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Atualizado em 2012

HORMODOSE

Preço em Washington/SP: R$ 43,93
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Composição - HORMODOSE

cada dose de gel (1,25 g) liberada pela válvula dosadora contém 0,75 mg de 17b-estradiol. Excipientes: carbopol, trietanolamina, álcool etílico.

Posologia e Administração - HORMODOSE

a dose deve adaptar-se às necessidades de acordo com a sintomatologia e o nível plasmático do estradiol durante o tratamento. Sugere-se iniciar o tratamento com duas aplicações (2 doses liberadas pela válvula dosadora) simultâneas por dia, uma em cada braço, que correspondem a uma dose de 1,5 mg de estradiol. Em pacientes não histerectomizadas, a adição de progestógeno ao tratamento com estrógeno1 reduz o risco de hiperplasia2 do endométrio3 e câncer4 do endométrio3 associados com o uso prolongado de estrógenos. Estudos morfológicos e bioquímicos do endométrio3 sugerem a necessidade de administrar progestógenos no mínimo 10 a 14 dias em ciclos de 30 dias, para promover a maturação máxima do endométrio3 e eliminar qualquer alteração hiperplásica. - Superdosagem: em função do modo de administração, é improvável que ocorra superdosagem de estradiol, mas esta pode ser rapidamente revertida com a interrupção do tratamento.

Precauções - HORMODOSE

estradiol gel, como qualquer outra forma de tratamento à base de hormônios sexuais, deve somente ser prescrito após exame clínico e ginecológico completo e exclusão de anomalia endometrial e de câncer4 de mama. Assim como outros regimes de reposição hormonal, as pacientes que recebem tratamento prolongado devem passar regularmente por exame clínico geral e ginecológico completo, incluindo-se monitorização do endométrio3, se for necessário. A maioria dos estudos não tem demonstrado associação entre as doses usuais de estrógeno1 para tratamento de reposição hormonal e o risco de desenvolvimento de câncer4 de mama. Alguns estudos têm relatado aumento modesto no risco de câncer4 de mama em mulheres que fazem uso do tratamento de reposição hormonal com estrógenos por períodos prolongados (mais de 5 anos). Enquanto os efeitos do tratamento combinado estrógenos-progestógenos não são conhecidos, as evidências disponíveis sugerem que os progestógenos não têm influência significativa no risco de câncer4 de mama em pacientes que usam estrógenos por longo período. Recomenda-se que, para tratamento por longos períodos, os benefícios potenciais sejam avaliados em relação aos riscos de câncer4 de mama em cada paciente. As mulheres sob esse tratamento, em particular aquelas com doença fibrocística de mama ou com história familiar de câncer4 de mama (parentes de 1º grau), devem fazer exames regulares das mamas e devem ser instruídas a fazer auto-exame das mamas. Recomenda-se que a mamografia5 seja realizada antes do início do tratamento e repetida a intervalos regulares em pacientes de alto risco. As pacientes com leiomioma6 uterino, que pode aumentar durante o tratamento com estrógeno1, devem ser cuidadosamente monitorizadas. Uma vez que a superdosagem de estrógeno1 pode causar retenção hídrica, as pacientes com insuficiência cardíaca7, hipertensão8, distúrbios da função hepática ou renal9, epilepsia10 ou enxaqueca11 devem ser mantidas sob especial vigilância. Não foi relatado que mulheres sob tratamento de reposição de estrógenos tenham risco aumentado de tromboflebites12 e/ou doença tromboembólica. Entretanto, as mulheres com história familiar positiva e aquelas com história de distúrbio tromboembólico, durante a gravidez13 ou associado ao uso de estrógenos, devem ser mantidas sob acompanhamento especial. Recomenda-se cautela em pacientes com história de icterícia14 relacionada com o uso de estrógeno1. Em pacientes que desenvolveram icterícia14 colestática, o medicamento deve ser descontinuado enquanto se investiga a causa. Embora observações até o presente sugiram que os estrógenos não prejudiquem o metabolismo15 dos carboidratos, as pacientes diabéticas devem ser monitorizadas durante o início do tratamento, até que estejam disponíveis informações adicionais. A monoterapia prolongada com estrógenos aumenta o risco de hiperplasia2 e de carcinoma16 endometrial em mulheres pós-menopausadas, a não ser que se faça a suplementação seqüencial de um progestógeno para proteção do endométrio3. Sabe-se que a sensibilização por contato pode ocorrer com todas as aplicações tópicas. Embora seja extremamente raro, as pacientes que desenvolverem sensibilização por contato a qualquer dos componentes da fórmula devem ser alertadas de que pode ocorrer reação de hipersensibilidade com a exposição continuada ao agente causador. - Interações medicamentosas: os medicamentos que atuam como indutores de enzimas hepáticas, tais como, barbitúricos, carbamazepina, hidantoína, meprobamato, fenilbutazona, ampicilina, tetraciclina e rifampicina, podem prejudicar a atividade dos estrógenos e progestógenos. Os agentes queratolíticos, géis ou cremes depilatórios e óleos podem alterar a absorção do estradiol gel. Recomenda-se o uso de Hormodose após o banho, encontrando-se a pele livre dessas substâncias.

Reações adversas - HORMODOSE

alterações urogenitais: hemorragia17 genital, alterações da secreção vaginal, dismenorréia18, síndrome19 de tensão pré-menstrual, amenorréia20 durante e pós-tratamento, aumento do tamanho de miomas uterinos, candidíase21 vaginal, cistites, desconforto nas mamas e mastodinia; alterações digestivas: náuseas22, vômitos23, cólicas24 intestinais, dispepsia25, icterícia14 colestática; alterações dermatológicas: cloasma26 ou melasma27, eritema multiforme28, alopecia29, eritema30 nodoso, prurido31, rash32 cutâneo; alterações oftalmológicas: aumento da curvatura da córnea, intolerância ao uso de lentes de contato; alterações do sistema nervoso33 central: cefaléia34, enxaqueca11, vertigem35, depressão ou irritabilidade; outros: aumento e perda de peso, edema36, modificações da libido.

Contra-Indicações - HORMODOSE

carcinoma16 de mama ou de endométrio3; endometriose37; sangramento vaginal de origem não determinada; lesão hepática grave; tromboflebite38 ativa ou distúrbios tromboembólicos; hipersensibilidade aos componentes da fórmula; gravidez13 e lactação39.

Indicações - HORMODOSE

tratamento de sinais40 e sintomas41 advindos da deficiência estrogênica decorrente da menopausa42 natural ou cirurgicamente induzida, como, por exemplo, fogachos, distúrbios do sono, atrofia43 urogenital, assim como alterações do humor associadas a eles. Prevenção da perda óssea acelerada na pós-menopausa42. Em pacientes com útero44 intacto, o estrógeno1 deve ser suplementado pela administração seqüencial de um progestógeno.

Apresentação - HORMODOSE

gel em embalagem de 80 g.


HORMODOSE - Laboratório

FARMASA
Rua Nova York, 245 - Brooklin
São Paulo/SP - CEP: 04560-908
Tel: 11 5049 6200
Site: http://www.farmasa.com.br
0800 0114033

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