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Atualizado em 2012

CLIMADERM 7 DIAS

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Composição - CLIMADERM

cada adesivo transdérmico contém 3,55 mg deestradiol e libera 50 mcg de estradiol a cada 24 horas.  

Posologia e Administração - CLIMADERM

a dosagem usual de Climaderm 7 dias é de 1 adesivo aplicado sobre a pele a cada 7 dias. Deve ser utilizada a menor dose que proporcione controle dos sintomas1. Sinais2 e sintomas1 de deficiência estrogênica devem ser regularmente avaliados a intervalos de 3 a 6 meses. Climaderm 7 dias pode ser utilizado em esquema contínuo, ou seja, sem intervalo, ou cíclico (por exemplo, 1 semana de intervalo a cada 3 semanas de tratamento). Assim como na terapia de reposição estrogênica oral, para evitar-se hiperplasia3 de endométrio4 recomenda-se a administração de progestogênio por pelo menos 10 dias durante cada ciclo com Climaderm 7 dias. Em mulheres que estão tomando estrógenos orais, o tratamento com Climaderm 7 dias pode ser iniciado uma semana após a interrupção da terapia oral ou antes, caso os sintomas1 reapareçam antes de uma semana. A embalagem contendo 1 unidade deve ser aberta removendo o filme de alumínio a partir de uma das extremidades da embalagem. O adesivo deve ser aplicado imediatamente após remoção da película protetora, com pressão firme sobre uma área de pele limpa, seca e sem pêlos, em local que não esteja sujeito a movimento excessivo (por exemplo, abdômen, nádegas ou coxas). A aplicação não deve ser feita em áreas de pele oleosa, lesada ou irritada, ou na proximidade das mamas ou genitais. O adesivo utilizado deve ser removido e descartado no 8º dia a contar do dia da aplicação e um novo adesivo deve ser aplicado em um local diferente da pele. Os locais de aplicação5 devem ser variados de modo a permitir um intervalo mínimo de uma semana entre aplicações no mesmo local. Embora o contato com água (na banheira, no chuveiro ou na prática de natação) não afete o adesivo, a aplicação sobre pele úmida deve ser evitada porque a aderência não será adequada. - Superdosagem: não há relato de casos de superdosagem por estradiol transdérmico. Não foram relatados efeitos adversos graves após a ingestão por crianças de altas doses de contraceptivos orais contendo estrogênios. A superdosagem de estrogênios pode causar náuseas6 e pode ocorrer sangramento por supressão em mulheres.  

Precauções - CLIMADERM

tem sido relatado que a terapia de reposição estrogênica aumenta o risco de carcinoma7 endometrial em mulheres pós-menopáusicas. Todas as mulheres recebendo tratamento estrogênico devem ser mantidas sob cuidadoso acompanhamento clínico. Métodos diagnósticos apropriados, incluindo biópsia8 endometrial quando indicada, devem ser utilizados para excluir a possibilidade de doença maligna em todos os casos de sangramento genital anormal persistente ou recorrente de causa indeterminada. A adição de um progestogênio durante a terapia estrogênica reduz o risco de hiperplasia endometrial9 e carcinoma7 endometrial associado ao uso de estrogênios isolados. Estudos morfológicos e bioquímicos do endométrio4 sugerem que uma dose adequada de progestogênio administrada durante 10 dias ou mais de um ciclo de 28 dias, reduz significantemente a incidência10 de alterações hiperplásicas. Considerando que o progestogênio seja administrado para reduzir o risco de alterações hiperplásicas do endométrio4, pacientes histerectomizadas não necessitam dessa complementação progestogênica. Alguns estudos sugerem um possível aumento na incidência10 de câncer11 da mama em mulheres sob terapia estrogênica que utilizam doses altas por longos períodos de tempo. A maioria dos estudos, entretanto, não evidenciou associação com as doses habitualmente utilizadas na terapia de reposição estrogênica. Mulheres sob este programa de tratamento devem ser submetidas a exames das mamas regularmente e devem ser instruídas para o auto-exame das mamas. Estrogênios não devem ser usados durante a gravidez12. A administração de estrogênios durante a gravidez12 está associada a risco aumentado de malformações congênitas nos órgãos reprodutivos de fetos masculinos e femininos, e risco aumentado de adenose vaginal, displasia13 cervical e câncer11 vaginal na menina, futuramente. Não há indicação para terapia estrogênica durante a gravidez12. Os estrogênios são ineficazes na prevenção ou tratamento de ameaça de abortamento14 ou de abortamento14 habitual. Deve proceder-se a exame físico e história clínica completos antes de se prescrever estrogênios, bem como periodicamente durante o seu uso. Atenção especial deve ser dedicada à pressão arterial, mamas, abdômen e órgãos pélvicos, incluindo esfregaços de Papanicolaou. Pacientes com útero15 devem ser examinadas pelo menos uma vez por ano para a detecção de sinais2 de hiperplasia3 ou câncer11 endometrial. Quando terapia progestogênica complementar não é utilizada em mulheres com útero15, a avaliação anual deve incluir biópsia8 de endométrio4. Certas pacientes podem desenvolver manifestações indesejáveis decorrentes da estimulação estrogênica excessiva, tais como, hemorragia16 uterina anormal ou excessiva, mastodinia, etc. Em caso de hemorragia16 genital anormal, devem ser adotadas medidas diagnósticas apropriadas, incluindo biópsia8 endometrial quando indicada, para excluir a possibilidade de doença maligna. Se não for encontrada alteração patológica que justifique a hemorragia16 genital, recomenda-se diminuição da dosagem ou tratamento cíclico. Sob o uso de estrogênios, leiomiomas uterinos podem aumentar de tamanho. Não foi relatado risco aumentado de tromboflebite17 e/ou doença tromboembólica em mulheres sob terapia de reposição estrogênica. Entretanto, não há informações suficientes quanto ao risco em mulheres com antecedentes de doença tromboembólica. Não há evidência de que os estrogênios sejam efetivos nos sintomas1 nervosos ou na depressão que podem ocorrer durante a menopausa18, portanto não devem ser usados no tratamento dessas condições. Se possível, o estrogênio deve se descontinuado pelo menos quatro semanas antes de cirurgias associadas a risco aumentado de tromboembolismo19 ou durante períodos de imobilização prolongada. Uma vez que os estrogênios podem causar certo grau de retenção líquida, condições que possam ser adversamente influenciadas por este efeito, como asma20, epilepsia21, enxaqueca22, insuficiência cardíaca23 ou renal24, requerem cuidadosa observação. A metabolização dos estrogênios pode estar prejudicada em pacientes com insuficiência hepática25, portanto a sua administração deve ser cautelosa em tais pacientes. Os estrogênios devem ser usados com cautela em pacientes portadores de doenças ósseas metabólicas associadas com hipercalcemia. As pacientes devem ser avisadas de que o aparecimento de sangramento em mulheres pós-menopáusicas em tratamento de reposição estrogênica no esquema cíclico não é indicativo de fertilidade. Climaderm 7 dias não é um anticoncepcional. Mulheres em idade fértil, que não tenham intenção de engravidar, devem ser advertidas para utilizar métodos contraceptivos não hormonais, quando fazendo uso de terapia de reposição hormonal. Uso durante a gravidez12: estrogênios não devem ser usados durante a gravidez12. Uso durante a lactação26: o efeito de Climaderm 7 dias em lactentes27 não foi determinado e por isso o uso em mulheres lactantes28 não é recomendado. - Interações medicamentosas: a absorção transdérmica de estradiol parece ser afetada pela presença de outras drogas ou substâncias no mesmo local da pele. Agentes queratolíticos, assim como depiladores, não devem ser utilizados na mesma região da pele antes da aplicação de Climaderm 7 dias, visto que podem alterar as propriedades de barreira da pele que controlam a absorção sistêmica da droga.  

Reações adversas - CLIMADERM

em um estudo clínico com 80 mulheres pós-menopáusicas com Climaderm 4 dias, os efeitos adversos mais freqüentes relatados foram reações cutâneas29 incluindo prurido30, eritema31 e edema32 no local de aplicação. Os resultados classificados em locais e sistêmicos estão relacionados abaixo: local: prurido30; eritema31; edema32. Sistêmico: spotting; metrorragia33; desconforto mamário; outros, incluindo dor pélvica, leucorréia34, aumento de peso e dor de cabeça. A incidência10 de efeitos estrogênicos sistêmicos em pacientes recebendo estradiol transdérmico parece ser comparável à observada em pacientes recebendo estrogênios orais. Pele: em estudo de tolerabilidade cutânea35 onde Climaderm 7 dias foi testado em regime semanal, a incidência10 de reações locais 30 minutos após a remoção do adesivo foi de 28,9% (eritema31; eritema31 e induração; eritema31, induração e vesícula36). Sete dias após a retirada do adesivo, a incidência10 de reações cutâneas29 caiu para 2,6% (eritema31; eritema31 e induração). Estas reações regrediram espontaneamente. Outras reações adversas observadas com o tratamento estrogênico estão relacionadas abaixo. Sistema Nervoso37 Central: coréia, tonturas38, cefaléia39, enxaqueca22. Endócrino: aumento, hipersensibilidade e secreção das mamas. Olhos: acentuação da curvatura córnea, intolerância a lentes de contato. Sistema gastrintestinal: cólicas40, distensão abdominal, icterícia41 colestática, náuseas6, vômitos42. Sistema geniturinário: amenorréia43, sangramento intermenstrual, alterações no fluxo menstrual, spotting. Outros: agravamento de porfiria44, alterações da libido, edema32, aumento ou perda de peso.  

Contra-Indicações - CLIMADERM

câncer11 da mama diagnosticado ou suspeito; neoplasia45 estrogênio-dependente diagnosticada ou suspeita; gravidez12 confirmada ou suspeita; sangramento genital anormal de causa indeterminada; presença de tromboflebite17 ou distúrbios tromboembólicos; hipersensibilidade ao estradiol ou a qualquer componente do medicamento.  

Indicações - CLIMADERM

sintomas1 vasomotores moderados a severos associados à deficiência estrogênica; prevenção e tratamento da osteoporose46 associada à deficiência estrogênica.  

Apresentação - CLIMADERM

cartucho com 4 adesivos transdérmicos.  

 

CLIMADERM 7 DIAS - Laboratório

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