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Atualizado em 2012

Metta SR

Preço em Washington/SP: R$ 4,70
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Metta SR

IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO - Metta SR

Nome: METTA SRNome Genérico: cloridrato de metformina1

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES - Metta SR

METTA SR : embalagens com 10 ou 30 comprimidos de ação prolongada.
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO - Metta SR

Cada comprimido de ação prolongada METTA SR contém:Cloridrato de metformina1 ....................500 mg
(equivalente a 390 mg de metformina1 base)
Excipientes: lactose monoidratada, copolímero de metacrilato de amônio, óleo de rícino  hidrogenado e estearato de magnésio.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE - Metta SR

Ação esperada do medicamento:
Tratamento do diabetes2 (normalização dos níveis elevados de açúcar3 no sangue4; redução das complicações do diabetes5).
Cuidados de armazenamento:
Manter em temperatura ambiente (15º a 30ºC), protegido da luz e da umidade.
Prazo de validade:
O prazo de validade encontra-se impresso na embalagem. Não utilize este ou qualquer outro medicamento com o prazo de validade vencido.
Gravidez6 e lactação7:
Informe seu médico a ocorrência de gravidez6 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando. Este medicamento não deve ser usado durante a gravidez6 e amamentação8. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Cuidados na administração:
Este medicamento deve ser tomado diariamente, sem interrupção, exceto quando orientado pelo médico. Os comprimidos devem ser engolidos inteiros sem serem mastigados durante o jantar. Sempre ingira os comprimidos junto com a comida.
Os componentes inertes dos comprimidos podem ocasionalmente aparecer intactos nas fezes como uma massa hidratada parecida com o comprimido original.
Caso haja esquecimento de administração de uma dose, deve-se tomar a dose seguinte no horário habitual.
A dose de METTA SR (cloridrato de metformina1) não deve ser tomada dobrada.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Interrupção do tratamento:
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Reações adversas:
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. A metformina1 pode ocasionar, em alguns pacientes, reações digestivas desagradáveis, do tipo náuseas9, vômitos10 e diarréia11. Essas reações costumam ser mais freqüentes no início do tratamento, desaparecendo espontaneamente na maioria dos casos. A ocorrência dessas reações pode ser reduzida, tomando-se o medicamento durante as refeições. Podem ocorrer distúrbios do paladar e dor de cabeça. Reações de pele tipo vermelhidão e coceira, embora muito raras, também podem ocorrer. Da mesma forma, muito raramente, podem ocorrer acidose12 láctica (ver "Precauções e Advertências" em Informações Técnicas), hipoglicemia13 e diminuição da absorção de vitamina14 B12, com redução dos níveis séricos durante tratamento a longo prazo com metformina1. Recomenda-se consideração da etiologia se o paciente apresentar anemia megaloblástica15.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS
Ingestão concomitante com outras substâncias:
A ingestão juntamente com alimentos não prejudica a absorção do medicamento. Durante o uso do medicamento, evite o consumo de álcool ou reduza-o ao um mínimo.
Nunca ingira o medicamento junto com bebidas alcoólicas. Certos agentes hiperglicemiantes (corticoesteróides, diuréticos16 tiazídicos, contraceptivos orais, fenotiazinas, agentes simpaticomiméticos do tipo â2, tetracosactida, danazol, estrógenos, hormônios tireoidianos, fenitoína, ácido nicotínico, bloqueadores de canal de cálcio e isoaniazida) podem alterar o curso do diabetes2 e tornar necessário aumento da dose de metformina1 ou sua combinação com sulfoniluréias17 hipoglicemiantes18 ou terapia com insulina19. Os inibidores da ECA podem reduzir a glicemia20, tornando necessários reajustes posológicos. Os diuréticos16, especialmente os de alça, podem ocasionar falência renal21, levando ao acúmulo de metformina1 e risco, embora raro, de acidose12 láctica. Igualmente pode ocorrer falência renal21 com acúmulo de metformina1 e risco de acidose12 láctica em decorrência da utilização intravascular de contrastes iodados, por isso a necessidade de suspender o uso 48 horas antes do exame contrastado. A metformina1, usada isoladamente, raramente ocasiona hipoglicemia13. Entretanto, é necessário estar atento à potencialização de ação, quando é administrada em associação com insulina19 ou sulfoniluréias17.
Contra-indicações e precauções:
Este medicamento não deve ser usado durante a gravidez6 e amamentação8. O medicamento também está contra-indicado para alcoólatras, pessoas com doenças dos rins22 e do fígado23, insuficiência cardíaca congestiva24, infarto25 agudo26 do miocárdio, alterações respiratórias, infecções ou alergia27 a qualquer um dos componentes da fórmula.
O uso da metformina1 não elimina a necessidade de regime com redução de açúcares em todos os casos de diabetes2, assim como de regime com redução de açúcares e calorias28 quando houver, associadamente, excesso de peso. Realize regularmente os controles biológicos habituais do diabetes2. Durante o tratamento, a ocorrência de vômitos10 e dor abdominal acompanhada de cãibras musculares ou mal-estar geral com fadiga intensa pode ser sinal29 de perda do controle do diabetes2. Isto pode ser em decorrência de acidose12 láctica. O tratamento deve ser interrompido e o paciente deve consultar o médico imediatamente.
Este medicamento, usado isoladamente, não interfere na habilidade de dirigir ou operar máquinas. No entanto, os pacientes devem estar alertas aos sintomas30 da hipoglicemia13 e seus efeitos quando este medicamento for usado com outras drogas hipoglicemiantes18 tais como sulfoniluréia e/ou com insulina19 (sintomas30 da hipoglicemia13: ansiedade, comportamento similar à embriaguez , alterações visuais, suor frio, confusão mental, palidez, dificuldade de concentração, fome excessiva, aumento da freqüência cardíaca, dor de cabeça, náusea31, irritabilidade, pesadelos, sono não restaurador, tremores, cansaço incomum ou fraqueza).
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS - Metta SR

- CARACTERÍSTICAS Farmacológicas:
Mecanismo de ação: a metformina1 (dimetibiguanida) é um agente antidiabético de uso oral, derivado da guanidina.
Ao contrário das sulfamidas, a metformina1 não estimula a secreção de insulina19, não tendo, por isso, ação hipoglicemiante32 em pessoas não-diabéticas. Em diabéticos, a metformina1 reduz a hiperglicemia33, sem o risco de causar acidentes hipoglicêmicos, exceto em caso de jejum ou de associação com insulina19 ou sulfoniluréias17.
A metformina1 reduz a hiperglicemia33 através de:
- aumento da sensibilidade periférica à insulina19 e da utilização celular da glicose34;
- inibição da gliconeogênese hepática;
- retardo na absorção intestinal da glicose34.
A ação periférica da metformina1 sobre a resistência à insulina35 está associada com possível ação pós-receptora, independente da melhora na ligação da insulina19 com os receptores insulínicos.
Além de sua ação antidiabética, a metformina1 tem, no homem, efeito protetor sobre os fatores de risco de angiopatia36, diretamente ou através de sua ação sobre a resistência à insulina35. Isso foi evidenciado em estudos controlados de média ou longa duração, com doses terapêuticas:
Sobre o metabolismo37 lipoprotéico: a metformina1 reduz o colesterol38 e os triglicerídios, assim como as frações de lipoproteínas VLDL e LDL39 e a apolipoproteína B; aumenta a fração HDL40 e a apolipoproteína A. Melhora, portanto, a relação HDL40/colesterol38 total.
Sobre a fibrinólise: melhora a hipofibrinólise associada com a resistência à insulina35 na obesidade41 e no diabetes2.
Sobre a agregação plaquetária e a sensibilidade ao ADP e ao colágeno.
De acordo com o United Kingdom Prospective Diabetes2 Study (UKPDS), estudo multicêntrico, randomizado, que acompanhou por cerca de 10 anos, mais de 7000 pacientes submetidos a diversos tratamentos para controle do diabetes2 de Tipo 2, a metformina1 reduziu, de maneira significativa, as complicações e mortalidade42 associadas com a doença.
Farmacocinéticas:
A absorção da metformina1, administrada por via oral, é governada, provavelmente, por um mecanismo saturável. A biodisponibilidade dos comprimidos é da ordem de 50-60%.
Após uma dose oral única do comprimido de ação prolongada de cloridrato de metformina1, Cmax é alcançada em uma média de 4 a 8 horas. Picos plasmáticos são aproximadamente 20% menores comparados a mesma dose do comprimido simples de cloridrato de metformina1. No entanto, a extensão de absorção (medido pela ASC) é similar ao comprimido simples de cloridrato de metformina1.
A extensão de absorção da metformina1 do comprimido de ação prolongada na dose única diária de 2g é similar a dose total diária do comprimido simples de 1g administrada duas vezes ao dia. Após administração repetida do comprimido de ação prolongada, a metformina1 não acumulou no plasma43.
A metformina1 não é metabolizada, circulando em forma livre. A fração ligada às proteínas44 plasmáticas pode ser considerada como insignificante.
A meia-vida plasmática da metformina1 é de cerca de 2 horas, para a fase principal de eliminação, compreendendo 90% da dose absorvida. Os 10% restantes são eliminados mais lentamente, com meia-vida terminal de 9 a 12 horas, refletindo compartimento tecidual.
Nos pacientes submetidos a tratamento prolongado com 2 ou 3 comprimidos ao dia, nível sangüíneo de metformina1 pela manhã, em jejum, é de cerca de 1 ìg/mL (±0,5).
A metformina1 é excretada por via urinária inalterada e de forma muito rápida. Seu clearance, em uma pessoa sadia, é, em média de 400 mL/min (4 a 5 vezes maior que o da creatinina45), o que indica filtração glomerular seguida por secreção tubular. Em caso de insuficiência renal46, a meia-vida da metformina1 é aumentada, expondo a risco de acumulação.
Resultados de eficácia:
O estudo intitulado United Kingdom Prospective Diabetes2 Study (UKPDS) estabeleceu os benefícios a longo prazo de um controle intensivo da glicose sangüínea47 no diabetes2 do tipo 2.
A análise dos resultados para pacientes obesos tratados com metformina1 após fracasso de dieta mostrou:
- uma redução significativa de um risco absoluto de qualquer complicação relacionada ao diabetes2 no grupo tratado com metformina1 (29,8 eventos/1000 pacientes-anos) em comparação a dieta isolada (43,3 eventos/1000 pacientes-anos), p=0,0023, e em comparação aos grupos de sulfoniluréia combinada e de monoterapia com insulina19 (40,1 eventos/1000 pacientes-anos), p=0,0034;
- uma redução significativa do risco absoluto de mortalidade42 relacionada ao diabetes2: metformina1 7,5 eventos/1000 pacientes-anos, dieta isolada 12,7 eventos-pacientes-anos, p=0,017;
- uma redução significativa do risco absoluto de mortalidade42 em geral: 13,5 eventos/1000 pacientes-anos em comparação com dieta isolada 20,6 eventos/1000 pacientes-anos (p=0,011), e em comparação com grupos de sulfoniluréia combinada e de monoterapia de insulina19 18,9 eventos/1000 pacientes-anos (p=0,021);
- uma redução significativa do risco absoluto de infarto do miocárdio48: metformina1 11 eventos/1000 pacientes-anos, dieta isolada 18 eventos/1000 pacientes-anos (p=0,01).
Para metformina1 utilizada como terapia de segunda linha, em combinação com sulfoniluréia, os benefícios relacionados aos resultados clínicos não foram demonstrados.
Em diabetes tipo 149, a combinação de metformina1 e insulina19 foi utilizada em um grupo selecionado de pacientes, mas o benefício clínico desta combinação não foi formalmente estabelecido.

REFERÊNCIAS - Metta SR

UK Prospective diabetes2 study (UKPDS) group. Effect of intensive blood-glucose control with metformin on complications in overweight patient with type 2 diabetes mellitus50 (UKPDS 34). Lancet 1998;352:854-865.

INDICAÇÕES - Metta SR

Como agente antidiabético, associado ao regime alimentar, para o tratamento de:Diabetes2 do tipo 2, não dependente de insulina19 (diabetes2 da maturidade, diabetes2 do obeso, diabetes2 em adultos de peso normal), isoladamente ou complementando a ação de outros antidiabéticos (como as sulfoniluréias17).
Diabetes2 do tipo 1, dependente de insulina19: como complemento da insulinoterapia em casos de diabetes2 instável ou insulino-resistente (ver "Precauções e Advertências").
Também indicado na Síndrome51 dos Ovários52 Policísticos (Síndrome51 de Stein-Leventhal).

CONTRA-INDICAÇÕES - Metta SR

A metformina1 está contra-indicada em caso de:
Gravidez6 e lactação7; Insuficiência renal46 orgânica ou funcional (clearance de creatinina45 menor que 60 mL/min);
Insuficiência cardíaca congestiva24 necessitando de tratamento medicamentoso e infarto25 agudo26 do miocárdio:
Patologias agudas comportando risco de alteração da função renal21: desidratação53 (diarréias, vômitos10), febre54, estados infecciosos e/ou hipóxicos graves (choque55, septicemia56, infecção57 urinária, pneumopatia);Descompensação ceto-acidótica, pré-coma58 diabético; Reconhecida hipersensibilidade a qualquer um dos componentes dos produtos.

PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS - Metta SR

O uso da metformina1 não elimina a necessidade de regime hipoglicídico em todos os casos de diabetes2, assim como de regime hipoglicídico e hipocalórico quando houver, associadamente, excesso de peso.Devem ser regularmente realizados os controles biológicos habituais do diabetes2.
Antes de iniciar o tratamento com a metformina1, deve ser medida a creatinina45 sérica (nível sérico de creatinina45 < 1,5 mg/dL59 em homens adultos e < 1,4 mg/dL59 em mulheres adultas) e, a seguir, monitorada regularmente:
- uma vez ao ano, em pacientes com função renal21 normal;
- duas a quatro vezes ao ano, quando a creatinina45 sérica estiver no limite máximo normal, especialmente em pessoas idosas, nas quais este limite é inferior.
É necessária cautela se houver qualquer elevação da creatinina45 sérica, por exemplo, no início da terapia diurética anti-hipertensiva.
Se houver necessidade de realizar exames radiográficos com utilização de contrastes (urografia60 excretora, angiografia61), deve-se interromper o tratamento com metformina1 48 horas antes dos exames, só reiniciando-o decorridas 48 horas após a realização dos exames, de maneira a evitar ocorrência de acidose12 láctica.
A metformina1 pode desencadear ou contribuir para o aparecimento de acidose12 láctica, complicação que, na ausência de tratamento específico, pode ser fatal. A incidência62 de acidose12 láctica pode e deve ser reduzida através da monitorização cuidadosa dos fatores de risco:
Condições - a insuficiência renal46 aguda, orgânica ou funcional, desempenha papel predominante, uma vez que a falta de excreção urinária leva ao acúmulo de metformina1.
São fatores predisponentes: diabetes2 mal controlado, cetose, jejum prolongado, alcoolismo, insuficiência63 hepatocelular, assim como qualquer estado de hipoxemia (insuficiência cardíaca congestiva24 necessitando medicação, infarto25 agudo26 do miocárdio, insuficiência respiratória64, etc).
Sinais65 premonitórios - o aparecimento de cãibras musculares acompanhadas por alterações digestivas, dores abdominais e astenia66 intensa, em um paciente tratado com metformina1, deve despertar a atenção do médico. O tratamento deve ser interrompido se houver elevação dos níveis sangüíneos de lactato, acompanhada de aumento da creatinina45 sérica.
(Nota - as amostras de sangue4 para determinação do lactato devem ser tiradas com o paciente em repouso, sem utilizar garrote. Analisá-las imediatamente ou, caso necessário, transportá-las sobre gelo).
Diagnóstico67 - a acidose12 láctica caracteriza-se por dispnéia68 acidótica, dores abdominais, hipotermia69 e, a seguir, coma58. Os exames laboratoriais indicam redução no pH do sangue4, nível sangüíneo de lactato superior a 5 mmol/L70 e elevação na relação lactato-piruvato.
Incidência62 - na França, a incidência62 de acidose12 láctica em pacientes tratados com metformina1 é de 1 caso para 40.000 pacientes/ano.
A metformina1, em associação com a insulina19, tem sido utilizada no tratamento do diabetes Tipo 149, em pacientes selecionados; os benefícios clínicos desta combinação, porém, não estão formalmente estabelecidos.
Gravidez6: este medicamento não deve ser usado durante a gravidez6 Categoria de risco na gravidez6: B - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Lactação7: este medicamento não deve ser usado durante a lactação7.
Pediatria: este medicamento não é indicado para crianças abaixo de 17 anos.
Pacientes idosos: uma vez que o envelhecimento está associado com redução da função renal21 e a metformina1 é eliminada, fundamentalmente pelos rins22, o produto deve ser usado com cautela em pacientes idosos. Nestes pacientes a dose inicial e a de manutenção devem ser conservadoras. Quaisquer ajustes de posologia somente devem ser feitos após cuidadosa avaliação da função renal21.
Em geral, os pacientes idosos não devem receber a dose máxima do produto.
- INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Certos agentes hiperglicemiantes (corticoesteróides, diuréticos16 tiazídicos, contraceptivos orais, fenotiazinas, agentes simpaticomiméticos do tipo â2, tetracosactida, danazol, estrógenos, hormônios tireoidanos, fenitoína, ácido nicotínico, bloqueadores de canal de cálcio e isoaniazida) podem alterar o curso do diabetes2 e tornar necessário aumento da dose de metformina1 ou sua combinação com sulfoniluréias17 hipoglicemiantes18 ou terapia com insulina19. Os inibidores da ECA podem reduzir a glicemia20, tornando necessários reajustes posológicos. Os diuréticos16, especialmente os de alça, podem ocasionar falência renal21, levando a acúmulo de metformina1 e risco, embora raro, de acidose12 láctica. Igualmente pode ocorrer falência renal21 com acúmulo de metformina1 e risco de acidose12 láctica em decorrência da utilização intravascular de contrastes iodados, por isso a necessidade de suspender o uso 48 horas antes do exame contrastado. A metformina1, usada isoladamente, raramente ocasiona hipoglicemia13.
Entretanto, é necessário estar atento à potencialização de ação, quando é administrada em associação com insulina19 ou sulfoniluréias17. Os medicamentos listados a seguir podem interagir com a metformina1: furosemida, amilorida, tiazida, cimetidina, nifedipino, digoxina, morfina, procainamida, quinidina, quinino, ranitidina, triantereno, trimetroprima, vancomicina, contraceptivos estrógenos, estrogênios, isoniazida, niacina, fenotiazina, agentes simpaticomiméticos, hormônios tireoideanos, clofibrato, inibidores da monoaminooxidase, probenecida, propranolol, rifabutina, rifampicina, salicilatos, sulfonamidas, sulfoniluréias17.

REAÇÕES ADVERSAS - Metta SR

Podem ocorrer as reações indesejáveis descritas a seguir (as freqüências são definidas em - muito comuns: >1/10; comuns: >1/100 e <1/10; incomuns: >1/1000 e <1/100; raras: >1/10.000 e <1/1000; muito raras: <1/10.000; casos isolados).
Metabolismo37 e Nutrição71:
Muito raras: acidose12 láctica (ver "Precauções e Advertências"). Hipoglicemia13. Diminuição da absorção de vitamina14 B12, com redução dos níveis séricos durante tratamento a longo prazo com metformina1. Recomenda-se consideração da etiologia se o paciente apresentar anemia megaloblástica15
Sistema nervoso72 central:
Comuns: distúrbios do paladar, dor de cabeça.
Distúrbios gastrintestinais:
Muito comuns: náusea31, vômito73, diarréia11, indisposição gástrica, gases, perda de peso e perda do apetite. Estas reações ocorrem mais freqüentemente durante o início do tratamento e regridem espontaneamente na maioria das vezes. Para preveni-las, recomenda-se que o produto seja administrado em 2 ou 3 tomadas diárias. Um lento aumento da dose também pode melhorar a tolerabilidade gastrintestinal.
Distúrbios hepatobiliares:
Muito raras: anormalidades em testes da função hepática ou hepatite74 que se resolve com descontinuação do tratamento.
Pele e tecido75 subcutâneo:
Muito raras: reações na pele tipo eritema76, prurido77 e urticária78.
Alterações nos exames laboratoriais:
Pode haver um resultado falso-positivo de cetonas na urina79. Concentrações de colesterol38 total, LDL39 e triglicerídeos podem estar reduzidas em usuários de metformina1. Já a concentração de HDL40 pode estar ligeiramente aumentada, assim como a concentração de lactato no jejum pode estar aumentada.

POSOLOGIA - Metta SR

Não existe regime posológico fixo para o tratamento da hiperglicemia33 no diabetes mellitus50 com a metformina1 ou qualquer outro agente farmacológico. A posologia da metformina1 deve ser individualizada, tomando como bases a eficácia e a tolerância ao produto. Não deve ser excedida a dose máxima recomendada que é de 2550 mg.No início do tratamento deve-se medir os níveis plasmáticos de glicose34, em jejum, para avaliar a resposta terapêutica à metformina1 e determinar a dose mínima eficaz para o paciente. Posteriormente, deve-se medir a hemoglobina glicosilada80 a cada três meses.
As metas terapêuticas devem ser as reduções dos níveis de glicose34 plasmática em jejum e de hemoglobina glicosilada80, para níveis normais, ou próximos dos normais, utilizando a menor dose eficaz de metformina1, isoladamente ou em combinação com outros agentes.
Este medicamento deve ser tomado diariamente, sem interrupção, exceto quando orientada pelo médico.
Os comprimidos devem ser engolidos inteiros sem serem mastigados durante o jantar. Sempre ingira os comprimidos junto com a comida.
Os componentes inertes dos comprimidos podem ocasionalmente aparecer intactos nas fezes como uma massa hidratada parecida com o comprimido original.
Caso haja esquecimento de administração de uma dose, deve-se tomar a dose seguinte no horário habitual. A dose de METTA SR (cloridrato de metformina1) não deve ser tomada dobrada.
METTA SR (cloridrato de metformina1) 500 mg
A dose terapêutica inicial é de 1 comprimido uma vez ao dia no jantar. Conforme a necessidade, a dose será aumentada, a cada duas semanas, de 1 comprimido, até chegar ao máximo de 4 comprimidos, equivalentes a 2,0 g de metformina1 (sempre no jantar).
Em pacientes que já fazem uso de metformina1, a dose inicial de METTA SR (cloridrato de metformina1) deve ser equivalente à dose diária total de comprimidos simples de cloridrato de metformina1
Se o controle glicêmico não for alcançado com a dose máxima diária uma vez ao dia, a mesma dose pode ser considerada, mas dividida ao longo do dia de acordo com o seguinte esquema:
METTA SR (cloridrato de metformina1) 500 mg - 2 comprimidos durante o café da manhã e 2 comprimidos durante o jantar.
Pacientes diabéticos do tipo 2 (não-dependentes de insulina19):
A metformina1 pode ser usada isoladamente ou em combinação com sulfoniluréias17 hipoglicemiantes18.
Se a metformina1 for usada em substituição ao tratamento com outros hipoglicemiantes orais81 (exceto a clorpropamida82), a troca pode ser feita imediatamente. Não há necessidade de redução prévia das doses do hipoglicemiante32 oral, nem de intervalo de tempo entre o fim do tratamento com o hipoglicemiante32 oral e o início do tratamento com a metformina1.
Se o agente hipoglicemiante32 usado for a clorpropamida82, na passagem para a metformina1, durante 2 semanas, deve-se estar atento á possibilidade de reações hipoglicêmicas, devido à retenção prolongada da clorpropamida82 no organismo.
Pacientes diabéticos do tipo 1 (dependentes de insulina19):
A metformina1 nunca substitui a insulina19 em casos de diabetes2 dependentes de insulina19. A associação de metformina1 pode, no entanto, permitir redução nas doses de insulina19 e obtenção de melhor estabilização da glicemia20.
Os resultados obtidos a partir da mensuração dos níveis de glicose34 no sangue4 capilar permitirão estabelecer a dose adequada de insulina19.
Se a dose de insulina19 for menor que 40 unidades ao dia, a metformina1 é administrada na dose usual de 2 comprimidos ao dia (um pela manhã e um à noite), aumentando-se para 3 comprimidos ao dia, se necessário. A dose de insulina19 é, simultaneamente, reduzida de 2 a 4 unidades a cada dois dias.
Se a dose de insulina19 for maior que 40 unidades ao dia, é aconselhável hospitalizar o paciente para efetuar a combinação. A metformina1 é administrada na dose de 2 comprimidos ao dia, aumentando-se para 3 comprimidos, se necessária. Simultaneamente, a dose diária de insulina19 é reduzida, a partir do primeiro dia, de 30 a 50%. Os valores da glicemia20 orientarão a diminuição progressiva ulterior das doses de insulina19.
Síndromes dos Ovários52 Policísticos:
A posologia é de usualmente 1000 a 1500 mg por dia (2 ou 3 comprimidos de METTA SR 500 mg) em uma única tomada. Aconselha-se iniciar o tratamento com dose baixa (1 comprimido de 500 mg/dia) e aumentar gradualmente a dose (1 comprimido de 500 mg a cada semana) até atingir a posologia desejada.

SUPERDOSAGEM - Metta SR

A segurança da metformina1 é amplamente assegurada, uma vez que hipoglicemias não têm sido relatadas com o uso de metformina1 em doses de até 85g (máximo preconizado de 2,55g). Entretanto, nestas doses extremamente elevadas, chegando a 40 vezes à dose terapêutica, pode ocorrer acidose12 láctica, a qual deve ser tratada em ambiente hospitalar, através de hemodiálise83.

PACIENTES IDOSOS - Metta SR

Ver "Pacientes idosos" em "Precauções e Advertências".
Registro MS - 1.0525.0031
Farmacêutica Responsável:
Dra. Kelly C. Kociko - CRF-SP nº 25.502
Fabricado por:
Torrent Pharmaceuticals Ltd
Indrad-382 721, Dist Mehsana, Índia.
Importado por:
Torrent do Brasil Ltda.
Av. Tamboré, 1180 - Módulo A-5 - Tamboré
Barueri - SP - CEP 06460-000
Indústria Brasileira
CNPJ 33.078.528/0001-32
SAC 0800.7708818
Venda Sob Prescrição Médica
Nº do lote, data de fabricação e data de validade: vide cartucho.

Metta SR - Laboratório

TORRENT
Rua Flórida, 1738. Quinto andar. Cidade Monções.
São Paulo/SP - CEP: 04565-001
Tel: (11) 5501.2585
Fax: (11) 5501.2582
Site: http://www.torrent.com.br

Ver outros medicamentos do laboratório "TORRENT"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).