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Atualizado em 2012

EUPRESSIN-H

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Composição - EUPRESSIN-H

cada comprimido de 10/25 mg contém: maleato de enalapril 10 mg, hidroclorotiazida 25 mg, excipiente q.s.p. 1 comprimido. Cada comprimido de 20/12,5 mg contém: maleato de enalapril 20 mg, hidroclorotiazida 12,5 mg, excipiente q.s.p. 1 comprimido.  

Posologia e Administração - EUPRESSIN-H

Eupressin-H é apresentado como comprimidos para administração oral. A posologia de Eupressin-H deve ser determinada primariamente pela experiência com o maleato de enalapril. A dose de cada paciente deve ser individualizada. A dose de Eupressin-H 10/25 mg ou de Eupressin-H 20/12,5 mg deverá ser determinada pela titulação de cada componente individualmente. Deve ser levado em conta que os pacientes em tratamento anti-hipertensivo combinado usualmente não necessitam doses de hidroclorotiazida maior que 50 mg/dia ou de enalapril maior que 40 mg/dia. Portanto a dose de Eupressin-H em qualquer de suas duas formas de apresentação não deve ultrapassar 2 comprimidos ao dia. Hipertensão arterial1: em hipertensão2, a dose usual é 1 comprimido de 10/25 mg ou 20/12,5 mg, conforme o caso, administrado 1 vez ao dia. Se necessário, a posologia pode ser aumentada para 2 comprimidos, administrados 1 vez ao dia. Terapia diurética anterior: pode ocorrer hipotensão3 sintomática após a dose inicial de Eupressin-H; isto é mais provável em pacientes que estão depletados de sal ou volume, como resultado de terapia diurética anteriormente utilizada. Esta deve ser descontinuada 2 a 3 dias antes do início do uso de Eupressin-H. Posologia na insuficiência renal4: os tiazídicos não são diuréticos5 apropriados para uso em pacientes com insuficiência renal4 e não são eficazes com valores de clearance de creatinina6 abaixo de 30 ml/min. (isto é, insuficiência renal4 moderada ou severa). Em pacientes com depuração de creatinina6 entre 30 e 80 ml/min., Eupressin-H deve ser usado apenas após titulação dos componentes individuais. A dose recomendada de maleato de enalapril, quando utilizado isoladamente, em insuficiência renal4 é de 5 a 10 mg.

Superdosagem - EUPRESSIN-H

o tratamento da superdosagem é sintomático e de suporte. Deve-se suspender a terapia com Eupressin-H e observar o paciente cuidadosamente.  

Precauções - EUPRESSIN-H

hipotensão3 e desequilíbrio hidroeletrolítico: como com qualquer terapêutica anti-hipertensiva, pode ocorrer hipotensão3 em alguns pacientes. Os pacientes devem ser observados quanto aos sinais7 clínicos de desequilíbrio hidroeletrolítico, por exemplo: depleção de volume, hiponatremia, alcalose8 hipoclorêmica, hipomagnesemia ou hipocalemia9, que podem ocorrer durante diarréia10 ou vômitos11. Determinações periódicas de eletrólitos séricos devem ser efetuadas a intervalos apropriados nestes pacientes. Deve ser dada particular atenção quando a terapia for administrada a pacientes com cardiopatia isquêmica12 ou doença vascular13 cerebral, pois uma redução excessiva na pressão arterial poderia resultar em infarto do miocárdio14 ou A.V.C. Se ocorrer hipotensão3, o paciente deve ser colocado em posição supina, e, se necessário, deve receber infusão de solução salina normal. Hipotensão3 transitória não é contra-indicação a doses posteriores. Após restabelecimento da PA e do volume sangüíneo efetivo, a reinstituição da terapêutica a doses reduzidas pode ser possível, ou pode-se optar pelo uso apropriado de qualquer dos componentes isoladamente. Deterioração da função renal15: os tiazídicos não são os diuréticos5 apropriados para uso em pacientes com função renal15 deteriorada e não são eficazes com valores de clearance de creatinina6 abaixo de 30 ml/min. (isto é, insuficiência renal4 moderada ou severa). Eupressin-H não deve ser administrado a pacientes com insuficiência renal4 (clearance de creatinina6 80 ml/min.) até que a titulação dos componentes individuais tenha estabelecido a necessidade das doses a serem utilizadas com a combinação. Alguns pacientes hipertensos, sem aparente dano renal15, têm desenvolvido aumentos discretos e transitórios de uréia16 e creatinina6 séricas, quando submetidos à terapêutica combinada de enalapril e diurético17. Se isto ocorrer durante o tratamento com Eupressin-H, a combinação deve ser interrompida. Pode-se reiniciar o tratamento com doses menores ou optar por um dos componentes isoladamente. Em alguns pacientes, com estenose bilateral da artéria18 renal15 ou estenose de uma artéria18 renal15 em rim19 único, têm sido relatados aumentos de uréia16 e creatinina6 séricas com o uso de inibidores de enzima20 de conversão. Estes aumentos são geralmente reversíveis após interrupção da terapêutica. Hepatopatias: as tiazidas devem ser utilizadas com cautela em pacientes com disfunção hepática e hepatopatias progressivas, pois pequenas alterações do balanço hídrico e eletrolítico podem precipitar o coma21 hepático. Cirurgia/Anestesia22: em pacientes que se submetem a cirurgias de grande porte ou durante anestesia22 com agentes que produzam hipotensão3, enalapril pode bloquear a formação de angiotensina II secundária à liberação compensatória de renina. Se ocorrer hipotensão3 atribuída a este mecanismo, a correção pode ser feita através da expansão de volume. As tiazidas podem aumentar a resposta à tubocurarina. Efeitos metabólicos e endócrinos: as tiazidas podem prejudicar a tolerância à glicose23. Podem ser necessários ajustes na posologia de agentes hipoglicemiantes24, incluindo insulina25. As tiazidas podem diminuir a excreção urinária de cálcio e causar elevações leves e intermitentes de cálcio sérico, hipercalemia importante pode ser evidência de hiperparatireoidismo subclínico. A terapêutica com tiazídicos deve ser interrompida antes da realização de testes de função paratireoideana. A terapêutica com tiazídicos pode precipitar hiperuricemia e/ou gota26 em certos pacientes. Entretanto, enalapril pode aumentar o ácido úrico urinário e, portanto, atenuar o efeito hiperuricemiante da hidroclorotiazida. Hipersensibilidade/Edema angioneurótico27: edema angioneurótico27 de face, extremidades, lábios, glote28 e/ou laringe29 tem sido relatado raramente em pacientes tratados com inibidores da enzima20 de conversão, incluindo maleato de enalapril. Em tais casos, o maleato de enalapril deve ser interrompido imediatamente e o paciente deve ser observado atentamente até o desaparecimento do edema30. Nos casos em que o edema30 tenha sido confinado à face e lábios, a condição normalmente se resolve sem tratamento, entretanto, anti-histamínicos têm sido úteis no alívio dos sintomas31. O edema angioneurótico27 associado a edema30 de laringe29 pode ser fatal. Quando existe envolvimento de língua32, glote28 ou laringe29, de modo a produzir obstrução das vias aéreas, deve-se administrar imediatamente solução de epinefrina subcutânea 1:1000 (0,3 a 0,5 ml) e instituir outras terapêuticas apropriadas. Em pacientes recebendo tiazídicos, reações de sensibilidade podem ocorrer com ou sem história de alergia33 ou asma34 brônquica. Exacerbação ou atividade de lupo eritematoso sistêmico tem sido relatado com o uso de tiazídicos. Recomenda-se abster se do uso de bebidas alcóolicas, uma vez que o álcool pode potencializar o efeito do medicamento. Uso na gravidez35: não há estudos adequados e bem controlados com o Eupressin-H em grávidas. O uso rotineiro de diuréticos5 em mulheres grávidas saudáveis não é aconselhável e expõe a mãe e feto a danos desnecessários. Os diuréticos5 não previnem o desenvolvimento de toxemia gravídica e não existem evidências satisfatórias de que eles sejam úteis no tratamento da toxemia. As tiazidas atravessam a barreira placentária e aparecem no sangue36 do cordão umbilical. Portanto, o uso de produtos contendo tiazídicos durante ou na suspeita de gravidez35 requer que os benefícios da droga sejam pesados em relação aos possíveis danos ao feto. Deve-se considerar a descontinuação do tratamento. Estes danos incluem icterícia37 fetal ou neonatal, trombocitopenia38 e possivelmente outras reações adversas que têm ocorrido em adultos; pode causar a morte do feto. Enalapril cruza a barreira placentária e aparece no sangue36 do cordão umbilical. Há risco potencial de hipotensão3 fetal, redução do peso ao nascer e diminuição da perfusão renal15 ou anúria39 no feto, a partir da exposição in útero40 aos inibidores da ECA. Todo neonato41 exposto a enalapril in útero40 deve ser observado cuidadosamente quanto ao débito urinário e pressão arterial. Se necessário, deve-se iniciar tratamento clínico adequado, incluindo administração de fluidos ou diálise42 para remover o enalapril da circulação43. O uso de inibidores da ECA durante o estágio final da gestação não é, pois, geralmente recomendado. Lactação44: não se sabe se o enalaprilato é secretado no leite materno. Sabe-se que as tiazidas aparecem no leite humano. Se o uso da droga for absolutamente essencial, a paciente deve parar de amamentar. Uso pediátrico: a eficácia e segurança em crianças não foram estabelecidas. Uso em idosos: em estudos clínicos, a eficácia e tolerabilidade do maleato de enalapril e hidroclorotiazida, administrados concomitantemente, foram semelhantes em hipertensos jovens e idosos. Interações medicamentosas: potássio sérico: o efeito espoliador de potássio dos diuréticos5 tiazídicos é geralmente atenuado pelo efeito poupador de potássio do enalapril. Os níveis de potássio sérico geralmente se mantêm dentro dos limites normais. O uso de suplementação de potássio, agentes poupadores de potássio, ou substitutos do sal de cozinha contendo potássio, principalmente em pacientes com função renal15 deteriorada, pode induzir a aumentos significantes do potássio sérico. Lítio: o lítio geralmente não deve ser administrado com diuréticos5. Os diuréticos5 reduzem o clearance renal15 do lítio e levam a alto risco de toxicidade. As informações das preparações de lítio devem ser consultadas antes do seu uso. Outros agentes anti-hipertensivos: a combinação do maleato de enalapril com bloqueadores beta-adrenérgicos, metildopa ou bloqueadores dos canais de cálcio têm demonstrado aumento de eficácia no controle pressórico. Ganglioplégicos e bloqueadores adrenérgicos combinados com enalapril só devem ser administrados sob rigorosa observação. Álcool, barbitúricos ou narcóticos: pode ocorrer potencialização da hipotensão3 ortostática. Aminas vasopressoras (por exemplo: adrenalina): possível diminuição na resposta às aminas vasopressoras, mas não o suficiente para impedir seu uso. Antiinflamatórios não esteróides: em alguns pacientes, a administração de antiinflamatórios não esteróides pode reduzir os efeitos diuréticos5, natriuréticos e anti-hipertensivos dos diuréticos5.  

Reações adversas - EUPRESSIN-H

Eupressin-H é usualmente bem tolerado. Em estudos clínicos, os efeitos colaterais foram usualmente leves e transitórios e, na maioria das vezes, não requereram a interrupção da terapia. O efeito clínico mais comum foi tontura45, que geralmente respondeu à diminuição da posologia e raramente levou à interrupção terapêutica. Outros efeitos colaterais menos freqüentes foram cefaléia46, fraqueza, câimbras47 musculares e astenia48. Ainda menos comuns foram os seguintes eventos listados por sistema: cardiovascular: síncope49, hipotensão3 não ortostática, taquicardia50, dor torácica, palpitações51. Gastrintestinal: diarréia10, vômitos11, dispepsia52, dor abdominal, flatulência, constipação53, náusea54. Psiquiátrico: insônia, sonolência, parestesia55, vertigem56, nervosismo. Respiratório: dispnéia57, tosse. Outros: diminuição da libido, exantema58, boca seca, gota26, hiperidrose, zumbido, prurido59, artralgia60, impotência61, erupção cutânea62. Hipersensibilidade/edema angioneurótico27: edema angioneurótico27 de face, extremidades, lábios, língua32, glote28 e/ou laringe29 têm sido reportado raramente. Efeitos laboratoriais: alterações clinicamente importantes dos parâmetros laboratoriais padrões raramente estiveram associadas com a administração de Eupressin-H. Foram notadas ocasionalmente hiperglicemia63, hiperuricemia, hipocalemia9 e hipopotassemia64. Também foram vistos aumentos da uréia16 e creatinina6 do sangue36 e elevações das enzimas hepáticas e/ou bilirrubinas séricas. Todos foram geralmente reversíveis com a descontinuação de Eupressin-H. Ocorreu também hipercalemia e reduções da hemoglobina65, hematócrito66 e dos leucócitos67.  

Contra-Indicações - EUPRESSIN-H

anúria39. Hipersensibilidade a qualquer componente deste produto ou a outras drogas derivadas das sulfonamidas.  

Indicações - EUPRESSIN-H

é indicado no tratamento da hipertensão arterial1 em pacientes nos quais a terapêutica combinada é adequada.  

Apresentação - EUPRESSIN-H

embalagem com 30 comprimidos.


EUPRESSIN-H - Laboratório

BIOSINTETICA
Rua Periquito, 236 - Vl. Uberabinha
São Paulo/SP - CEP: 04514-050
Tel: 55 (011) 5561-2614
Fax: 55 (011)5561-2072
Site: http://www.biosintetica.com.br/

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