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Atualizado em 2012

SOLU-MEDROL

Preço em Washington/SP: R$ 8,61
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 Solu-Medrol®

(Succinato sódico de metilprednisolona)

PARTE I - SOLU-MEDROL

IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO - SOLU-MEDROL

Nome: Solu-Medrol®
Nome genérico: succinato sódico de metilprednisolona

Forma farmacêutica e apresentações - SOLU-MEDROL


Solu-Medrol® pó liofilizado de 40 mg em embalagem contendo 1 frasco-ampola + 1 ampola de diluente de 1 mL.

Solu-Medrol® pó liofilizado de 125 mg em embalagens contendo 1 frasco-ampola + 1 ampola de diluente de 2 mL.

Solu-Medrol® pó liofilizado de 500 mg em embalagem contendo 1 frasco-ampola + 1 frasco-ampola de diluente de 8 mL.

Solu-Medrol® pó liofilizado de 1 g em embalagem contendo 1 frasco-ampola + 1 frasco-ampola de diluente de 16 mL.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

USO INJETÁVEL POR VIA INTRAVENOSA OU INTRAMUSCULAR

Composição - SOLU-MEDROL

Cada frasco-ampola de Solu-Medrol® pó liofilizado 40 mg contém o equivalente a 40 mg de succinato sódico de metilprednisolona. Após reconstituição do pó liofilizado com 1 mL de diluente, cada mL de Solu-Medrol® contém o equivalente a 40 mg de succinato sódico de metilprednisolona.

Excipientes: fosfato de sódio monobásico monoidratado, fosfato de sódio dibásico seco, lactose, hidróxido de sódio 10%a e água para injetáveisb.

a = para ajuste de pH
b = removida durante o processo de liofilização

Cada frasco-ampola de Solu-Medrol® pó liofilizado 125 mg, 500 mg ou 1 g, contém o equivalente a 125 mg, 500 mg ou 1 g de succinato sódico de metilprednisolona. Após reconstituição do pó liofilizado com 2 mL, 8 mL ou 16 mL de diluente, respectivamente, cada mL de Solu-Medrol® contém o equivalente a 62,5 mg de succinato sódico de metilprednisolona.
Excipientes: fosfato de sódio monobásico monoidratado, fosfato de sódio dibásico seco, hidróxido de sódio 10%a e água para injetáveisb.

a = para ajuste de pH
b = removida durante o processo de liofilização

O diluente contém água para injetáveis e álcool benzílico. Cada mL da solução diluente contém 9,45 mg de álcool benzílico e água para injetáveis (q.s.p. 1 mL).
Reconstituir o produto apenas com o diluente que acompanha a embalagem.

PARTE II - SOLU-MEDROL

INFORMAÇÕES AO PACIENTE - SOLU-MEDROL

Solu-Medrol® (succinato sódico de metilprednisolona) é indicado para alguns distúrbios endócrinos (de glândulas1), reumáticos, doenças do colágeno e dermatológicas, estados alérgicos, doenças oftálmicas (dos olhos), gastrintestinais e respiratórias, distúrbios hematológicos (das células do sangue2), doenças neoplásicas (câncer3), estados edematosos (inchaço), entre outros (vide "Indicações").
Solu-Medrol® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz. Armazenar a solução preparada à temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), utilizando-a no período de 48 horas. Para reconstituição, usar apenas o diluente que acompanha a embalagem.
O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não use medicamento com o prazo de validade vencido, pode ser perigoso para sua saúde.
Solu-Medrol® deve ser usado na gravidez4 apenas se claramente necessário.
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez4 na vigência do tratamento ou após o seu término.
Os corticosteróides são excretados no leite humano. Informe ao seu médico se estiver amamentando.
Solu-Medrol® deve ser administrado por via intravenosa ou intramuscular.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Solu-Medrol® pode interagir com outras medicações, como ciclosporina, fenobarbital, fenitoína, rifampicina, antibióticos macrolídeos, antifúngicos triazólicos, bloqueadores de canais de cálcio, troleandomicina, cetoconazol, ácido acetilsalicílico e anticoagulantes orais.
É muito importante informar ao seu médico caso esteja usando outros medicamentos antes do início ou durante o tratamento com Solu-Medrol®.
Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o tratamento com Solu-Medrol®, tais como infecções, reações de hipersensibilidade (alérgicas) inclusive anafilaxia5, parada cardíaca, broncospasmo (contração dos músculos dos brônquios6), alterações endocrinológicas (glândulas1), retenção de sódio e líquidos, alcalose7 hipocalêmica (redução do potássio do sangue2), diminuição da
tolerância a carboidratos, manifestação de diabetes mellitus8 inativo, necessidade de aumento da dose de insulina9 ou de agentes hipoglicemiantes orais10 em pacientes diabéticos, transtornos psíquicos, aumento da pressão intracraniana (cerebral), convulsões, catarata11 subcapsular posterior, exoftalmia (protusão dos olhos), insuficiência cardíaca congestiva12 em pacientes susceptíveis, ruptura miocárdica (músculo cardíaco) após infarto do miocárdio13, arritmia14 (alterações do ritmo cardíaco), hipertensão15 (aumento da pressão sangüínea16), hipotensão17 (queda da pressão sangüínea16), petéquias (lesões avermelhadas da pele), soluços persistentes, úlcera péptica18 (no estômago19 ou intestino) com possível perfuração e hemorragia20 (sangramento), pancreatite21 (inflamação22 no pâncreas23), esofagite24 (inflamação22 no esôfago25), perfuração intestinal, equimoses (manchas vinhosas na pele) e pele fina e frágil, miopatia esteróide (doença dos músculos), fraqueza muscular, osteoporose26 (diminuição do cálcio dos ossos), necrose27 asséptica, irregularidades menstruais, dificuldade de cicatrização de feridas, supressão do crescimento em crianças, perda de potássio, alterações de exames laboratoriais que avaliam a função do fígado28, balanço nitrogenado negativo devido ao catabolismo29 protéico, aumento da pressão intra-ocular (do olho30), supressão de reações em testes cutâneos, fratura31 patológica (fratura31 sem causa aparente), fratura31 por compressão de vértebras e ruptura de tendão, particularmente do tendão de Aquiles (vide "Reações Adversas").
Solu-Medrol® é contra-indicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade comprovada à metilprednisolona ou a qualquer componente da fórmula e àqueles pacientes com infecções sistêmicas por fungos.
Durante a terapêutica com corticosteróides, os pacientes não devem ser vacinados contra a varíola. A administração de vacinas de microrganismos vivos ou atenuados é contra-indicada a pacientes recebendo doses imunossupressoras de corticosteróides. Vacinas de microrganismos mortos ou inativados podem ser administradas a pacientes recebendo doses imunossupressoras de corticosteróides, no entanto, a resposta a tais vacinas pode ser diminuída. Os procedimentos de imunização32 preconizados podem ser realizados em pacientes recebendo doses não-imunossupressoras de corticosteróides.
Podem aparecer transtornos psíquicos durante o uso de corticosteróides, variando desde euforia, insônia, oscilações no humor, alterações de personalidade e depressão grave, a manifestações claramente psicóticas. Além disso, a instabilidade emocional ou tendências psicóticas já existentes podem ser agravadas pelos corticosteróides.
Os corticosteróides devem ser usados com cautela em colite33 ulcerativa não-específica (úlceras34 do intestino), se houver possibilidade de perfuração iminente, abscesso35 ou outra infecção36 piogênica e também em casos de diverticulite37, anastomose intestinal recente, úlcera péptica18 ativa ou latente, insuficiência renal38 (dos rins39), hipertensão15 (aumento da pressão do sangue2), osteoporose26 (diminuição do cálcio dos ossos) ou miastenia40 grave.
Recomenda-se o uso de seringas descartáveis.
Medicamentos imunossupressores podem ativar focos primários de tuberculose41. Os médicos que acompanham pacientes sob imunossupressão, devem estar alertas quanto à possibilidade de surgimento de doença ativa, tomando, assim, todos os cuidados para o diagnóstico42 precoce e tratamento.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

NÃO TOME MEDICAMENTOS SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

PARTE III - SOLU-MEDROL

INFORMAÇÕES TÉCNICAS - SOLU-MEDROL

Propriedades Farmacodinâmicas - SOLU-MEDROL

Solu-Medrol® (succinato sódico de metilprednisolona) contém succinato sódico de metilprednisolona como princípio ativo, o derivado 6-metil da prednisolona. É extremamente solúvel em água, permitindo sua administração em um pequeno volume de diluente, o que é especialmente adequado em situações que exijam altos níveis sangüíneos de metilprednisolona alcançados rapidamente. É um potente esteróide antiinflamatório, que apresenta a vantagem de produzir efeito antiinflamatório com doses menores e uma separação marcante entre as atividades antiinflamatória e mineralocorticóide. Solu-Medrol®, assim, pode ser indicado como recurso de emergência nos casos em que o aumento de retenção de sódio e líquidos seria contra-indicado.
O succinato sódico de metilprednisolona possui ação metabólica e antiinflamatória semelhante à metilprednisolona. Quando administrados por via parenteral e em quantidades equimolares, os dois compostos apresentam bioequivalência. O succinato sódico de metilprednisolona tem uma ação inibidora sobre os componentes celulares, fibrosos e amorfos do tecido conjuntivo43, suprimindo assim os processos básicos da inflamação22. A potência relativa do Solu-Medrol® e do succinato sódico de hidrocortisona, como demonstrado pela depressão da contagem de eosinófilos, após a administração intravenosa, é de pelo menos quatro para um. Os glicocorticóides causam efeitos metabólicos profundos e variados. Adicionalmente, eles modificam a resposta imune a diversos estímulos.

Propriedades Farmacocinéticas - SOLU-MEDROL


As concentrações plasmáticas de metilprednisolona foram medidas pelo ensaio de HPLC. Após uma dose intramuscular de 40 mg de succinato sódico de metilprednisolona a 14 voluntários masculinos, adultos e saudáveis, o pico da concentração média de 454 ng/mL foi atingido em 1 hora. Na 12ª hora, a concentração plasmática de metilprednisolona reduziu para 31,9 ng/mL. Nenhuma metilprednisolona foi detectada após 18 horas da administração da dose. Baseado na curva área-sob-tempo-concentração, uma indicação do total do fármaco absorvido, succinato sódico de metilprednisolona intramuscular foi equivalente à mesma dose administrada intravenosamente.
Resultados de um estudo demonstraram que o éster succinato sódico de metilprednisolona é rápida e extensivamente convertido na parte ativa da metilprednisolona após todas as vias de administração. A extensão da concentração de metilprednisolona livre após administração IV e IM foram equivalentes e significativamente maiores do que aquelas observadas após administração de solução e comprimidos orais.

INDICAÇÕES - SOLU-MEDROL

Solu-Medrol® (succinato sódico de metilprednisolona) é indicado nas seguintes condições:

Distúrbios Endócrinos
Insuficiência44 adrenocortical primária ou secundária (o medicamento de eleição é a hidrocortisona ou a cortisona; pode ser necessário o uso de análogos sintéticos associados a mineralocorticóides; a suplementação com mineralocorticóides é de especial importância nos primeiros anos de vida).
Insuficiência44 adrenocortical aguda (o medicamento de eleição é a hidrocortisona ou a cortisona; pode ser necessária a suplementação com mineralocorticóides, particularmente quando se usa análogos sintéticos).
No pré-operatório ou em caso de trauma ou doença grave, em pacientes com insuficiência44 adrenal comprovada ou quando é duvidosa a reserva adrenocortical.
Hiperplasia45 adrenal congênita. Tireoidite não supurativa. Hipercalcemia associada a câncer3.

Distúrbios Reumáticos
Como terapia adjuvante para administração a curto prazo em episódios agudos ou de exacerbação de bursite aguda e subaguda, epicondilite, tenossinovite aguda não-específica, artrite46 gotosa aguda, artrite46 psoriática, espondilite anquilosante, osteoartrite47 pós-traumática, sinovite de osteoartrite47, artrite reumatóide48, incluindo artrite reumatóide48 juvenil (casos selecionados podem exigir terapia de manutenção com doses baixas).

Doenças do Colágeno e do Complexo Imunológico
Durante períodos de exacerbação ou como terapia de manutenção em casos selecionados de lúpus eritematoso sistêmico (e nefrite49 lúpica), dermatomiosite sistêmica (polimiosite), cardite reumática aguda, poliarterite nodosa, síndrome50 de Goodpasture.

Doenças Dermatológicas
Pênfigo, dermatite51 esfoliativa, dermatite51 herpetiforme bolhosa, micose52 fungóide, eritema multiforme53 grave (síndrome de Stevens-Johnson54), psoríase55 grave, dermatite51 seborréica grave.

Estados Alérgicos
Controle de condições alérgicas graves ou incapacitantes, não-responsivas ao tratamento convencional, em casos de: asma56 brônquica, dermatite51 atópica, rinite57 alérgica sazonal ou perene, dermatite51 de contato, doença do soro58, reações de hipersensibilidade a medicamentos, reações tipo urticária59 pós-transfusões, edema60 agudo61 não-infeccioso de laringe62 (a epinefrina é o fármaco de primeira escolha).

Doenças Oftálmicas
Processos inflamatórios e alérgicos crônicos e agudos graves, envolvendo os olhos, tais como: herpes zoster63 oftálmico, coriorretinite, neurite64 óptica, oftalmia simpática, conjuntivite65 alérgica, irite, iridociclite, uveíte difusa posterior e coroidite, inflamação22 da câmara anterior, úlceras34 marginais da córnea de origem alérgica e queratite.

Doenças Gastrintestinais
Para auxiliar o paciente durante um período crítico da doença em casos de colite33 ulcerativa e enterite regional.

Doenças Respiratórias
Sarcoidose66 sintomática, tuberculose41 pulmonar fulminante ou disseminada quando usado concomitantemente com quimioterapia67 antituberculose apropriada, pneumonite68 por aspiração, beriliose69, síndrome50 de Loeffler que não pode ser controlada por outros meios.

Distúrbios Hematológicos
Anemia hemolítica70 adquirida (auto-imune), trombocitopenia71 secundária em adultos, anemia72 hipoplástica congênita (eritróide), púrpura trombocitopênica idiopática73 em adultos (somente por via IV; a administração IM é contra-indicada) e eritroblastopenia.

Doenças Neoplásicas
No tratamento paliativo de leucemia74 e linfomas em adultos, leucemia74 aguda da infância.

Estados Edematosos
Para induzir a diurese75 ou remissão de proteinúria76 na síndrome nefrótica77, sem uremia78, do tipo idiopático79 ou aquela devido ao lúpus eritematoso.

Sistema Nervoso80
Edema60 cerebral de origem tumoral - primária ou metastática e/ou associada à terapia cirúrgica ou radioterapia81. Exacerbações agudas de esclerose múltipla82.

Outras Indicações
Meningite83 tuberculosa com bloqueio subaracnóide ou bloqueio iminente quando usado conjuntamente com quimioterapia67 antituberculose apropriada. Triquinose84 com envolvimento neurológico ou miocárdico. Prevenção de náuseas85 e vômitos86 associados à quimioterapia67 de câncer3. Transplante de órgãos.

CONTRA-INDICAÇÕES - SOLU-MEDROL


Solu-Medrol® (succinato sódico de metilprednisolona) é contra-indicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida à metilprednisolona ou a qualquer componente da fórmula e àqueles pacientes com infecções sistêmicas por fungos.

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES - SOLU-MEDROL

Solu-Medrol® (succinato sódico de metilprednisolona) não deve ser utilizado habitualmente para tratar traumas encefálicos como demonstrado pelos resultados de um estudo multicêntrico, que revelou um aumento da mortalidade87 nas 2 semanas após a lesão em pacientes tratados com succinato sódico de metilprednisolona comparados com aqueles tratados com placebo (risco relativo de 1,18). Uma associação causal com o tratamento com Solu-Medrol® não foi estabelecida.
Alguns estudos não estabeleceram a eficácia de Solu-Medrol® em choque88 séptico e sugerem que pode ocorrer aumento da mortalidade87 em alguns subgrupos de alto risco, isto é, aqueles pacientes com níveis de creatinina89 maior que 2,0 mg/dL90 ou com infecções secundárias.
Em pacientes em terapia com corticosteróides submetidos a situações incomuns de estresse, recomenda-se aumentar a dose do corticosteróide de ação rápida antes, durante e após o estado de estresse.

Efeitos Imunossupressores/Aumento da Susceptibilidade a Infecções
Os corticosteróides podem mascarar alguns sinais91 de infecção36, havendo a possibilidade de surgirem outras infecções durante o tratamento. Pode ainda, haver diminuição da resistência e dificuldade de localizar a infecção36 com o uso de corticosteróides. Infecções com qualquer patógeno, incluindo infecções virais, bacterianas, fúngicas, protozoárias ou helmínticas, em qualquer local do corpo, podem estar associadas ao uso isolado de corticosteróides ou em combinação com outros agentes imunossupressores que afetem a imunidade92 celular, humoral ou a função dos neutrófilos. Essas infecções podem ser leves, mas podem também ser graves e algumas, fatais. Com o aumento nas doses de corticosteróides, a ocorrência de complicações infecciosas aumenta.
A administração de vacinas de microrganismos vivos ou atenuados é contra-indicada a pacientes recebendo doses imunossupressoras de corticosteróides. Vacinas de microrganismos mortos ou inativados podem ser administradas a pacientes recebendo doses imunossupressoras de corticosteróides, no entanto, a resposta a essas vacinas pode estar diminuída. Durante terapia corticosteróide, os pacientes não devem ser vacinados contra varíola. Outras vacinas também devem ser evitadas nesses pacientes, especialmente quando tratados com altas doses, devido a possíveis complicações neurológicas e ausência de resposta imunológica. Os procedimentos de imunização32 preconizados podem ser realizados em pacientes recebendo doses não-imunossupressoras de corticosteróides.
O uso de Solu-Medrol® em tuberculose41 ativa deve ser restrito aos casos de tuberculose41 fulminante ou disseminada, nos quais se utiliza corticosteróides associados a um adequado esquema antituberculose.
Se for necessário o uso de corticosteróides em pacientes com tuberculose41 latente ou reatividade à tuberculina, deve-se exercer uma cuidadosa vigilância, pois pode ocorrer reativação da doença. Durante terapia prolongada com corticosteróides, esses pacientes deverão receber quimioprofilaxia.

Medicamentos imunossupressores podem ativar focos primários de tuberculose41. Os médicos que acompanham pacientes sob imunossupressão, devem estar alertas quanto à possibilidade de surgimento de doença ativa, tomando, assim, todos os cuidados para o diagnóstico42 precoce e tratamento.

Efeitos no Sistema Imunológico
Devido à ocorrência de raros casos de reações do tipo anafilactóide (por exemplo, broncospasmo) em pacientes em terapia com corticosteróide por via parenteral, deverão ser tomadas as precauções adequadas antes da administração, especialmente quando o paciente apresentar antecedentes de alergia93 a qualquer fármaco.

Efeitos Cardíacos
Há relatos de arritmias cardíacas e/ou colapso circulatório e/ou parada cardíaca após administração intravenosa rápida de doses maciças de succinato sódico de metilprednisolona (superiores a 0,5 g, administradas em um período inferior a 10 minutos). Verificou-se bradicardia94 durante ou após a administração de doses maciças de Solu-Medrol®, que pode não estar relacionada com a velocidade ou duração da infusão.

Efeitos Oculares
Os corticosteróides devem ser utilizados cuidadosamente em pacientes com herpes simples ocular, devido à possível perfuração da córnea.
O uso prolongado de corticosteróides pode produzir cataratas subcapsulares posteriores, glaucoma95 com possível dano do nervo óptico e pode acentuar o estabelecimento de infecções oculares secundárias devido a viroses ou fungos.

Efeitos no Sistema Nervoso80
Podem aparecer transtornos psíquicos durante o uso de corticosteróides, variando desde euforia, insônia, oscilações no humor, alterações de personalidade e depressão grave, a manifestações claramente psicóticas. Além disso, a instabilidade emocional ou tendências psicóticas já existentes podem ser agravadas pelos corticosteróides.

Efeitos Gastrintestinais
Os corticosteróides devem ser utilizados com cautela em pacientes com colite33 ulcerativa não-específica, se houver possibilidade de perfuração iminente, abscesso35 ou outra infecção36 piogênica e também, em casos de diverticulite37, anastomose intestinal recente, úlcera péptica18 ativa ou latente, insuficiência renal38, hipertensão15, osteoporose26 ou miastenia40 grave.

Efeitos Musculoesqueléticos
Uma miopatia aguda foi relatada com o uso de altas doses de corticosteróides, na maioria das vezes ocorrendo em pacientes com distúrbios de transmissão neuromuscular (por exemplo, miastenia40 grave) ou em pacientes recebendo terapia concomitante com fármacos bloqueadores neuromusculares (por exemplo, pancurônio). Essa miopatia aguda é generalizada, pode envolver musculaturas ocular e respiratória, e pode resultar em quadriparesia. Elevações da creatina quinase (CK) podem ocorrer. Podem ser necessárias semanas ou anos até que ocorra melhora ou recuperação clínica após a interrupção do uso de corticosteróides.

Outros Eventos Adversos
Foi relatada a ocorrência de sarcoma de Kaposi96 em pacientes recebendo terapia com corticosteróides. A descontinuação dos corticosteróides pode resultar em remissão clínica.
Este produto contém álcool benzílico. Foi relatada associação entre essa substância e a "síndrome50 de gasping fatal" em bebês97 prematuros.

Uma vez que as complicações do tratamento com glicocorticóides dependem da dose e da duração do tratamento, deverá ser avaliada a relação risco-benefício para cada caso individual quanto à dose e duração do tratamento, assim como a escolha de terapia diária ou intermitente.

Doses médias e altas de cortisona ou hidrocortisona podem causar elevação na pressão arterial, retenção salina e de água e aumento da excreção de potássio. Esses efeitos são menos prováveis de ocorrer com os derivados sintéticos, exceto quando administrados em altas doses. Uma dieta com restrição de sal e suplementação de potássio pode ser necessária. Todos os corticosteróides aumentam a excreção de cálcio.

Pessoas recebendo fármacos supressores do sistema imune são mais susceptíveis a infecções do que indivíduos sadios. Catapora (varicela98) ou sarampo99, por exemplo, podem apresentar um curso mais sério ou mesmo fatal em crianças não-imunes ou adultos em terapia com corticosteróides. Em crianças e adultos que nunca tiveram essas doenças, devem-se tomar cuidados especiais para evitar exposição. Desconhece-se como a dose, a via e a duração da administração de corticosteróides afetam o risco do desenvolvimento de uma infecção36 disseminada. A possibilidade de aumento de risco por uma doença subjacente e/ou o tratamento prévio com corticosteróides também é desconhecida. Se ocorrer exposição à catapora, a profilaxia com imunoglobulina contra varicela98 zoster63 (VZIG) é indicada. Se ocorrer exposição ao sarampo99, a profilaxia com "pool" de imunoglobulina intramuscular (IG) pode ser indicada. Se a catapora se desenvolver, deve-se considerar tratamento com antivirais. Similarmente, os corticosteróides devem ser administrados com grande cautela a pacientes com infestação100 por Strongyloides conhecida ou suspeita. Em tais pacientes, a imunossupressão induzida pelos corticosteróides pode levar a uma hiperinfecção e disseminação com migração da larva por todo o organismo, freqüentemente acompanhada de enterocolites severas e potencialmente septicemia101 Gram-negativa fatal.

Embora estudos clínicos controlados tenham mostrado a eficácia dos corticosteróides em acelerar a resolução de exacerbações agudas na esclerose múltipla82, não se demonstrou que os corticosteróides afetam os resultados finais ou a história natural da doença. Os estudos mostram que altas doses relativas de corticosteróides são necessárias para haver um efeito significativo (vide "Posologia").

A insuficiência44 secundária da supra-renal102 pode ser minimizada pela redução gradativa da dose. Esse tipo de insuficiência44 relativa persiste por meses após a descontinuação do tratamento, portanto, em qualquer situação de estresse ocorrente neste período, a hormonioterapia deve ser reintroduzida. Uma vez que a secreção dos mineralocorticódes pode ser diminuída, deve-se administrar concomitantemente sal e/ou um mineralocorticóide.

Há um efeito aumentado dos corticosteróides em pacientes com hipotireoidismo103 e naqueles com cirrose104.
Deve-se utilizar a dose mais baixa de corticosteróide para o controle das condições sob tratamento e, quando for possível a redução na dose, esta deve ser gradual.

Embora os efeitos adversos associados à terapia de altas doses em curto prazo de corticosteróides sejam incomuns, úlcera péptica18 pode ocorrer. A terapia profilática com antiácidos105 pode ser indicada.

A dose deve ser diminuída ou descontinuada gradualmente quando o fármaco estiver sendo administrado por mais dias. Se um período de remissão espontânea ocorrer em uma condição crônica, o tratamento deve ser descontinuado. Estudos laboratoriais de rotina, como urinálise, glicose sangüínea106 pós-prandial (2h), determinação da pressão sangüínea16 e peso corpóreo e raio X torácico devem ser realizados em intervalos regulares durante a terapia prolongada. O raio X do TGI superior é requerido em pacientes com história de úlcera107 e dispepsia108 significativa.

Carcinogênese, mutagênese e fertilidade
Não há evidências de que os corticosteróides sejam carcinogênicos, mutagênicos ou que prejudiquem a fertilidade.

Uso durante a Gravidez4
Alguns estudos em animais mostraram que os corticosteróides, quando administrados à mãe em altas doses, podem provocar malformações fetais. Contudo os corticosteróides não parecem causar anomalias congênitas quando administrado à mulheres grávidas. Um estudo retrospectivo apresentou aumento de incidência109 de nascimentos prematuros com baixo peso de mães recebendo corticosteróides. Apesar dos achados nos estudos com animais, parece que a possibilidade de dano fetal é remota se o fármaco é utilizado durante a gravidez4. Contudo, os estudos em humanos não podem excluir a possibilidade de danos, por isso, Solu-Medrol® somente deve ser utilizado se absolutamente necessário.
Os corticosteróides atravessam rapidamente a placenta. Embora insuficiência44 adrenal neonatal pareça ser rara em crianças que foram expostas no útero110 a corticosteróides, recém-nascidos de pacientes que tenham recebido doses substanciais de corticosteróides durante a gravidez4, devem ser cuidadosamente observados e avaliados para se detectar sinais91 de insuficiência44 adrenal.
Não se conhecem efeitos dos corticosteróides no trabalho de parto e no nascimento.
O crescimento e o desenvolvimento de crianças em terapia prolongada com corticosteróides devem ser cuidadosamente observados.

Uso durante a Lactação111
Os corticosteróides, incluindo a prednisolona, são excretados no leite humano.

Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas
O efeito de Solu-Medro® na habilidade de dirigir ou operar máquinas não foi sistematicamente avaliado.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS - SOLU-MEDROL


As interações farmacocinéticas listadas abaixo são potencialmente críticas em termos clínicos.

Ocorre inibição mútua do metabolismo112 com o uso concomitante de ciclosporina e metilprednisolona; portanto, é possível que os efeitos adversos associados ao uso individual de cada fármaco, possam apresentar uma maior tendência em ocorrer. Foram relatadas convulsões com o uso concomitante de ciclosporina e metilprednisolona.

Medicamentos que induzem as enzimas hepáticas, como fenobarbital, fenitoína e rifampicina podem aumentar o clearance da metilprednisolona e podem exigir que se aumente a dose de metilprednisolona para atingir a resposta desejada.

Inibidores da CYP3A4 (como macrolídeos, antifúngicos triazólicos e alguns bloqueadores de canais de cálcio) podem inibir o metabolismo112 da metilprednisolona e, dessa forma, diminuir o seu clearance. Assim como medicamentos como troleandomicina e cetoconazol podem inibir o metabolismo112 da metilprednisolona e diminuir, portanto, seu clearance. Logo, a dose de Solu-Medrol® deve ser ajustada para se evitar toxicidade por esteróide.

A metilprednisolona pode aumentar o clearance do ácido acetilsalicílico administrado cronicamente em doses altas, o que pode levar à diminuição dos níveis séricos de salicilato ou ao aumento no risco de toxicidade do salicilato, quando se suspende a metilprednisolona. O ácido acetilsalicílico deve ser utilizado cuidadosamente quando co-administrado com corticosteróides a pacientes com hipoprotrombinemia.

O efeito da metilprednisolona sobre os anticoagulantes orais é variável. Existem relatos de aumento, assim como de diminuição da ação do anticoagulante113 quando administrado concomitantemente com os corticosteróides. Portanto, os índices de coagulação devem ser monitorados para se obter o efeito anticoagulante113 desejado.

REAÇÕES ADVERSAS - SOLU-MEDROL

As seguintes reações adversas são típicas para todos os corticosteróides sistêmicos. Sua inclusão nesta lista não indica, necessariamente, que o evento específico tenha sido observado com Solu-Medrol® (succinato sódico de metilprednisolona).

Infecções e Infestações: mascaramento de infecções, infecções latentes podem se tornar ativas, infecções oportunistas.

Sistema Imunológico: reações de hipersensibilidade incluindo anafilaxia5 com ou sem colapso circulatório, parada cardíaca e broncospasmo.

Endócrino: desenvolvimento de estado cushingóide, supressão do eixo pituitário-adrenal.

Metabolismo112 e Nutrição114: retenção de sódio e líquidos, alcalose7 hipocalêmica, diminuição da tolerância a carboidratos, manifestação de diabetes mellitus8 latente, necessidade de aumento da dose de insulina9 ou de agentes hipoglicemiantes orais10 em pacientes diabéticos.

Psiquiátrico: transtornos psíquicos.

Sistema Nervoso80: aumento da pressão intracraniana com papiledema (pseudotumor cerebral), convulsões.

Olho30: catarata11 subcapsular posterior, exoftalmia.

Cardíaco: insuficiência cardíaca congestiva12 em pacientes susceptíveis, ruptura miocárdica após infarto do miocárdio13, arritmia14.

Vascular115: hipertensão15, hipotensão17, petéquias.

Respiratório, Torácico e Mediastinal: soluços persistentes com altas doses de corticosteróides.

Gastrintestinal: úlcera péptica18 com possível perfuração e hemorragia20, hemorragia20 gástrica, pancreatite21, esofagite24 e perfuração intestinal.

Pele e Tecido116 Subcutâneo: equimoses e pele fina e frágil.

Musculoesqueléticos e Tecido Conjuntivo43: miopatia esteróide, fraqueza muscular, osteoporose26, necrose27 asséptica.

Sistema Reprodutivo e Amamentação117: irregularidades menstruais.

Geral e Condições no Local da Administração: dificuldade de cicatrização de feridas, supressão do crescimento em crianças.

Alterações Laboratoriais: perda de potássio, aumento na alanina transaminase (ALT,TGP), aspartato transaminase (AST,TGO) e fosfatase alcalina, balanço nitrogenado negativo devido ao catabolismo29 protéico, aumento da pressão intra-ocular, supressão de reações em testes cutâneos.

Lesão, Envenenamento e Complicações de Procedimento: fratura31 patológica, fratura31 por compressão de vértebras e ruptura de tendão, particularmente do tendão calcaneano (de Aquiles).

Outras reações também relatadas foram: vertigens118; cefaléia119; distensão abdominal; perda de massa muscular; artralgia120 grave; ausência de resposta secundária adrenocortical e hipofisária; particularmente em situações de estresse; como em trauma; cirurgia ou doença; eritema121 facial; aumento da sudorese122; reações alérgicas anafiláticas com ou sem colapso circulatório; parada cardíaca; broncospasmo; hipopigmentação ou hiperpigmentação; atrofia123 subcutânea e cutânea124; abscesso35 estéril; urticária59; náusea125 e vômitos86.

POSOLOGIA - SOLU-MEDROL


Solu-Medrol® (succinato sódico de metilprednisolona) pode ser administrado por injeção126 ou infusão intravenosa (IV) ou por injeção intramuscular127 (IM). O método de primeira escolha para uso inicial em emergências é a injeção126 intravenosa (IV). Vide os dados abaixo quanto às doses recomendadas.

Uso em Adultos


Como terapia auxiliar nos casos de risco à vida
Administrar 30 mg/kg por via IV por um período de, pelo menos, 30 minutos. Essa dose pode ser repetida a cada 4 a 6 horas por 48 horas.

Afecções reumáticas nos quadros não-responsivos à terapêutica padrão (ou durante exacerbação de enfermidades)
Administrar como pulsoterapia IV por pelo menos 30 minutos. O esquema pode ser repetido se não houver melhora após uma semana ou conforme as condições do paciente.
1 g/dia, IV, por 1 a 4 dias ou
1g/mês, IV, por 6 meses

Lúpus eritematoso sistêmico nos quadros não-responsivos à terapêutica padrão (ou durante exacerbação de enfermidades)
Administrar como pulsoterapia IV por pelo menos 30 minutos. O esquema pode ser repetido se não houver melhora após uma semana ou conforme as condições do paciente.
1 g/dia, IV, por 3 dias

Esclerose múltipla82 nos quadros não-responsivos à terapêutica padrão (ou durante exacerbação de enfermidades)
Administrar como pulsoterapia IV por pelo menos 30 minutos. O esquema pode ser repetido se não houver melhora após uma semana ou conforme as condições do paciente.
1 g/dia, IV, por 3 ou 5 dias

Estados edematosos tais como glomerulonefrite128, nefrite49 lúpica nos quadros não-responsivos à terapêutica padrão (ou durante exacerbação de enfermidades)
Administrar como pulsoterapia IV por pelo menos 30 minutos. O esquema pode ser repetido se não houver melhora após uma semana ou conforme as condições do paciente.
30 mg/kg, IV, em dias alternados, por 4 dias ou
1 g/dia, IV, por 3, 5 ou 7 dias

Prevenção de náusea125 e vômito129 associados à quimioterapia67
Para quimioterapia67 leve a moderadamente emetogênica:
Administrar 250 mg IV por pelo menos, 5 minutos, 1 hora antes do início da quimioterapia67. Repetir a dose de metilprednisolona no início e no final da quimioterapia67.
Uma fenotiazina clorada pode ser usada também com a primeira dose de metilprednisolona para efeito aumentado.
Para quimioterapia67 gravemente emetogênica:
Administrar 250 mg IV por pelo menos, 5 minutos com doses adequadas de metoclopramida ou a butirofenona, 1 hora antes da quimioterapia67. Repetir a dose de metilprednisolona no início e no final da quimioterapia67.

Tratamento auxiliar em outras indicações
A dose inicial pode variar de 10 a 500 mg IV, dependendo do caso clínico. Doses maiores podem ser necessárias para o controle a curto prazo de condições graves e agudas. A dose inicial, de até 250 mg, deve ser administrada por via IV por um período mínimo de 5 minutos; se a dose for maior que
250 mg, o período mínimo para administração deve ser de pelo menos 30 minutos. As doses subseqüentes podem ser administradas por via intravenosa (IV) ou intramuscular (IM) a intervalos determinados pelo estado clínico e resposta do paciente.

Em geral, a corticoideterapia deve continuar até que a condição do paciente tenha se estabilizado (geralmente não mais que 48 a 72 horas).

Uso em Crianças
A dose pode ser reduzida em lactentes130 e crianças, porém deve ser determinada mais pela gravidade do estado clínico e resposta do paciente do que por sua idade e peso. Não deve, porém, ser inferior a 0,5 mg por kg a cada 24 horas.

Uso em Idosos
Aos pacientes idosos se aplicam todas as recomendações anteriormente descritas.

Compatibilidade e estabilidade
A compatibilidade e a estabilidade das soluções isoladas de Solu-Medrol® ou associadas a outros fármacos, depende do pH da mistura, da concentração, do tempo, temperatura e capacidade da metilprednisolona se solubilizar. Portanto, para evitar problemas de compatibilidade e estabilidade recomenda-se, sempre que possível, que Solu-Medrol® seja administrado separadamente de outros fármacos, em outra via (equipo).

Reconstituição
Para preparar as soluções para infusão IV, primeiro reconstituir Solu-Medrol® conforme indicado. A terapia pode ser iniciada com a administração IV de Solu-Medrol® por um período mínimo de 5 minutos (doses até 250 mg) ou 30 minutos (doses de 250 mg ou mais). As doses subseqüentes podem ser administradas de maneira similar. A solução reconstituída com o diluente que acompanha a embalagem é fisica e quimicamente estável por 48 horas.

Nos casos em que há necessidade de administração de menor volume de líquidos ou doses mais elevadas de Solu-Medrol®, doses de 125 mg a 3.000 mg em soluções de 50 mL podem ser utilizadas e são estáveis por, no mínimo, 6 horas.

Como recomendação geral, os produtos para uso parenteral devem ser inspecionados visualmente quanto a partículas e descoloração antes do uso, sempre que a solução e o recipiente o permitam.

Diluição das Soluções
Se desejado, pode-se diluir essa solução com quantidades adequadas de dextrose131 a 5% em água, solução salina isotônica ou dextrose131 a 5% em cloreto de sódio a 0,45% ou 0,9%.

SUPERDOSAGEM - SOLU-MEDROL

Não há síndrome50 clínica da superdosagem aguda com succinato sódico de metilprednisolona. O tratamento de eventual superdosagem é sintomático. A metilprednisolona é dialisável.

PARTE IV - SOLU-MEDROL


MS - 1.0216.0146

Farmacêutico Responsável: José Francisco Bomfim - CRF-SP nº 7009

Produto fabricado e embalado por:
Pfizer Manufacturing Belgium NV
Puurs - Bélgica

Distribuído por:
LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.
Av. Monteiro Lobato, 2270
CEP 07190-001 - Guarulhos - SP
CNPJ nº 46.070.868/0001-69
Indústria Brasileira.

S.A.C. Linha Pfizer 0800-16-7575

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

Número do lote e data de fabricação: vide embalagem externa.

 

SOLU-MEDROL - Laboratório

PFIZER
Av. Monteiro Lobato, 2270
Guarulhos/SP - CEP: 07190-001
Tel: 0800-16-7575
Site: http://www.pfizer.com.br
CNPJ nº 46.070.868/0001-69

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