Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).
Atualizado em 2012

CAPTOPRIL (VENOPRIL)

Ver preço (R$)

Composição - CAPTOPRIL

cada comprimido de 12,5 mg, 25 mg e de 50 mgcontém, respectivamente, 12,5 mg, 25,0 mg e 50,0 mg de captopril. Excipientes (estearato de magnésio, lactose, amido, celulose microcristalina, manitol) q.s.p. 1 comprimido.  

Posologia e Administração - CAPTOPRIL

Captopril deve ser tomado um hora antes das refeições. A dose deve ser individualizada. Hipertensão1: o início da terapia requer a consideração de recentes tratamentos anti-hipertensivos, da extensão da elevação da pressão sangüínea2, da restrição de sal e outras circunstâncias clínicas. Se possível, interromper a droga anti-hipertensiva que o paciente estava tomando anteriormente, uma semana antes de iniciar o tratamento com Captopril. A dose inicial do Captopril é de 50 mg uma vez ao dia ou 25 mg duas vezes ao dia. Se não houver uma redução satisfatória da pressão sangüínea2 após duas ou quatro semanas, a dose pode ser aumentada para 100 mg uma vez ao dia ou 50 mg duas vezes ao dia. A restrição concomitante do sódio pode ser benéfica quando Captopril for empregado isoladamente. Se a pressão sangüínea2 não for satisfatoriamente controlada após uma a duas semanas nesta dose (e o paciente ainda não estiver tomando um diurético3), deverá ser acrescentada uma pequena dose de diurético3 do tipo tiazídico (por exemplo, 25 mg ao dia de hidroclorotiazida). A dose de diurético3 poderá ser aumentada em intervalos de uma a duas semanas, até que seja atingida a sua dose anti-hipertensiva usual máxima. Se Captopril estiver sendo introduzido em um paciente sob diureticoterapia, o tratamento com Captopril deverá ser iniciado sob rigorosa supervisão médica. Se for necessária uma redução subseqüente da pressão sangüínea2, a dose de Captopril poderá ser aumentada pouco a pouco (enquanto persistindo com o diurético3) e um esquema de dosagem de três vezes ao dia poderá ser considerado. A dose de Captopril no tratamento da hipertensão1 normalmente não excede 150 mg/dia. Uma dose diária máxima de 450 mg de Captopril não deverá ser excedida. Para pacientes com hipertensão1 grave (por exemplo, hipertensão1 acelerada ou maligna), quando uma descontinuação temporária da terapia anti-hipertensiva atual não é viável ou desejável ou quando a titulação imediata para níveis pressóricos sangüíneos mais baixo for indicada, o diurético3 deverá ser mantido, mas outras medicações anti-hipertensivas concomitantes deverão ser interrompidas e a posologia de Captopril deverá ser iniciada imediatamente em 25 mg, duas a três vezes ao dia, sob rigoroso controle médico. Quando necessário, devido ao estado clínico do paciente, a dose diária do Captopril poderá ser aumentada a cada 24 horas ou menos, sob monitoramento médico contínuo, até que uma resposta pressórica sangüínea satisfatória seja obtida ou a dose máxima de Captopril seja atingida. Neste regime, a adição de um diurético3 mais potente, por exemplo, a furosemida, também pode ser indicada. Insuficiência cardíaca4: o início da terapia exige ponderação da terapia diurética recente e da possibilidade de uma depleção sal/volume grave. Em pacientes com pressão sangüínea2 normal ou baixa, que tenham sido vigorosamente tratados com diuréticos5 e que possam estar hiponatrêmicos e/ou hipovolêmicos, uma dose inicial de 6,25 mg ou 12,5 mg duas a três vezes ao dia, poderá minimizar a magnitude ou a duração do efeito hipotensor (ver Advertências: hipotensão6); para estes pacientes, a titulação da posologia diária usual pode então ocorrer dentro dos próximos dias. Para a maioria dos pacientes, a dose diária inicial usualmente é de 25 mg duas ou três vezes ao dia. Após uma dose de 50 mg duas a três vezes ao dia ter sido atingida, aumentos subseqüentes na posologia devem ser retardados, quando possível, durante pelo menos duas semanas, para determinar se ocorre uma resposta satisfatória. A maioria das pacientes estudados apresentou uma melhora clínica satisfatória com uma dose diária de 150 mg ou menos. Uma dose máxima diária de 450 mg de Captopril não deverá ser excedida. Captopril geralmente deve ser usado em conjunto com um diurético3 e digitálicos. A terapia com Captopril precisa ser iniciada sob rigoroso monitoramento médico. Ajuste da dosagem para pacientes com insuficiência renal7: devido ao fato de Captopril ser excretado principalmente pelos rins8, a velocidade de excreção é reduzida em pacientes com diminuição da função renal9. Estes pacientes vão demorar mais tempo para atingir os níveis mais elevados de estado de equilíbrio para uma determinação posológica diária, do que pacientes com função renal9 normal. Portanto, estes pacientes poderão responder a doses menores ou menos freqüentes. Da mesma forma, para pacientes com insuficiência renal7 significativa, a posologia diária de Captopril deverá ser reduzida e incrementos menores devem ser utilizados para titulação, que deverá ser bastante lenta (intervalos de uma a duas semanas). Após o efeito terapêutico desejado ter sido atingido, a dose deverá ser lentamente retrotitulada de modo a se determinar a dose mínima eficaz. Quando necessária uma terapia concomitante com diurético3, um diurético3 de alça (por exemplo, furosemida), ao invés de um diurético3 tiazídico, é preferido em pacientes com grave insuficiência renal7. - Superdosagem: a correção da hipotensão6 deve ser a principal preocupação. Enquanto que o Captopril pode ser removido da circulação10 do adulto pela hemodiálise11, os dados são inadequados com relação à eficácia da hemodiálise11 para remover a droga da circulação10 de recém-nascidos ou crianças. A diálise peritoneal12 não é eficaz na remoção do Captopril; não há informação com relação à transfusão13 como alternativa para a remoção da droga da circulação10 geral.  

Precauções - CAPTOPRIL

gerais: insuficiência renal7: hipertensão1: alguns pacientes com doença renal9, principalmente com grave estenose de artéria14 renal9, apresentaram aumentos da uréia15 e creatinina16 sérica após a redução da pressão sangüínea2 com Captopril. A redução da posologia do Captopril e/ou descontinuação do diurético3 podem ser necessárias. Insuficiência cardíaca4: cerca de 20% dos pacientes apresentaram elevações estáveis da uréia15 e creatinina16 séricas 20% acima do normal ou do patamar de referência, com tratamentos prolongados realizados com Captopril. Menos de 5% dos pacientes, geralmente aqueles com graves doenças renais preexistentes, necessitaram da descontinuação do tratamento devido aos valores progressivamente crescentes da creatinina16. Hipercalemia: elevações do potássio sérico foram observadas em alguns pacientes tratados com inibidores da ECA, incluindo-se Captopril. O risco de desenvolvimento de hipercalemia, quando em tratamento com inibidores da ECA, existe em pacientes com insuficiência renal7, diabete melitus e naqueles usando concomitantemente diuréticos5 poupadores de potássio, suplementos de potássio ou substitutos do sal, contendo potássio ou outras drogas associadas com aumento de potássio sérico (por exemplo, heparina). Tosse: relata-se tosse com o uso de inibidores da ECA. Caracteristicamente, esta não é produtiva ou persistente e desaparece após a descontinuação da terapia. A tosse induzida por inibidor da ECA deve ser considerada como parte do diagnóstico17 diferencial da tosse. Cirurgia/anestesia18: durante grandes cirurgias ou durante a anestesia18 com agentes que produzem hipotensão6, o Captopril irá bloquear a formação de angiotensina II secundária à liberação compensatória de renina. Se a hipotensão6 ocorrer e for considerada como sendo devida a este mecanismo, poderá ser corrigida pela expansão de volume. Gravidez19: categoria C (primeiro trimestre) e D (segundo e terceiro trimestres), vide Advertências (Morbidade20 fetal/Neonatal). Lactantes21: concentrações de Captopril no leite materno correspondem a 1% daquelas existentes no sangue22 materno. Devido ao potencial do Captopril em causar reações adversas severas nos lactentes23, deve-se tomar uma decisão entre descontinuar a amamentação24 ou suspender o medicamento, levando-se em conta a importância do Captopril para a mãe. Uso pediátrico: a segurança e a eficácia do Captopril em crianças não foram estabelecidas.  

Reações adversas - CAPTOPRIL

dermatológicas: erupções cutâneas25, freqüentemente com prurido26 e algumas vezes com febre27, artralgia28 e eosinofilia, geralmente durante as primeiras quatro semanas da terapia. Prurido26, sem erupção. Em alguns pacientes com erupção cutânea29 relata-se, também, lesão associada e reversível do tipo penfigóide e reações de fotossensibilidade. Relata-se raramente rubor ou palidez. Cardiovasculares: poderá ocorrer hipotensão6, taquicardia30, dores no peito e palpitações31. Angina32 pectoris, infarto33 miocárdio, síndrome34 de Raynaud e insuficiência cardíaca congestiva35. Gastrintestinais: alguns pacientes (dependendo do estado renal9) apresentaram disgeusia. Hematológicas: pode ocorrer neutropenia36/agranulocitose37, assim como casos de anemia38, trombocitopenia39 e pancitopenia40. Imunológicas: angioedema41 envolvendo as extremidades, face, lábios, membranas mucosas, língua42, glote43 ou laringe44. O angioedema41 envolvendo as vias aéreas superiores pode provocar obstrução fatal das vias aéreas. Respiratórias: foi relatada tosse em alguns pacientes. Renais: cada uma das reações adversas citadas a seguir foram relatadas raramente e sua relação com o uso da droga é incerta; insuficiência renal7, dano renal9, síndrome nefrótica45, poliúria46 e freqüência urinária. Relata-se proteinúria47. Não foi possível determinar com exatidão a incidência48 ou a relação causal para os efeitos colaterais citados a seguir. Gerais: astenia49 ginecomastia50. Cardiovasculares: parada cardíaca, acidente/insuficiência51 cerebrovascular, distúrbios de ritmo, hipotensão6 ortostática, síncope52. Dermatológicas: pênfigo bolhoso, eritema multiforme53 (incluindo síndrome de Stevens-Johnson54), dermatite55 esfoliativa. Gastrintestinais: pancreatite56, glossite57, dispepsia58. Hematológicas: anemia38, incluindo as formas aplástica e hemolítica. Hepatobiliares: icterícia59, hepatite60, incluindo raros casos de necrose61 e colestase. Metabólicas: hiponatremia sintomática. Musculoesqueléticas: mialgia62, miastenia63. Nervoso/psiquiátricas: ataxia64, confusão, depressão, nervosismo, sonolência. Respiratórias: broncospasmo, pneumonite65 eosinofílica, rinite66. Órgãos dos sentidos: visão turva. Urogenitais: impotência67. Assim como ocorre com outros inibidores do ECA, relatou-se uma síndrome34 que inclui: febre27, mialgia62, artralgia28, nefrite68 intersticial, vasculite69, erupção ou outras manifestações dermatológicas, eosinofilia e hemossedimentação elevada. Mortalidade70 e morbidade20 fetal/neonatal: o uso de inibidores do ECA durante o segundo e terceiro trimestres de gravidez19 tem sido associado com dano fetal e neonatal e morte. Testes laboratoriais alterados: eletrólitos do soro71. Hiponatremia: principalmente em pacientes sob dieta com restrição de sal ou sob tratamento concomitante com diuréticos5. Hipercalemia: principalmente em pacientes com insuficiência renal7. Uréia15/creatinina16 sérica: elevação transitória dos níveis de uréia15 e creatinina16 sérica, principalmente em pacientes volume ou sal depletados ou com hipertensão1 urovascular. Hematológica: ocorrência de títulos positivos de anticorpo72, antinúcleo. Testes de função hepática: podem ocorrer elevações das transaminases, fosfatase alcalina e bilirrubina73 sérica. - Interações medicamentosas: hipotensão6: pacientes em terapia com diuréticos5: pacientes tomando diuréticos5 e principalmente aqueles nos quais a terapia com diuréticos5 foi instituída recentemente, bem como aqueles com intensas restrições dietéticas de sal ou em diálise74 poderão apresentar, ocasionalmente, uma redução brusca da pressão sangüínea2, geralmente na primeira hora após terem recebido a dose inicial de Captopril. Agentes com atividade vasodilatadora deverão ser administrados com cuidado, considerando-se o uso de dosagens menores. Agentes que afetam a atividade simpática (por exemplo, agentes bloqueadores ganglionares ou agentes bloqueadores de neurônios75 adrenérgicos) devem ser usados com cautela. Agentes que aumentam o potássio sérico, tais como, espironolactona, triantereno ou amilorida, ou suplementos de potássio, deverão ser administrados apenas para hipocalemia76 documentada e, então, com cautela, já que podem levar a um aumento significativo do potássio sérico. Os substitutos do sal contendo potássio deverão ser também usados com cautela. Inibidores da síntese endógena de prostaglandinas: há relatos de que a indometacina pode reduzir o efeito anti-hipertensivo do Captopril, principalmente em casos de hipertensão1 com renina baixa. Outros agentes antiinflamatórios não esteróides (por exemplo, ácido acetilsalicílico) também podem apresentar este efeito. Lítio: relata-se aumento dos níveis séricos de lítio e sintomas77 de toxicidade do lítio em pacientes recebendo concomitantemente lítio e inibidores da ECA. Estas drogas devem ser administradas com cuidado e recomenda-se monitorização dos níveis séricos de lítio. Se um diurético3 for usado concomitantemente, os riscos de toxicidade pelo lítio aumentam. Interação com testes laboratoriais/droga: Captopril pode resultar em falso-positivo em teste de urina78 para acetona.  

Contra-Indicações - CAPTOPRIL

história de hipersensibilidade prévia a Captopril ou qualquer outro inibidor da enzima79 conversora da angiotensina (por exemplo, paciente que tenha apresentado angioedema41 durante a terapia com qualquer outro inibidor da ECA). - Advertências: angioedema41: observou-se angioedema41 em pacientes tratados com inibidores da ECA, incluindo-se Captopril. Se o angioedema41 envolver a língua42, glote43 ou laringe44, poderá ocorrer a obstrução das vias aéreas e ser fatal. A terapia de emergência deverá ser instituída imediatamente. O inchaço confinado à face, membranas mucosas da boca, lábios e extremidades geralmente desaparece com a descontinuação do Captopril; alguns casos necessitaram de terapia médica. Reações anafiláticas80 durante dessensibilização81: dois pacientes sob tratamento com outro inibidor da ECA, o enalapril, submetendo-se a um tratamento de dessensibilização81 com veneno de Hymenoptera, sofreram reações anafiláticas80 com risco de vida. Nestes mesmos pacientes, as reações foram evitadas quando a administração do inibidor da ECA foi temporariamente interrompida, mas elas reaparecem quando de uma nova administração. Portanto, cuidado é necessário em pacientes tratados com inibidores da ECA e sob tais procedimentos de dessensibilização81. Reações anafiláticas80 durante diálise74 de alto fluxo/exposição a membranas de aferese lipoprotéica: reações anafiláticas80 têm sido relatadas em pacientes hemodialisados com membrana de diálise74 de alto fluxo. Reações anafiláticas80 também têm sido relatadas em pacientes com aferese de lipoproteínas de baixa densidade com absorção de sulfato de dextrano. Nestes pacientes, deve-se considerar a utilização de um tipo diferente de membrana de diálise74 ou uma diferente classe de medicamentos. Neutropenia36/agranulocitose37: a neutropenia36 é muito rara em pacientes hipertensos com função renal9 normal (cr\dn4 5 menor que 1,6 mg/dl82, sem doença vascular83 de colágeno). Em pacientes com algum grau de insuficiência renal7 (creatinina16 sérica de pelo menos 1,6 mg/dl82) mas sem doença vascular83 de colágeno, o risco de neutropenia36 em estudos clínicos foi de cerca de 0,2%. O uso concomitante de alopurinol e Captopril foi associado à neutropenia36. Relata-se neutropenia36 geralmente após 3 meses do início da administração do Captopril. Em geral, a contagem de neutrófilos voltou ao normal em cerca de 2 semanas após a descontinuação do Captopril. Se o Captopril foi utilizado em pacientes com insuficiência renal7, deve-se realizar contagem de leucócitos84 e contagens diferenciais antes do início do tratamento e a intervalos aproximados de duas semanas durante cerca de três meses e, depois disso, periodicamente. Em pacientes com doença vascular83 de colágeno ou que estejam expostas a outras drogas que conhecidamente afetam os leucócitos84 ou a resposta imunológica, principalmente quando há insuficiência renal7, o Captopril deverá ser empregado com cuidado, somente após uma avaliação do risco e benefício. Já que a interrupção da administração do Captopril e de outras drogas geralmente levam ao pronto restabelecimento da contagem leucocitária a valores normais, quando da confirmação da neutropenia36 (contagem de neutrófilos menor que 1.000/mm\up4 3), o médico deverá suspender o Captopril e acompanhar cuidadosamente o paciente. Proteinúria47: pacientes com doença renal9 anterior ou aqueles recebendo Captopril em doses superiores a 150 mg deverão fazer uma avaliação da proteína urinária antes do tratamento (feita na primeira urina78 da manhã) e depois realizar o teste periodicamente. Hipotensão6: raramente observou-se hipotensão6 excessiva em pacientes hipertensos, mas é uma conseqüência possível do uso de Captopril em indivíduos sal/volume-depletados (tais como, aqueles tratados vigorosamente com diuréticos5), pacientes com insuficiência cardíaca4 ou aqueles pacientes que estão sendo submetidos à diálise74 renal9. Na hipertensão1, a chance de ocorrer efeitos hipotensores com as doses iniciais de Captopril pode ser minimizada pela descontinuação do diurético3 ou pelo aumento da ingestão de sal, aproximadamente 1 semana antes do início do tratamento com Captopril ou iniciando-se a terapia com doses pequenas (6,25 ou 12,5 mg). Pode ser aconselhável um acompanhamento médico por pelo menos 1 hora após a dose inicial. Uma resposta hipotensora transitória não é contra-indicação para doses subseqüentes que podem ser administradas sem dificuldades uma vez que a pressão se eleve. Na insuficiência cardíaca4, quando a pressão sangüínea2 foi normal ou baixa, registraram-se diminuições transitórias na pressão sangüínea2 média superiores a 20% em cerca de metade dos pacientes. É mais provável que esta hipotensão6 transitória ocorra após qualquer das várias doses iniciais e geralmente é bem tolerada, sendo assintomática ou produzindo breve sensação de cabeça leve. Devido à queda potencial da pressão sangüínea2 nestes pacientes, a terapia deverá ser iniciada sob rigoroso monitoramento médico. Dose inicial de 6,25 ou 12,5 mg, três vezes ao dia, pode minimizar o efeito hipotensivo. Os pacientes deverão ser cuidadosamente acompanhados durante as primeiras duas semanas de tratamento e sempre que a dose de Captopril e/ou diurético3 for aumentada. A hipotensão6 por si só não é uma razão para a interrupção da administração de Captopril. A magnitude da queda de pressão é maior no início do tratamento e esse efeito se estabiliza no prazo de uma ou duas semanas. Este efeito geralmente volta aos níveis de pré-tratamento, sem diminuição da eficácia terapêutica, no prazo de dois meses. Morbidade20 e mortalidade70 fetal/neonatal: quando usados na gravidez19 durante segundo e terceiro trimestres, os inibidores da ECA podem causar danos ao desenvolvimento e mesmo morte fetal. Quando a gravidez19 for detectada, Captopril deve ser descontinuado o quanto antes. Insuficiência hepática85: em raras ocasiões, os inibidores da ECA têm sido associados com uma síndrome34 que se inicia com icterícia59 colestática e progride para uma necrose61 hepática fulminante e morte (algumas vezes). Os mecanismos desta síndrome34 não são conhecidos. Pacientes recebendo inibidores da ECA que desenvolveram icterícia59 ou elevações acentuadas das enzimas hepáticas devem descontinuar o tratamento com inibidores da ECA e receber acompanhamento médico apropriado.  

Indicações - CAPTOPRIL

tratamento da hipertensão1. Ao se empregar Captopril, deve-se levar em consideração o risco de neutropenia36/agranulocitose37. Captopril pode ser empregado como terapia inicial para pacientes com função renal9 normal, nos quais o risco é relativamente baixo. Em pacientes com insuficiência renal7, principalmente naqueles com doença vascular83 colágena, o Captopril deverá ser reservado para hipertensos que apresentarem efeitos colaterais inaceitáveis com outras drogas ou que não responderam satisfatoriamente a combinações medicamentosas. Captopril é eficaz isoladamente e em combinação com outros agentes anti-hipertensivos, principalmente diuréticos5 do tipo tiazida. Os efeitos redutores da pressão sangüínea2 do Captopril e tiazidas são aproximadamente aditivos. Captopril é indicado no tratamento do insuficiência cardíaca congestiva35, em pacientes que não responderam adequadamente ao tratamento com diuréticos5 e digitálicos. Embora o efeito benéfico do Captopril na insuficiência cardíaca4 não requeira a presença de digitálicos, a maioria dos estudos clínicos controlados com Captopril foi realizada em pacientes tomando digitálicos, bem como tratamento diurético3. Conseqüentemente, Captopril deveria geralmente ser acrescentado a estes dois agentes, exceto quando o uso de digitálicos é mal tolerado ou não for factível.  

Apresentação - CAPTOPRIL

caixa contendo 15 e 30 comprimidos de 12,5 mg. Caixa contendo 16 e 28 comprimidos de 25 mg. Caixa contendo 16 e 28 comprimidos de 50 mg.


CAPTOPRIL (VENOPRIL) - Laboratório

LUPER
Rua Dr. Clementino, 608
São Paulo/SP - CEP: 03059-030
Tel: 0800-551066
Fax: (11)693-0498
Email: sac@luper.com.br
Site: http://www.luper.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "LUPER"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).