STELAZINE
- Forma Farmacêutica e Apresentações:
Comprimido.
Apresentado em embalagem com 20 comprimidos de 2mg e 20 comprimidos de 5mg.
Composição - STELAZINE
Cada comprimido 2mg contém:. dicloridrato de trifluoperazina.................... 2,36mg
(equivalente a 2mg de trifluoperazina base)
. excipiente q.s.p. .................... 1 comp.
Cada comprimido 5mg contém:
. dicloridrato de trifluoperazina.................... 5,9mg
(equivalente a 5mg de trifluoperazina base)
. excipiente q.s.p. .................... 1 comp.
Excipientes : sulfato de cálcio, alfacelulose, goma arábica, corante azul FDC no 2, estearato de magnésio.
- INFORMAÇÃO AO PACIENTE:
STELAZINE (trifluoperazina) é usado no tratamento de distúrbios mentais ou emocionais moderados.
Conservar o produto ao abrigo do calor, da luz e da umidade.
O prazo de validade do produto é de 24 meses, a contar da data de sua fabricação.
Não use medicamentos com prazo de validade vencido.
Caso ocorra gravidez1 durante ou logo após o tratamento com STELAZINE (trifluoperazina), suspenda a medicação e comunique imediatamente ao seu médico.
STELAZINE (trifluoperazina) não é recomendado para mulheres que estão amamentando e não deve ser usado durante a gravidez1.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Informe ao médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como sonolência, vertigem2, reações de pele, boca seca, fadiga, fraqueza muscular, falta de apetite, lactação3, visão turva, dor de garganta e febre4.
todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
STELAZINE (trifluoperazina) é contra-indicado para pacientes em coma5, estados de grande depressão, depressão da medula óssea e lesão hepática.
Informe ao seu médico se estiver fazendo uso de outros medicamentos.
Não é recomendado o uso de STELAZINE (trifluoperazina) em crianças com menos de 6 anos de idade.
Não é aconselhável dirigir veículos, operar máquinas de precisão e ingerir bebidas alcoólicas durante o tratamento com STELAZINE (trifluoperazina).
Não tome remédio sem o conhecimento do seu médico. pode ser perigoso para A sua saúde.
Informações técnicas - STELAZINE
Stelazine contém como princípio ativo o dicloridrato de trifluoperazina, quimicamente o dicloridrato de 10-[3-(4-metil-1-piperazinil)-propil]-2-(trifluorometil)-10H-fenotiazina, que pertence ao grupo dos compostos derivados da fenotiazina e atua eficazmente sobre o sistema nervoso6 central, acarretando uma ação depressora significante sobre a atividade motora.
A trifluoperazina é, dos derivados da fenotiazina, a que possui maior atividade, seguindo-lhe, em ordem decrescente, a clorpromazina, a proclorpromazina, a promazina e a meprazina.
A trifluoperazina tem a vantagem de efeito persistente por longo tempo (8 a 12 horas) e também de não acarretar letargia, o que é muito freqüente quando se administra uma das outras fenotiazinas. Graças à sua ação depressora, exercida sobre o sistema nervoso6 central, vem sendo empregada com sucesso no tratamento de distúrbios mentais ou emocionais moderados, que ocorrem isolados ou em associação com doenças físicas ou condições psicossomáticas.
Indicações - STELAZINE
STELAZINE (trifluoperazina) é indicado para o tratamento das manifestações psicóticas.STELAZINE (trifluoperazina) não se mostrou eficaz no tratamento de complicações comportamentais em pacientes oligofrênicos.
Contra-indicações - STELAZINE
STELAZINE (trifluoperazina) é contra-indicado nos seguintes casos :
Coma5 ou estados de grande depressão devido a sedativos do sistema nervoso6 central; nos casos de discrasias sangüíneas7 existentes, depressão da medula óssea e lesão hepática preexistente.
Advertências - STELAZINE
Os pacientes que demonstraram uma reação de hipersensibilidade (por exemplo, discrasias sangüíneas7, icterícia8) com uma fenotiazina não devem ser novamente expostos a nenhuma fenotiazina, inclusive STELAZINE (trifluoperazina), a menos que, a critério médico, os benefícios potenciais do tratamento suplantem o possível risco. STELAZINE (trifluoperazina) pode prejudicar a capacidade mental e/ou física, especialmente durante os primeiros dias de terapia.Portanto, deve-se aconselhar os pacientes sobre atividades que exigem estado de alerta (por exemplo, dirigir veículo ou operar máquinas). Quando agentes tais como sedativos, narcóticos, anestésicos, tranqüilizantes ou álcool são usados, simultânea ou sucessivamente, com a droga, deve-se considerar a possibilidade de um efeito sedativo aditivo indesejável.
Discinesia persistente tardia: Pode aparecer discinesia persistente tardia em alguns pacientes sob terapia de longo prazo com agentes antipsicóticos, ou pode aparecer após interrupção da droga. Em alguns pacientes, os sintomas9 parecem ser irreversíveis. Não existe tratamento conhecido e eficaz para a discinesia tardia10.
Sugere-se a interrupção de todos os agentes antipsicóticos se aparecerem sintomas9 desta síndrome11. (Ver Reações adversas)
- Precauções:
Foram relatadas trombocitopenia12 e anemia13 em pacientes que receberam a droga; também foram relatadas agranulocitose14 e pancitopenia15 aconselhar os pacientes a relatar súbito aparecimento de dor de garganta ou outros sinais16 de infecção17. Se as contagens de leucócitos18 e os diferenciais indicarem depressão celular, interromper o tratamento e iniciar antibiótico com outra terapia adequada.
Foi relatada hepatite19/icterícia8 colestática ou dano hepático. Se ocorrer febre4 com sintomas9 similares aos da gripe20, estudos hepáticos adequados devem ser realizados. Se os testes indicarem anormalidade, interromper o tratamento.
Uma conseqüência da terapia pode ser um aumento da atividade mental e física. Por exemplo, alguns pacientes com angina21 de peito queixaram-se de dor aumentada enquanto tomavam a droga. Portanto, os pacientes de angina21 devem ser cuidadosamente observados e, caso seja notada uma resposta desfavorável, a droga deve ser retirada.
Como já foram relatadas ocorrências de hipotensão22 com dose elevada, estas devem ser evitadas em pacientes com sistema cardiovascular23 prejudicado.
Da mesma maneira que certas fenotiazinas foram relatadas como responsáveis pela produção de retinopatia, a droga deve ser interrompida quando o exame oftalmoscópico ou os estudos de campo visual demonstrarem alterações da retina24.
Uma ação antiemética de STELAZINE (trifluoperazina) pode mascarar os sinais16 e sintomas9 de toxicidade, ou dosagem excessiva de outras drogas; e pode obscurecer o diagnóstico25 e o tratamento de outras condições, tais como obstrução intestinal, tumor26 cerebral e Síndrome11 de Reye.
Com a administração prolongada em altas doses, deve-se ter em mente a possibilidade de efeitos cumulativos, com início súbito de sintomas9 graves do sistema nervoso6 central ou sintomas9 vasomotores.
As drogas neurolépticas elevam os níveis de prolactina27; a elevação persiste durante a administração crônica. Experimentos de cultura de tecido28 indicam que aproximadamente um terço dos casos de câncer29 de mama são prolactina27 dependentes in vitro , um fator de importância potencial se a prescrição destas drogas for realizada para uma paciente com um câncer29 de mama previamente detectado. Embora tenham sido relatados distúrbios tais como galactorréia30, amenorréia31, ginecomastia32 e impotência33, para a maioria dos pacientes é desconhecida a significância clínica de níveis elevados de prolactina27 sérica. Observou-se um aumento de neoplasma mamário em roedores após administração crônica de drogas neurolépticas. Contudo, nem os estudos clínicos nem os epidemiológicos até agora realizados demonstraram uma associação entre a administração crônica dessas drogas e a tumorigênese mamária; até o momento, a evidência disponível é considerada limitada demais para ser conclusiva.
Como ocorre com todas as drogas que exercem um efeito anticolinérgico e/ou causam midríase, trifluoperazina deve ser usada com cuidado em pacientes com glaucoma34.
Terapia a longo prazo: Para reduzir a probabilidade de reações adversas relacionadas com o efeito cumulativo da droga, os pacientes com uma história de terapia de longo prazo com STELAZINE (trifluoperazina) e/ou outros neurolépticos devem ser periodicamente avaliados, a fim de que o médico possa decidir se a dosagem de manutenção precisa ser diminuída ou se a terapia com a droga precisa ser interrompida.
Gravidez1 / lactação3: Os estudos de reprodução animal e a experiência clínica até agora realizados não demonstraram qualquer efeito teratogênico35 de STELAZINE (trifluoperazina). Contudo, como qualquer medicação, somente deve ser usado em pacientes grávidas quando, à critério médico, for necessário para o bem-estar da paciente.
Existe evidência de que as fenotiazinas são excretadas pelo leite materno.
Interações medicamentosas - STELAZINE
As fenotiazinas podem diminuir o efeito de anticoagulantes orais, bem como produzir bloqueio alfa-adrenérgico.
A administração concomitante de propranolol e fenotiazinas resulta em níveis plasmáticos elevados de ambas as drogas.
As fenotiazinas podem diminuir o limiar convulsivo, conseqüentemente pode ser necessário ajustar a dosagem dos anticonvulsivantes. Não ocorre potencialização dos efeitos anticonvulsivantes. Contudo, relatou-se que as fenotiazinas podem interferir com o metabolismo36 da difenilhidantoina e, por conseqüência, precipitar sua toxicidade.
As drogas que diminuem o limiar de convulsão37, incluindo os derivados de fenotiazina, não devem ser usadas com metrizamida. Da mesma maneira que os outros derivados de fenotiazina, STELAZINE (trifluoperazina) deve ser interrompido pelo menos 48 horas antes da mielografia; não deve ser iniciado por pelo menos 24 horas após; e não deve ser usado para controlar náusea38 e vômito39 que ocorrem antes ou após a mielografia.
Reações adversas - STELAZINE
Sonolência, vertigem2, reações de pele, erupção, boca seca, insônia, amenorréia31, fadiga, fraqueza muscular, anorexia40, lactação3, visão turva e reações neuromusculares (extrapiramidais).Reações Neuromusculares (extrapiramidais): Estes sintomas9 são observados em um número significativo de pacientes psiquiátricos hospitalizados. Eles podem ser caracterizados por agitação motora, ser do tipo distônico ou se parecer com o parkinsonismo.
Dependendo da gravidade dos sistomas, a dosagem deve ser reduzida ou interrompida. Caso a terapia seja reinstituída, deve ser em uma dosagem inferior. Se estes sintomas9 ocorrerem em crianças ou em pacientes grávidas, a droga deve ser interrompida e não reinstituída.
Na maioria dos casos, os barbitúricos através da via adequada serão suficientes. Nos casos mais graves, a administração de um agente antiparkinsoniano, com exceção do levarterenol, geralmente produz rápida reversão dos sintomas9. Devem ser empregadas medidas de suporte adequadas, tais como manter a via aérea desobstruída e hidratação adequada.
Agitação Motora: Os sintomas9 podem incluir agitação ou nervosismo e, ocasionalmente, insônia. Freqüentemente, estes sintomas9 desaparecem de forma espontânea. Algumas vezes, estes sintomas9 podem ser similares aos sintomas9 neuróticos ou psicóticos originais.
A dosagem não deve ser aumentada até que estes efeitos colaterais tenham desaparecido.
Se esta fase se tornar problemática demais, os sintomas9 podem ser geralmente controlados por uma redução de dosagem ou pela administração concomitante de um barbitúrico.
Distonias: Os sintomas9 podem incluir espasmo41 dos músculos do pescoço, algumas vezes progredindo até torcicolo42; rigidez extensora dos músculos dorsais, algumas vezes progredindo até opistótono; espasmo41 carpopedálico, trismo, dificuldade de deglutir, crise oculogírica e protrusão da língua43.
Eles geralmente desaparecem em poucas horas ou, quando muito, 24 a 48 horas após a interrupção da droga.
Nos casos brandos , em geral é suficiente a reavaliação ou um barbiturato. Nos casos moderados , os barbituratos geralmente trarão alívio rápido. Nos casos mais graves de adultos , a administração de um agente antiparkinsoniano, com exceção de levarterenol, geralmente produz rápida inversão dos sintomas9.
Além disso, cafeína intravenosa com benzoato de sódio parece ser eficaz. Em crianças , a reavaliação e barbituratos geralmente controlarão os sintomas9.
Pseudoparkinsonismo: Os sintomas9 podem incluir face similar à máscara, ato de babar, tremores, movimento de rolamento de pílula, rigidez da roda denteada e andar forçado. São importantes a reavaliação e a sedação. Na maioria dos casos, estes sintomas9 são rapidamente controlados quando se administra, concomitantemente, um agente antiparkinsoniano, que somente deve ser usado quando necessário. Em geral, será suficiente uma terapia de poucas semanas, até dois ou três meses. Após este tempo, os pacientes devem ser avaliados para se determinar as necessidades de tratamento contínuo. Ocasionalmente, é necessário diminuir a dosagem de STELAZINE (trifluoperazina) ou interromper a droga.
Discinesia Persistente Tardia: Como ocorre com todos os agentes antipsicóticos, a discinesia tardia10 pode aparecer em alguns pacientes sob terapia de longo prazo, ou pode aparecer após interrupção da droga. Esta condição aparece em todos os grupos etários. No entanto, o risco parece ser maior nos pacientes idosos em terapia de dose alta, especialmente mulheres. Os sintomas9 são persistentes e, em alguns pacientes, parecem ser irreversíveis. A síndrome11 é caracterizada por movimentos rítmicos involuntários da língua43, face ou mandíbula44 (por exemplo, protusão da língua43, inchação das bochechas, contração da boca, movimentos mastigatórios). Ocasionalmente podem ser acampanhados por movimentos involuntários das extremidades. Em casos raros, estes movimentos involuntários das extremidades são as únicas manifestações da discinesia tardia10.
Não existe tratamento eficaz conhecido para a discinesia tardia10. Os agentes antiparkinsonianos não aliviam os sintomas9 desta síndrome11. Sugere-se que todos os agentes antipsicóticos sejam interrompidos quando aparecerem estes sintomas9. Caso se faça necessário voltar ao tratamento, aumentar a dosagem ou ainda mudar para um agente antipsicótico diferente; a síndrome11 pode ser encoberta.
Foi relatado que os movimentos vermiculares finos da língua43 podem ser o sinal45 inicial da síndrome11 e que, caso a medicação seja interrompida nesta ocasião, a síndrome11 pode não se desenvolver.
Posologia - STELAZINE
As dosagens devem ser ajustadas às necessidades do indivíduo. Deve-se sempre usar a dose eficaz mais baixa. A dosagem deve ser aumentada mais gradualmente em pacientes debilitados ou edemaciados. Quando se alcança a resposta máxima, a dosagem pode ser gradualmente reduzida até um nível de manutenção. Por causa da longa ação inerente à droga, os pacientes podem ser controlados em administração de duas vezes ao dia e, em alguns, uma vez ao dia.
Adultos (pacientes hospitalizados e ambulatoriais)
1 ou 2mg, duas vezes ao dia. Raramente é necessário exceder 4mg por dia, exceto em pacientes com condições mais graves.
Tratamento da ansiedade não-psicótica
Não exceder 5mg por dia ou por mais de 12 semanas.
Para pacientes hospitalizados ou sob cuidadosa supervisão
A dosagem inicial normal é de 2mg até 5mg, duas vezes ao dia. A maioria dos pacientes apresentará resposta ótima com 15mg ou 20mg diários, embora uns poucos possam necessitar de 40mg ao dia ou mais. Os níveis ótimos de dosagem terapêutica devem ser atingidos dentro de duas ou três semanas.
Crianças psicóticas
A dosagem deve ser ajustada para o peso das crianças e para a gravidade dos sintomas9. Estas dosagens são para crianças de 6 a 12 anos de idade que estão hospitalizadas ou sob cuidadosa supervisão.
A dosagem inicial é de 1mg, a ser administrada uma ou duas vezes ao dia. A dosagem pode ser aumentada gradualmente até que os sintomas9 tenham sido controlados, ou até que os efeitos colaterais tenham se tornado um problema.
Apesar de não ser geralmente necessário exceder a dosagens de 15mg diárias, algumas crianças mais velhas com sintomas9 graves podem necessitar de dosagens mais altas.
Idosos
Em geral, dosagens no limite inferior são suficientes para a maioria dos pacientes idosos. Como eles parecem ser mais suscetíveis à hipotensão22 e às reações neuromusculares, tais pacientes devem ser cuidadosamente observados. A dosagem deve ser ajustada para o indivíduo e a resposta cuidadosamente monitorada. A dosagem deve ser aumentada mais gradualmente nos pacientes idosos.
Superdosagem - STELAZINE
Sintomas9: Primariamente, envolve os mecanismos extrapiramidais, produzindo alguns dos sintomas9 distônicos descritos acima. Sintomas9 de depressão do sistema nervoso6 central até sonolência ou coma5. Também pode ocorrer agitação e inquietação. Outras possíveis manifestações incluem convulsões, alterações de ECG e arritmias cardíacas, febre4 e reações autônomas, tais como hipotensão22, boca e íleo46 secos.
Tratamento: É importante determinar outras medicações tomadas pelo paciente. O tratamento é essencialmente sintomático e de suporte. A lavagem gástrica47 inicial é útil. Manter o paciente em observação e manter a via aérea desobstruída, pois o envolvimento de mecanismo extrapiramidal pode produzir disfagia48 e dificuldade respiratória na dosagem excessivamente alta. Não tentar induzir vômito39 porque é possível o desenvolvimento de uma reação distônica da cabeça ou pescoço, que pode resultar em aspiração do vômito39. Os sintomas9 extrapiramidais podem ser tratados com drogas antiparkinsonianas ou barbituratos. Deve-se tomar cuidado em evitar aumento da depressão respiratória. Se ocorrer hipotensão22, devem ser iniciadas as medidas padrão para tratar o choque49 circulatório. Caso se queira administrar um vasoconstritor, levarterenol e fenilefrina são os mais indicados. Outros agentes hipertensores, inclusive a epinefrina, não são recomendados, porque os derivados de fenotiazina podem inverter a ação normal de elevação desses agentes e ocasionar, posteriormente, uma diminuição da pressão sangüínea50.
Experiência limitada indica que as fenotiazinas não são dialisáveis.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.
STELAZINE - Laboratório
GlaxoSmithKline
Estrada dos Bandeirantes, 8464
Rio de Janeiro/RJ
- CEP: 22783-110
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