Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).
Atualizado em 2012

SUMAX

Preço em Washington/SP: R$ 22,46
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SUMAX ®

 

Succinato de sumatriptana

Comprimidos revestidos 25 mg, 50 mg ou 100 mg

Solução injetável 6 mg/0,5 mL

Solução spray nasal 10 mg/0,1 mL

 

USO ADULTO

USO ORAL (comprimidos revestidos)

USO SUBCUTÂNEO (solução injetável)

USO INTRANASAL (solução spray nasal)

 

FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES - SUMAX

Comprimidos revestidos contendo 25 mg de sumatriptana. Embalagens com 4 comprimidos

revestidos.

Comprimidos revestidos contendo 50 mg ou 100 mg de sumatriptana. Embalagens com 2

comprimidos revestidos.

Solução injetável contendo uma dose de 6 mg de sumatriptana. Embalagem com 1 seringa1 de

vidro contendo 0,5 mL de solução (uma dose).

Solução spray nasal contendo 10 mg de sumatriptana por dose (0,1 mL). Embalagem com 1

frasco spray com 2 doses de 0,1 mL cada.

 

COMPOSIÇÃO - SUMAX

Cada comprimido revestido de SUMAX ® 25 mg contém:

succinato de sumatriptana.......................................................................................................35 mg

(equivalente a 25 mg de sumatriptana)

Excipientes q.s.p........................................................................................... 1 comprimido revestido

(celulose microcristalina, estearato de magnésio, croscarmelose sódica, povidona, macrogol,

metacrilato de dimetilaminoetila e dióxido de silício coloidal).


Cada comprimido revestido de SUMAX ® 50 mg contém:

succinato de sumatriptana........................................................................................................70 mg

(equivalente a 50 mg de sumatriptana)

Excipientes q.s.p............................................................................................ 1 comprimido revestido

(celulose microcristalina, corante vermelho eritrosina, estearato de magnésio, croscarmelose

sódica, povidona, macrogol, metacrilato de dimetilaminoetila e dióxido de silício coloidal).


Cada comprimido revestido de SUMAX ® 100 mg contém:

succinato de sumatriptana......................................................................................................140 mg

(equivalente a 100 mg de sumatriptana)

Excipientes q.s.p............................................................................................ 1 comprimido revestido

(celulose microcristalina, corante vermelho eritrosina, estearato de magnésio, croscarmelose

sódica, povidona, macrogol, metacrilato de dimetilaminoetila e dióxido de silício coloidal).


Cada dose (0,5 mL) de SUMAX ® INJETÁVEL contém:

succinato de sumatriptana.......................................................................................................8,4 mg

(equivalente a 6 mg de sumatriptana)

Veículos q.s.p. (água para injeção2 e cloreto de sódio)............................................................ 0,5 mL


Cada dose (0,1mL) de SUMAX ® NASAL contém:

succinato de sumatriptana.........................................................................................................14 mg

(equivalente a 10 mg de sumatriptana)

Veículos q.s.p. (água deionizada e cloreto de benzalcônio).....................................................0,1 mL

 

INFORMAÇÕES AO PACIENTE - SUMAX

 

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

SUMAX ® é um medicamento que tem como substância ativa, a sumatriptana, que provoca a

contração dos vasos sanguíneos do cérebro, sem alterar o fluxo de sangue3 cerebral. Acredita-se

que a dilatação ou a formação de inchaço desses vasos esteja relacionada ao mecanismo

causador de enxaqueca4 no ser humano.

 

POR QUE ESTE MEDICAMENTO FOI INDICADO?

SUMAX ® age no alívio das crises de enxaqueca4, mas não previne ou reduz o número de crises

que você tem. Você deve usar SUMAX ® apenas para tratar uma crise atual.

 

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Contra-indicações

SUMAX ® é contra-indicado em caso de hipersensibilidade conhecida a qualquer componente de

sua formulação.

 

Advertências e Precauções

Avise seu médico a respeito das seguintes informações, antes de usar SUMAX ®:

Está grávida ou pretende engravidar, ou está amamentando.

Apresenta crise de enxaqueca4 diferente das usuais.

Utiliza medicamentos que contêm ergotamina ou diidroergotamina.

Utiliza ou utilizou nas últimas 2 semanas, particularmente, medicamentos que contêm

inibidores da MAO5 (eles não devem ser usados ao mesmo tempo com SUMAX ®).

Apresenta alergia6 aos antibióticos à base de sulfonamida.

Sofre de colite7 isquêmica.

Sente falta de ar, dor ou aperto no peito (que pode ou não se espalhar para o maxilar ou

braços).

Já teve ataque cardíaco.

Tem pressão alta, algum problema cardíaco ou sofre de angina8 (dor no peito).

Já teve ou já lhe foi dito que pode vir a ter um acidente vascular cerebral9 (AVC).

Tem a doença de Raynaud10 (doença nos vasos periféricos das pernas), ou possui frio,

dormência ou pontadas nas mãos11 e pés.

Possui alto risco de apresentar problemas no coração12. Você poderá ter propensão a ter

problemas cardíacos no caso das seguintes condições: homem com mais de 40 anos de

idade, mulher que já passou da menopausa13, seja obeso, sofra de diabetes14, tenha pressão alta,

seja fumante, apresenta história familiar de doença cardíaca.

Tem doenças no fígado15 ou rins16.

Já teve ataques epilépticos ou convulsões, ou apresenta propensão para estes problemas;

Tem idade inferior a 18 anos ou mais de 65 anos de idade.

Durante o uso de SUMAX ® você pode vir a apresentar sonolência. Antes de dirigir veículos ou

operar máquinas perigosas, certifique-se que está com suas habilidades normais.

 

Interações com outros medicamentos, alimentos e testes laboratoriais

Avise seu médico de qualquer outra medicação que esteja usando ou que tenha usado

recentemente, inclusive fitoterápicos (remédios à base de plantas), suplementos dietéticos como

vitaminas, ferro ou cálcio.

 

Interação com exames laboratoriais: se você tiver que realizar algum exame de sangue3 para

verificar o seu fígado15, avise seu médico que você utiliza SUMAX ®, pois pode afetar os resultados

de seus exames.

 

Risco de uso por via de administração não recomendada: Este medicamento deve ser

administrado somente pela via recomendada. Não há estudos dos efeitos de administração pelas

vias não recomendadas. Portanto, para segurança e eficácia deste medicamento, a administração

deve ser feita conforme estritamente indicado para cada forma farmacêutica (vide “Como devo

usar este medicamento?”).

 

 

GRUPOS DE RISCO

Gravidez17 e lactação18

Informe seu médico a ocorrência de gravidez17 na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informar ao médico se está amamentando. Para minimizar a exposição à criança, as mães não

devem amamentar por 24 h após terem usado SUMAX ®.

Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez17.

Uso pediátrico: Não foram estabelecidas a eficácia e segurança para uso em menores de 18

anos de idade.

Pacientes Idosos: Pela falta de dados clínicos sobre o uso da sumatriptana em idosos, não é

recomendado seu uso em maiores de 65 anos de idade.

Este medicamento é contra-indicado para crianças (abaixo de 18 anos de idade) e idosos

(acima de 65 anos de idade).

Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.

Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser prejudicial para a sua

saúde.

 

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do

tratamento.

SUMAX ® deve ser utilizado assim que aparecerem os sintomas19 da enxaqueca4, embora possa

ser usado a qualquer momento durante a crise. Não utilize outra dose de SUMAX ® caso a

primeira dose não tenha aliviado seus sintomas19. Você pode tomar sua medicação usual para

dores de cabeça, desde que não contenha ergotamina ou diidroergotamina.

Você poderá tomar uma segunda dose de SUMAX ® no caso da primeira dose ter aliviado

parcialmente seus sintomas19 de enxaqueca4, ou caso os sintomas19 tenham retornado após melhora

inicial. O intervalo entre as doses deve ser maior que 2 horas.

SUMAX ® somente deve ser utilizado após o aparecimento da crise de enxaqueca4, não devendo

ser usado para prevenir o aparecimento das enxaquecas20.

Não use medicamentos que contenham ergotamina ou diidroergotamina até 6 horas após ter

usado SUMAX ® e não use SUMAX ® até pelo menos 24 h depois de ter usado qualquer

medicamento com ergotamina ou diidroergotamina.

 

SUMAX ® comprimidos revestidos: O comprimido de SUMAX ® deve ser ingerido inteiro com

água e não deve ser partido ou mastigado.

 

SUMAX ® solução nasal

 

FORMA DE REALIZAR A APLICAÇÃO NASAL

 



 

1. Permaneça sentado (a) para aplicar o medicamento. Assue o nariz21

antes da aplicação.


2. Mantenha a cabeça ereta e tampe uma narina com o dedo. Respire

normalmente pela boca.



3. Segure o aplicador com a outra mão5, conforme indicado no desenho

ao lado. Insira o tubo nasal na narina aberta, até cerca de 1 cm, sem

pressionar o botão.



4. Permaneça com sua cabeça ereta, feche a

boca e pressione o botão liberando o spray.



5. Retire o tubo de sua narina. Permaneça com sua cabeça ereta por alguns segundos. Inspire

pelo nariz21 e expire pela boca. (Não inspire profundamente).


 

SUMAX ® solução injetável

 

FORMA DE REALIZAR A APLICAÇÃO SUBCUTÂNEA

 

1. Retire a seringa1 da embalagem.

2. Retire cuidadosamente a tampa de borracha que protege a agulha.

3. Selecione o lado externo do braço ou da coxa, que são os menos sensíveis.

4. Desinfete o local com álcool.

5. Faça uma prega na pele, como mostrado nas figuras A ou C.

6. Introduza rapidamente a seringa1 na prega da pele, em ângulo levemente inclinado, não rente à

pele e nem em ângulo reto22, como nas figuras B ou D.

7. Puxe um pouco o êmbolo. Se entrar sangue3 na seringa1 você encontrou uma veia. Faça então

uma nova perfuração.

8. Injete o líquido.

9. Retire a agulha.

10. Esta seringa1 é descartável, não devendo ser reutilizada.




Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do

tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto

do medicamento.

Este medicamento não pode ser partido ou mastigado.

 

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.

Na ocorrência de qualquer dos sintomas19 abaixo, pare de usar SUMAX ® e procure seu médico

imediatamente: dor ou sensação de dormência; calor; sensação de peso ou pressão em qualquer

parte do corpo incluindo o peito e a garganta. Esses sintomas19 podem ser intensos, mas

geralmente passam rápido. Se eles persistirem e se tornarem severos, avise seu médico

imediatamente, pode ser sinal23 de um ataque cardíaco.

Na ocorrência de algumas das reações abaixo, não há necessidade de parar de usar SUMAX ®,

mas você deve avisar seu médico da ocorrência delas numa próxima consulta: cansaço ou

sonolência; tontura24; confusão ou sensação de cabeça leve; batida do coração12 atipicamente muito

lenta ou rápida, ou sensação de batimentos cardíacos irregulares ou fortes; sensação de

fraqueza, náusea25, vômito26; redução na audição; rubor (vermelhidão da face), distúrbios visuais ou

perda de coloração dos dedos dos pés ou das mãos11. Entretanto, no caso de ocorrência de

descoloração roxa persistente dos pés e das mãos11, pare de tomar o medicamento e avise seu

médico imediatamente.

 

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA GRANDE QUANTIDADE DESTE MEDICAMENTO?

Se você acidentalmente exceder a dose máxima diária permitida, contate imediatamente seu

médico, levando a bula e a embalagem de SUMAX ®.

 

ONDE E COMO DEVO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Este medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente, entre 15°C e 30°C, protegido

da luz e umidade.

 

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE - SUMAX


 

DESCRIÇÃO - SUMAX

SUMAX ® tem como princípio ativo o succinato de sumatriptana, quimicamente denominado de

succinato de [3-(2-dimetilamino) etil] N-metil-indol-5-metanosulfonamida. Possui fórmula empírica

de C14H21N3O2S.C4H6O4 e peso molecular de 413,5. O succinato de sumatriptana é um pó branco a quase branco, facilmente solúvel em água e salina.

 

FARMACODINÂMICA - SUMAX

A sumatriptana é um agonista específico e seletivo do receptor 5-hidroxitriptamina-1-(5-HT1D),

sem efeito em outros subtipos de receptores 5-HT (5-HT2-7). O receptor vascular27 5HT1D é

encontrado predominantemente nos vasos sangüíneos28 cranianos e controlam a vasoconstrição.

Estudos em animais demonstraram que a sumatriptana provoca seletivamente a constrição

arterial dos vasos da carótida, sem alterar o fluxo sangüíneo cerebral. A circulação29 arterial

carótida leva o sangue3 aos tecidos extra e intracranianos, como as meninges30. A enxaqueca4

(hemicrania) é uma síndrome31 caracterizada por acessos de cefalalgia intensa, muitas vezes

unilateral, acompanhada de náuseas32, vômitos33, indisposição geral e até fenômenos visuais que

perduram por tempo variável. A enxaqueca4 parece originar-se da vasodilatação das artérias

cerebrais. A resposta clínica do paciente à sumatriptana inicia-se 10 a 15 minutos após injeção2

subcutânea, em torno de 30 minutos após administração oral do comprimido e 15 a 30 minutos

após administração intranasal.

 

FARMACOCINÉTICA - SUMAX

A biodisponibilidade após administração subcutânea é de 96%, ocorrendo em 25 minutos o pico

da concentração sérica, sendo para a dose de 6 mg igual a 71 ng/mL. A meia-vida é de

aproximadamente duas horas. Após a administração oral de 100 mg de sumatriptana, a

biodisponibilidade absoluta é de 14% da dose, devido ao metabolismo34 pré-sistêmico e à absorção

incompleta.

A concentração plasmática máxima é alcançada em 0,5 a 5 horas após a administração oral do

comprimido, sendo para a dose de 100 mg igual a 54 ng/mL. A farmacocinética da sumatriptana

oral não parece ser afetada significativamente pelos ataques de enxaqueca4. Durante os ataques

de enxaqueca4 a absorção pode ser retardada ou reduzida por vômitos33 ou estase gástrica. A

sumatriptana é muito bem absorvida pela via intranasal. O pico da concentração plasmática é

atingido em 30 minutos após a aplicação, e os benefícios começam a ser sentidos após este

período, sendo máximos entre 60 e 120 minutos.

A meia-vida de eliminação do fármaco é de aproximadamente 2 horas.

A ligação às proteínas35 plasmáticas é baixa (14-21%), e o volume médio de distribuição é de 170

litros. O clearance plasmático é da ordem de 1160 mL por minuto e o clearance renal36 de 260 mL

por minuto. O principal metabólito é o ácido indolacético, análogo da sumatriptana, presente como

ácido livre e como um conjugado glicurônico, não apresentando atividade 5HT1 ou 5HT2. Não

foram identificados metabólitos secundários.

 

POPULAÇÕES ESPECIAIS - SUMAX


 

Insuficiência renal37: O efeito do comprometimento renal36 na farmacocinética da sumatriptana não

foi analisado, mas pequeno efeito clínico pode ser esperado uma vez que a sumatriptana é

extensivamente metabolizada a uma substância inativa.

Insuficiência hepática38: O fígado15 exerce importante papel no clearance pré-sistêmico da

sumatriptana administrada via oral. Conseqüentemente, a biodisponibilidade da sumatriptana após

administração oral pode ser marcadamente aumentada em pacientes com doença hepática. Em

um pequeno estudo com pacientes hepaticamente comprometidos (N=8) igualados em sexo,

idade, e peso aos indivíduos saudáveis; os pacientes com comprometimento hepático

apresentaram cerca de 70 % de aumento na ASC e Cmax e a Tmax antecipada em 40 min

comparada aos indivíduos sadios.

Idade: As farmacocinéticas da sumatriptana oral em indivíduos mais velhos (idade média, 72

anos; 2 homens e 4 mulheres) e em pacientes com enxaqueca4 (idade média, 38 anos; 25 homens

e 155 mulheres) foram similares em homens saudáveis (idade média, 30 anos).

Gênero e raça: Não foram observadas diferenças farmacocinéticas entre homens e mulheres com

relação à ASC, Cmax, Tmax e meia vida. O clearance sistêmico e a Cmax da sumatriptana foram

similares em Negros (N=34) e Caucasianos (N=38).

 

RESULTADOS DE EFICÁCIA - SUMAX

SUMATRIPTANA INJETÁVEL

Mathew, N.T e col., 1992 realizaram estudo randomizado, duplo-cego, placebo-controlado em

242 adultos. Foram administradas via subcutânea dosagens de sumatriptana de 1, 2, 3, 4, 6 ou 8

mg ou injeção2 de placebo. A eficácia foi definida como redução de dor moderada a severa para

ausente ou leve, sem uso de medicamento suporte. Os níveis atingidos de resposta à enxaqueca4,

bem como o alívio dos sintomas19 de náusea25, foram aproximadamente doses-dependente. Os

resultados obtidos na primeira hora foram 24% para o grupo placebo, 43% para 1 mg, 57% para 2

mg, 57% para 3 mg, 50% para 4 mg, 73% para 6 mg e 80% para 8 mg. Os eventos adversos mais

comuns foram reações no local de aplicação e formigamento. A dose de 6 mg foi tão efetiva

quanto à de 8 mg, porém, foi associada a menos eventos adversos.

Cady, R.K e col. 1991 conduziram dois estudos com grupos paralelos nos Estados Unidos da

América nos quais pacientes adultos foram randomizados para receber 6 mg de sumatriptana

subcutaneamente (n= 734) ou placebo (n= 370). Na primeira hora, a sumatriptana foi

significantemente mais efetiva que o placebo na redução da dor moderada ou severa a leve ou

ausente (70% vs. 22%); no alívio completo (49% vs. 9%) e na melhora da incapacidade clínica

(76% vs. 34%). A sumatriptana também reduziu náusea25 e fotofobia39 significantemente melhor que

o placebo. Pacientes com enxaquecas20 residuais receberam outra injeção2; os que tinham recebido

medicação teste receberam uma segunda dose de sumatriptana (n= 187) ou placebo (n= 178);

enquanto que os que receberam placebo receberam uma segunda injeção2 de placebo (n= 335). A

evidência estatística para beneficio de uma segunda injeção2 de sumatriptana é ausente. Os

eventos adversos associados à sumatriptana foram: formigamento, tontura24, sensações de calor e

reação no local de aplicação.

Ensink, F.B e col. 1991 conduziram dois estudos randomizados multicêntricos, duplo-cegos,

controlados com placebo para avaliar a eficácia e a tolerabilidade de injeções subcutâneas de

sumatriptana de 1-3 mg e de 1-8 mg, respectivamente, no tratamento da enxaqueca4 aguda. Os

dados apresentados foram compilados de um total de 519 pacientes. Em ambos os estudos, a

eficácia foi definida pela redução da severidade da enxaqueca4 de severa ou moderada a leve ou

ausente. Todos os grupos testes foram significantemente mais efetivos que o placebo no alívio

dos sintomas19, e as respostas mostraram-se doses-dependentes; uma resposta efetiva ao

tratamento foi atingida dentro dos 30 minutos em 73% dos pacientes tratados com 6 mg de

sumatriptana e 80% dos pacientes tratados com 8mg; comparados a 22% do grupo placebo. A

sumatriptana foi bem tolerada e a maioria dos eventos adversos foi leve e transitório. As queixas

mais freqüentes foram irritação e dor no local de aplicação. Não foram observadas alterações em

exames laboratoriais e leituras de ECG.

SUMATRIPTANA COMPRIMIDOS

Winner, P. e col., 2003 conduziram dois estudos idênticos, multicêntricos, randomizados, duplocegos,

controlados com placebos, entre período de maio a novembro de 2000 em adultos (18-65

anos de idade), nos quais foram administradas 50 mg e 100 mg sumatriptana, via oral. Os

pacientes (n1= 354 e n2= 337) foram tratados ao primeiro sinal23 de dor moderada, mas não mais

que 2 horas após o início da medicação teste ou placebo. A resposta foi definida pelo alívio da dor

até 2 horas após a medicação teste em relação ao placebo. Significantemente mais pacientes do

grupo teste ficaram completamente livres de dor 3 e 4 horas após tratamento em comparação ao

placebo (em 2 horas, 50% e 57% vs. 29%; e em 4 horas, 61% e 68% vs. 30%; ambos p < 0,001).

Também, significantemente mais pacientes do grupo teste ficaram livres de enxaqueca4 (dor

ausente ou associada a sintomas19) em comparação ao placebo em 2 h e 4 horas após tratamento

(em 2h, 43% e 49% vs. 24%; em 4h, 54% e 63% vs. 28%; ambos p< 0,001). A incidência40 de todos

os eventos adversos foi baixa tanto no grupo da sumatriptana 50 mg (14% vs. 7% placebo) como

da sumatriptana 100 mg (16% vs. 14% placebo).

Pffaffenrath, V. e col., 1997 conduziram estudo multinacional, duplo-cego (n= 1003) no quais os

pacientes receberam três dosagens de sumatriptana (25 mg, 50 mg, 100 mg) ou placebo, para

tratar até 3 crises de enxaqueca4, e uma segunda dose independentemente randomizada para

enxaqueca4 recorrente. O estudo avaliou a eficácia e a tolerabilidade das três dosagens de

sumatriptana, ficando demonstrado que todas as dosagens de sumatriptana foram superiores ao

placebo (p< 0,05) na redução da enxaqueca4 moderada ou severa a leve ou ausente 4 horas após

dose para cada 3 crises tratadas. As dosagens de sumatriptana 50 mg e 100 mg foram superiores

(p< 0,05) à de 25 mg 4 horas após tratamento para duas das três crises. Todas as dosagens de

sumatriptana foram similarmente efetivas no alívio de náusea25 e fotofobia39 ou fonofobia ou ambos e

na redução da incapacidade clínica. A recorrência de enxaqueca4 foi evidenciada em proporções

similares entre os grupos de tratamento (35% a 48% após placebo; 26% a 39% após

sumatriptana). O alívio da enxaqueca4 recorrente 2 horas após a segunda dose da medicação do

estudo ocorreu em porcentagens maiores de pacientes que usaram alguma dose de sumatriptana

comparada aos pacientes que usaram placebo para tratar a recorrência. A incidência40 de eventos

adversos foi similar entre os grupos de sumatriptana 25 mg e 50 mg comparados ao placebo e foi

mais baixa em relação ao grupo de sumatriptana 100 mg.

Cutler, N. e col., 1995 realizaram estudo randomizado, duplo-cego, grupo paralelo, controlado

com placebo para avaliar a eficácia e a tolerabilidade da sumatriptana oral em 259 pacientes com

enxaqueca4. Os pacientes receberam dosagens de 25 mg, 50 mg ou 100 mg de sumatriptana oral

ou placebo para tratamento da crise de enxaqueca4. Os resultados indicaram que 2 horas após

dose, 50 a 56% dos pacientes dos grupos testes obtiveram alivio da enxaqueca4 (p < 0,05 para

cada grupo teste vs. placebo) em comparação ao placebo (26 %). Após 4 horas da dose, 68 a

71% dos pacientes dos grupos testes obtiveram alivio da enxaqueca4 (p < 0,05 para cada grupo

teste vs. placebo) em comparação ao placebo (38%). A sumatriptana foi similarmente efetiva no

alívio da náusea25 e fotofobia39 e na redução da incapacidade clínica. O padrão e a incidência40 de

eventos adversos não diferiram entre os grupos testes.

Sargent, J. e col, 1995 conduziram estudo randomizado, duplo-cego, grupo paralelo, controlado

com placebo em 187 indivíduos com enxaqueca4, para avaliar a eficácia e a tolerabilidade da

sumatriptana. Os pacientes receberam sumatriptana em dosagens de 25 mg, 50 mg ou 100 mg ou

placebo, para tratamento da crise de enxaqueca4.

Os resultados demonstraram que 2 horas após dose 52% a 57% dos pacientes tratados com

sumatriptana comparados a 17% do grupo placebo obteve alívio da enxaqueca4 (p< 0,05 para

cada grupo teste vs. placebo). 4 horas após dose, 65% a 78% dos pacientes tratados com

sumatriptana comparados a 19% do grupo placebo obtiveram alívio da enxaqueca4 (p< 0,05 para

cada grupo teste vs. placebo). A sumatriptana foi similarmente efetiva no alívio da náusea25 e

fotofobia39 e na redução da incapacidade clínica. Não foram reportados eventos adversos sérios ou

incomuns. O padrão e a incidência40 de eventos adversos não diferiram entre os grupos de

tratamento teste.

Nappi, G. e col.,1994 realizaram estudo multicêntrico, duplo-cego, grupo paralelo, controlado com

placebo, para comparar a eficácia e a tolerabilidade da sumatriptana oral na forma de

comprimidos revestidos para tratamento da enxaqueca4 aguda. Os pacientes foram randomizados

(1:2) para receber placebo ou sumatriptana. 88 pacientes receberam placebo (+dose opcional

após 2 h/enxaqueca4 persistente; +dose opcional 24 h/ enxaqueca4 recorrente) e 162 receberam

sumatriptana 100 mg (+dose opcional 100 mg após 2 h e dose opcional de 100 mg dentro de

24h). A sumatriptana foi significantemente mais efetiva que o placebo no alívio da enxaqueca4

(definida pela redução na severidade da dor de severa ou moderada para leve ou ausente) em 2

horas (51% vs. 31%, p= 0,003) e 4 horas (71% vs. 35%, p< 0,001). Menos pacientes do grupo

teste necessitaram de uma segunda dose de medicação comparados ao placebo (49% vs. 74%,

p< 0,001). Mais pacientes do grupo teste ficaram livres de dor comparados ao grupo placebo tanto

em 2 horas (24% vs. 12%) como em 4 horas (48% vs. 18%). Os pacientes que receberam

sumatriptana reportaram alívio mais rápido da enxaqueca4 em relação ao placebo. O alívio da

enxaqueca4 nos pacientes tratados com a sumatriptana foi similar, independente do tipo de

enxaqueca4 (com ou sem aura) nos períodos de tratamento ≤ 4h ou > 4 h após início da

enxaqueca4). A sumatriptana foi mais efetiva que o placebo no alívio da náusea25, vômito26 e

fotofobia39/fonofobia. Menos pacientes foram avaliados com enxaqueca4 recorrente, e a análise

estatística não foi possível. Mais pacientes tratados com sumatriptana comparados ao placebo

reportaram eventos adversos (29% vs. 16), porém a diferença não foi significativa ao nível de 5%.

A maioria desses eventos adversos foi de severidade leve a moderada, curta duração e resolvidos

sem tratamento. A sumatriptana não apresentou nenhum efeito clinicamente significante na

pressão sanguínea, batimento cardíaco, eletrocardiograma41 ou resultados de exames laboratoriais.


SUMATRIPTANA INTRANASAL

Vliet, J.A, e col., 2002 conduziram estudo randomizado, duplo-cego, controlado com placebo,

pacientes com episódios de enxaqueca4 ou com enxaqueca4 em salvas com duração mínima de

crises de 45 min. Os pacientes receberam uma dose de 20 mg de sumatriptana spray nasal , no

mínimo 24 horas após, ou placebo. As enxaquecas20 foram classificadas segundo escala de 5

pontos (muito severa, severa, moderada, leve ou ausente) em 5, 10, 15, 20 e 30 minutos. O

principal resultado medido foi a resposta à enxaqueca4 (diminuição da dor muito severa a severa,

ou moderada para leve ou ausente) em 30 minutos. Resultados secundários medidos incluíram

níveis de dor ausente, alivio dos sintomas19 associados, e níveis de eventos adversos. Foram

utilizadas análise múltipla e multivariada para análise estatística. Cinco centros de estudo

selecionaram 118 pacientes nos quais foram tratadas 154 crises: 77 com sumatriptana e 77 com

placebo. Os níveis de resposta em 30 minutos foram 57% para sumatriptana e 26% para placebo

(p= 0,002). Os níveis de dor ausente em 30 minutos foram 47% para sumatriptana e 18% para

placebo (p= 0,003). A sumatriptana foi superior ao placebo considerando a reposta inicial, média

de alívio e alívio de sintomas19 associados. Não houve eventos adversos sérios.

Farmer, K., e col., 2001 conduziu um estudo aberto para avaliar as medidas da função cognitiva

durante enxaqueca4 aguda, antes e depois do tratamento com sumatriptana spray nasal 20 mg.

Nesse estudo foram avaliadas as funções cognitivas de 28 pacientes através de uma bateria de

avaliações neuropsicológicas computadorizadas sob três condições de pacientes: ausência de

enxaqueca4, enxaqueca4 não tratada e após tratamento com sumatriptana (resultado principal).

Foram medidas resposta à enxaqueca4, ausência de enxaqueca4, porcentagem de eficácia e

incapacidade clinica. A função cognitiva (tempo de reação simples, atenção

sustentada/concentração, memória de trabalho, processamento visual/espacial) e agilidade/fadiga

foram adversamente afetadas durante a enxaqueca4 comparadas ao desempenho livre de

enxaqueca4 (p< 0,05) e foi rapidamente restaurada após sumatriptana 20 mg spray nasal (p< 0,05).

Enxaqueca4 e ausência de enxaqueca4 foram de 86% e 68%, respectivamente, em 135 minutos

após dose.

Alterações na severidade da dor, incapacidade clínica e porcentagem de eficácia após tratamento

com sumatriptana foram significantemente correlacionadas às medidas das funções cognitivas em

todos subtestes (p< 0,001). A sumatriptana restaurou a função cognitiva e incapacidade clínica

relacionada à enxaqueca4.

Peikert, A. e col., 1998 realizaram estudo multicêntrico, randomizado, duplo-cego, grupo paralelo,

comparando a eficácia e a tolerabilidade de 4 dosagens de sumatriptana spray nasal (2,5; 5; 10 e

20 mg) com placebo no tratamento agudo42 de uma crise única de enxaqueca4. No total, 544

pacientes receberam a medicação do estudo como um único spray em cada narina. As avaliações

de eficácia incluíram medidas da severidade da enxaqueca4, incapacidade clínica e a

presença/ausência de sintomas19 associados. A incidência40 de enxaqueca4 recorrente foi também

avaliada. As três dosagens mais altas de sumatriptana (5 mg 49%, 10 mg 46%, 20 mg 64%) foram

significantemente melhores que o placebo (25%) no alivio da enxaqueca4 (moderada ou severa

enxaqueca4 para leve ou ausente) 120 minutos após tratamento (p≤ 0,01). A dosagem de 20 mg foi

também significantemente superior às dosagens de 10 mg e 5 mg no mesmo período de tempo (p

< 0,05). A proporção de pacientes livres de enxaqueca4 120 minutos após tratamento também foi

mais alta com a dosagem de 20 mg (42%) em relação às outras dosagens (14-24%, p< 0,005 20

vs. 10 mg) ou placebo (11%). A recorrência de enxaqueca4 nos pacientes que responderam ao

tratamento inicial foi reportada como 30-41% dos pacientes que receberam sumatriptana,

comparados com 33% dos pacientes do grupo placebo. A sumatriptana spray nasal foi bem

tolerada, a incidência40 de eventos adversos com cada dosagem de sumatriptana foi similar ao

placebo (20-27% e 23%, respectivamente). Com exceção do gosto amargo/ruim, os eventos

adversos foram comparáveis aos reportados com outras vias de administração de sumatriptana.

Ryan, R. e col., 1997 conduziram dois estudos multicêntricos, randomizados, duplo-cegos de

grupos paralelos (n= 409 e 436) em adultos diagnosticados com enxaqueca4 conforme critérios da

sociedade internacional de enxaqueca4 (IHS) utilizando dosagens de sumatriptana spray nasal de

20 mg, 10 mg ou placebo (2:1:1) para tratamento de uma crise única de enxaqueca4. Foram

registradas as severidades da enxaqueca4 (ausente, leve, moderada e severa) em intervalos prédose

e em intervalos pós-dose pré-determinados; período de tempo significativo de alivio;

incapacidade clínica (nenhuma incapacidade, leve, incapacidade severa, requerendo repouso);

presença/ausência de náusea25, fotofobia39, e fonofobia; e ocorrência de eventos adversos. Duas

horas após dose nos dois estudos, a dor basal severa ou moderada foi reduzida para leve ou

ausente em 62 % a 63% dos pacientes tratados com sumatriptana 20 mg, 43 a 54% com

sumatriptana 10 mg, e 29 a 35% do grupo placebo (p < 0,05 20 mg vs. placebo para ambos os

estudos e 10 mg vs. placebo para o estudo 1). A duração do alivio relativo ao placebo começou

nos primeiros 15 minutos pós-dose (sumatriptana 20 mg, estudo 2). Incapacidade clínica em 2

horas pós-dose foi reportada como leve ou normal em 72 a 74 % dos pacientes tratados com

sumatriptana 20 mg, 56 a 68% dos pacientes tratados com sumatriptana 10 mg, e 47 a 53% com

placebo (p < 0,05 20 mg vs. placebo em ambos os estudos). Níveis de eficácia similares foram

observados para náusea25, fotofobia39 e fonofobia. O evento adverso mais comum nos grupos testes

foi alteração de paladar (amargo, acido ou sem gosto).

 

INDICAÇÕES - SUMAX

Tratamento das crises agudas de enxaqueca4, acompanhadas ou não de distúrbios visuais,

sensitivos ou de vômitos33. Não deve ser usado como profilático.

 

CONTRA - INDICAÇÕES - SUMAX

Hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula, isquemia43 cardíaca, infarto do miocárdio44

pré-existente; angina8 instável e estável ou angina8 de Prinzmetal, hipertensão45 não controlada ou

doença vascular periférica46.

A sumatriptana é contra-indicada em pacientes com história de acidente vascular cerebral9 (AVC)

ou ataque isquêmico transitório (AIT).

O uso de sumatriptana está contra-indicado em pacientes sob tratamento com inibidores da

monoaminoxidase e outros medicamentos agonistas HT1. A sumatriptana não deve ser utilizada

nas duas semanas que se seguem à interrupção da terapia com um IMAO.

A sumatriptana não deve ser administrada em pacientes com insuficiência hepática38 grave.

É contra-indicado o uso concomitante de ergotamina ou seus derivados (incluindo a metisergida)

com a sumatriptana.

SUMAX ® não deve ser administrado em pacientes com enxaqueca4 hemiplégica ou basilar.

 

MODO DE USAR E CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO DEPOIS DE ABERTO - SUMAX


 

SUMAX ® comprimidos revestidos: O comprimido de SUMAX ® deve ser ingerido inteiro com

água e não deve ser partido ou mastigado.

SUMAX ® solução nasal deve ser aplicado via intranasal.

SUMAX ® solução injetável deve ser aplicado por injeção subcutânea47 no lado externo do braço

ou coxa.

 

POSOLOGIA - SUMAX

SUMAX ® deve ser administrado tão logo se inicie o ataque de enxaqueca4.

SUMAX ® Injetável: SUMAX ® injetável deve ser aplicado somente por via subcutânea,

observando-se as condições de segurança, preparo e descarte de qualquer formulação injetável.

A dose recomendada para adultos é de 6 mg (0,5 mL) por aplicação, podendo ser aplicada nova

injeção subcutânea47 de 6 mg de sumatriptana após uma hora, no mínimo, da aplicação da primeira

dose. A dose máxima em 24 horas é somente de 2 injeções de 6 mg (12 mg de sumatriptana).

SUMAX ® comprimidos revestidos: a dose recomendada é de um comprimido de 25, 50 ou 100

mg. O médico fará a escolha da dose de acordo com as características de cada paciente, levando

em conta a probabilidade de efeitos adversos proporcionais à dose. Caso a resposta do paciente

à dose inicial for parcial ou em caso de recorrência da enxaqueca4, um outro comprimido poderá

ser administrado com um intervalo mínimo de 2 horas, respeitando-se a dose máxima diária de

300 mg. O comprimido deve ser deglutido com água, sem ser mastigado.

SUMAX ® Nasal: SUMAX ® nasal spray (uma dose) deve ser aplicado em uma das narinas, logo

após o início da crise. Se a enxaqueca4 persistir, mesmo que tenha sido obtido algum alívio, uma

segunda dose poderá ser administrada 2 horas após a primeira dose.

Não deve ser aplicada mais que quatro doses de SUMAX ® nasal spray de 10 mg (40 mg de

sumatriptana) num período de 24 horas. Pacientes que não sentirem nenhum alívio da

enxaqueca4, após a primeira dose, não deverão administrar a segunda dose na mesma crise.

Crianças: SUMAX ® não é recomendado para uso em crianças ou pacientes com menos de 18

anos de idade. A segurança e eficácia do uso da sumatriptana em crianças não foram

estabelecidas.

 

ADVERTÊNCIAS e PRECAUÇÕES - SUMAX

A sumatriptana só deve ser utilizada quando houver um diagnóstico48 claro de enxaqueca4, não está

indicada no manejo da enxaqueca4 hemiplégica, basilar ou oftalmoplégica.

Como em outras terapias das crises agudas de enxaqueca4, deve-se tomar cuidado para excluir

outras condições neurológicas potencialmente graves, antes do tratamento da enxaqueca4 em

pacientes não previamente diagnosticados como portadores de sintomas19 típicos ou atípicos de

enxaqueca4.

Deve-se notar que as pessoas portadoras de enxaqueca4 podem possuir um risco maior para o

desenvolvimento de certos eventos cerebrovasculares (por exemplo, acidente vascular cerebral9,

ataque isquêmico transitório).

Após a administração, a sumatriptana pode estar associada a sintomas19 transitórios, como dor e

tensão torácica, que podem ser intensas, e comprometer a garganta (vide “Reações adversas”).

Nas situações em que tais sintomas19 podem indicar doença cardíaca isquêmica, deve ser realizada

uma avaliação apropriada.

A sumatriptana não deve ser administrada em pacientes nos quais é provável a ocorrência de

uma doença cardíaca não reconhecida, sem uma avaliação anterior para doença cardiovascular

subjacente. Tais pacientes incluem mulheres após a menopausa13, indivíduos do sexo masculino

com mais de 40 anos de idade e pacientes com fatores de risco para doença da artéria49 coronária.

Entretanto, estas avaliações podem não identificar todos os pacientes que têm doença cardíaca e,

em casos muito raros, eventos cardíacos graves acontecem em pacientes sem doença

cardiovascular subjacente.

A sumatriptana deve ser administrada com precaução em pacientes com hipertensão45 controlada,

pois foram observados, em uma proporção pequena de pacientes, aumentos transitórios na

pressão sangüínea50 e na resistência vascular27 periférica.

Em relatos pós comercialização foram descritos casos raros de pacientes com uma condição

grave conhecida como síndrome31 serotoninérgica com debilidade, hiper-reflexia , falta de

coordenação, diarréia51, alucinações, vômitos33, aumento da temperatura corpórea e até mesmo

coma52, após a utilização de um inibidor seletivo da recaptação de serotonina (ISRS) ou inibidor

seletivo da recaptação de serotonina/norepinefrina com a sumatriptana. Se o tratamento

concomitante com sumatriptana estiver clinicamente autorizado, aconselha-se observação

apropriada do paciente (vide “Interações medicamentosas”).

A sumatriptana deve ser administrada com precaução em pacientes com condições que possam

influenciar significativamente a absorção, o metabolismo34 ou a eliminação do medicamento, como

por exemplo, insuficiência53 da função hepática ou renal36.

A sumatriptana deve ser utilizada com precaução em pacientes com história de atividade epilética

ou outros fatores de risco que reduzam seu limiar convulsivo.

Os pacientes com reconhecida hipersensibilidade às sulfonamidas podem desenvolver uma

reação alérgica54 após a administração de sumatriptana. As reações podem variar de

hipersensibilidade cutânea55 até anafilaxia56. A evidência de sensibilidade cruzada é limitada.

Contudo, deve-se tomar todas as precauções antes de utilizar sumatriptana nestes pacientes.

Reações vasoespásticas prolongadas foram observadas com a ergotamina que, pelo risco de

efeito aditivo, não deve ser usada concomitantemente com SUMAX ®.

SUMAX ® INJETÁVEL não deve ser administrado por via intravenosa, pois pode provocar

vasoespasmo coronário em pacientes suscetíveis e angina8 em pacientes com isquemia43 cardíaca.

As doses recomendadas de SUMAX ® não devem ser ultrapassadas.

Dose máxima em 24 horas: via oral 300 mg, duas injeções de 6 mg (12 mg) ou 4 doses de spray

nasal de 10 mg (40 mg). Intervalo mínimo entre doses é de uma hora para injetável e de duas

horas para comprimidos ou spray nasal. Pode ocorrer sonolência resultante da enxaqueca4 ou do

tratamento com SUMAX ®.

 

Habilidade de dirigir e operar máquinas

Pode ocorrer o desenvolvimento de sonolência como resultado de enxaqueca4 ou de seu

tratamento com a sumatriptana. Recomenda-se precaução aos pacientes que realizam tarefas

qualificadas como, por exemplo, dirigir veículos ou operar máquinas.

 

Carcinogênese, mutagênese e comprometimento da fertilidade.

Em estudos carcinogênicos, ratos e camundongos receberam sumatriptana por sonda oral (ratos,

104 semanas) ou na água (camundongos, 78 semanas). A exposição média atingida nos

camundongos que receberam dose mais alta (dose limite de 160 mg/Kg/dia) foi de cerca de 40

vezes a exposição obtida em humanos após máxima dose oral única recomendada de 100 mg.

Dose mais alta administrada aos ratos (160 mg/Kg/dia, reduzida de 360 mg/Kg/dia durante 21

semanas) foi aproximadamente 15 vezes a dose máxima recomendada via oral humana de 100

mg (por mg/m2). Não houve evidência de aumento de tumores nas espécies relacionadas á

administração da sumatriptana.

A sumatriptana não se mostrou mutagênica na presença ou ausência de ativação metabólica

quando testada em ensaios de mutação do gene 2 (teste Ames e teste in vitro com hamster

chineses V79/HGPRT). Em dois ensaios citogenéticos (teste in vitro com linfócitos humanos e

teste in vivo com micronúcleos de ratos) a sumatriptana não foi associada à atividade

clastogênica. Num estudo com ratos machos e fêmeas recebendo sumatriptana via oral

diariamente antes e durante o período de acasalamento, houve diminuição da fertilidade

secundária relacionada ao tratamento, com a diminuição do acasalamento nos animas tratados

com 50 e 500 mg/Kg/dia. A dose mais alta não efetiva para esse achado foi de 5mg/Kg/dia, ou

cerca de ½ da dose oral humana máxima recomendada de 100 mg por mg/m2 . Não se sabe se o

problema está associado ao tratamento dos machos ou das fêmeas ou combinado a ambos. Num

estudo similar via subcutânea não houve evidência de comprometimento da fertilidade a 60

mg/Kg/dia, na dose máxima testada, que é equivalente a cerca de 6 vezes a dose oral humana

máxima recomendada de 100 mg por mg/m2.

 

Gravidez17 e lactação18

Categoria de risco na gravidez17: C

Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez17.

Estudos reprodutivos de toxicidade em ratos e coelhos, tratados com sumatriptana oral foram

associados com embrioletalidade, anormalidades fetais e mortalidade57 dos filhotes. Quando

administrada via intravenosa em coelhos a sumatriptana mostrou-se embrioletal. Não existem

estudos bem controlados em mulheres grávidas.

Embrioletalidade: quando administrada via orla ou intravenosa em coelhas prenhes diariamente

durante o período de organogênese, a sumatriptana causou embrioletalidade nas doses ou

próximas para produzir toxicidade maternal. Em estudos com doses orais de 100 mg/Kg/dia e em

estudos via intravenosa essa dose foi de 2,0 mg/Kg/dia. O mecanismo da embrioletalidade não é

conhecido. A dose mais alta não efetiva para embrioletalidade por via oral foi de 50 mg/Kg/dia,

que é cerca de 9 vezes a dose oral humana máxima recomendada de 100 mg por mg/m2. A dose

mais alta não efetiva para embrioletalidade por via intrevenosa foi de 0,75 mg/Kg/dia ou cerca de

1/10 da dose oral humana máxima recomendada de 100 mg por mg/m2.

Teratogênese: O tratamento oral de ratas prenhes com sumatriptana durante o período de

organogênese resultou no aumento da incidência40 de anormalidades dos vasos sanguíneos

(cervicotorácico e umbilical) em doses de cerca de 250 mg/Kg/dia ou mais altas. A dose mais alta

não efetiva para embrioletalidade por via oral foi de 60 mg/Kg/dia, que é cerca de 6 vezes a dose

oral humana máxima recomendada de 100 mg por mg/m2. O tratamento oral em coelhas prenhes

com sumatriptana durante o período de organogênese resultou no aumento da incidência40 de

anormalidades esqueléticas e vasculares cervicotorácicas. A dose mais alta não efetiva para

esses efeitos foi de 15 mg/Kg/dia, ou aproximadamente 3 vezes a dose oral humana máxima

recomendada de 100 mg por mg/m2.

Um estudo nos quais ratos receberam doses diárias via oral de sumatriptana antes e durante a

gestação demonstrou toxicidade embriofetal (diminuição do peso corpóreo, redução da

ossificação, aumentada incidência40 de variações das costelas58) e incidência40 aumentada de

síndrome31 de malformações (cauda curta/ corpo curto e desorganização vertebral) a 500

mg/Kg/dia. A dose mais alta não efetiva para esses efeitos foi de 50 mg/Kg/dia, ou

aproximadamente 5 vezes a dose oral humana máxima recomendada de 100 mg por mg/m2. Num

estudo com ratos recebendo doses diárias subcutâneas de sumatriptana antes e durante a

gestação, a 60 mg/Kg/dia, dose máxima testada, não foi evidenciada teratogenicidade. Essa dose

equivale a cerca de 6 vezes a dose oral humana máxima recomendada de 100 mg por mg/m2.

Quando administrada em coelhas grávidas ao longo do período de organogênese, a sumatriptana

causou de forma ocasional embrio-letalidade em doses que foram suficientemente elevadas para

produzir toxicidade materna.

Deve ser tomado cuidado, considerando o benefício esperado para a mãe comparado à

possibilidade de risco para o feto.

Dados de pós comercialização de registros de gravidez17, documentaram a ocorrência de gravidez17

em 1.000 mulheres expostas à sumatriptana. Contudo, as informações são insuficientes para uma

conclusão definitiva, onde os achados não detectaram um aumento na freqüência de

malformações nos recém-natos nem na consistência no padrão das malformações entre as

mulheres expostas à sumatriptana, quando comparadas com a população em geral.

Lactação18

Foi demonstrado que após a administração subcutânea, a sumatriptana é eliminada pelo leite

materno. A exposição do lactente59 pode ser minimizada evitando-se a amamentação60 24 horas

depois do tratamento.

 

USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO - SUMAX

 

Uso pediátrico: A segurança e eficácia da sumatriptana para uso pediátrico não foram

estabelecidas, portanto, não é recomendado seu uso em menores de 18 anos de idade.

Pacientes Idosos: Não é recomendado o uso da sumatriptana em idosos por causa dos

pacientes idosos serem mais suceptíveis à redução da atividade hepática e alto risco para doença

artério-coronária (CAD), onde os aumentos de pressão sangüínea50 podem ser mais pronunciados.

A experiência com a utilização da sumatriptana em pacientes maiores de 65 anos é limitada. A

farmacocinética não difere significativamente daquela de uma população mais jovem, mas até que

dados clínicos adicionais estejam disponíveis, o uso de sumatriptana em pacientes maiores de 65

anos não é recomendado.

 

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS - SUMAX

A sumatriptana não deve ser usada concomitantemente com inibidores seletivos da recaptação de

5-HT, inibidores da MAO5 (iMAOs), ergotamina, diidroergotamina e metisergida. É recomendado o

intervalo de 24 horas após administração de qualquer preparação contendo ergotamina antes da

administração da sumatriptana. Da mesma maneira, as preparações contendo ergotamina

somente devem ser utilizadas após 6 horas da administração da sumatriptana. Pode ocorrer o

desenvolvimento de uma interação entre a sumatriptana e os iMAOs, portanto, a administração

concomitante e até duas semanas após a interrupção do iMAO é contra-indicada.

Estudos em voluntários sadios demonstraram que a sumatriptana não interage com propranolol,

pizotifeno, álcool e flunarizina.

 

REAÇÕES ADVERSAS - SUMAX

Eventos cardíacos sérios, alguns fatais, ocorreram após o uso de sumatriptana injetáveis ou

comprimidos. Esses eventos são extremamente raros e a maioria foi reportado nos pacientes com

fatores de risco preditivos para doença arterial coronariana. Os eventos reportados incluíram

vasoespasmo arterial coronário, isquemia43 miocárdica transitória, infarto do miocárdio44, taquicardia61

ventricular e fibrilação ventricular. Episódios significantes de hipertensão45, incluindo crises

hipertensivas, foram reportados em raras ocasiões em pacientes com ou sem histórico de

hipertensão45.

As reações adversas foram classificadas por sistema orgânico e freqüência, definidas como muito

comuns (>1/10), comuns (>1/100 e <1/10), incomuns (>1/1000 e <1/100), raras (>1/10000 e

<1/1000) e muito raras (<1/10000).

 
SENSAÇÕES ATÍPICAS: Comuns: sensação de queimação e entorpecimento. Incomuns:

sensação de aperto na cabeça. Raras: disestesia62.

SISTEMA NERVOSO63: Comuns: fonofobia e fotofobia39, dormência nos dedos, vertigem64 e sonolência.

Incomuns: ansiedade, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, distúrbios da fala,

disartria, euforia, dor facial, sensibilidade ao calor, falta de coordenação, lacrimação, monoplegia,

síncope65, tremores, depressão, agitação e confusão mental. Raras: agressividade,

monoplegia/diplegia, bradilogia, enxaqueca4 em salvas, convulsões, reação distônica, paralisia66

facial, alucinações, fome, hiperestesia, histeria, aumento da vigília, distúrbios da memória,

neuralgia67, paralisia66, alteração da personalidade, fobia, radiculopatia, rigidez, suicídio, inquietação,

agitação, ansiedade, distúrbios depressivos, desinteresse, disfunção motora, distúrbios neuróticos

e psicomotores, distúrbios do paladar, pressão intracraniana elevada, apatia68, redução do apetite.

Muito raras: nistagmo69 e escotoma.

SISTEMA CARDIOVASCULAR70: Comuns: palpitações71, síncope65, aumentos ou quedas transitórias da pressão sanguínea, logo após o tratamento. “Flushing”. Incomuns: alterações no ECG,

hipertensão45, hipotensão72, palidez, sensações de palpitação73, taquicardia61 e arritmias. Raras: angina8,

aterosclerose74, isquemia43 cerebral, lesão cerebrovascular, ataque cardíaco, cianose75 periférica,

trombose76, isquemia43 miocárdica transitória, hipotensão72 e bradicardia77.

OUVIDO, NARIZ21 E GARGANTA: Comuns: sinusite78, zumbidos, rinite79 alérgica, inflamação80 respiratória superior, hemorragia81 do ouvido, nariz21 e garganta, otite externa82, perda da audição, inflamação80

nasal, sensibilidade do nariz21. Incomuns: distúrbios da audição e otalgia83. Raras: sensação de

ouvido cheio.

ENDÓCRINO E METABÓLICO: Incomuns: sede. Raras: níveis elevados do hormônio84 estimulante

tireotropina (TSH), galactorréa, hiperglicemia85, hipoglicemia86, hipotireoidismo87, polidipsia88, aumento

de peso, perda de peso, cistos endócrinos, distúrbios de fluidos.

OLHOS: Raras: distúrbios da esclera89, midríase, cegueira e pouca visão, distúrbios visuais, edema90

e inchaço olhos, irritação e coceira olhos, distúrbios de acomodação, distúrbios do músculo ocular

externo, hemorragia81 e dor nos olhos, ceratite e conjuntivite91. Muito raras: diplopia92.

SISTEMA RESPIRATÓRIO93: Comuns: dispnéia94. Incomuns: asma95. Raras: soluços, distúrbios de

respiração, tosse e bronquite.

GASTRINTESTINAIS: Comuns: náuseas32, vômitos33, sintomas19 gástricos e diarréia51. Incomuns:

constipação96, disfagia97, e refluxo gastroesofágico98. Raras: flatulência, hematêmese99, obstrução

intestinal, sangramento gastrintestinal, melena100, úlcera péptica101, dor em dentes, dor gastrintestinal,

sintomas19 dispépticos, refluxo gastroesofágico98, gastrite102, gastroenterite103, hipersalivação, distensão

abdominal, irritação e coceira oral, inchaço da glândula104 salivar. Muito raras: colite7 isquêmica.

HEMATOLÓGICO: Raras: anemia105.

SISTEMA UROGENITAL: Incomuns: disúria106, micção aumentada, sangramento intermenstrual,

desordens das mamas e dismenorréia107. Raras: endometriose108, aborto, hematúria109, freqüência

urinária, inflamação80 da bexiga110, distúrbios de micção. Uretrite111, infecções urinárias, sintomas19 de

menstruação112, ciclo menstrual anormal, inflamação80 das trompas de Falópio.

MAMAS: Incomuns: desconforto mamário. Raras: corrimento mamário, cistos e massas

mamárias, neoplasias.

SISTEMA MÚSCULO-ESQUELÉTICO E ARTICULAÇÕES: Comuns: sensação de pressão

(normalmente é transitório e pode ser intenso e afetar qualquer outra parte do corpo como o tórax113

e a garganta), mialgia114. Incomuns: câimbras115 musculares. Raras: tetania116, atrofia117 muscular,

fraqueza e cansaço, artralgia118 e reumatite articular, deformidade neuromuscular adquirida,

inflamação80 músculo esquelética.

PELE: Comuns: sudação. Incomuns: eritema119, prurido120, “rash”, hipersensibilidade da pele. Raras:

herpes, edema90 de face, pele seca ou escamosa, enrugamento ou pregas na pele, eczema121,

dermatite122 seborréica, nódulos na pele.

GERAIS: Comuns: dor, sensações de calor, pressão e aperto (normalmente transitórios e podem

ser intensos e afetar qualquer outra parte do corpo como o tórax113 e a garganta); sensação de

fraqueza, fadiga (transitórios e de intensidade leve a moderada), hipersensibilidade. Incomuns:

febre123, retenção de fluidos, “overdose”. Raras: edema90, hematoma, linfadenopatia, distúrbios da fala

e voz, contusões. Muito raras: reações de hipersensibilidade, variando de hipersensibilidade

cutânea55 a casos raros de anafilaxia56. Discretas alterações da função hepática e síndrome31 de

Raynald.

SUMAX ® INJETÁVEL: A reação mais freqüente é a dor transitória no local da injeção subcutânea47.

Por via nasal o efeito adverso mais comum é o sabor desagradável (distúrbio do paladar).

 

DADOS DE FARMACOVIGILANCIA (PÓS-COMERCIALIZAÇÃO)

Sangue3: Anemia hemolítica124, pancitopenia125, trombocitopenia126.

Cardiovascular: bradicardia77, taquicardia61, palpitações71, cardiomiopatia, isquemia43 colônica, angina8

variante de Prinzmetal, embolismo pulmonar, arritmias cardíacas, incluindo fibrilação atrial,

mudanças transitórias no ECG isquêmico, vasoespasmo arterial coronariano, infarto do miocárdio44.

Hipotensão72, síndrome31 de Raynauld, tromboflebite127.

Sistema imunológico: reações de hipersensibilidade, variando de erupção cutânea55 à anafilaxia56.

Sistema nervoso63: convulsões, nistagmo69 e escotoma, vasculite128 do sistema nevoso central,

acidente cerebrovascular, disfasia, síndrome31 serotoninérgica, hemorragia81 subaracnóide.

Olhos: bruxuleio, diplopia92, visão reduzida, perda da visão (normalmente transitória), distúrbios

visuais, neuropatia129 óptica isquêmica, oclusão da artéria49 retinal, trombose76 venosa retinal.

Gastrintestinais: colite7 isquêmica com sangramento retal, xerostomia130.

Hepático: testes de função hepática elevados.

Não específicos: edema angioneurótico131, morte, cianose75, arterite temporal.

Psiquiátricos: distúrbio do pânico.

Respiratório: broncoespasmo132 em pacientes com ou sem histórico de asma95.

Pele: exacerbação de queimadura solar, reações de hipersensibilidade (vasculite128 alérgica,

eritema119, prurido120, “rash”, dificuldade respiratória, urticária133; em adição, anafilaxia56 severa/reações

anafilactóides foi reportada, fotosensibilidade).

Urogenital: falência renal36 aguda.

 

SUPERDOSE - SUMAX

Não foram observadas reações adversas diferentes das anteriormente relatadas com doses acima

de 16 mg via subcutânea e de 400 mg por via oral. Na ocorrência de uma superdosagem, o

paciente deve ser monitorado enquanto os sintomas19 persistirem ou pelo menos durante 10 horas,

aplicando-se tratamento padrão de suporte, se necessário. Não se tem conhecimento do efeito da

diálise134, seja hemodiálise135 ou diálise134 peritonial, nas concentrações plasmáticas da sumatriptana.

 

ARMAZENAGEM - SUMAX

Este medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente, entre 15°C e 30°C, protegido

da luz e umidade.

 

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA


MS nº 1.0033.0029

Farmacêutica Responsável:

Cíntia Delphino de Andrade CRF-SP n° 25.125

 

LIBBS FARMACÊUTICA LTDA

Rua Raul Pompéia, 1071 – São Paulo – SP

CEP 05025-011

CNPJ: 61.230.314/0001-75

 

UNIDADE EMBU: Rua Alberto Correia Francfort, 88.

Embu – SP CEP 06807-461

CNPJ: 61.230.314/0005-07

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