PANTOCAL
PANTOCAL
Pantoprazol
Comprimidos 40 mg
Uso adultoComposição - PANTOCAL
Cada comprimido contém: Pantoprazol 40 mg; Excipiente q.s.p. 1 comprimido. Adicionado na forma de pantoprazol sódico sesquiidratado (45,1 mg).
Informações ao paciente - PANTOCAL
Conserve PANTOCAL na embalagem original e ao abrigo do calor. Prazo de validade: 36 meses, a partir da data de fabricação (ver cartucho). Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Ação esperada do medicamento: Redução da acidez estomacal. Na maioria dos pacientes o alívio dos sintomas1 é rápido. Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez2 ou lactação3 na vigência do tratamento. O uso de PANTOCAL em mulheres nestas condições deve ser feito exclusivamente sob recomendação médica. Idosos: PANTOCAL pode ser utilizado por pessoas com mais de 65 anos, porém, a dose habitual de 1 comprimido ao dia não deve ser ultrapassada. Cuidados de administração: Os comprimidos não devem ser mastigados nem quebrados, mas ingeridos íntegros com auxílio de líquido. PANTOCAL deve ser administrado antes ou durante o café da manhã. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Informe ao seu médico caso apareçam reações desagradáveis como: dor de cabeça, diarréia4, náuseas5, desconforto abdominal, gases, erupções na pele, coceira, tonturas6, inchaço, febre7, depressão ou distúrbios visuais. Informe ao seu médico caso esteja fazendo uso de outros medicamentos. PANTOCAL não deve ser usado por indivíduos que apresentam insuficiência hepática8 ou hipersensibilidade conhecida ao componente da fórmula. Antes de se iniciar o tratamento é necessário que se exclua a possibilidade de úlcera gástrica9 maligna e doenças malignas do esôfago10, já que o tratamento com PANTOCAL pode aliviar os sintomas1 e causar um atraso no seu diagnóstico11. O diagnóstico11 de esofagite de refluxo12 deve ser confirmado por endoscopia13.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Não tome remédio sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
PANTOCAL (pantoprazol) é um inibidor da bomba de prótons, isto é, promove inibição específica e dose- dependente da enzima14 ATPase gástrica, que é responsável pela secreção ácida das células parietais do estômago15. Sua substância ativa é um benzimidazol substituído que, após absorção, se acumula no compartimento ácido das células parietais. É então convertido à sua forma ativa, uma sulfenamida cíclica, que se liga à ATPase K+/H+, inibindo, assim, a bomba protônica e causando uma potente e prolongada supressão da secreção ácida basal e estimulada. Como o pantoprazol não age a nível dos receptores (de histamina, de acetilcolina ou de gastrina16), é capaz de inibir a secreção ácida gástrica independentemente da natureza do estímulo. A especial seletividade do pantoprazol consiste no fato de que somente exerce plenamente sua ação em meio ácido (pH < 3), mantendo-se praticamente inativo em valores de pH mais elevados. Conseqüentemente, seu completo efeito farmacológico e terapêutico somente pode ser alcançado nas células parietais ácido-secretoras. Por meio de um mecanismo de feedback este efeito diminui à medida que a secreção ácida é inibida. Depois da dissolução do comprimido gastrorresistente no intestino, o pantoprazol é absorvido rápida e completamente. A biodisponibilidade absoluta de 77% permanece inalterada depois da administração repetida. O pantoprazol apresenta uma farmacocinética linear. É amplamente distribuído no corpo e é extensivamente metabolizado no fígado17; subseqüentemente, os produtos metabólicos são excretados predominantemente pela urina18. O pantoprazol não afeta o sistema do citocromo P450 do fígado17 humano. A excreção através da urina18 e fezes é completa.
Úlcera duodenal19. Úlcera gástrica9. Esofagite de refluxo12 moderada e severa.
PANTOCAL não deve ser usado em casos de hipersensibilidade conhecida ao componente da fórmula ou em casos de insuficiência hepática8.
Antes de se iniciar o tratamento é necessário que se exclua a possibilidade de úlcera gástrica9 maligna e doenças malignas do esôfago10, já que o tratamento com PANTOCAL pode aliviar os sintomas1 e causar um atraso no seu diagnóstico11. O diagnóstico11 de esofagite de refluxo12 deve ser confirmado por endoscopia13. O uso durante a gravidez2 ou lactação3 deve ser restrito, já que até o presente não se têm estudos em seres humanos nestas condições. Em experimentos com animais de laboratório não foram observados efeitos teratogênicos. Observou- se excreção de pequena quantidade de pantoprazol no leite materno de animais tratados. Até o presente, não se tem experiência com o tratamento de crianças. PANTOCAL não está indicado em distúrbios gastrintestinais leves como dispepsia20 nervosa.
Interações medicamentosas - PANTOCAL
PANTOCAL pode alterar a absorção de medicamentos, como por exemplo o cetoconazol, cuja absorção é pH- dependente (inclusive a dos ingeridos anteriormente ao PANTOCAL). PANTOCAL é metabolizado no fígado17 através do sistema enzimático do citocromo P450; não deve ser excluída uma eventual interação medicamentosa com outras substâncias metabolizadas através do mesmo sistema, apesar de que não se observou interações clinicamente significativas na administração simultânea com alguns medicamentos desta natureza como diazepam, warfarina, teofilina, fenitoína, digoxina e anticoncepcionais orais. Não se detectou interação medicamentosa na administração concomitante de PANTOCAL e antiácidos21.
O tratamento com PANTOCAL pode ocasionalmente levar ao aparecimento de dores de cabeça ou diarréia4. Náuseas5, queixas abdominais, flatulência, erupções cutâneas, prurido22 e vertigem23 foram raramente observados. Em casos isolados, houve relato de formação de edema24, febre7, depressão e distúrbios visuais (turvação visual).
Salvo critério médico diferente, recomenda- se 1 comprimido de PANTOCAL ao dia nos casos de úlcera gástrica9, úlcera duodenal19 ou esofagite de refluxo12. Não é necessária nenhuma adaptação posológica em indivíduos idosos. Em casos isolados, a dose diária pode ser aumentada para 2 comprimidos, particularmente nos casos de pacientes refratários a outros medicamentos. Em pacientes idosos ou com insuficiência renal25, a dose diária de 40 mg (1 comprimido) não deve ser ultrapassada. Os comprimidos não devem ser mastigados ou quebrados, mas ingeridos íntegros com auxílio de líquido, antes ou durante o café da manhã. Duração do tratamento: Na maioria dos pacientes, o alívio dos sintomas1 é rápido. A cicatrização da úlcera duodenal19 ocorre, na maioria dos casos, dentro de 2 semanas. Na úlcera gástrica9 e na esofagite de refluxo12, um tratamento de 4 semanas é, em geral, suficiente. Em casos isolados, a duração do tratamento pode ser prolongada para 4 semanas (úlcera duodenal19) e 8 semanas (úlcera gástrica9 e esofagite de refluxo12). Não se recomendam tratamentos por períodos superiores a 8 semanas, uma vez que a experiência clínica em estudos a longo prazo ainda é limitada.
Conduta na superdosagem - PANTOCAL
Não se conhecem sintomas1 de superdosagem no homem. Doses de 240 mg via endovenosa foram bem toleradas. Na eventualidade da ingestão acidental de doses muito acima das preconizadas, recomenda- se adotar as medidas habituais de controle de funções vitais.
Este produto é um novo medicamento e, embora as pesquisas realizadas tenham indicado eficácia e segurança quando corretamente indicado, podem ocorrer reações adversas imprevisíveis ainda não descritas ou conhecidas. Em caso de suspeita de reação adversa, o médico responsável deve ser notificado.
Embalagens com 7 e 14 comprimidos gastrorresistentes.
Venda Sob Prescrição Médica.
EUROFARMA Laboratórios Ltda.
PANTOCAL - Laboratório
EUROFARMA
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