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Atualizado em 2012

AMICACINA

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Composição - AMICACINA

Amicacina de 100 mg: amicacina (na forma desulfato) 100 mg; veículo q.s.p. 1,0 ml; Amicacina de 250 mg: amicacina (na forma de sulfato) 250 mg; veículo q.s.p. 2,0 ml; Amicacina de 500 mg: amicacina (na forma de sulfato) 500 mg; veículo q.s.p. 2,0 ml.  

Posologia e Administração - AMICACINA

as doses de sulfato de Amicacina são expressas em termos de Amicacina base. A dose sugerida para adultos e crianças é equivalente a 15 mg de Amicacina/kg de peso corporal diariamente dividida igualmente em doses de 8 a 12 horas, por injeção intramuscular1, até o máximo 1,5 g diariamente em adultos. Uma dose de 250 mg, duas vezes ao dia é sugerida para infecção2 não complicada do trato urinário para adultos. Recém-nascidos devem receber dose de ataque de 10 mg/kg, seguindo de 15 mg/kg de peso corporal diariamente em duas doses de 7,5 mg/kg por dia. As infusões venosas seguem os mesmos critérios de dosagem das musculares, tendo que se usar um veículo de 100 a 200 ml de solução estéril compatível/500 mg de Amicacina para aplicação durante um período de 30 a 60 minutos para cada dose.  

Precauções - AMICACINA

grande cuidado deve existir em pacientes com miastenia3 grave, parkinsonismo e outras condições caracterizadas por fraqueza muscular. O risco de ototoxicidade4 e nefrotoxicidade aumenta com aumento de altas concentrações no plasma5, sendo conveniente, portanto, que se faça monitoramento desta dosagem. Devem ser evitado picos plasmáticos acima de 30-35 mg/ml. O monitoramento é essencial em pacientes com tratamento prolongado, em crianças e idosos e pacientes com deficiência renal6 que normalmente necessitam de doses menores. Funções hepáticas e auditiva debilitadas, bacteremia7, febre8 e talvez exposição a fortes ruídos têm sido citadas para o aumento do risco de ototoxicidade4, enquanto esgotamento ou hipotensão9, doença hepática ou sexo feminino têm sido apontados como fatores de riscos adicionais para nefrotoxicidade. Interações medicamentosas: o uso concomitante de outras drogas nefrotóxicas, incluindo outros aminoglicosídeos, vancomicina e algumas cefalosporinas ou drogas potencialmente ototóxicas, tais como ácido etacrínico, pode aumentar o risco de toxicidade; devem existir cuidados também se drogas com ação de bloqueio neuromuscular são dadas concomitantemente. Indometacina tem sido citada que contribui para o aumento da concentração plasmática dos aminoglicosídeos se administrada concomitantemente. Existe a possibilidade teórica de que efeitos dos aminoglicosídeos podem se reduzir com o uso de antibióticos bacteriostáticos10, mas na prática não está claramente demonstrado isto. Tem sido sugerido que o uso concorrente de anti-hemético, tal como dimenidrato, pode mascarar os primeiros sintomas11 de ototoxicidade4 vestibular12. Desde que se mostrou a incompatibilidade entre aminoglicosídeos e antibióticos de -lactâmicos in-vivo, estes antibióticos podem ser administrados separadamente se ambos são necessários; antagonismo in-vivo tem sido citado somente em uns poucos pacientes com severo comprometimento renal6 em que atividade do aminoglicosídeo foi diminuída.  

Reações adversas - AMICACINA

ototoxicidade4 irreversível (efeito maior que gentamicina) e nefrotoxicidade, se não grave, reversível, são os principais efeitos adversos no uso prolongado ou repetido e concentrações altas, por isso é recomendado o monitoramento de concentrações plasmáticas e controle das funções renais. Os aminoglicosídeos, agindo também bloqueando a ação neuromuscular, podem provocar depressão respiratória e paralisia13 muscular. Podem ocorrer reações de hipersensibilidade. Efeitos não freqüentes como discrasias sangüíneas14, púrpuras, náuseas15 e vômito16, estomatites, sinais17 de disfunção hepática e aumento da concentração sérica de bilirrubina18, são citados.  

Contra-Indicações - AMICACINA

embora seja raro ainda microorganismos resistentes à Amicacina, está contra-indicada nesta situação. Está contra-indicada a pacientes com história de hipersensibilidade a aminoglicosídeos ou em pacientes com ototoxicidade4 e nefrotoxicidade a aminoglicosídeos já manifestas. Neste caso o uso seria por total falta de opção de outro antimicrobiano e por predominância de benefício na relação risco-benefício.  

Indicações - AMICACINA

como os outros aminoglicosídeos é usado normalmente em combinação, para o tratamento de infecções sistêmicas severas devido a microorganismos sensíveis, gram-negativos e outros. Isto inclui infecções do trato biliar, brucelose, cistite19 fibrosa, endocardites, (estreptocócicas, enterocócicas e estafilocócicas), endometrites, gastrenterites, listerioses, meningites, otites20 externas e médias, peritonites, pneumonia21, septicemia22, desordens da pele, tais como: queimaduras e úlceras23, infecções do trato urinário, assim como profilaxia de infecções cirúrgicas e no tratamento de pacientes com comprometimento imunológico e os que já estão em cuidados intensivos. Amicacina é freqüentemente usada concomitantemente com outros agentes para estender seu espectro de ação ou aumentar sua eficácia. Assim, é usado com penicilina para infecções entero e estreptococais ou um -lactâmico antipseudomonial para infecções respectivas, ou Metronidazol ou Clindamicina para infecções mistas aeróbica-anaeróbica. Amicacina é também usado com agentes antimicobacterianos no tratamento de infecções típicas micobacterianas.  

Apresentação - AMICACINA

Amicacina de 100 mg: caixa com 50 ampolas com 1 ml. Amicacina de 250 mg: caixa com 50 ampolas com 2 ml. Amicacina de 500 mg, caixa: com 50 ampolas com 2 ml.


AMICACINA - Laboratório

NEO QUIMICA
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