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Atualizado em 2012

LOREMIX D

Preço em Washington/SP: R$ 28,53
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Loremix D
Loratadina + Pseudoefedrina
     

FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES - LOREMIX D

Comprimidos Revestidos: caixa contendo 12 comprimidos revestidos.

Comprimidos Revestidos de Liberação Prolongada: caixa contendo 6 comprimidos revestidos.

Xarope - frasco com 60 ml de solução.

USO ADULTO E/OU PEDIÁTRICO

COMPOSIÇÃO - LOREMIX D

Comprimidos Revestidos: cada comprimido revestido contém:

Loratadina 5 mg

Pseudoefedrina 120 mg

Excipientes: cellactose, estearato de magnésio, gluconato amido sódico, talco BL-1 magnesita, polietilenoglicol, dióxido de titânio, copolímero ácido metacrílico, álcool isopropílico, corante, acetona e água deionizada.

Comprimidos Revestidos de Liberação Prolongada: cada comprimido revestido contém:

Loratadina 10 mg

Pseudoefedrina 240 mg

Excipientes: cellactose, estearato de magnésio, gluconato amido sódico, lactose, talco, polietilenoglicol 6000, dióxido de titânio, copolímero ácido metacrílico, álcool isopropílico, corante, acetona e água deionizada.

Xarope - cada ml da solução contém:

Loratadina 1 mg

Pseudoefedrina 12 mg

Excipientes: ácido cítrico, sacarose, álcool absoluto, essência de laranja, glicerina, metilparabeno, propilparabeno e água deionizada.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE - LOREMIX D

LOREMIX-D (Loratadina + Pseudoefedrina) é um potente anti-histamínico seletivo, indicado para o alívio dos sintomas1 associados à rinite2 alérgica, melhorando a coriza e a congestão nasal.

CUIDADOS NA CONSERVAÇÃO: O medicamento deve ser conservado ao abrigo da luz, calor e umidade e em temperatura entre 15 e 30°C.

Prazo de validade: 24 meses após a data de fabricação.

Verifique a data de fabricação no cartucho.

Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.


GRAVIDEZ3 E LACTAÇÃO4: A segurança do uso da associação de Loratadina + Pseudoefedrina durante a gravidez3 e lactação4 ainda não está estabelecida devido à falta de estudos nessa classe de pacientes.

Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se estiver amamentando.


CUIDADOS NA ADMINISTRAÇÃO: Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.


NÃO INTERROMPER O TRATAMENTO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO.


REAÇÕES ADVERSAS: As reações adversas são raras, porém podem ocorrer casos de fadiga, sedação, cefaléia5 e secura na boca. Informar a seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.


TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.


CONTRA-INDICAÇÕES: LOREMIX-D (Loratadina + Pseudoefedrina) está contra-indicado durante a gravidez3 e lactação4, a pacientes com alergia6 aos componentes da fórmula ou àqueles que apresentaram resposta contrária à Loratadina e a crianças com idade inferior a 6 anos. Informar a seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.


NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER PREJUDICIAL PARA SUA SAÚDE.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS - LOREMIX D

A Loratadina é um anti-histamínico tricíclico potente, de ação prolongada, com atividade seletiva e antagônica nos receptores H1 periféricos. A Loratadina é rapidamente absorvida no tubo digestivo após a ingestão oral. A Pseudoefedrina é um agente vasoconstritor, quando administrado por via oral; tem um efeito descongestionante gradual, mas constante, nas vias aéreas superiores. A membrana mucosa7 das vias respiratórias se descongestiona por sua ação simpaticomimética.

Farmacocinética: As concentrações plasmáticas máximas da loratadina são atingidas em 1 hora, e sua meia-vida plasmática é de 17 a 24 horas. A Loratadina é metabolizada no fígado8, de forma intensa, em descarboetoxiloratadina, que é a forma ativa. Sua ligação às proteínas9 plasmáticas é de 97 a 99%, e a do metabólito ativo é de 73 a 76%. A insuficiência renal10 não modifica de forma significativa a farmacocinética da Loratadina. Em caso de insuficiência hepática11, há modificação dos parâmetros farmacocinéticos e a dose de Loratadina deve ser diminuída. A Pseudoefedrina é um estereoisômero da efedrina; ela é rapidamente absorvida pelo trato intestinal com pico plasmático de 5 horas, podendo seu efeito permanecer por várias horas. Sua excreção é renal12 e varia de 3 a 5 horas, dependendo da acidez da urina13.

 

Indicações - LOREMIX D

LOREMIX-D (Loratadina + Pseudoefedrina) é indicado para o alívio dos sintomas1 associados com a rinite2 alérgica, tais como: coriza, espirros e prurido14 nasal, ardor e pruridos oculares, secundários à congestão das mucosas observadas nos casos de rinite2 alérgica e do resfriado comum. Os sinais15 e sintomas1 oculares e nasais são rapidamente aliviados após a administração oral do medicamento.

Contra-indicações - LOREMIX D


LOREMIX-D (Loratadina + Pseudoefedrina) está contra-indicado para mulheres grávidas, lactantes16 e crianças menores de 6 anos de idade, salvo a critério médico. É contra-indicado também em casos de hipersensibilidade a qualquer componente da formulação ou em pessoas com reação idiossincrática à Loratadina. Pacientes em uso de inibidores da monoamino oxidase não devem fazer uso de Pseudoefedrina devido ao aumento de seu efeito.

Precauções - LOREMIX D

Deve ser evitado o uso concomitante de LOREMIX-D (Loratadina + Pseudoefedrina) com substâncias depressoras do SNC, tais como álcool, barbitúricos, hipnóticos, analgésicos17 opiáceos e neurolépticos, pois, têm seus efeitos potencializados. Pacientes com glaucoma18, úlcera péptica19 estenosante, obstrução piloroduodenal, hiperplasia20 prostática, obstrução do colo da bexiga21, doença cardiovascular, ou diabetes mellitus22 devem fazer o uso de medicamentos contendo Pseudoefedrina, com uma avaliação criteriosa, pelo risco de exacerbação da doença. Devido ao fato dos agentes simpaticomiméticos serem estimulantes do SNC, seu uso pode levar à convulsão23 e/ou colapso cardiovascular associado à hipotensão24. Pacientes hepatopatas graves devido a menor metabolismo25 da Loratadina devem ter sua dose inicial reduzida.

Reações adversas - LOREMIX D


Nos estudos clínicos controlados, a Loratadina demonstrou ausência de propriedades sedativas e anticolinérgicas, clinicamente significativas. A ocorrência de fadiga, sedação, cefaléia5 e secura da boca foram comunicadas em raras ocasiões. Porém a freqüência destes sintomas1 foi estatisticamente igual para Loratadina e placebo. Foram relatados raros casos de alopecia26. Em crianças, a Pseudoefedrina pode levar a quadros de excitação. Pacientes idosos, com mais de 60 anos, são mais susceptíveis aos efeitos dos simpaticomiméticos. Neste grupo de pacientes, podemos observar confusão, alucinações, depressão do SNC e parada cardiorespiratória, logo seu uso nesta faixa etária deve ser feito com cautela.

Posologia - LOREMIX D

Comprimidos revestidos: Adultos e crianças acima de 12 anos - 1 comprimido duas vezes ao dia, com um intervalo de 12 horas entre as tomadas.

Comprimidos revestidos de liberação prolongada: Adultos e crianças acima de 12 anos - 1 comprimido uma vez ao dia.

Xarope: Adultos e crianças entre 6 e 12 anos (peso corporal acima de 30 kg) - 5 ml, duas vezes ao dia, com um intervalo de 12 horas entre as tomadas.

Crianças entre 6 e 12 anos (peso corporal abaixo de 30 kg) - 2,5 ml, duas vezes ao dia, com um intervalo de 12 horas entre as tomadas

SUPERDOSE - LOREMIX D


Até o momento, não existem comunicados de superdosagem com o produto. Caso ocorra, deve-se começar imediatamente um tratamento sintomático geral e coadjuvante que deve ser mantido durante o tempo necessário. A sintomatologia da superdosagem pode variar desde depressão do sistema nervoso27 central (sedação, apnéia28, diminuição da capacidade mental, cianose29, coma30 e colapso cardiovascular) a estímulo (insônia, alucinação31, tremores e convulsão23), até parada cardiorrespiratória. Outros sinais15 e sintomas1 podem incluir euforia, excitação, taquicardia32, palpitação33, sede, sudorese34, náuseas35, tinnitus36, ataxia37, visão turva e hiper ou hipotensão24. O risco de estímulo é mais provável em crianças, como também são os sinais15 e sintomas1 similares aos produzidos pela atropina (boca seca, pupilas fixas e dilatadas, rubor, hipertermia e sintomas1 gastrintestinais). Em doses elevadas os agentes simpaticomiméticos podem provocar: náuseas35, cefaléia5, vômitos38, sudorese34, sede, taquicardia32, dor pré-cordial, palpitação33, dificuldades de micção, debilidade e tensão muscular, ansiedade, nervosismo e insônia. Muitos pacientes podem apresentar uma psicose39 tóxica com alucinações. Alguns podem desenvolver arritmias cardíacas, colapso circulatório, convulsões, coma30 e insuficiência respiratória40. Tratamento: Deve-se induzir ao vômito41, caso não ocorra emese42 espontânea. O vômito41 induzido farmacologicamente, por administração de xaropes de Ipecacuanha, é o método preferido. No entanto não se deve induzir o vômito41 em pacientes inconscientes. A ação da Ipecacuanha é facilitada pela atividade física e pela administração de 240 a 360ml de água. Se a emese42 não ocorrer dentro de 15 minutos, a dose do xarope deve ser repetida. Devem ser tomadas precauções para evitar a aspiração, especialmente em crianças. Após a emese42, qualquer resto de droga no estômago43 deve ser adsorvido, administrando-se carvão ativado sob a forma de suspensão em água. Se a indução do vômito41 não tiver êxito, ou estiver contra-indicada, deve-se realizar uma lavagem gástrica44. A solução salina fisiológica é a solução de eleição para a lavagem gástrica44, especialmente em crianças. Nos adultos, pode-se usar água corrente; no entanto, antes da instilação seguinte, deve-se extrair o maior volume possível do líquido administrado previamente. Os catárticos salinos atraem água para o intestino por osmose e, portanto, podem ser valiosos por sua ação diluente do conteúdo intestinal. Não se sabe se o produto é dialisável. Após o tratamento de urgência, o paciente deve permanecer sob vigilância médica. O tratamento dos sinais15 e sintomas1 da superdosagem é sintomático e coadjuvante. Não devem ser usados agentes estimulantes. Pode-se usar vasoconstritores para o tratamento da hipotensão24. Os barbitúricos de ação curta, diazepam ou paraldeído, podem ser administrados para controlar as convulsões. A hiperpirexia, especialmente em crianças, pode necessitar de tratamento com banhos de esponja com água tíbia45 ou com manta hipotérmica. A apnéia28 é tratada com auxílio ventilatório.

Advertências e recomendações para pacientes com idade superior a 65 anos - LOREMIX D


Devido ao fato de ser o paciente idoso mais sensível a ação da Pseudoefedrina, seu uso deve ser feito com cautela, iniciando com doses menores.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

LOREMIX D - Laboratório

ATIVUS
Rua Fonte Mécia, 2050 - São Pedro
Valinhos/SP - CEP: 13270-000
Tel: (19) 3849 8600
Site: http://www.ativus.com.br/

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