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Atualizado em 2012
RENITEC/RENITEC RPD
Tópicos desta bula
Composição - RENITEC/RENITEC RPD
cada comprimido de 5, 10 e 20 mg contémrespectivamente: maleato de enalapril 5 mg, 10 mg e 20 mg; carbonato ácido de sódio 2,5 mg, 5 mg e 10 mg, lactose 196 mg, 160 mg e 146,7 mg; amido de milho 25,3 mg, 22 mg e 22 mg; óxido amarelo de ferro 0,13 mg (somente a apresentação de 20 mg); estearato de magnésio 1,15 mg, 1 mg e 1,1 mg; óxido vermelho de ferro 0,5 mg (somente a apresentação de 10 mg). Renitec injetável: frasco-ampola com: 1 mg/ml. Enalaprilato 1,14; álcool benzílico 9, cloreto de sódio 6,2, hidróxido de sódio q.s.p., água para injeção1 q.s.p. Renitec RPD: concentração em 10 mg e 20 mg, respectivamente: ingrediente ativo: maleato de enalapril 10.0 e 20.0. Ingredientes inativos: Gelatina: 29.6 e 59.2. Manitol: 37.6 e 75.2. Aspartame2: 10.0 e 20.0. Aroma de hortelã: 1.50 e 3.00. Hidróxido de sódio: 2.32 e 4.64.Posologia e Administração - RENITEC/RENITEC RPD
oral: Renitec RPD (disco liofilizado de rápida dissolução) pode ser usado intercaladamente com Renitec comprimidos. Renitec RPD pode ser substituído por Renitec comprimidos na mesma posologia recomendada. Como a absorção dos comprimidos de Renitec não é afetada pela ingestão de alimentos, os comprimidos podem ser administrados antes, durante ou após as refeições. Renitec RPD: os pacientes devem ser instruídos a abrir o blister desprendendo a folha de alumínio com as mãos3 secas. Os pacientes devem colocar o disco sobre a língua4. O disco irá se dissolver rapidamente e deve ser engolido junto com a saliva. Não é necessário água para tomar o disco. Hipertensão5 essencial: a dose inicial é de 10 a 20 mg, dependendo do grau de hipertensão5, e é administrada 1 vez ao dia. Em hipertensão5 leve, a dose inicial recomendada é de 10 mg por dia. Para outros graus de hipertensão5, a dose inicial é de 20 mg por dia. A posologia usual de manutenção é de 1 comprimido ou disco de 20 mg tomados 1 vez ao dia. A posologia deve ser ajustada de acordo com as necessidades do paciente, até o máximo de 40 mg por dia. Hipertensão5 renovascular: como a pressão arterial e a função renal6 nestes pacientes podem ser particularmente sensíveis à inibição da ECA, o tratamento deve ser iniciado com uma dose inicial menor (por exemplo, 5 mg ou menos). A posologia, então, deve ser ajustada de acordo com as necessidades do paciente. É presumível que a maioria dos pacientes responda a 1 comprimido de 20 mg ao dia. Para os pacientes hipertensos, que foram tratados recentemente com diuréticos7, recomenda-se cautela. Terapia diurética concomitante em hipertensão5: pode ocorrer hipotensão8 sintomática em seguida à dose inicial de Renitec, principalmente em pacientes que vêm sendo tratados com diuréticos7. Recomenda-se cautela, portanto, com estes pacientes, pois eles podem estar depletados de sal ou volume. A terapia diurética deve ser descontinuada por 2 a 3 dias antes do início da terapia com Renitec. Se isto não for possível, a dose inicial de Renitec deve ser baixa (5 mg ou menos) para se determinar o efeito inicial sobre a pressão arterial. A posologia então deve ser ajustada às necessidades do paciente. Posologia em insuficiência renal9: geralmente, o intervalo entre as doses de enalapril deve ser prolongado e/ou a posologia diminuída. Disfunção renal6 leve: depuração de creatinina10: P 30 ml/min: dose inicial de 5-10 mg/dia. Disfunção renal6 moderada: clearance de creatinina10 < 30 > 10 ml/min: dose inicial de 2,5-5 mg/dia. Disfunção renal6 grave (normalmente estes pacientes estão sob hemodiálise11): depuração de creatinina10 < 10 ml/min: dose inicial de 2,5 mg nos dias de diálise12 (o enalaprilato é dialisável. Nos dias em que o paciente não for submetido a diálise12, a posologia deve ser ajustada à resposta da pressão arterial). Insuficiência cardíaca13/disfunção ventricular esquerda assintomática: a dose inicial de Renitec em pacientes com insuficiência cardíaca13 sintomática ou disfunção ventricular esquerda assintomática é de 2,5 mg e deve ser administrada sob rígida supervisão médica, para se determinar o efeito inicial sobre a pressão arterial. Na ausência de, ou após tratamento efetivo da hipotensão8 sintomática conseqüente ao início da terapia da insuficiência cardíaca13 com Renitec, a dose deve ser aumentada gradualmente até a dose de manutenção habitual de 20 mg, dada em tomada única diária ou em 2 doses divididas, conforme a tolerância do paciente. Esta titulação da dose pode ser realizada em um período de 2 a 4 semanas, ou menos, se indicado pela presença de sinais14 ou sintomas15 residuais de insuficiência cardíaca13. Em pacientes com insuficiência cardíaca13 sintomática esta posologia foi eficaz para reduzir a mortalidade16. A pressão arterial e a função renal6 devem ser monitorizadas cuidadosamente tanto antes como depois de iniciar o tratamento com Renitec, pois foram relatadas hipotensão8 e, mais raramente, conseqüente insuficiência renal9. Em pacientes tratados com diuréticos7, a dose deveria ser reduzida se possível antes de iniciar o tratamento com Renitec. O aparecimento de hipotensão8 após a dose inicial de Renitec não implica que ela ocorrerá durante a terapia crônica e não contra-indica o uso continuado de Renitec. O potássio sérico também deve ser monitorizado. Intravenosa: o início da ação se dá alguns minutos após a administração. O efeito máximo sobre a pressão arterial e parâmetros hemodinâmicos é observado usualmente dentro de 4 horas. Não foram realizados estudos envolvendo o uso intravenoso por tempo superior a 7 dias. Hipertensão5: a dose inicial recomendada para Renitec injetável para hipertensão5 é de 1 mg, administrado intravenosamente em um período de tempo não inferior a 5 minutos. Se, após uma hora, a resposta clínica for inadequada, outra dose de 1 a 2 mg pode ser dada intravenosamente por 5 minutos. Outros ajustes posológicos e a dose de manutenção subseqüente devem ser determinados em intervalos de 6 horas. Quando o paciente for transferido de Renitec injetável para Renitec comprimidos ou Renitec RPD, a dose inicial de Renitec comprimidos ou Renitec RPD deverá ser de 5 a 10 mg, 1 ou 2 vezes ao dia. Insuficiência cardíaca13: a dose inicial recomendada para Renitec injetável em insuficiência cardíaca13 é de 0,5 mg, independente de uso oral anterior, administrada intravenosamente por um período de tempo não inferior a 5 minutos e preferencialmente em 1 hora, com monitorização freqüente da pressão arterial. Se a resposta clínica for inadequada após 1 hora, outra dose de 0,5 a 1 mg pode ser dada intravenosamente da mesma maneira. Outros ajustes posológicos e a dose de manutenção subseqüente devem ser determinados em intervalos de 6 horas. Quando o paciente for transferido de Renitec injetável para Renitec comprimidos ou Renitec RPD, a dose inicial de Renitec comprimidos ou Renitec RPD deverá ser de 2,5 a 5 mg, 1 ou 2 vezes ao dia. Pacientes hipertensos com insuficiência renal9: a dose inicial recomendada para Renitec injetável em pacientes hipertensos com insuficiência renal9 é de 0,5 mg, administrados intravenosamente por um período de tempo não inferior a 5 minutos. Se, após 1 hora, a resposta clínica for inadequada, outra dose de 0,5 a 1 mg pode ser dada intravenosamente por 5 minutos. Outros ajustes posológicos e a dose de manutenção subseqüente devem ser determinados em intervalos de 6 horas. Quando o paciente for transferido de Renitec injetável para Renitec comprimidos ou Renitec RPD, a dose inicial de Renitec comprimidos ou Renitec RPD deverá ser de 2,5 a 5 mg, 1 ou 2 vezes ao dia. Pacientes hipertensos que requerem tratamento especial: estão incluídos aqueles pacientes sob terapia diurética e pacientes com hipertensão5 renovascular. A dose inicial recomendada para Renitec injetável nestes pacientes é de 0,5 mg, administrado intravenosamente por um período de tempo não inferior a 5 minutos. Se, após 1 hora, a resposta clínica for inadequada, outra dose de 0,5 a 1 mg pode ser dada intravenosamente por 5 minutos. Outros ajustes posológicos e a dose de manutenção subseqüente devem ser determinados em intervalos de 6 horas. Quando o paciente for transferido de Renitec injetável para Renitec comprimidos ou Renitec RPD, a posologia diária total inicial de Renitec comprimidos ou Renitec RPD deverá ser de 2,5 a 5 mg, 1 ou 2 vezes ao dia. Posologia e administração de Renitec Injetável: hipertensão5 essencial: dose inicial: 1 mg durante 5 minutos, em intervalos de 6 horas, posologia máxima de 5 mg em dose única (20 mg/d). Insuficiência renal9: dose inicial: 0,5 mg durante 5 minutos, em intervalos de 6 horas, posologia máxima de 2 mg em dose única (10 mg/d). Grupos especiais: 0,5 mg durante 5 minutos, em intervalos de 6 horas, posologia máxima de 5 mg em dose única (20 mg/d). Insuficiência cardíaca13: 0,5 mg durante 5 a 60 minutos, em intervalos de 6 horas, posologia máxima de 2 mg em dose única (10 mg/d). Se a resposta clínica for inadequada, a dose inicial pode ser repetida ou dobrada em 1 hora. Outros ajustes posológicos podem ser necessários em intervalos de 6 horas, até que o efeito anti-hipertensivo desejado seja obtido. Administração: é particularmente importante administrar cada dose em pelo menos 5 minutos, e preferencialmente em 1 hora, com freqüente monitorização da pressão arterial, nos casos com insuficiência cardíaca13, de forma a que qualquer resposta indesejada (como hipotensão8) possa ser controlada o mais precocemente possível. Renitec injetável vem pronto para ser administrado, ou pode ser diluído com um diluente compatível (veja compatibilidade e estabilidade). Os produtos de uso parenteral devem ser inspecionados visualmente para verificar a presença de material particulado ou alterações de cor, antes do uso, sempre que a solução e o recipiente permitirem. Compatibilidade e estabilidade: foi demonstrado que Renitec injetável mantém total atividade por 24 horas em temperatura ambiente, quando misturado com os seguintes diluentes para uso intravenoso: dextrose17 a 5%, cloreto de sódio a 0,9%, cloreto de sódio a 0,9% em dextrose17 a 5%, dextrose17 a 5% em solução de ringer-lactato. - Superdosagem: há poucos dados disponíveis sobre a superdosagem em seres humanos. As principais características de superdosagem relatadas até agora, consiste em hipotensão8 acentuada, começando após 6 h da ingestão dos comprimidos, concomitante com bloqueio do sistema renina-angiotensina e estupor. Níveis séricos de enalaprilato 100 e 200 vezes maiores que os usualmente observados após doses terapêuticas foram relatados após ingestas de 300 e 440 mg de enalapril, respectivamente. O tratamento recomendado para a superdosagem é a infusão intravenosa de solução salina normal. Se a ingestão for recente, deve-se induzir o vômito18. O enalaprilato pode ser removido da circulação19 geral através da hemodiálise11.Precauções - RENITEC/RENITEC RPD
hipotensão8 sintomática: hipotensão8 sintomática foi observada raramente em hipertensos sem complicações. Em pacientes hipertensos recebendo Renitec, a hipotensão8 pode ocorrer mais freqüentemente quando houver depleção de volume, por exemplo, devido à terapia diurética, restrição dietética de sal, diálise12, diarréia20 ou vômitos21. Em pacientes com insuficiência cardíaca13, com ou sem insuficiência renal9 associada, foi observada hipotensão8 sintomática, principalmente naqueles com graus mais avançados de insuficiência cardíaca13, relacionados com o uso de altas doses de diuréticos7 de alça, hiponatremia ou insuficiência renal9. Nestes casos, a terapia deve ser iniciada sob supervisão médica e os pacientes devem ser seguidos cuidadosamente, sempre que a dose de Renitec e/ou do diurético22 for ajustada. Considerações semelhantes podem se aplicar a pacientes com doença cardíaca isquêmica ou cerebrovascular, nos quais a excessiva queda de pressão arterial poderia resultar em infarto do miocárdio23 ou acidente vascular cerebral24. Se ocorrer hipotensão8, o paciente deve ser colocado em posição supina e, se necessário, deve receber infusão venosa de solução salina. Uma resposta hipotensora transitória não é contra-indicação para novas doses, que podem ser dadas geralmente sem dificuldade, uma vez que a pressão arterial tenha aumentado após a expansão de volume. Em alguns pacientes com insuficiência cardíaca13, que tenham pressão arterial normal ou baixa, decréscimos adicionais da pressão arterial sistêmica podem ocorrer com o uso de Renitec. Este efeito é esperado e geralmente não é razão para a interrupção do tratamento. Se a hipotensão8 se tornar sintomática, a redução da dose e/ou a descontinuação do diurético22 e/ou de Renitec podem ser necessárias. Insuficiência renal9: em alguns pacientes, a hipotensão8 decorrente do início da terapia com inibidores da ECA pode levar à deterioração adicional da função renal6. Foi relatada, nesta situação, insuficiência renal9 aguda usualmente reversível. Pacientes com insuficiência renal9 podem requerer doses reduzidas e/ou menos freqüente de Renitec. Em alguns pacientes com estenose da artéria25 renal6 bilateral ou estenose da artéria25 renal6 de rim26 único, aumentos dos níveis séricos de uréia27 e creatinina10, reversíveis com a interrupção da terapia, têm sido observados. Isto é particularmente importante em pacientes com insuficiência renal9. Alguns pacientes sem lesão renal6 preexistente aparente, desenvolveram aumentos pequenos e geralmente transitórios da uréia27 e creatinina10 sangüíneas, quando receberam Renitec concomitantemente com um diurético22. Pode ser necessária a redução da dose e/ou a interrupção do diurético22 e/ou de Renitec. Hipersensibilidade/edema angioneurótico28: edema angioneurótico28 de face, extremidades, lábios, língua4, glote29 e/ou laringe30 foi relatado raramente em pacientes tratados com inibidores da ECA, incluindo Renitec. Isto pode ocorrer em qualquer momento do tratamento. Nestes casos, Renitec deve ser descontinuado prontamente e o paciente observado cuidadosamente até a resolução completa dos sintomas15, antes de lhe dar alta. Nos casos de edema31 localizado da face e lábios, geralmente há regressão do quadro sem tratamento, embora os anti-histamínicos possam ser úteis para alívio dos sintomas15. O edema angioneurótico28 associado a edema31 de laringe30 pode ser fatal. Quando houver envolvimento da língua4, glote29 ou faringe32, com potencial para causar obstrução das vias aéreas, deve-se prontamente administrar o tratamento adequado, inclusive adrenalina 1:1.000 subcutaneamente (0,3 ou 0,5 ml). Pacientes com história de edema angioneurótico28 não relacionado com os inibidores da ECA podem apresentar maior risco de angioedema33 enquanto estiverem recebendo estes agentes. Reações anafilactóides durante dessensibilização34 com himenóptera: raramente, pacientes que estão recebendo inibidores da ECA durante dessensibilização34 com veneno de himenóptera sofreram reações anafilactóides com risco de vida. Evitou-se estas reações com a suspensão temporária da terapia com o inibidor da ECA, antes de cada dessensibilização34. Pacientes submetidos à hemodiálise11: tem sido relatada a ocorrência de reações anafilactóides em pacientes submetidos à diálise12 com membranas de alto fluxo (exemplo: AN 69) e tratados concomitantemente com um inibidor da ECA. Nestes pacientes, deve-se considerar a utilização de um outro tipo de membrana de diálise12 ou uma classe diferente de agente anti-hipertensivo. Tosse: foi relatada tosse com o uso dos inibidores da ECA. Caracteristicamente, a tosse é não-produtiva, persistente e desaparece com a descontinuação da terapia. A tosse induzida por inibidores da ECA deve ser considerada como parte do diagnóstico35 diferencial de tosse. Cirurgia/anestesia36: em pacientes submetidos a cirurgias de grande porte ou sob anestesia36 com agentes que produzem hipotensão8, o enalapril bloqueia a formação de angiotensina II, secundária à liberação compensatória de renina. Se ocorrer hipotensão8 e for considerada devida a este mecanismo, esta poderá ser corrigida pela expansão de volume. Potássio sérico: veja Interações medicamentosas: uso na gravidez37: não é recomendado o uso de Renitec na gravidez37. O tratamento com Renitec deve ser suspenso logo que se confirme a gravidez37, a menos que seja considerado vital para a mãe. Os inibidores da ECA podem causar morbidade38 e mortalidade16 fetal e neonatal quando administrados a mulheres no segundo ou terceiro trimestre da gravidez37. A utilização de inibidores da ECA, durante este período foi associada a danos para o feto e para o recém-nascido, incluindo hipotensão8, insuficiência renal9, hipercalemia e/ou hipoplasia de crânio39 no recém-nascido. Houve ocorrência de oligodrâmnio materno, presumivelmente representando uma redução da função renal6 fetal, podendo resultar em contraturas de membros, deformidades craniofaciais e desenvolvimento de pulmão40 hipoplásico. Se for utilizado Renitec, a paciente deverá ser devidamente informada sobre os riscos para o feto. Estes efeitos adversos para o embrião e para o feto não parecem ter resultado da exposição intra-uterina ao inibidor da ECA durante o primeiro trimestre. Em raros casos, onde a utilização de inibidores da ECA é considerada essencial, deve ser feita ultra-sonografia seriada para se acompanhar o meio intra-amniótico. Se for detectado oligodrâmnio, deve-se descontinuar o tratamento com Renitec, a menos que seja considerado vital para a mãe. Pacientes e médicos devem, contudo, estar cientes de que o oligodrâmnio pode não aparecer até que o feto tenha sofrido danos irreversíveis. Crianças cujas mães tenham tomado Renitec, devem ser acompanhadas de perto, para verificar ocorrência de hipotensão8, oligúria41 e hipercalemia. Enalapril, que atravessa a placenta, foi removido da circulação19 do recém-nascido, através de diálise peritoneal42, com alguns benefícios clínicos e teoricamente, pode ser removido por exasanguinotransfusão. Nutrizes43: o enalapril e enalaprilato são secretados no leite humano, em quantidades virtuais. Deve-se ter cuidado se Renitec for prescrito a nutrizes43. Uso pediátrico: Renitec não foi estudado em crianças. - Interações medicamentosas: terapia anti-hipertensiva: efeito aditivo pode ocorrer quando Renitec for usado com outra terapia anti-hipertensiva. Potássio sérico: em estudos clínicos, o potássio sérico geralmente permaneceu dentro dos limites da normalidade. Em pacientes hipertensos tratados com Renitec por até 48 semanas, foram observados aumentos médios de 0,2 mEq/l no potássio sérico. Nos pacientes tratados com Renitec mais um diurético22 tiazídico, o efeito espoliador de potássio do diurético22 foi, em geral, atenuado pelo efeito do enalapril. Se Renitec for dado com um diurético22 espoliador de potássio, a hipocalcemia44 induzida por este pode ser atenuada. Os fatores de risco para o desenvolvimento de hipercalemia incluem insuficiência renal9, diabetes melito45, uso concomitante de diuréticos7 poupadores de potássio (por exemplo: espironolactona, triantereno ou amilorida), suplementos de potássio, ou substitutos do sal de cozinha contendo potássio. O uso destes agentes, particularmente em pacientes com função renal6 diminuída, pode levar a aumentos significativos no potássio sérico. Se o uso concomitante dos agentes mencionados acima for julgado apropriado, ele deve ser feito com cuidado e o potássio sérico monitorizado com freqüência. Lítio sérico: assim como ocorre com outras drogas que eliminam sódio, a depuração do lítio pode ser reduzida. Portanto, os níveis séricos de lítio devem ser monitorizados cuidadosamente, se forem administrados sais de lítio.Reações adversas - RENITEC/RENITEC RPD
Renitec demonstrou ser geralmente bem tolerado. Em estudos clínicos, a incidência46 global de reações adversas não foi maior com Renitec do que com placebo. Na maioria dos casos, as reações adversas foram leves e transitórias e não requereram a interrupção da terapia. Os seguintes efeitos colaterais foram associados com o uso de Renitec comprimidos e injetável: tonturas47 e cefaléia48 foram os efeitos mais comumente relatados. Fadiga e astenia49 foram reportadas em 2 a 3% dos pacientes. Outros efeitos colaterais ocorreram em menos de 2% dos casos e incluíram hipotensão8, hipotensão8 ortostática, síncope50, náuseas51, diarréia20, câimbras52 musculares, erupção cutânea53 e tosse. Menos freqüentemente, disfunção renal6, insuficiência renal9 e oligúria41 foram relatadas. A hipotensão8 sintomática foi mais freqüente com Renitec injetável do que com Renitec comprimidos. Hipersensibilidade/edema angioneurótico28: edema angioneurótico28 de face, extremidades, lábios, língua4, glote29 e/ou laringe30 foi relatado raramente. Efeitos colaterais que ocorreram muito raramente em estudos controlados ou durante os estudos clínicos ou após a droga ser comercializada, incluem: cardiovasculares: infarto do miocárdio23 ou acidente vascular cerebral24, possivelmente secundários à hipotensão8 excessiva em pacientes de alto risco, dor torácica, distúrbios do ritmo cardíaco, palpitações54, angina55 pectoris. Gastrintestinais: íleo56; insuficiência hepática57; hepatite58 (hepatocelular ou colestática); icterícia59; vômitos21; constipação60; estomatite61; pancreatite62; dor abdominal; dispepsia63; anorexia64. Sistema nervoso65/psiquiátrico: depressão; confusão mental; sonolência; insônia; nervosismo; parestesia66; vertigem67. Respiratórios: infiltração pulmonar; broncospasmo/asma68; dispnéia69; rinorréia; dor de garganta e rouquidão. Pele: eritema multiforme70; dermatite71 esfoliativa; síndrome de Stevens-Johnson72; necrólise epidérmica tóxica73; diaforese; prurido74; urticária75; alopecia76. Outros: impotência77; alteração do paladar; visão embaçada; glossite78; rubor facial (flushing); zumbido. Foi relatado um complexo sintomático, que pode incluir febre79, serosite80, vasculite81, mialgia82/miosite e artralgia83/artrite84; fator antinúcleo positivo, V.H.S. elevada, eosinofilia e leucocitose85. Erupção cutânea53, fotossensibilidade e outras manifestações dermatológicas podem ocorrer. Achados laboratoriais: alterações clinicamente importantes dos parâmetros laboratoriais de rotina raramente estiveram associadas com a administração de Renitec. Foram vistos aumentos na uréia27 e creatinina10 séricas, elevações das enzimas hepáticas e/ou bilirrubinas. Geralmente, as alterações foram reversíveis com a descontinuação de Renitec. Hipercalemia e hiponatremia também ocorreram. Reduções na hemoglobina86 e hematócrito87 foram relatadas. Após a comercialização, foram relatados poucos casos de neutropenia88, trombocitopenia89, depressão medular e agranulocitose90, nos quais não pode ser excluída uma relação causal com o uso de Renitec.Contra-Indicações - RENITEC/RENITEC RPD
pacientes com hipersensibilidade a qualquer componente deste produto e nos pacientes com história de edema angioneurótico28 relacionado a tratamento prévio com inibidores da enzima91 de conversão da angiotensina.Indicações - RENITEC/RENITEC RPD
tratamento da hipertensão5 essencial, em todos os graus; hipertensão5 renovascular; todos os graus de insuficiência cardíaca13. Em pacientes com insuficiência cardíaca13 sintomática, Renitec também é indicado para: aumentar a sobrevida, retardar a progressão da insuficiência cardíaca13, reduzir a hospitalização por insuficiência cardíaca13. Prevenção de insuficiência cardíaca13 sintomática: em pacientes assintomáticos com disfunção ventricular esquerda, Renitec também é indicado para: retardar o desenvolvimento de insuficiência cardíaca13 sintomática, reduzir a hospitalização por insuficiência cardíaca13. Prevenção de eventos isquêmicos coronarianos em pacientes com disfunção ventricular esquerda: Renitec é indicado para: reduzir a incidência46 de infarto do miocárdio23, reduzir a hospitalização por angina55 pectoris instável.Apresentação - RENITEC/RENITEC RPD
caixas contendo 30 comprimidos, de 5 e 10 mg e caixas contendo 10 e 30 comprimidos de 20 mg. Caixa com 1 frasco-ampola c/5 ml contendo 1 mg/ml. Renitec RPD 10 e 20 mg é apresentado em caixas contendo 30 discos.
RENITEC/RENITEC RPD - Laboratório
Merck Sharp & Dohme
Rua 13 de Maio, 815
Sousas, Campinas/SP
Tel: 0800-122232
Site: http://www.msdonline.com.br
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