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Atualizado em 2012

DICLOFENACO POTASSICO comprimidos genérico

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DICLOFENACO POTÁSSICO

- Forma farmacêutica e apresentação

Comprimidos Revestidos. Caixa com 20 e 200 comprimidos revestidos.

USO ADULTO

Composição - DICLOFENACO POTASSICO comprimidos genérico

Cada comprimido revestido contém:
 Diclofenaco potássico
Excipientes: amido, celulose, copolímero de dimetilaminoetilmetacrilato, corante laca de verde, corante laca de vermelho 40, croscarmelose sódica, dióxido de silício coloidal, dióxido de titânio, estearato de magnésio, fosfato de cálcio dibásico, manitol, polietilenoglicol 6.000, talco.

Informações ao paciente - DICLOFENACO POTASSICO comprimidos genérico

·     Ação esperada do medicamento: Diclofenaco potássico é utilizado no tratamento da dor e inflamação1.
·    Cuidados de armazenamento:  Conservar o produto em temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC) e ao abrigo da umidade.
·    Prazo de validade:  Não use o medicamento se o prazo de validade estiver vencido, o que pode ser verificado na embalagem externa do produto.
·    Gravidez2 e lactação3: Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após o seu término e se está amamentando.
·    Cuidados de administração: Os comprimidos revestidos devem ser ingeridos com um pouco de líquido, de preferência antes das refeições. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
·    Interrupção do tratamento: Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
·    Reações adversas: Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como náuseas4, diarréia5, dor de estômago6, dor de cabeça, tontura7 e vermelhidão da pele ou qualquer outra que porventura possa ocorrer.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

·     Ingestão concomitante com outras substâncias: A ingestão de antiinflamatórios com álcool, aumenta o potencial de irritação gástrica. Desta forma, recomenda-se não ingerir álcool durante o tratamento.


·     Contra-indicações e precauções: Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento. Antes de iniciar o tratamento com Diclofenaco potássico, informe ao seu médico se tem problemas de estômago6 e de intestino, suspeita de úlcera8, doença do fígado9, de rim10 ou de coração11. Diclofenaco potássico é contra-indicado para pacientes com úlcera gástrica12 e intestinal, alergia13 ao diclofenaco e para pacientes que têm crises de asma14, urticária15 e rinite16 aguda quando tomam ácido acetilsalicílico (ex.: aspirina). Pacientes que apresentarem vertigens17 durante o uso do medicamento deverão evitar operar máquinas e dirigir veículos. Devem ser feitos exames de sangue18 durante tratamentos longos.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

- Informações técnicas  

Farmacodinâmica :

Grupo farmacoterapêutico:  
Antiinflamatório não-esteróide (AINE).  

Mecanismo de ação:  
O diclofenaco é um composto não-esteróide com acentuadas propriedades analgésica, antiinflamatória e antipirética.  
O diclofenaco possui um rápido início de ação, o que o torna particularmente adequado para o tratamento de estados dolorosos e/ou inflamatórios agudos. A inibição da biossíntese das prostaglandinas, demonstrada experimentalmente, é considerada fundamental no mecanismo de ação do diclofenaco. As prostaglandinas desempenham papel importante na gênese da inflamação1, dor e febre19.  
O diclofenaco in vitro , nas concentrações equivalentes àquelas alcançadas no homem, não suprime a biossíntese de proteoglicanos nas cartilagens.  

Efeitos farmacodinâmicos:  
Por meio de ensaios clínicos foi possível demonstrar que o diclofenaco exerce pronunciado efeito analgésico20 em estados moderados ou severamente dolorosos. Na presença de inflamação1 devida, por exemplo, a trauma ou após intervenção cirúrgica, o diclofenaco alivia rapidamente tanto a dor espontânea quanto a relacionada ao movimento e diminui o inchaço inflamatório e o edema21 do ferimento. Estudos clínicos também revelaram que na dismenorréia22 primária o diclofenaco é capaz de aliviar a dor e reduzir o sangr amento.

Farmacocinética - DICLOFENACO POTASSICO comprimidos genérico

Absorção:   O diclofenaco é rápida e completamente absorvido a partir dos comprimido revestidos. A absorção inicia-se imediatamente após a administração. O pico médio das concentrações plasmáticas de 3,8 mcmol/L são atingidos após 20-60 minutos após a ingestão de um comprimido revestido de 50 mg. A ingestão juntamente com alimentos não tem influência na quantidade de diclofenaco absorvido, embora o início e taxa de absorção possam ser ligeiramente retardadas.

Distribuição:
99,7% do diclofenaco liga-se a proteínas23 séricas, predominantemente à albumina24 (99,4%).  
O volume de distribuição aparente calculado é de 0,12 - 0,17 L/Kg.  
O diclofenaco penetra no fluido sinovial, onde as concentrações máximas são medidas de 2 - 4 horas após serem atingidos os valores de pico plasmático. A meia-vida aparente para eliminação do fluido sinovial é de 3 - 6 horas. Duas horas após atingidos os valores de pico plasmático, as concentrações da substância ativa já são mais altas no fluido sinovial que no plasma25, permanecendo mais altas por até 12 horas.  

Biotransformação:  
A biotransformação do diclofenaco ocorre parcialmente por glicuronidação da molécula intacta, mas principalmente por hidroxilação e metoxilação simples e múltipla, resultando em vários metabólitos fenólicos (3'-hidroxi-, 4'-hidroxi-, 5-hidroxi-, 4',5-hidroxi- e 3'-hidroxi-4'-metoxi-diclofenaco), a maioria dos quais são convertidos aos conjugados glicurônicos. Dois desses metabólitos fenólicos são biologicamente ativos, mas em extensão muito menor que o diclofenaco.  

Eliminação:
O clearance  (depuração) sistêmico total do diclofenaco do plasma25 é de 263 +  56 mL/min (valor médio +  DP). A meia-vida terminal no plasma25 é de 1 - 2 horas. Quatro dos metabólitos, incluindo os dois ativos, também têm meia-vida plasmática curta de 1 - 3 horas. Um metabólito, 3'-hidroxi-4'-metoxi-diclofenaco, tem meia-vida plasmática maior. Entretanto, esse metabólito é virtualmente inativo.  
Cerca de 60% da dose absorvida é excretada na urina26 como conjugado glicurônico da molécula intacta e como metabólitos, a maioria dos quais são também convertidos aos conjugados glicurônicos. Menos de 1% é excretado como substância inalterada. O restante da dose é eliminada como metabólitos através da bile27 nas fezes.  

Características em pacientes:
Não foram observadas diferenças idade-dependentes relevantes na absorção, metabolismo28 ou excreção do fármaco.  
Em pacientes com insuficiência renal29, não se pode inferir, a partir da cinética de dose-única, o acúmulo da substância ativa inalterada, quando se aplica o esquema normal de dose. A um clearance  de creatina < 10 mL/min, os níveis plasmáticos de steady-state  (estado de equilíbrio) calculados dos hidroxi metabólitos são cerca de 4 vezes maiores que em indivíduos normais. Entretanto, os metabólitos são ao final excretados através da bile27.  
Em pacientes com hepatite30 crônica ou cirrose31 não-descompensada, a cinética e metabolismo28 do diclofenaco é a mesma de pacientes sem doença hepática.  

Experiência pré-clínica:  

Mutagenicidade, carcinogenicidade e toxicidade sobre a reprodução:
O diclofenaco não influencia a fertilidade das matrizes (ratos) nem o desenvolvimento pré- peri- e pós-natal da prole. Não foram detectados efeitos teratogênicos em camundongos, ratos e coelhos. Não foram demonstrados efeitos mutagênicos em vários experimentos in vitro e in vivo , e nenhum potencial carcinogênico foi detectado em estudos de longo prazo em ratos e camundongos.

Indicações - DICLOFENACO POTASSICO comprimidos genérico


Tratamento de curto prazo das seguintes condições agudas:  

·       estados dolorosos inflamatórios pós-traumáticos como, por exemplo, os causados por entorses32;  
·    dor e inflamação1 no pós-operatório como, por exemplo, após cirurgias ortopédicas ou odontológicas;  
·    condições dolorosas e/ou inflamatórias em ginecologia como, por exemplo, dismenorréia22 primária ou anexite33;  
·    síndromes dolorosas da coluna vertebral34;  
·    reumatismo35 não-articular na fase aguda;  
·    como adjuvante no tratamento de processos infecciosos acompanhados de dor e inflamação1 de ouvido, nariz36 ou garganta como, por exemplo, nas faringoamigdalites e otites37, respeitando os princípios terapêuticos gerais de que a doença básica deve ser adequadamente tratada. Febre19, isoladamente, não é uma indicação.

Contra-indicações   - DICLOFENACO POTASSICO comprimidos genérico

Úlcera gástrica12 ou intestinal. Hipersensibilidade conhecida à substância ativa ou a qualquer outro componente da formulação.  
Como outros agentes antiinflamatórios não-esteróides, o Diclofenaco potássico também é contra-indicado em pacientes nos quais crises de asma14, urticária15 ou rinite16 aguda são causadas pelo ácido acetilsalicílico ou por outros fármacos com atividade inibidora da prostaglandina-sintetase.  

Advertências - DICLOFENACO POTASSICO comprimidos genérico


Sangramento ou ulcerações/perfurações gastrointestinais podem ocorrer a qualquer momento durante o tratamento, com ou sem sintomas38 de advertência ou história prévia. Estas, em geral, apresentam conseqüências mais sérias em pacientes idosos. Nesses raros casos, o medicamento deve ser descontinuado.  
Assim como com outros antiinflamatórios não-esteróides (AINEs), reações alérgicas, incluindo reações anafiláticas39/anafilactóides, poderão também ocorrer, em casos raros, sem a exposição prévia ao fármaco.  
O Diclofenaco potássico, assim como outros AINEs, pode mascarar os sinais40 e sintomas38 de infecção41 devido a suas propriedades farmacodinâmicas.  

Precauções - DICLOFENACO POTASSICO comprimidos genérico

Supervisão médica rigorosa é imprescindível em pacientes com sintomas38 indicativos de distúrbios gastrointestinais ou histórico sugestivo de ulceração gástrica ou intestinal, em pacientes com cólica ulcerativa ou doença de Crohn42 e em pacientes com insuficiência hepática43 grave.  
Do mesmo modo que com outros antiinflamatórios não-esteróides (AINEs), pode ocorrer elevação dos níveis de uma ou mais enzimas hepáticas com o uso de Diclofenaco potássico. Durante tratamentos prolongados é recomendável a monitorização da função hepática como medida de precaução.  
Na ocorrência de sinais40 ou sintomas38 indicativos do desenvolvimento de doença hepática, ou de outras manifestações (por exemplo, eosinofilia, erupções), ou se os testes anormais para a função hepática persistirem ou piorarem, o tratamento com Diclofenaco potássico deverá ser descontinuado. Poderá ocorrer hepatite30 com ou sem sintomas38 prodrômicos.  
Deve-se ter cautela ao administrar Diclofenaco potássico a pacientes portadores de porfiria44 hepática, uma vez que o fármaco pode desencadear uma crise.  
Devido à importância das prostaglandinas para manutenção do fluxo sangüíneo renal45, deve ser dedicada atenção especial aos pacientes com deficiência da função cardíaca ou renal45, pacientes idosos, pacientes sob tratamento com diuréticos46 e àqueles com depleção do volume extracelular de qualquer origem, por exemplo, nas condições de pré ou pós-operatório no caso de cirurgias de grande porte. Nestes casos, ao utilizar Diclofenaco potássico, é recomendável a monitorização da função renal45 como medida preventiva. A descontinuação do tratamento é seguida pela recuperação do estado de pré-tratamento.  
O tratamento das afecções, para as quais Diclofenaco potássico está indicado, dura usualmente poucos dias. Porém, se ao contrário das recomendações para seu uso, Diclofenaco potássico for administrado por períodos prolongados, é aconselhável, como ocorre com outros antiinflamatórios não-esteróides, monitorizar o hemograma.  
Assim como outros AINEs, o Diclofenaco potássico pode inibir temporariamente a agregação plaquetária. Pacientes com distúrbios hemostáticos devem ser cuidadosamente monitorizados.  
Recomenda-se cuidado em idosos sob cuidados médicos básicos. É recomendado, em especial, a pacientes idosos debilitados ou naqueles com baixo peso corpóreo a utilização da posologia eficaz mais baixa.  
Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas:  
Pacientes com sintomas38 de tontura7 ou outros distúrbios do sistema nervoso47 central, incluindo distúrbios da visão, não devem dirigir veículos ou operar máquinas.  
Gravidez2 e lactação3:
Diclofenaco potássico somente deve ser administrado durante a gravidez2 quando houver indicação formal e somente utilizando-se a menor posologia eficaz. Como outros inibidores da prostaglandina-sintetase, essa orientação aplica-se particularmente, aos três últimos meses de gestação (pela possibilidade de ocorrer inércia uterina e/ou fechamento prematuro do canal arterial).  
Após doses orais de 50 mg, administradas a cada 8 horas, a substância ativa passa para o leite materno, todavia, em quantidades tão pequenas, que não se espera efeitos indesejáveis no lactente48.  

Interações medicamentosas - DICLOFENACO POTASSICO comprimidos genérico


·     Lítio, digoxina: o diclofenaco pode elevar as concentrações plasmáticas de lítio e digoxina.  
·    Diuréticos46: assim como outros antiinflamatórios não-esteróides (AINEs), o diclofenaco pode inibir a atividade de diuréticos46. O tratamento concomitante com diuréticos46 poupadores de potássio pode estar associado à elevação dos níveis séricos de potássio, os quais devem portanto ser monitorizados.  
·    AINEs:  a administração concomitante de AINEs sistêmicos pode aumentar a freqüência de reações adversas.  
·    Anticoagulantes:  embora as investigações clínicas não pareçam indicar que o diclofenaco apresente uma influência sobre o efeito dos anticoagulantes, existem relatos de uma elevação no risco de hemorragias49 com o uso combinado de diclofenaco e terapia anticoagulante50. Nestes casos, conseqüentemente, é recomendável uma monitorização dos pacientes.  
·    Antidiabéticos: estudos clínicos demonstraram que o diclofenaco pode ser administrado juntamente com hipoglicemiantes orais51 sem influenciar seus efeitos clínicos. Entretanto, existem relatos isolados de efeitos hipo e hiperglicemiantes na presença de diclofenaco, determinando a necessidade de ajuste posológico dos agentes hipoglicemiantes52.  
·    Metotrexato:  deve-se tomar cuidado quando AINEs forem administrados menos de 24 horas antes ou após tratamento com metotrexato, uma vez que a concentração sérica deste fármaco pode se elevar aumentando assim a sua toxicidade.  
·    Ciclosporina: os efeitos dos AINEs sobre as prostaglandinas renais pode aumentar a nefrotoxicidade da ciclosporina.
·    Antibacterianos quinolônicos: têm ocorrido relatos isolados de convulsões que podem estar associadas ao uso concomitante de quinolonas e AINEs.

Reações adversas - DICLOFENACO POTASSICO comprimidos genérico

As seguintes estimativas de freqüência foram aplicadas: freqüente >10%, ocasional >1% - 10%, rara >0,001% - 1%, casos isolados <0,001%.  
·     Trato gastrointestinal
      Ocasional: epigastralgia53, distúrbios gastrointestinais tais como náusea54, vômito55, diarréia5, cólicas56 abdominais, dispepsia57, flatulência, anorexia58, irritação local. Raros: sangramento gastrointestinal (hematêmese59, melena60, diarréia5 sangüinolenta), úlcera gástrica12 ou intestinal com ou sem sangramento ou perfuração. Casos isolados: estomatite61 aftosa, glossite62, lesões esofágicas, estenose intestinal diafragmática, distúrbios do baixo colo tais como colite63 hemorrágica não-específica e exacerbação de colite63 ulcerativa ou doença de Crohn42; constipação64, pancreatite65.
·      Sistema nervoso47 central
      Ocasional: cefaléia66, tontura7 ou vertigem67. Casos raros: sonolência. Casos isolados: distúrbios da sensibilidade, incluindo parestesia68, distúrbios da memória, insônia, irritabilidade, convulsões, depressão, ansiedade, pesadelos, tremores, reações psicóticas, meningite69 asséptica.  
·      Órgãos Sensoriais  
      Casos isolados: distúrbios da visão (visão borrada, diplopia70), deficiência auditiva, tinitus, distúrbios do paladar.  
·      Pele
     Ocasionalmente: rash71 ou erupções cutâneas72. Casos raros: urticária15. Casos isolados: eritroderma (dermatite73 esfoliativa), perda de cabelo, reação de fotossensibilidade, púrpura, incluindo púrpura alérgica, erupção bolhosa, eczema74, eritema multiforme75, síndrome de Stevens-Johnson76, síndrome de Lyell77 (epidermólise tóxica aguda).  
·      Sistema urogenital
      Raro: edema21. Casos isolados: insuficiência renal29 aguda, distúrbios urinários tais como hematúria78, proteinúria79, nefrite80 intersticial, síndrome nefrótica81, necrose82 papilar.  
·       Fígado9  
      Ocasionalmente: elevação dos níveis séricos das enzimas aminotransferases. Casos raros: hepatite30, com ou sem icterícia83. Casos isolados: hepatite fulminante84.  
·      Sangue18
      Casos isolados: trombocitopenia85, leucopenia86, anemia87 (hemolítica e aplástica), agranulocitose88.  
·      Hipersensibilidade
      Casos raros: reações de hipersensibilidade tais como asma14, reações sistêmicas anafiláticas/anafilactóides, incluindo hipotensão89. Casos isolados: vasculite90, pneumonite91.  
·      Sistema Cardiovascular92
      Casos isolados: palpitação93, dores no peito, hipertensão94, insuficiência cardíaca congestiva95.

Posologia - DICLOFENACO POTASSICO comprimidos genérico


A dose inicial diária recomendada é de 100 a 150 mg. Em casos mais leves, bem como para pacientes acima de 14 anos de idade, 75 a 100 mg/dia são em geral suficientes. A dose diária prescrita deve ser fracionada em duas a três tomadas.  
No tratamento da dismenorréia22 primária, a dose diária, que deve ser individualmente adaptada, é geralmente de 50 a 150 mg. Inicialmente devem ser administradas doses de 50 a 100 mg e, se necessário, estas doses devem ser elevadas no decorrer de vários ciclos menstruais até o máximo de 200 mg/dia. O tratamento deve iniciar-se aos primeiros sintomas38 e, dependendo da sintomatologia, continuar por alguns dias.  
Os comprimidos revestidos devem ser ingeridos inteiros e com um pouco de líquido, de preferência antes das refeições.

- Superdosagem

O tratamento de intoxicações agudas com agentes antiinflamatórios não-esteróides (AINEs), consiste essencialmente em medidas sintomáticas e de suporte. Não há quadro clínico típico associado a superdosagem com diclofenaco.  
As seguintes medidas terapêuticas podem ser tomadas em casos de superdosagem: tratamento sintomático e de suporte deve ser administrado em caso de complicações tais como hipotensão89, insuficiência renal29, convulsões, irritação gastrointestinal e depressão respiratória.  
Medidas específicas tais como diurese96 forçada, diálise97 ou hemoperfusão provavelmente não ajudam na eliminação de AINEs devido a seu alto índice de ligação a proteínas23 e metabolismo28 extenso.  

Pacientes Idosos - DICLOFENACO POTASSICO comprimidos genérico


Não está bem estabelecido se pacientes idosos possuem um risco aumentado de uma séria toxicidade gastrointestinal durante o uso de antiinflamatórios não-esteróides (AINEs). Entretanto, a ulceração e/ou hemorragia98 induzida pelo uso de AINEs pode possivelmente causar  conseqüências mais sérias em pacientes geriátricos do que em adultos jovens. Além disso, pacientes idosos possuem uma maior predisposição ao comprometimento da função renal45, o que pode aumentar o risco de toxicidade renal45 e hepática durante o uso de AINEs, podendo requerer uma redução da dosagem para evitar o acúmulo do medicamento no organismo. Alguns médicos recomendam a pacientes geriátricos, especialmente com idade igual ou superior a 70 anos, a administração de metade da dose inicial recomendada para adultos. Os pacientes idosos devem receber um cuidadoso monitoramento durante o tratamento com AINEs para prevenir a ocorrência de efeitos indesejáveis.

 

DICLOFENACO POTASSICO comprimidos genérico - Laboratório

MEDLEY
Rua Macedo Costa, 55
Campinas/SP - CEP: 13080-180
Tel: (19 )744-8324
Fax: (019) 744-8227
Site: http://www.medley.com.br/

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