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Atualizado em 2012

Limbitrol

Preço em Washington/SP: R$ 8,30
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 Limbitrol®
Clordiazepóxido + cloridrato de amitriptilina

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO - Limbitrol

Cápsula: cartucho contendo blister com 20.USO ADULTO
- COMPOSIÇÃO:
Cada cápsula contém:
clordiazepóxido .................... 5 mg
cloridrato de amitriptilina .................... 12,5 mg
(excipientes: lactose, amido, talco e estearato de magnésio).

INFORMAÇÕES AO PACIENTE - Limbitrol

O produto
Limbitrol® age especificamente sobre os principais sintomas1 da depressão: tristeza e ansiedade.
Sua ação se faz sentir após cerca de 20 minutos de sua administração.
Como usar Limbitrol®
O Limbitrol® só deve ser usado quando receitado por um médico. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Este medicamento é bem tolerado pela maioria dos pacientes, porém, informe seu médico:
- se estiver tomando outros remédios e quais são eles. Não use e não misture remédios por conta própria;
- se está ou deseja engravidar e se planeja amamentar o seu bebê. O Limbitrol® passa ao leite materno, podendo causar sonolência e prejudicar a sucção da criança;
- se sentir sonolência e cansaço; se apresentar secura na boca, prisão de ventre, distúrbios na visão, taquicardia2;
- se se sentir agitado, irritado e tiver pesadelos.
Não faça uso de bebidas alcoólicas enquanto estiver em tratamento com o Limbitrol®. O álcool intensifica o efeito do Limbitrol® e isto pode ser prejudicial.
A dose
Somente o médico sabe a dose ideal de Limbitrol® para o seu caso.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Pacientes idosos e debilitados necessitam doses mais baixas por causa das variações de sensibilidade individual. É possível que seu médico tenha receitado uma dose menor e lhe tenha solicitado observar como reage ao tratamento. Assegure-se de que você está seguindo estas instruções.
As cápsulas devem ser tomadas com um pouco de líquido (não alcoólico).
Este medicamento não pode ser partido ou mastigado.
Quando suspender o tratamento
Seu médico sabe o momento ideal para suspender o tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Entretanto, lembre-se de que o Limbitrol® não deve ser tomado indefinidamente. Se você toma Limbitrol® em altas doses e deixa de tomá-lo de repente, seu organismo pode reagir. Assim, após dois a três dias sem qualquer problema, alguns dos sintomas1 que o incomodavam podem reaparecer espontaneamente. Não volte a tomar Limbitrol®. Esta reação, da mesma maneira que surgiu, desaparece em dois ou três dias.
Para evitar este tipo de reação, seu médico pode recomendar que você reduza a dose gradualmente durante vários dias, antes de suspender o tratamento.
Prazo de validade
O prazo de validade está indicado na embalagem do produto.
Conservar em temperatura ambiente (15 a 300C) e proteger da luz. Antes de usar observe o aspecto do medicamento. Não use medicamento com prazo de validade vencido.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.
DURANTE O TRATAMENTO, O PACIENTE NÃO DEVE DIRIGIR VEÍCULOS OU OPERAR MÁQUINAS, POIS SUA HABILIDADE E ATENÇÃO PODEM ESTAR PREJUDICADAS.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS - Limbitrol

Propriedades e efeitosLimbitrol® age especificamente sobre os principais sintomas1 da depressão: tristeza e ansiedade.
A amitriptilina, substância timoanaléptica, age em duas fases: fase inicial de sedação e relaxamento seguida, em poucos dias, pela fase principal quando se observa o efeito antidepressivo com melhora de humor e aumento da iniciativa.
O clordiazepóxido reduz seletivamente a ansiedade e a tensão psíquica.
Farmacocinética
Ambos os componentes do Limbitrol® exercem sua ação no SNC. Estudos prolongados com clordiazepóxido em várias espécies animais sugerem ação no sistema límbico. Evidências recentes indicam que o sistema límbico está envolvido com a resposta emocional. O mecanismo de ação da amitriptilina no homem é desconhecido, mas a droga parece interferir com a recaptação da norepinefrina nas terminações nervosas adrenérgicas. Essa ação pode prolongar a atividade simpática das aminas biogênicas.

INDICAÇÕES - Limbitrol

Estados depressivos acompanhados de ansiedade, inclusive distúrbios funcionais de origem depressiva.

CONTRA-INDICAÇÕES - Limbitrol

O Limbitrol® não deve ser administrado a pacientes com reconhecida hipersensibilidade aos componentes de sua fórmula e a pacientes com glaucoma3.Não administrar durante os três primeiros meses da gravidez4, a não ser em caso de extrema necessidade, pois como ocorre com outros benzodiazepínicos, não deve ser afastada a possibilidade de ocorrência de danos fetais. Não se deve usar durante o período de recuperação do infarto5 agudo6 do miocárdio.
Evitar o tratamento prolongado em mulheres com possibilidade de engravidar.
Existe a possibilidade do Limbitrol® passar para o leite materno. Por essa razão, o Limbitrol® não deve ser administrado regularmente a lactantes7.

PRECAUÇÕES - Limbitrol

Precaução especial ao se administrar Limbitrol® a pacientes com miastenia8 grave (devido ao relaxamento muscular pré-existente) e a pacientes com disfunções renais e hepáticas graves.
Por analogia com outros antidepressivos o Limbitrol® pode originar, durante o tratamento,  estados paranóides ou pré-delirantes e estados de excitação.
Pacientes com hipertrofia9 prostática podem apresentar aumento dos distúrbios da micção e às vezes retenção urinária10.
Como ocorre com outros antidepressivos, o tratamento de condições depressivas com o Limbitrol® pode exacerbar sintomas1 esquizofrênicos em pacientes com esquizofrenia11 ou distúrbios esquizo-afetivos. Nestes pacientes, portanto, qualquer tratamento prévio prolongado com neurolépticos deve ser mantido.
Os antidepressivos e os neurolépticos devem ser administrados com cautela particularmente a pacientes idosos, quando há suspeita de insuficiência cardíaca12, ou quando ocorrem perturbações do ritmo cardíaco ou da condução.
Dependendo da dose e da sensibilidade individual, o Limbitrol® pode modificar a reação do paciente ao dirigir veículos ou operar máquinas perigosas.
Pacientes com história de epilepsia13, que utilizam Limbitrol®, devem ser mantidos sob observação, uma vez que a amitriptilina, como ocorre com outros antidepressivos tricíclicos, pode ocasionar uma ligeira queda do limiar convulsivo.
Dependência
Pode ocorrer dependência quando da terapia com benzodiazepínicos. O risco é mais evidente em pacientes em uso prolongado, altas dosagens e particularmente em pacientes predispostos, com história de alcoolismo, abuso de drogas, forte personalidade ou outros distúrbios psiquiátricos graves.
No sentido de minimizar o risco de dependência, os benzodiazepínicos só devem ser prescritos após cuidadosa avaliação quanto a indicação e devem ser administrados por período de tempo mais curto possível. A continuação do tratamento, quando necessária, deve ser acompanhada bem de perto. A duração prolongada do tratamento só se justifica após avaliação cuidadosa dos riscos e benefícios.
Abstinência
O início dos sintomas1 de abstinência é variável, durando poucas horas a uma semana ou mais.
Nos casos menos graves, a sintomatologia da abstinência pode restringir-se a tremor, agitacão, insônia, ansiedade, cefaléia14 e dificuldade para concentrar-se. Entretanto, podem ocorrer outros sintomas1 de abstinência, tais como sudorese15, espasmos muscular e abdominal, alterações na percepção e, mais raramente delírio16 e convulsões.
Na ocorrência de sintomas1 de abstinência, é necessário um acompanhamento médico bem próximo e apoio para o paciente. A interrupção abrupta deve ser evitada e adotado um esquema de retirada gradual.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS - Limbitrol

 - O uso concomitante com cimetidina inibe o metabolismo17 do Limbitrol®. - O uso concomitante com antitireóideo aumenta o risco de agranulocitose18.
- O uso simultâneo com estrógenos diminui o efeito terapêutico da amitriptilina. O uso simultâneo e prolongado de anticoncepcionais orais e clordiazepóxido reduz a segurança do anticoncepcional e causa maior incidência19 de hemorragia20.
Como ocorre com qualquer substância psicoativa, o efeito do Limbitrol® pode ser intensificado pelo álcool.
Se o Limbitrol® for usado concomitantemente com outros medicamentos de ação central tais como: neurolépticos, tranquilizantes, antidepressivos, hipnóticos, analgésicos21 e anestésicos, seu efeito sedativo pode ser intensificado.
A amitriptilina pode inibir a ação dos hipotensores que agem por bloqueio dos neurônios22 adrenérgicos como, por exemplo, guanetidina, betanidina e debrisoquina.
O Limbitrol® não deve ser administrado concomitantemente com IMAO.
Nos pacientes em tratamento com IMAO deve-se intercalar uma pausa de uma ou duas semanas antes de se iniciar o tratamento com Limbitrol®.

REAÇÕES ADVERSAS - Limbitrol

Em doses terapêuticas o Limbitrol® é bem tolerado. No início do tratamento pode surgir astenia23 passageira que desaparece com adaptação da posologia.
Reações anticolinérgicas como secura na boca, constipação24, taquicardia2 moderada e distúrbios de acomodação, desaparecem espontâneamente ou com adaptação da posologia.
Os antidepressivos e os neurolépticos podem provocar modificações de EEG particularmente em pacientes predispostos; convulsões foram observadas em raros casos.

POSOLOGIA - Limbitrol

2 a 6 cápsulas ao dia, segundo as particularidades de cada caso. Iniciar o tratamento administrando uma cápsula à noite e uma pela manhã. A dose principal deve ser sempre ao deitar.Tratamento hospitalar
Neste caso, a posologia recomendada pode ser duplicada, se necessário. No entanto, deve ser progressiva até se atingir a dose ótima e bem tolerada. A dose terapêutica média é de 3 cápsulas ao dia. Pacientes idosos e debilitados necessitam doses mais baixas por causa de variações da sensibilidade individual.

CONDUTA NA SUPERDOSAGEM - Limbitrol

A superdosagem manifesta-se por sonolência até coma25, confusão mental, excitação, insuficiência cardíaca12, distúrbios do ritmo cardíaco, hipotensão26, efeitos anticolinérgicos (do tipo atropínico), com taquicardia2, secura das mucosas, obstipação até íleo27 paralítico, retenção de urina28, midríase.
Recomenda-se lavagem gástrica29 (mesmo após várias horas da ingestão), monitoramento e tratamento convencional das alterações respiratórias e cardiovasculares. Nos casos de intoxicações graves por quaisquer benzodiazepínicos (com coma25 ou sedação grave) recomenda-se o uso do antagonista específico, o flumazenil, na dose inicial de 0,3 mg EV, com incrementos de 0,3 mg a intervalos de 60 segundos, até reversão do coma25. No caso dos benzodiazepínicos de meia-vida longa, pode haver re-sedação, portanto, recomenda-se o uso de flumazenil por infusão endovenosa de 0,1 - 0,4 mg/hora, gota30 a gota30, em glicose31 a 5% ou cloreto de sódio 0,9%, juntamente com os demais processos de reanimação, desde que o flumazenil não reverta a depressão respiratória.
Nas intoxicações mistas, o flumazenil também pode ser usado para diagnóstico32.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA SUJEITA A RETENÇÃO. O ABUSO DESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA.
Nº do lote, data de fabricação e prazo de validade: vide embalagem.
Resp. Técnica: Edilene A. Campos - CRF-SP nº 17625

M.S. 1.0575.0044.001-7

® Marca Registrada

Valeant Farmacêutica do Brasil Ltda.
R. Mário Junqueira da Silva, 736/766 - Campinas - SP
CNPJ 61.186.136/0001-22 - Indústria Brasileira
Uma empresa do grupo
Valeant Pharmaceuticals International - USA
Produzido por: Boehringer Ingelheim do Brasil
Química e Farmacêutica Ltda.
Rod. Regis Bittencourt (BR 116), km 286
Itapecerica da Serra - São Paulo
SAC 0800 16 6116

Limbitrol - Laboratório

VALEANT FARMACÊUTICA DO BRASIL LTDA.
Rua Mário Junqueira da Silva, 736/766
Campinas/SP
Tel: 0800 16 6116

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