SANDOSTATIN
Apresentações - SANDOSTATIN
Ampolas 0,05 mg/ml, 0,1 mg/ml e 0,5mg/ml. Caixas com 5 ampolas de 1 ml.USO ADULTO
ComposiçãoOctreotida (como peptídio livre)
Ampolas (1 ml) 0,05mg, 0,1mg e 0,5mg
Propriedades - SANDOSTATIN
A octreotida é um derivado octapeptídio sintético da somatostatina de ocorrência natural com efeitos farmacológicos similares, mas com duração de ação consideravelmente prolongada. Inibe a secreção patologicamente aumentada do hormônio1 de crescimento (GH) e dos peptídios e serotonina produzidos dentro do sistema endócrino2 gastro-entero-pancreático (GEP).
Em animais, a octreotida é um inibidor mais potente que a somatostatina na liberação do hormônio1 de crescimento, glucagon3 e insulina4, com maior seletividade para a supressão de GH e glucagon3. A administração prolongada (26 semanas) de doses de até 1 mg/kg ao dia (via intraperitoneal) no rato e de até 0,5 mg/kg ao dia (via intravenosa) no cão é bem tolerada.
Em indivíduos sadios Sandostatin inibe:
a liberação do hormônio1 de crescimento (GH) estimulada pela arginina, exercício e hipoglicemia5 induzida pela insulina4.
a liberação pós-prandial de insulina4, glucagon3, gastrina6, outros peptídios do sistema GEP e a liberação de insulina4 e glucagon3 estimulada pela arginina.
a liberação do hormônio1 de estimulação da tiróide (TSH) estimulada pelo hormônio1 de liberação da tirotrofina (TRH)
Em pacientes acromegálicos (incluindo os que não responderam à cirurgia, irradiação ou tratamento com agonistas da dopamina) Sandostatin reduz os níveis plasmáticos do hormônio1 de crescimento e/ou somatomedina C. Ocorre redução clinicamente relevante do GH (cerca de 50% ou mais) em quase todos os pacientes e pode ser alcançada normalização (GH plasmático < 5 mg/ml) em cerca de metade dos casos. Na maioria dos pacientes, Sandostatin reduz acentuadamente os sintomas7 clínicos da doença, tais como cefaléia8, edema9 da pele e tecidos moles, hiper-hidrose, artralgia10, parestesia11. Em pacientes com um grande adenoma12 pituitário, o tratamento com Sandostatin pode resultar em alguma diminuição da massa tumoral.
Em pacientes com tumores do sistema endócrino2 gastro-entero-pancreático Sandostatin, devido aos seus diferentes efeitos endócrinos, modifica diversas características clínicas. Ocorre melhora clínica e benefício sintomático em pacientes que ainda apresentam sintomas7 relacionados aos seus tumores, apesar das terapias anteriores, que podem incluir cirurgia, embolização da artéria13 hepática e várias quimioterapias, por exemplo, estreptozotocina e 5-fluorouracil.
Os efeitos de Sandostatin nos diferentes tipos de tumores são os seguintes:
Tumores carcinóides: A administração de Sandostatin pode resultar em melhora dos sintomas7, particularmente rubor e diarréia14. Em muitos casos isto se acompanha de uma queda na serotonina plasmática e excreção urinária reduzida do ácido 5-hidroxiindol acético. Se não houver resposta benéfica ao tratamento com Sandostatin, a terapia não deve se estender além de uma semana.
VIPomas: A característica bioquímica destes tumores é a superprodução de peptídio intestinal vasoativo (VIP). Na maioria dos casos, a administração de Sandostatin resulta em alívio da diarréia14 secretória grave típica da afecção, com conseqüente melhora na qualidade de vida. Isto se acompanha de uma melhora nas anormalidades eletrolíticas associadas, p. ex., hipocalemia15, permitindo que os líquidos parentenal e enteral e a suplementação eletrolítica sejam retirados. Em alguns pacientes, a cintilografia por tomografia computadorizada sugere um retardamento ou contenção da progressão do tumor16, ou mesmo sua diminuição, particularmente nas metástases hepáticas. A melhora clínica é em geral acompanhada por redução nos níveis plasmáticos de VIP, que podem reduzir-se a níveis dentro da faixa normal de referência.
Glucagonomas: A administração de Sandostatin resulta, na maioria dos casos, em melhora substancial do exantema17 migratório necrolítico, característico da afecção. O efeito de Sandostatin sobre o estado de diabetes mellitus18 leve que freqüentemente ocorre não é acentuado e, em geral, não resulta em redução das necessidades de insulina4 ou agentes hipoglicemiantes orais19. Sandostatin produz melhora da diarréia14 e, portanto, ganho de peso naqueles pacientes afetados. Embora a administração de Sandostatin, com freqüência, leve a uma redução imediata nos níveis plasmáticos de glucagon3, este decréscimo geralmente não é mantido durante período prolongado de administração, apesar da melhora sintomática continuada.
Gastrinomas/síndrome de Zollinger-Ellison20: Embora a terapia com agentes bloqueadores do receptor-H2 seletivo e antiácidos21 controle a ulceração péptica recorrente que resulta da hipersecreção de ácido gástrico estimulada pela gastrina6, tal controle pode ser incompleto. A diarréia14 pode também constituir sintoma22 proeminente não aliviado por esta terapia. Sandostatin isolado ou em associação a antagonistas do receptor-H2 pode reduzir a hipersecreção de ácido gástrico e melhorar os sintomas7, incluindo diarréia14. Outros sintomas7 possivelmente devidos à produção de peptídio pelo tumor16, p. ex., rubor, podem também ser aliviados. Os níveis plasmáticos de gastrina6 caem em alguns pacientes.
Insulinomas: A administração de Sandostatin produz uma queda na insulina4 imunorreativa circulante, que pode, entretanto, ser de curta duração (cerca de duas horas). Em pacientes com tumores operáveis, Sandostatin pode ajudar a restaurar e manter a normoglicemia no pré-operatório. Em pacientes com tumores malígnos ou benígnos inoperáveis, o controle glicêmico pode ser melhorado sem redução mantida concomitante nos níveis circulantes de insulina4.
GRFomas: Estes raros tumores são caracterizados pela produção de fator de liberação do hormônio1 de crescimento (GRF) isoladamente ou juntamente com outros peptídios ativos. Sandostatin produz melhora nas características e sintomas7 da acromegalia23 resultante. Isto provavelmente se deve à inibição do GRF e secreção do hormônio1 de crescimento e pode ser seguido por uma redução no aumento pituitário.
Em pacientes com diarréia14 refratária relacionada à síndrome24 de imunodeficiência25 adquirida (AIDS), Sandostatin produz controle parcial ou completo do débito de fezes em cerca de um terço dos pacientes com diarréia14 que não respondem aos agentes antidiarréicos e/ou anti-infecciosos convencionais.
Para os pacientes submetidos a uma cirurgia pancreática, a administração peri e pós-operatória de Sandostatin reduz a incidência26 das complicações típicas pós-operatórias (por exemplo, fístula27 pancreática, abcesso e sepsis subsequente, pancreatite28 aguda pós-operatória).
Farmacocinética - SANDOSTATIN
Após injeção subcutânea29, Sandostatin é rápida e completamente absorvido. As concentrações plasmáticas máximas são alcançadas dentro de 30 minutos. A meia-vida de eliminação após administração subcutânea é de 100 min. Após injeção30 IV a eliminação é bifásica, com meias-vidas de 10 a 90 minutos respectivamente. O volume de distribuição é 0,27 l/kg e o "clearance" orgânico total é 160 ml/min. A ligação protéica no plasma31 totaliza 65%. A quantidade de Sandostatin ligada às células sanguíneas é insignificante.
Indicações - SANDOSTATIN
Controle sintomático e redução dos níveis plasmáticos do hormônio1 de crescimento e somatomedina C em pacientes com acromegalia23, inadequadamente controlados por cirurgia, radioterapia32 ou tratamento com agonistas da dopamina. O tratamento com Sandostatin é também indicado para pacientes acromegálicos inaptos a, ou que não desejem, se submeter à cirurgia; ou ainda no período de intervalo até que a radioterapia32 se torne completamente eficaz.
Alívio dos sintomas7 associados com tumores endócrinos gastro-entero-pancreáticos:
tumores carcinóides com características da síndrome24 carcinóide.
VIPomas.
Glucagonomas.
Gastrinomas/síndrome de Zollinger-Ellison20, geralmente em associação com terapia com antagonista-H2 seletivo com ou sem antiácidos21.
Insulinomas, para controle pré-operatório de hipoglicemia5 e para terapia de manutenção.
GRFomas.
Sandostatin não constitui terapia antitumoral e não é curativa em tais pacientes.
Controle de diarréia14 refratária associada com AIDS.
Prevenção de complicações após cirurgia pancreática.
Posologia e administração - SANDOSTATIN
Acromegalia23 Inicialmente 0,05-0,1 mg por injeção subcutânea29 a cada 8 ou 12 horas. O ajuste posológico deve ser baseado em avaliação mensal dos níveis de GH e sintomas7 clínicos e sobre a tolerância. Na maioria dos pacientes a dose diária ideal será 0,2 a 0,3 mg. Uma dose máxima de 1,5 mg ao dia não deve ser excedida.
Se não forem obtidas redução relevante dos níveis de GH e melhora dos sintomas7 clínicos dentro de 3 meses do início do tratamento com Sandostatin, a terapia deve ser descontinuada.
Tumores endócrinos gastro-entero-pancréaticos
Inicialmente 0,05 mg uma ou duas vezes ao dia por injeção subcutânea29. Dependendo da resposta clínica, do efeito sobre os níveis dos hormônios produzidos por tumor16 (em casos de tumores carcinóides, sobre a excreção urinária de ácido 5-hidroxiindol acético e sobre a tolerância, a posologia pode ser gradualmente aumentada para 0,1-0,2 mg 3 vezes ao dia. Sob circusntâncias excepcionais doses mais altas podem ser requeridas. As doses de manutenção devem ser ajustadas individualmente.
Diarréia14 refratária relacionada à AIDS
Os dados sugerem que 0,1 mg três vezes ao dia por injeção subcutânea29 constitui a dose inicial ideal. Se a diarréia14 não for controlada após uma semana de tratamento, a dose deve ser titulada em base individual até 0,25 mg três vezes ao dia. O ajuste posológico deve se basear na avaliação do débito fecal e na tolerância.
Se não for alcançada melhora dentro de uma semana de tratamento com Sandostatin à dose de 0,25 mg três vezes ao dia, a terapia deve ser descontinuada.
Complicações após cirurgia pancreática
0,1 mg três vezes ao dia, por injeção subcutânea29, durante 7 dias consecutivos, a começar no dia da operação, pelo menos 1 hora antes da laparotomia33.
Nota
Os pacientes que vão se auto-administrar a droga por injeção subcutânea29, devem receber orientações precisas do médico ou enfermeira.
Para reduzir o desconforto local, recomenda-se que a solução esteja à temperatura ambiente antes da aplicação. Devem ser evitadas aplicações múltiplas a intervalos curtos no mesmo local. A fim de evitar contaminação, recomenda-se que a tampa de proteção dos frascos multidose não seja perfurada mais do que 10 vezes.
Não há evidência de tolerância reduzida ou necessidade de modificação da posologia em pacientes idosos tratados com Sandostatin. A experiência com Sandostatin em crianças é muito limitada.
Contra-indicações - SANDOSTATIN
Precauções - SANDOSTATIN
Tendo em vista que tumores pituitários secretores de GH podem por vezes se expandir, causando complicações sérias (por ex. defeitos do campo visual), é essencial que todos os pacientes sejam cuidadosamente controlados. Se surgir evidência de expansão de tumor16, procedimentos alternativos podem ser aconselháveis.
Tem sido relatado o desenvolvimento de cálculos biliares em 10-20% dos pacientes tratados a longo prazo com Sandostatin. Portanto, recomenda-se exame ultrassonográfico da vesícula biliar34 antes e a intervalos de 6 a 12 meses durante a terapia com Sandostatin. Se de fato ocorrerem cálculos biliares, eles são geralmente assintomáticos. Cálculos sintomáticos devem ser tratados ou por terapia de dissolução com ácidos biliares ou por cirurgia. Detalhes adicionais encontram-se disponíveis na Sandoz.
Durante o tratamento de tumores endócrinos gastro-entero-pancreáticos, podem ocorrer raros episódios de escapes repentinos do controle sintomático por Sandostatin, com rápida recorrência de sintomas7 graves.Em pacientes com insulinomas, devido à sua potência relativa maior na inibição da secreção do hormônio1 de crescimento e glucagon3 em comparação com a insulina4 e devido à duração mais curta de sua ação inibitória sobre a insulina4, Sandostatin pode aumentar a intensidade e prolongar a duração da hipoglicemia5. Estes pacientes devem ser cuidadosamente observados durante o início da terapia com Sandostatin e a cada alteração na posologia. Flutuações acentuadas na concentração de glicemia35 podem possivelmente ser reduzidas por doses menores e mais freqüentemente administradas.
As necessidades de insulina4 de pacientes com diabetes mellitus18, que requerem terapia com insulina4, podem ser reduzidas pela administração de Sandostatin.
A experiência com Sandostatin em mulheres grávidas ou que amamentam não se encontra disponível e, portanto, elas devem receber a droga apenas sob circunstâncias estritamente necessárias.
Em um estudo de toxicidade de 52 semanas em ratos, predominantemente em machos, foram observados sarcomas no local da injeção subcutânea29 apenas na dose mais alta (cerca de 40 vezes a dose máxima para humanos). Não ocorreram lesões hiperplásicas ou neoplásicas no local da injeção subcutânea29 em um estudo de toxicidade de 52 semanas em cães. Não houve relatos de formação de tumor16 nos locais de injeção30 em pacientes tratados com Sandostatin por até três anos. Toda a informação disponível no momento, indica que os achados em ratos são específicos da espécie e não apresentam relevância para o uso da droga em seres humanos.
Interações - SANDOSTATIN
Observou-se que Sandostatin reduz a absorção intestinal de ciclosporina e retarda a de cimetidina.
Efeitos Colaterais - SANDOSTATIN
Os principais efeitos colaterais observados com a administração de Sandostatin são locais e gastrintestinais.
Reações locais incluem dor ou uma sensação de picada, formigamento ou queimação no local da injeção30, com vermelhidão e edema9, raramente durando mais do que quinze minutos. O desconforto local pode ser reduzido permitindo que a solução atinja a temperatura ambiente antes da injeção30 ou injetando um volume menor usando uma solução mais concentrada.
Efeitos colaterais gastrintestinais incluem anorexia36, náusea37, vômito38, dor abdominal espasmódica39, edema9 abdominal, flatulência, efeito laxante40, diarréia14 e esteatorréia. Embora a excreção de gordura41 fecal possa aumentar, não há qualquer evidência até o momento de que o tratamento a longo prazo com Sandostatin tenha levado a deficiência nutricional devido a má absorção. Em raros casos, os efeitos colaterais gastrintestinais podem assemelhar-se a obstrução intestinal aguda, com distensão abdominal progressiva, dor epigástrica intensa, sensibilidade abdominal e contratura involuntária42. A ocorrência de efeitos colaterais gastrintestinais pode ser reduzida evitando-se ingerir alimentos perto dos horários de administração de Sandostatin, ou seja, injetando-a entre as refeições ou ao deitar.
O uso prolongado de Sandostatin® pode causar a formação de cálculos (veja "Precauções").
Devido à sua ação inibitória sobre a liberação de insulina4, Sandostatin pode prejudicar a tolerância pós-prandial à glicose43. Em raros casos, pode ser induzido um estado de hiperglicemia44 persistente como resultado da administração crônica.
Têm havido relatos isolados de disfunção hepática associados com a administração de Sandostatin. Eles se referem a:hepatite45 aguda sem colestase, onde houve normalização dos valores de transaminase à descontinuação de Sandostatin.
o desenvolvimento lento de hiperbilirrubinemia associada com elevação da fosfatase alcalina, gama-glutamil transferase e, em menor grau, das transaminases.
Superdosagem - SANDOSTATIN
Não foram relatadas quaisquer reações que constituissem risco à vida após superdosagem aguda. A dose única máxima já administrada até hoje a um adulto foi 1.0 mg por injeção30 em bolus46 IV. Os sinais47 e sintomas7 observados foram uma rápida queda na freqüência cardíaca, rubor facial, cólicas48 abdominais, diarréia14, uma sensação de vazio no estômago49 e náuseas50. Todos os quais desapareceram dentro de vinte e quatro horas após a administração da droga.
Relata-se um caso que o paciente recebeu superdosagem acidental de Sandostatin por infusão contínua (0,25 mg por hora durante quarenta e oito horas ao invés de 0,025 mg por hora). Este paciente não experimentou quaisquer efeitos colaterais.
O controle da superdosagem é sintomático.
Recomendação para Armazenamento - SANDOSTATIN
Para armazenamento prolongado, as ampolas e frascos multidose de Sandostatin devem ser mantidos a temperatura de 2 a 8o C. Para uso diário podem ser armazenados à temperatura ambiente por até 2 semanas.
Orientações da SANDOZ para o controle de pacientes durante tratamento com Sandostatin com relação ao desenvolvimento de cálculos biliares.
1. Os pacientes devem se submeter a exame ultrassonográfico da vesícula biliar34 no período basal antes de iniciar Sandostatin.
2. Deve ser realizado exame ultrassonográfico periódico repetido da vesícula biliar34, preferencialmente a intervalos de 6 a 12 meses, durante todo o tratamento com Sandostatin.
3. Se os cálculos já estiverem presentes antes do início da terapia, o benefício potencial de Sandostatin deve ser pesado contra os riscos potenciais associados aos cálculos biliares. Não há qualquer evidência no momento de que Sandostatin afete adversamente o curso ou prognóstico51 de cálculos biliares pré-existentes.
4. O controle de pacientes que desenvolvem cálculos biliares em associação com Sandostatin:
I - Cálculos biliares assintomáticos
Sandostatin pode ser interrompido ou continuado, dependendo da reavaliação da relação risco/benefício. De qualquer modo, nenhuma ação é necessária exceto continuar o controle, com freqüência aumentada se isto for considerado necessário.
II - Cálculos biliares sintomáticos
Sandostatin pode ser interrompido ou continuado, dependendo da reavaliação da relação risco/benefício. De qualquer forma, os cálculos biliares devem ser tratados como quaisquer outros cálculos biliares sintomáticos. Do ponto de vista clínico, isto inclui terapia combinada52 com ácidos biliares (por ex. ácido quenodeoxicólico 7,5 mg/kg por dia juntamente com ácido usodeoxicólico 7,5 mg/kg por dia) associada com controle ultrassonográfico até que os cálculos tenham desaparecido completamente.
Venda sob prescrição médica
SANDOSTATIN - Laboratório
NOVARTIS
Av. Prof. Vicente Rao, 90 - Brooklin
São Paulo/SP
- CEP: 04706-900
Tel: 55 (011) 532-7122
Fax: 55 (011) 532-7942
Site: http://www.novartis.com/
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