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Atualizado em 2012

DICLOFENACO SÓDICO LUPAREN

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Composição - DICLOFENACO SÓDICO LUPAREN

solução injetável: cada ampola contém:diclofenaco sódico 75,0 mg; veículo q.s.p. 3,0 ml. Drágea1: cada drágea1 contém: diclofenaco sódico 50,0 mg; excipiente q.s.p. 1 drágea1.

Posologia e Administração - DICLOFENACO SÓDICO LUPAREN

via intramuscular: adultos: em geral 1 ampola intramuscular profunda (região glútea) ao dia apresenta ótimos resultados. No caso de cólica biliar ou renal2, pode ser necessária a aplicação de uma segunda injeção3 em outra região muscular (uma em cada glúteo), em intervalos de algumas horas. Via oral: adultos: como regra, a dose inicial diária é de 100 a 150 mg. Em casos mais severos, bem como em terapia a longo prazo, 75 a 100 mg/dia, são geralmente suficientes. A dose diária geralmente deve ser prescrita em 2 ou 3 tomadas. A fim de suprimir dor noturna e rigidez matinal, o tratamento com drágeas4 durante o dia pode ser suplementado (até a dose máxima diária de 150 mg). No tratamento de dismenorréia5 primária, a dose primária, que deve ser individualmente adaptada é geralmente de 50 a 150 mg. Inicialmente, dose de 50 a 100 mg deve ser administrado e, se necessário, elevada no decorrer de vários ciclos menstruais até o máximo de 200 mg/dia. O tratamento deve ser iniciado aos primeiros sintomas6 e, dependendo da sintomatologia, pode continuar por alguns dias. As drágeas4 devem ser tomadas inteiras, com líquidos, de preferência antes das refeições.

Precauções - DICLOFENACO SÓDICO LUPAREN

exatidão de diagnóstico7 e estreita vigilância médica são essenciais em pacientes com sintomas6 indicativos de distúrbio gastrintestinal, com história que sugira ulceração gastrintestinal, com colite8 ulcerativa ou com doença de Crohn9, bem como em pacientes com insuficiência hepática10 grave. Devido à importância das prostaglandinas na manutenção do fluxo sangüíneo renal2, atenção especial deve ser dada, ao se utilizar o produto em casos de comprometimento das funções cardíacas ou renais, em pacientes tratados com diuréticos11 e naqueles em recuperação de grandes cirurgias. A medicação deve ser descontinuada nas situações em que ocorrer ulceração péptica ou sangramento gastrintestinal. Recomenda-se cautela ao utilizar o produto em pacientes idosos, devendo-se levar em conta as condições clínicas destes pacientes. Durante tratamento prolongado com o produto, bem como outros agentes antiinflamatórios não esteróides altamente ativos, contagem de células sangüíneas e monitorização das funções hepáticas e renais são indicadas como medidas de precaução. Pacientes que sentirem tonturas12 ou outros distúrbios do sistema nervoso13 central, devem abster-se de dirigir veículos ou operar máquinas. - Interações medicamentosas: ao ser administrado juntamente com preparações contendo lítio ou digoxina, o Diclofenaco pode elevar suas concentrações plasmáticas, mas ainda não foi encontrado nenhum sinal14 clínico de superdosagem nesses casos. Vários agentes antiinflamatórios não esteróides são responsáveis pela inibição da atividade de diuréticos11. Tratamento concomitante com diuréticos11 poupadores de potássio podem ser associados com elevação dos níveis séricos de potássio, o que torna necessário o controle dos níveis séricos deste íon. Administração concomitante de agentes antiinflamatórios não esteróides sistêmicos, assim como com glicocorticóides podem aumentar a ocorrência de efeitos adversos. Investigações clínicas não ofereceram indício de que o produto exerça influência no efeito anticoagulante15. Como precaução, entretanto, recomenda-se que ao se administrar o produto e anticoagulantes, em tratamento concomitante, testes laboratoriais sejam feitos com a finalidade de verificar se a resposta desejada ao anticoagulante15 está sendo mantida. Como com outros agentes antiinflamatórios não esteróides, Diclofenaco em altas doses (200 mg), pode inibir, temporariamente, a agregação plaquetária. Estudos clínicos mostraram que o produto pode ser administrado juntamente com agentes antidiabéticos orais16 sem influenciar seus efeitos clínicos. Cuidado deve ser tomado quando drogas antiinflamatórias não esteróides forem administradas menos de 24 horas antes ou após o tratamento com metotrexato, uma vez que a concentração sérica desta droga pode se elevar e sua toxicidade ser aumentada. A biodisponibilidade do produto é reduzida pelo ácido acetilsalicílico e vice-versa quando ambos são administrados concomitantemente.

Reações adversas - DICLOFENACO SÓDICO LUPAREN

ocasionalmente podem ocorrer epigastralgia17, náuseas18, vômitos19, diarréias, assim como cefaléia20, vertigem21, reações exantemáticas e erupções cutâneas22. De possível ocorrência, porém raros, são os fenômenos de sangramento gastrintestinal, úlcera péptica23, sonolência, urticária24, distúrbios da função hepática, incluindo hepatite25 com ou sem icterícia26, edema27 e reações de hipersensibilidade (broncospasmo, reações sistêmicas anafiláticas ou anafilactóides e hipotensão28). Foram observados casos isolados de úlcera péptica23 com perfuração, distúrbios colorretais (colite8 hemorrágica e exacerbação de colite8 ulcerativa), distúrbios sensoriais ou visuais (visão borrada, diplopia29, tinido, insônia, irritabilidade e convulsões). Também em casos isolados, erupção bolhosa, eritema multiforme30, síndrome de Stevens-Johnson31 e Lyell, queda de cabelo, fotossensibilidade, insuficiência renal32 aguda, hematúria33, nefrite34 intersticial, síndrome nefrótica35, hepatite25 grave, trombocitopenia36, leucopenia37, agranulocitose38, anemia39 aplástica e anemia hemolítica40. - Superdosagem: o tratamento de intoxicação aguda com agentes antiinflamatórios não esteróides consiste essencialmente em medidas sintomáticas e de suporte. Não há quadro clínico típico resultante de superdosagem do diclofenaco. As medidas terapêuticas a serem tomadas em casos de superdosagem são: lavagem gástrica41 e tratamento com carvão ativado, tão cedo quanto possível após superdosagem, ajudam a evitar a absorção. Tratamento sintomático e de suporte deve ser administrado em casos de complicações como hipotensão28, insuficiência renal32, convulsões, irritação gastrintestinal e depressão respiratória. Terapias específicas, tais como: diurese42 reforçada, diálise43 ou hemoperfusão não são úteis na eliminação de agentes anti-reumáticos não esteróides em decorrência de seu alto índice de ligação a proteínas44 e metabolismo45 extensivo.

Contra-Indicações - DICLOFENACO SÓDICO LUPAREN

hipersensibilidade ao diclofenaco, úlcera péptica23, gravidez46 e lactação47. Como é comum a todos os agentes antiinflamatórios não esteróides, o produto também é contra-indicado a pacientes nos quais crises de asma48, urticária24 ou rinite49 aguda são precipitados pelo ácido acetilsalicílico ou por outras drogas com atividade inibidora da prostaglandina-sintetase. Discrasias sangüíneas50, diáteses hemorrágicas e insuficiência cardíaca51, hepática ou renal2 graves.

Indicações - DICLOFENACO SÓDICO LUPAREN

como anti-reumático e analgésico52 nos processos degenerativos e inflamatórios e inflamatórios reumáticos, tais como: artrite reumatóide53, artrite reumatóide53 juvenil, espondilite ancilosante, osteoartrose54 e espondilartrite. Nas síndromes dolorosas da coluna vertebral55, reumatismo56 não articular. Crises agudas de gota57; cólica renal2 e biliar e edema27 doloroso pós-traumático e pós-operatório.

Apresentação - DICLOFENACO SÓDICO LUPAREN

solução injetável: caixa com 5 ampolas de 75 mg/3 ml. Caixa com 50 ampolas de 75 mg/3 ml. Drágea1: caixa com 20 unidades.


DICLOFENACO SÓDICO LUPAREN - Laboratório

LUPER
Rua Dr. Clementino, 608
São Paulo/SP - CEP: 03059-030
Tel: 0800-551066
Fax: (11)693-0498
Email: sac@luper.com.br
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