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Atualizado em 2012

METILDOPA

Preço em Washington/SP: R$ 13,70
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Composição - METILDOPA

cada comprimido contém, respectivamente: 250 mge 500 mg de metildopa. Excipiente (lactose, manitol, PVP, estearato de magnésio) q.s.p. 1 comprimido.

Posologia e Administração - METILDOPA

início da terapia: a posologia usual de início do tratamento com Metildopa é de 250 mg duas a três vezes ao dia, nas primeiras 48 horas. A seguir, a posologia diária pode ser aumentada ou diminuída, preferivelmente a intervalos de pelo menos dois dias, até se obter uma resposta adequada. Para minimizar a sedação, iniciar o aumento da dosagem à noite. Pelo ajuste da dose, a hipotensão1 matutina pode ser prevenida sem prejuízo do controle da pressão arterial à tarde. Quando metildopa é administrada a pacientes junto com outros anti-hipertensivos, a dose desses agentes pode precisar ser ajustada para efetuar uma transição gradativa. Quando a metildopa é administrada junto com outro anti-hipertensivo que não os diuréticos2 tiazídicos, a dose inicial de Metildopa deve ser limitada a 500 mg diários em tomadas divididas. Quando a metildopa é adicionada a uma tiazida, a dosagem do tiazídico não precisa ser alterada. Terapia de manutenção: a dose diária usual de Metildopa é 500 mg a 2 g divididas em 2 a 4 doses. Embora pacientes ocasionais tenham respondido a doses maiores, a dosagem máxima diária recomendada é 3 g. Uma vez que uma faixa de dosagem efetiva seja alcançada, a resposta gradual da pressão arterial ocorre na maioria dos pacientes em 12 a 24 horas. Uma vez que a metildopa tem uma duração de ação relativamente curta, a sua retirada é seguida do retorno da hipertensão3, normalmente dentro de 48 horas. Isto não é complicado por uma hipertensão3 de rebote. Ocasionalmente, pode ocorrer tolerância, normalmente entre o segundo e o terceiro mês de tratamento. Adicionando um diurético4 ou aumentando a dose de Metildopa, freqüentemente será restabelecido o efetivo controle da pressão arterial. Um diurético4 tiazídico pode ser associado a qualquer momento durante a terapia com Metildopa. É recomendado caso a terapia não tenha sido iniciada com uma tiazida, ou se um eficiente controle da pressão arterial não pode ser obtido com 2 g/dia de Metildopa. A metildopa é amplamente excretada pelo rim5 e os pacientes com insuficiência renal6 podem responder a doses menores. Síncope7 em pacientes mais idosos pode estar relacionada a uma sensibilidade aumentada e vasculopatia arteriosclerótica avançada. Isto pode ser evitado com doses mais baixas. - Uso geriátrico: Metildopa poderá ser usado por pacientes acima de 65 anos, desde que observadas as precauções e advertências comuns ao produto. - Superdosagem: quadro clínico: superdosagem aguda pode produzir hipotensão1 aguda, com outras respostas atribuíveis a disfunções cerebrais e gastrintestinais (sedação excessiva, fraqueza, bradicardia8, vertigem9, sensação de cabeça leve, constipação10, distensão, flatulência, diarréia11, náusea12, vômito13). Tratamento: na ocorrência de superdosagem, medidas de suporte e sintomáticas deverão ser empregadas. Quando a ingestão é recente, proceder a lavagem gástrica14 para tentar reduzir a absorção. Quando a ingestão já tiver ocorrido a um certo tempo, infusões podem ser úteis para promover uma excreção urinária. De outra maneira, a conduta inclui atenção especial à freqüência e débito cardíaco15, volume sangüíneo, balanço eletrolítico, íleo16 paralítico, função urinária e atividade cerebral. Aminas simpaticomiméticas (por exemplo, levarterenol, epinefrina, metaraminol) podem ser indicadas. A metildopa pode se removida por diálise17.

Precauções - METILDOPA

ocasionalmente ocorreu febre18 dentro das 3 primeiras semanas de administração de Metildopa. Em alguns casos essa febre18 tem-se associado à eosinofilia ou anormalidades numa ou mais provas funcionais hepáticas, tais como, a da fosfatase alcalina sérica das transaminases séricas (TGO, TGP), da bilirrubina19, da floculação da cefalina-colesterol20, do tempo de protrombina, e de retenção de bromossulfaleína. Também pode ocorrer icterícia21 com ou sem febre18, geralmente iniciando-se dentro dos primeiros 2 ou 3 meses de tratamento. Em alguns pacientes esses achados são compatíveis com os de colestase. Têm sido relatados raros casos de necrose22 hepática fatal. A biópsia23 do fígado24, realizada em vários pacientes com disfunção hepática, mostrou necrose22 focal microscópica, compatível com hipersensibilidade medicamentosa. Durante as 6 a 12 primeiras semanas de tratamento, ou sempre que venha a ocorrer febre18 inexplicada, devem ser feitas, a intervalos, provas de função hepática, leucometria e contagem dos glóbulos sangüíneos. Se aparecerem febre18, anormalidades nas provas funcionais hepáticas ou icterícia21, deve-se suspender o tratamento com a metildopa. Quando relacionadas com a metildopa, a temperatura e as anormalidades da função hepática têm retornado caracteristicamente ao normal ao suspender-se o uso do medicamento. Esta deve ser utilizada com cautela em pacientes com antecedentes pessoais de doença ou disfunção hepática. Foi relatada uma resposta pressora paradoxal com cloridrato de metildopa intravenoso. Pode suceder que durante o uso de Metildopa o paciente necessite submeter-se a anestésico em doses reduzidas. Se durante a anestesia25 ocorrer hipotensão1, esta em geral poderá ser controlada por vasopressores. Durante o tratamento com a metildopa, os receptores adrenérgicos permanecem sensíveis. A diálise17 remove a metildopa; portanto, a hipertensão3 pode retornar após este processo. Raramente observam-se movimentos coreoatetóticos durante o tratamento com a metildopa em pacientes com grave doença cerebrovascular26 bilateral. Se ocorrerem estes movimentos, suspenda-se o tratamento. - Gravidez27 e lactação28: Metildopa foi usado sob estreita supervisão clínica e obstétrica no tratamento de hipertensão3 durante a gravidez27. Não houve evidência clínica de que Metildopa causasse anormalidades fetais ou que o recém-nascido fosse afetado. A metildopa atravessa a barreira placentária e aparece no sangue29 umbilical e no leite materno. Embora não tenham sido relatados manifestos efeitos teratogênicos, a possibilida-de de dano fetal não pode ser excluída e o uso da substância em grávidas ou em mulheres que podem engravidar ou que estão amamentando os recém-nascidos, requer sejam os benefícios previstos pesados contra os possíveis riscos. - Interferência em exames laboratoriais: a metildopa pode interferir no dosagem do ácido úrico urinário pelo método do fosfotungstato, na da creatinina30 sérica pelo método do picrato alcalino e na da TGO pelo método colorimétrico. Não há menção de interferência na análise da TGO pelos métodos espectrofotométricos. Uma vez que a metildopa causa fluorescência em amostras de urina31 nos mesmos comprimentos de onda que as catecolaminas, podem relatar-se concentrações falsamente elevadas de catecolaminas urinárias. Isto interfere no diagnóstico32 de feocromocitoma33. É importante tomar-se conhecimento deste fenômeno antes de submeter-se à cirurgia paciente com possível feocromocitoma33. A metildopa não interfere na dosagem do AVM (ácido vanililmandélico) pelos métodos que convertem o AVM em vanilina. A metildopa não se recomenda no tratamento de pacientes com feocromocitoma33. Raramente, quando exposta ao ar após a micção, a urina31 pode escurecer como resultado da decomposição da metildopa ou de seus metabólitos. - Advertências: raramente ocorrreu anemia hemolítica34 adquirida em associação com a terapia pela metildopa. Se os sintomas35 clínicos indicarem a possibilidade de anemia36, devem ser feitas determinações da hemoglobina37 e/ou do hematócrito38. Se houver anemia36 deve-se proceder a adequadas provas de laboratório, para determinar se há hemólise39. A evidência de anemia hemolítica34 é indicação para suspender o uso do medicamento. A cessação de Metildopa isoladamente ou a iniciação dos esteróides adrenocorticais geralmente suscita pronta remissão de anemia36. Raramente, porém, têm ocorrido óbitos. Se a anemia36 não regredir, corticosteróides poderão ser administrados, e deverão ser consideradas ainda outras causas de anemia36. Se a anemia hemolítica34 for relacionada à metildopa, seu uso não deve ser reiniciado. Alguns pacientes em tratamento contínuo com a metildopa desenvolvem teste de Coombs direto positivo. O teste de Coombs positivo raramente ocorre nos primeiros seis meses de tratamento com a metildopa e, se não se verificar dentro de 12 meses, é improvável que ocorra com a administração continuada. Este fenômeno é dependente da dose, ocorrendo a mais baixa incidência40 em pacientes que recebem diariamente 1 g de Metildopa ou menos. A inversão do Coombs positivo pode ocorrer dentro de semanas ou meses após a interrupção do medicamento. Se houver necessidade de transfusão41, o prévio conhecimento da reação de Coombs positivo ajudará na avaliação da prova cruzada. Pacientes com testes de Coombs positivo, por ocasião da prova cruzada, podem apresentar incompatibilidade na prova cruzada menor. Quando isto ocorrer, deve-se realizar teste de Coombs indireto. Se este for negativo, realizar a transfusão41 com esse sangue29, bastando que ele seja compatível na prova cruzada maior. Contudo, se o teste for positivo, a conveniência da transfusão41 com sangue29 compatível na prova cruzada maior deve ser determinada por hematologista ou perito em problemas transfusionais. Raramente verificou-se leucopenia42 reversível, com efeito primário nos granulócitos. Ao suspender o medicamento, o número de granulócitos retornou prontamente ao normal. Raramente tem ocorrido trombocitopenia43 reversível.

Reações adversas - METILDOPA

no período inicial do tratamento ou sempre que se aumentar a dose, pode ocorrer sedação, geralmente transitória. Cefaléia44 e astenia45 podem ser notadas como sintomas35 iniciais e transitórios. Metildopa geralmente é bem tolerada; raramente têm ocorrido efeitos colaterais significativos. Têm sido relatadas as seguintes reações: sistema nervoso46 central: sedação (geralmente transitória), cefaléia44, astenia45, parestesias47, parkinsonismo, paralisia48 de Bell, movimentos coreoatetóticos involuntários. Distúrbios psíquicos compreendendo pesadelos, redução da acuidade mental e leves psicoses ou depressão, ambas reversíveis. Tontura49, aturdimento e sintomas35 de insuficiência50 vascular51 cerebral (podem ser devido à redução da pressão arterial). Cardiovasculares: bradicardia8, hipersensibilidade prolongada do seio carotídeo52, agravação da angina53 do peito, hipotensão1 ortostática (reduz a posologia diária); edema54 (e aumento de peso) geralmente aliviado pelo uso de diuréticos2 (suspenda o uso de Metildopa se o edema54 progredir ou se aparecerem sinais55 de insuficiência cardíaca56). Gastrintestinais: náusea12, vômito13, distensão, prisão de ventre, flatulência, diarréia11, colite57, suave sequidão bucal, língua58 dolorida ou ôpreta", pancreatite59, sialadenite. Hematológicas: testes de Coombs positivo, anemia hemolítica34, depressão da medula óssea, leucopenia42, granulocitopenia, trombocitopenia43. Testes positivos para anticorpo60 antinuclear, células LE e fator reumatóide. Alérgicas: febre18 de origem medicamentosa e anormalidades nas provas funcionais hepáticas, com icterícia21 e lesão hepatocelular (vide Precauções), síndrome61 semelhante ao lúpus, miocardite62. Dermatológicas: exantema63 cutâneo como no eczema64 ou na erupção liquenóide; necrólise epidérmica tóxica65. Outros: entupimento nasal, elevação na uréia66 nitrogenada do sangue29, aumento de volume da mama, ginecomastia67, lactação28, hiperprolactemia, amenorréia68, impotência69, diminuição da libido, artralgia70 suave, mialgia71. - Interações medicamentosas: quando a metildopa e o lítio são administrados concomitantemente, o paciente deve ser cuidadosamente controlado quanto aos sintomas35 de toxicidade por lítio. Quando a metildopa é usada em combinação com outros medicamentos anti-hipertensivos, pode ocorrer potencialização da ação anti-hipertensiva. Os pacientes deverão ser cuidadosamente acompanhados para detectar reações colaterais ou manifestações raras de idiossincrasia medicamentosa. O uso concomitante da metildopa e levodopa pode alterar os efeitos antiparkinsonianos e também pode produzir efeitos tóxicos aditivo no SNC. Metildopa pode causar hipoexcitabilidade em pacientes recebendo inibidores da MAO72. Há relatos de dor de cabeça, hipertensão3 severa e alucinações. O efeito dos anticoagulantes pode ser potencializado com o uso concomitante de Metildopa. Os antidepressivos tricíclicos podem reduzir o efeito anti-hipertensivo da metildopa. O uso do haloperidol concomitante com Metildopa pode causar sintomas35 mentais como desorientação. O uso com antiinflamatórios não esteróides, especialmente a indometacina, pode reduzir os efeitos anti-hipertensivos da metildopa. A metildopa também pode potencializar os efeitos pressores das aminas simpatomiméticas.

Contra-Indicações - METILDOPA

hipersensibilidade à metildopa ou a qualquer um dos componentes da fórmula. Pacientes com antecedentes de hepatite73 medicamentosa, com hepatopatias ativas, tais como: hepatite73 aguda e cirrose74 hepática. Anemia hemolítica34. Pacientes que fazem uso dos inibidores da MAO72 (monoaminoxidase).

Indicações - METILDOPA

tratamento da hipertensão arterial75 moderada à severa.

Apresentação - METILDOPA

caixas com 30 comprimidos.

 

METILDOPA - Laboratório

LUPER
Rua Dr. Clementino, 608
São Paulo/SP - CEP: 03059-030
Tel: 0800-551066
Fax: (11)693-0498
Email: sac@luper.com.br
Site: http://www.luper.com.br/

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