidade, agitação, instabilidade emocional (incluindo choro, flutuações de humor, auto-mutilação, pensamentos suicidas e tentativas de suicídio. Os pensamentos suicidas e as tentativas de suicídio foram observados principalmente em estudos clínicos em adolescentes com transtorno depressivo grave).
Em estudos que usaram um esquema de redução da dose, os sintomas1 relatados durante a fase de redução ou após a descontinuação de paroxetina, com uma freqüência pelo menos duas vezes maior do que placebo, foram: nervosismo, vertigem5, náusea4, instabilidade emocional e dor abdominal.

POSOLOGIA - PAXTRAT

Recomenda-se que o cloridrato de paroxetina seja administrado em dose única diária, pela manhã, juntamente com a alimentação. Os comprimidos devem ser deglutidos inteiros, sem mastigar.
Conforme recomendado para todas as drogas antidepressivas, a posologia deve ser avaliada e ajustada, se necessário, 2 a 3 semanas após o início do tratamento e, a partir de então, conforme considerado clinicamente apropriado.
Os pacientes devem ser tratados por um período suficiente para garantir que esteja livres dos sintomas1. Este período pode ser de vários meses para o tratamento da depressão, podendo ser mais longo para o tratamento do transtorno obsessivo compulsivo (TOC) e da doença do pânico.
Da mesma forma que com muitos medicamentos psicoativos, a descontinuação abrupta deve ser evitada (ver Reações adversas).
Depressão
Adultos: a dose recomendada é de 20 mg ao dia. Em alguns pacientes, pode ser necessário aumentar a dose. Isto deve ser feito gradativamente, em aumentos de 10 mg até 50 mg/dia, de acordo com a resposta do paciente.
Crianças (7-17 anos): estudos clínicos controlados não puderam demonstrar eficácia e não fornecem suporte ao uso de cloridrato de paroxetina no tratamento de crianças com transtorno depressivo grave (ver Reações adversas).
Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC)
Adultos: a dose recomendada é de 40 mg ao dia. O tratamento deve ser iniciado com 20 mg ao dia e a dose pode ser aumentada semanalmente em aumentos de 10 mg.
Alguns pacientes se beneficiam pelo aumento da dosagem até o máximo de 60 mg/dia.
Doença do Pânico
Adultos: dose recomendada é de 40 mg ao dia. O tratamento deve ser iniciado com 10 mg ao dia e a dose deve ser aumentada semanalmente, em aumentos de 10 mg, de acordo com a resposta do paciente.
Alguns pacientes podem se beneficiar pelo aumento da dosagem até o máximo de 50 mg/dia.
Uma dose inicial baixa é recomendada para minimizar a piora potencial da sintomatologia do pânico que, conforme se reconhece, geralmente ocorre no início do tratamento da doença do pânico.
Fobia Social/Transtorno de Ansiedade Social
Adultos: a dose recomendada é de 20 mg ao dia. Os pacientes que não responderem à dose de 20 mg, podem se beneficiar pelo aumento da dosagem em aumentos de 10 mg, conforme necessário, até o máximo de 50 mg/dia. As alterações de dosagem devem ocorrer em intervalos de pelo menos 1 semana.
Transtorno de Ansiedade Generalizada
Adultos: a dose recomendada é de 20 mg ao dia. Os pacientes que não responderem à dose de 20 mg, podem se beneficiar pelo aumento da dosagem em aumentos de 10 mg, conforme necessário, até o máximo de 50 mg/dia, de acordo com a resposta dos pacientes.
Transtorno de Estresse Pós-Traumático
Adultos: a dose recomendada é de 20 mg ao dia. Os pacientes que não responderem à dose de 20 mg, podem se beneficiar pelo aumento da dosagem em aumentos de 10 mg, conforme necessário, até o máximo 50 mg/dia. De acordo com a resposta dos pacientes.
Informações gerais
Descontinuação do cloridrato de paroxetina: assim como outros medicamentos psicoativos, a descontinuação abrupta deve ser evitada (ver efeitos adversos, precauções e advertências). O regime de redução de dose, usada em estudos clínicos recentes, envolvem uma redução na dose diária de 10 mg, em intervalos semanais.
Adultos: ao atingir uma dose diária de 20 mg/dia, os pacientes mantiveram esta dose por uma semana, antes da descontinuação do tratamento. Caso sintomas1 intoleráveis ocorram após a redução da dose ou na descontinuação do tratamento. Deve-se considerar o uso da dose previamente prescrita. Subseqüentemente, o médico deve continuar reduzindo a dose, mas numa taxa mais gradativa.
Outras populações
Pacientes idosos: em pacientes idosos ocorre aumento das concentrações plasmáticas de cloridrato de paroxetina. A posologia deve ser iniciada com 20 mg ao dia e pode ser aumentada semanalmente, em aumentos de 10 mg até o máximo de 40 mg/dia, de acordo com a resposta do paciente.
Crianças com idade abaixo de 18 anos: a eficácia de paroxetina em crianças menores de 18 anos não foi estabelecida; estudos clínicos controlados em depressão não puderam demonstrar eficácia e não fornecem suporte ao uso de paroxetina no tratamento de crianças menores de 18 anos de idade com depressão.
Insuficiências renal43/hepática: em pacientes com insuficiência renal50 grave (clearance de creatinina51 < 30 ml/min) ou insuficiência hepática52 grave ocorre aumento das concentrações plasmáticas de cloridrato de paroxetina. A posologia recomendada é de 20 mg ao dia. Aumentos de dosagem, se necessário, deverão ser restritos à dosagem mínima da faixa permitida.
Abuso e dependência: até momento, não existem relatos que evidenciem ser o cloridrato de paroxetina uma droga capaz de causar abuso ou dependência. No entanto, não deve ser esquecido que todas as drogas que atuam no nível do sistema nervoso34 central, estimulando-o ou inibindo-o, podem potencialmente estar relacionadas como causa de dependência.
O paciente com depressão, ou história de abuso ou dependência de alguma droga, deve estar sob observação médica contínua.

SUPERDOSAGEM - PAXTRAT

Uma ampla margem de segurança é evidente a partir dos dados disponíveis. Casos de superdosagem foram relatados em pacientes que administraram até 2000 mg de paroxetina pura ou em combinação com outras drogas, incluindo álcool. As experiências com superdosagem com o cloridrato de paroxetina demostraram os seguintes sintomas1: náusea4, vômito8, tremor, pupila dilatada, boca seca, irritabilidade, sudorese40, sonolência, febre53, alterações na pressão arterial, cefaléia54, contrações musculares involuntárias, agitação, ansiedade e taquicardia23, mas não convulsão16.Coma55 ou alterações no ECG foram ocasionalmente relatados e muito raramente um resultado fatal, mas geralmente quando o cloridrato de paroxetina foi administrado em associação com outras drogas psicotrópicas, com ou sem álcool.
Não se conhece um antídoto56 específico. O tratamento deve consistir de medidas gerais empregadas nos casos de superdosagem com qualquer antidepressivo. A rápida administração de carvão ativado pode retardar a absorção do cloridrato de paroxetina.

PACIENTES IDOSOS - PAXTRAT

Em pacientes idosos ocorre aumento das concentrações plasmáticas de cloridrato de paroxetina. (ver Posologia)
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA
N ° do lote, data da fabricação e data da validade: vide cartucho
Registro MS - 1.0497.1178
Farm. Resp.: Ishii Massayuki
CRF-SP n° 4863
UNIÃO QUÍMICA FARMACÊUTICA NACIONAL S/A
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90 - Embu-Guaçu - SP
CEP 06900-000 SAC 0800 11 1559
CNPJ 60.665.981/0001-18 - Indústria Brasileira

PAXTRAT - Laboratório

UNIAO QUIMICA
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu/SP - CEP: 06900-000
Tel: SAC 0800 11 1559

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