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Atualizado em 2012

PARENZYME ANALGESICO

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PARENZYMEâ ANALGÉSICO1
Tripsina - Quimotripsina - Paracetamol

Antiinflamatório/Analgésico1

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO - PARENZYME ANALGESICO1

Drágeas2: Caixa com 18.

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO - PARENZYME ANALGESICO1

Cada drágea3 de revestimento entérico contém:
 Tripsina    41.200 U.N.F.
Alfa-quimotripsina      8.230 U.N.F.
Paracetamol         300 mg

As enzimas encontram-se dentro de uma cobertura entérica especial que permite a passagem intacta pelo estômago4 seguida de desintegração no trato intestinal superior.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE - PARENZYME ANALGESICO1

Conservar em lugar fresco e ao abrigo da luz.Prazo de validade: 2 anos.
Não use o medicamento com prazo de validade vencido.
PARENZYME ANALGÉSICO1 possui ação antiinflamatória e analgésica. As drágeas2 devem ser engolidas inteiras, sem mastigar.
Se ocorrerem reações adversas, consulte um médico. Podem ocorrer reações alérgicas (raramente choque anafilático5), náuseas6, vômitos7 e raras reações sanguíneas. Evite tomar outros medicamentos durante o tratamento (vide item Interações Medicamentosas).
Este medicamento está contra-indicado em pessoas com alergia8 aos componentes da fórmula ou com problema grave de fígado9 e deve ser usado com cuidado em pessoas com hemofilia10, problemas de fígado9 ou de rim11.
Siga corretamente o modo de usar; não desaparecendo os sintomas12 procure orientação médica.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

- INDICAÇÕES
Usado isoladamente, em casos moderados, para o alívio da inflamação13, do edema14 e da dor,  relacionados com:
  ·    Traumatismos acidentais (contusões, lacerações);
·    Reações tissulares pós-operatórias (cirurgia bucal e odontológica, após extrações dentárias, procedimentos cirúrgicos em geral, episiotomia, operações de cabeça e pescoço, inclusive nas rinoplastias).
 

PROPRIEDADES - PARENZYME ANALGESICO1

PARENZYME ANALGÉSICO1 é uma combinação das enzimas proteolíticas com o paracetamol, analgésico1 e antipirético15 não salicilado. As enzimas proteolíticas provêm do pâncreas16 animal, e são purificadas por um processo especial para assegurar sua alta pureza e uniformidade. O produto foi formulado com uma cobertura entérica especial de modo a permitir a passagem intacta pelo estômago4, seguida de desintegração rápida no trato intestinal superior. Acredita-se que as enzimas proteolíticas façam reverter o processo caracterizado por diminuição da permeabilidade dos tecidos que ocorre na inflamação13 e na reação edematosa. Esta reação se associa à deposição de fibrina e macromoléculas proteicas desnaturadas nos espaços intercelulares bloqueando a livre circulação17 dos fluidos, retardando a resolução da inflamação13 e a reabsorção do edema14. O efeito das enzimas tem sido atribuído à diminuição, por digestão18 proteolítica, do tamanho das macromoléculas depositada. Desta maneira, haveria um aumento da permeabilidade com tendência à restauração do livre fluxo do sangue19 e demais fluidos orgânicos na área inflamada, o que facilitaria a drenagem20 e a reparação dos tecidos, favorecendo a cura.
O paracetamol é um analgésico1 não salicilado capaz de produzir níveis de analgesia comparáveis aos dos salicilados, pelo mesmo mecanismo de elevação do limiar de percepção da dor. Raramente produz os efeitos colaterais comumente causados pelos salicilatos, tais como irritação gástrica e fenômenos hemorrágicos, e é bem tolerado. O paracetamol é rapidamente absorvido no trato intestinal, atinge altos níveis plasmáticos em menos de 1 hora e é distribuído uniformemente pela maioria dos fluidos orgânicos.

CONTRA-INDICAÇÕES - PARENZYME ANALGESICO1

Não deve ser administrado em pacientes com reconhecida sensibilidade à tripsina, alfa-quimotripsina ou ao paracetamol ou em pacientes com insuficiência hepática21 grave.

PRECAUÇÕES - PARENZYME ANALGESICO1

Quando a infecção22 está presente, deve ser instituída a terapêutica antiinfecciosa concomitantemente com o tratamento pelo PARENZYME ANALGÉSICO1. Não foram relatadas incompatibilidades entre PARENZYME ANALGÉSICO1 e os antiinfecciosos.
Os pacientes que recebem PARENZYME ANALGÉSICO1, especialmente aqueles que já tomaram tripsina ou alfa-quimotripsina, podem, em determinados casos, ter uma reação de hipersensibilidade. Deve ser administrado com cautela a pacientes com anormalidades do mecanismo regulador da coagulação sanguínea ou com insuficiência hepática21 ou renal23.


- USO NA GRAVIDEZ24 E LACTAÇÃO25

Como a segurança do seu uso em gestantes e lactantes26 não está estabelecida, não se deve administrá-lo nestas condições, a não ser a critério médico.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS - PARENZYME ANALGESICO1

O álcool pode aumentar os possíveis efeitos hepatotóxicos do paracetamol, quando este é administrado em altas doses (5 g/dia) durante várias semanas. O uso de paracetamol aumenta a meia-vida de cloranfenicol e a administração conjunta com doxorrubicina pode induzir hepatotoxicidade27.A administração concomitante de fenobarbital e outros indutores de enzimas microssomais pode aumentar a possibilidade de ocorrer necrose28 hepática na superdosagem de paracetamol.

REAÇÕES ADVERSAS - PARENZYME ANALGESICO1

Os efeitos colaterais causados pelo paracetamol são geralmente leves (reações alérgicas e gastrintestinais), embora tenham sido relatadas reações hematológicas.
Raramente têm-se registrado efeitos colaterais resultantes do tratamento com tripsina e alfa-quimotripsina, tais como: reações alérgicas (erupção urticária29 e prurido30), gastrintestinal e absorção acelerada das suturas de origem animal. Têm sido relatados casos isolados de choque anafilático5, albuminúria31 e hematúria32. Maior tendência à hemorragia33 foi também relatada, porém estudos controlados mostraram igual incidência34 de hemorragia33 nos grupos tratados com placebo. Ocorrendo reações adversas, recomenda-se a suspensão da medicação.

POSOLOGIA E MODO DE USAR - PARENZYME ANALGESICO1

Nos traumatismos acidentais: 2 drágeas2, 4 vezes ao dia, até que as melhoras se tornem evidentes.
Em cirurgias: 2 drágeas2, 4 vezes ao dia, até que as melhoras se tornem evidentes.
Em odontologia: 2 drágeas2 antes do início da intervenção, seguidas por 2 drágeas2 4 vezes ao dia, durante 1 a 2 dias após a intervenção.

SUPERDOSAGEM - PARENZYME ANALGESICO1

A superdosagem por paracetamol pode causar toxicidade hepática em alguns pacientes. Os primeiros sintomas12 incluem: náuseas6, vômitos7, sudorese35, astenia36, anorexia37 e dor abdominal.
As evidências clínicas e laboratoriais de toxicidade hepática podem não ser aparentes até 48 a 72 horas após a ingestão. Podem ocorrer alterações do mecanismo da glicose38 e acidose39 metabólica. Em caso de superdosagem grave, a insuficiência hepática21 pode evoluir para encefalopatia, coma40 e morte. Pode ocorrer insuficiência renal41 com necrose28 tubular aguda mesmo sem dano hepático. Também foram relatadas arritmias cardíacas.


- Tratamento:

Qualquer paciente que ingerir 7,5 g ou mais de paracetamol deve ser tratado dentro de 10 horas com o antídoto42 específico (acetilcisteína43). Não se deve esperar os resultados dos níveis plasmáticos de paracetamol para iniciar o tratamento com acetilcisteína43.
Previamente, deve-se induzir a emese44 com xarope de ipeca ou realizar lavagem gástrica45 dentro de 4 horas de ingestão. O carvão ativado só é eficaz quando administrado dentro de 1 a 2 horas da possível sobredose e deve ser retirado mediante lavagem gástrica45 antes do tratamento com acetilcisteína43.  

PARENZYME ANALGESICO - Laboratório

MEDLEY
Rua Macedo Costa, 55
Campinas/SP - CEP: 13080-180
Tel: (19 )744-8324
Fax: (019) 744-8227
Site: http://www.medley.com.br/

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