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Atualizado em 2012

CEFALOTIL

Preço em Washington/SP: R$ 351,16
Veja preço por apresentação

CEFALOTIL
Cefalotina
Sódica
Pó Para Solução Injetável

                               - FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO

Pó para solução injetável: caixa com 50 frascos-ampola de 1g + 50 ampolas de diluente.

USO PEDIÁTRICO E ADULTO

- COMPOSIÇÃO:

Pó Para Solução Injetável
Cada frasco-ampola contém:
Cefalotina     1g
(na forma sódica)
Excipiente: bicarbonato de sódio
Cada ampola de diluente contém:
Água para injeção1    4 ml
                               

INFORMAÇÕES AO PACIENTE - CEFALOTIL

AÇÃO ESPERADA DO MEDICAMENTO: CEFALOTIL  é indicado no tratamento de infecções graves causadas por microrganismos sensíveis a este antibiótico.

CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO:  
Conservar o produto na embalagem original, protegido do calor excessivo (temperatura superior a 40ºC) da luz e da umidade.

PRAZO DE VALIDADE:
24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho). Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.
A solução mantém potência satisfatória por até 96 horas após a diluição se mantida sob refrigeração. As soluções poderão precipitar-se, mas podem ser redissolvidas se aquecidas à temperatura ambiente com agitação constante.
Se for mantida em temperatura ambiente, as soluções para injeção intramuscular2 devem ser administradas dentro de 12 horas após a diluição. As infusões intravenosas devem ser iniciadas dentro de 12 horas e terminadas em até 24 horas. Para infusões prolongadas, deve-se acrescentar o produto recém-preparado, no mínimo, a cada 24 horas. A solução concentrada tornar-se-á escura, especialmente quando conservada em temperatura ambiente. É permissível uma ligeira descoloração da solução. As soluções de Cefalotina Sódica em água para injeção1, glicose3 a 5% ou soro4 fisiológico, que são imediatamente congeladas após a diluição no frasco original, são estáveis durante 12 semanas quando guardadas a -20ºC. Uma vez descongeladas, as soluções não deverão ser novamente congeladas.

GRAVIDEZ5 E LACTAÇÃO6:
Informe seu médico a  ocorrência de gravidez5 na vigência do tratamento ou após o seu  término. Informe ao médico se está  amamentando.

CUIDADOS DE ADMINISTRAÇÃO:
Este medicamento só deverá ser administrado sob orientação médica.
O produto deve ser administrado por via intravenosa ou injeção intramuscular2 profunda numa grande massa muscular, tal como o  glúteo ou a face lateral da coxa, a fim  de diminuir a dor e a enduração. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

REAÇÕES ADVERSAS:
Informe seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE  DAS CRIANÇAS.

INGESTÃO CONCOMITANTE COM OUTRAS SUBSTÂNCIAS:
Durante o tratamento, o paciente deverá evitar o uso de bebidas alcoólicas ou de qualquer medicamento que contenha álcool.

CONTRA-INDICAÇÕES E PRECAUÇÕES:
O produto não deve ser usado por pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Não deve ser utilizado durante a gravidez5 e a lactação6.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

- INFORMAÇÕES TÉCNICAS

- CARACTERÍSTICAS:

A Cefalotina é um antibiótico de amplo espectro para administração parenteral. Após a administração de uma dose intramuscular de 500 mg a voluntários normais, a média dos níveis máximos do antibiótico no soro4 foi de 10 mcg/ml após 30 minutos, com uma dose de 1g, a média foi de 20 mcg/ml. Após uma dose única intravenosa de 1g de Cefalotina, os níveis sangüíneos atingiram aproximadamente 30 ml após 15 minutos, tendo variado de 3-12 mcg em 1 hora, declinando para cerca de 1 mcg após 4 horas. Com infusão contínua, na proporção de 500 mg por hora, os níveis foram de 14-20 mcg/ml de soro4. Doses de 2 g administradas por via intravenosa, durante um período de 30 minutos, produziram concentrações no soro4 de 80-100 mcg/ml após 30 minutos da infusão; os níveis variaram de 10-40 mcg/ml após uma hora e de 3-6mcg/ml após duas horas, não sendo mensuráveis após 5 horas. 60 a 70% de uma dose intramuscular é excretada pelos rins7 nas primeiras 6 horas. Isto resulta em altos níveis urinários, por exemplo 800 mcg/ml de urina8 após uma dose de 500 mg e 2 500 mcg/ml após 1 g. A probenecida retarda a excreção tubular e quase dobra os níveis sangüíneos máximos.
Os níveis no líquido cefalorraquiano variaram de 0,4 a 1,4 mcg/ml em crianças e de 0,15 a 5 mcg/ml em adultos com processos inflamatórios das meninges9 .  O antibiótico passa rapidamente para outros líquidos orgânicos, como pleural, sinovial e ascítico. Estudos do líquido aminiótico  do sangue10 do cordão umbilical  demonstraram a rápida passagem da Cefalotina através da placenta. Entre 31 e 45 minutos após doses únicas intramusculares de 1 g de Cefalotina, foram encontrados níveis máximos nas mães. Após a injeção1, os níveis máximos nas crianças ocorreram em cerca de 15 minutos. Todos os níveis plasmáticos nas crianças foram bem menores que os encontrados nas mães. Níveis no humor aquoso secundário têm alcançado a média de 0,5 mcg/ml, 30 minutos após uma dose única intravenosa de 1g. O antibiótico foi encontrado na  bile11.
Os testes in vitro  demonstram que a ação bactericida das cefalosporinas resulta da inibição da síntese da parede celular. Enquanto os estudos in vitro  têm demonstrado a sensibilidade da maioria das seguintes cepas à Cefalotina, a eficácia clínica para outras infecções não descritas no item Indicações é desconhecida.
Aeróbios gram-positivos: Staphylococcus aureus , incluindo cepas produtoras de beta-lactamase, Staphylococcus epidermidis , incluindo cepas produtoras de beta-lactamase, Streptococcus pneumoniae , Streptococcus pyogenes.
Aeróbios gram-negativos: Escherichia coli, Haemophilus influenzae, Kleibsiela sp, Proteus mirabilis, SaImonella sp, Shigella sp.  Os estafilococos  penicilino-resistentes e a maioria das cepas de enterococos (Enterococcus faecalis) , são resistentes à Cefalotina e outras  cefalosporinas.
A Cefalotina não é ativa contra a maioria das cepas de Enterobacter sp,  Morganella norganii,  Proteus vulgaris e Providencia rettigeri . Também não é ativa contra Serratia sp, Pseudomonas sp e Acinetobacter sp.  

INDICAÇÕES - CEFALOTIL

O produto é indicado no tratamento de infecções graves causadas por microrganismos sensíveis a este antibiótico, nas doenças acima mencionadas. Devem ser realizados cultura e testes de sensibilidade. O tratamento pode ser iniciado antes que sejam obtidos os resultados desses testes. A administração do produto como medida preventiva nos períodos pré-operatórios, intra-operatórios e pós-operatórios pode reduzir significativamente a incidência12 de infecções pós-operatórias  em pacientes submetidos a processos cirúrgicos em áreas do corpo contaminadas ou potencialmente contaminadas. Este uso preventivo pode ser também eficaz em pacientes cirúrgicos, nos quais a infecção13 no local da operação apresenta um grave risco. A administração pós-operatória deve ser suspensa após 24 horas, a menos que sinais14 de infecção13 estejam presentes. Neste caso, devem ser realizadas culturas e instituição de terapêutica adequada. Séries mais prolongadas de terapêutica com antibiótico preventivo podem ser consideradas necessárias quando os processos cirúrgicos envolvem o implante de prótese15.

CONTRA-INDICAÇÕES - CEFALOTIL

O produto é contra-indicado a pacientes com alergia16 conhecida aos antibióticos do grupo das Cefalosporinas.

PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS - CEFALOTIL

Gerais:  Antes que seja instituída a terapêutica com Cefalotina Sódica, deverá ser feita uma pesquisa cuidadosa quanto à reações anteriores de hipersensibilidade às cefalosporinas e à penicilina. Em pacientes penicilino-alérgicos, os antibióticos  derivados da Cefalosporina-C devem ser usados com muita cautela. Reações de hipersensibilidade agudas e graves podem  requerer adrenalina e outras medidas de emergência. Há alguma evidência clínica e laboratorial de alergenicidade cruzada parcial entre as penicilinas e  as cefalosporinas. Pacientes têm relatado reações graves (incluindo anafilaxia17) a ambas as drogas. Qualquer paciente que tenha demonstrado alguma forma de alergia16, particularmente à drogas, deve receber antibiótico cautelosamente e quando absolutamente necessário. Não se deve fazer exceção em relação à Cefalotina Sódica. Foi relatada colite18 pseudomembranosa com todos os antibióticos de amplo espectro (incluindo os macrolídeos, penicilinas semi-sintéticas e cefalosporinas). Portanto, é importante considerar este diagnóstico19 em pacientes que apresentarem diarréia20 associada ao uso de antibiótico. Essas colites podem variar em gravidade (de leves a gravíssimas). O tratamento com antibiótico de amplo espectro altera a flora normal do cólon21 e pode permitir o crescimento de Clostridium . Os estudos indicam que a toxina produzida pelo Clostridium difficile   é a causa principal de colite18 associada ao uso de antibiótico. Casos leves de colite18 pseudomembranosa usualmente respondem só com a interrupção do tratamento.
Nos casos moderados a graves, o tratamento deve incluir sigmoidoscopia, estudos bacteriológicos apropriados e suplementação de líquidos, eletrólitos e proteínas22. Quando não há melhora após a interrupção da droga ou quando a colite18 é grave, a vancomicina oral é a droga de escolha para o tratamento de colite18 pseudomembranosa causada por Clostridium difficile  associada ao uso de antibiótico. Outras causas de colites devem ser excluídas.
Os pacientes devem ser acompanhados cuidadosamente de maneira que qualquer reação adversa ou manifestação não usual de idiossincrasia à droga possa ser detectada. Se ocorrer uma  reação alérgica23 ao produto, este deverá ser suspenso e o paciente tratado com as drogas usuais. Embora a Cefalotina Sódica raramente produza alterações na função renal24 recomenda-se avaliação do estado renal24, especialmente em pacientes gravemente doentes  que estejam recebendo doses máximas. Quando doses  intravenosas de Cefalotina Sódica maiores que 6 gramas diárias são administradas por infusão contínua, por períodos maiores que 3 dias, poderá haver o aparecimento de tromboflebite25, devendo-se por este motivo, usar as veias26 alternadamente. A incidência12 de tromboflebite25 poderá ser reduzida pela adição de 10 a 25 mg de hidrocortisona a soluções intravenosas contendo 4 a 6 gramas de Cefalotina; é indicado o uso de agulhas de pequeno tamanho para infusões intravenosas em veias26 calibrosas disponíveis. O uso prolongado de Cefalotina Sódica poderá resultar em crescimento excessivo de microrganismos resistentes, sendo essencial a constante observação do paciente. Se durante a terapêutica ocorrer uma superinfecção27, deve-se tomar as medidas apropriadas. Poderá ocorrer uma reação falso-positiva para glicose3 na urina8 com as soluções de Benedict ou Fehling.
Um aumento na incidência12 de nefrotoxicidade foi relatado após administração concomitante de antibióticos cefalosporínicos e aminoglicosídeos. Antibióticos de amplo espectro devem ser prescritos com cautela a pacientes com história de doença gastrointestinal, particularmente colite18.
Gravidez5:  Esta droga deve ser usada durante a gravidez5 somente se muito necessária.
Amamentação28: Deve-se tomar cuidado quando o produto for administrado a mulheres que estão amamentando, pois a Cefalotina é excretada no leite materno.
Pediatria:  A avaliação dos efeitos da Cefalotina em crianças, relacionados à eficácia e segurança da droga, não tem sido tão sistematicamente realizada como para adultos. Entretanto não há relatos de problemas específicos causados pelo uso de Cefalotina.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS - CEFALOTIL

Um aumento na incidência12 de nefrotoxidade foi relatado após administração concomitante de antibióticos cefalosporínicos e aminoglicosídeos.  

INTERFERÊNCIA EM EXAMES LABORATORIAIS - CEFALOTIL

Podem ocorrer alterações nas concentrações séricas de alanina aminotranferase, fosfatase alcalina, aspartato aminotransferase, lactato desidrogenase, nitrogênio uréico no sangue10, creatinina29 e plaquetas30. Pode causar também resultados falso-positivos nas reações de sulfato de cobre nos testes de glicose3 na urina8.

REAÇÕES ADVERSAS/COLATERAIS - CEFALOTIL


Foi relatado o aparecimento de erupções cutâneas31 maculopapulosas, urticária32, reações semelhantes às da doença do soro4 e anafilaxia17. Eosinofilia e febre33 medicamentosa foram observadas associadas à outras reações alérgicas. Há maior probabilidade dessas reações ocorrerem em pacientes com história de alergia16, particularmente à penicilina.
Têm sido observadas neutropenia34, trombocitopenia35 e anemia hemolítica36. Foram relatados resultados positivos nos testes de Coombs diretos, realizados durante a terapêutica com antibióticos cefalosporínicos. Foi notada uma elevação transitória da transaminase glutâmico-oxalacética no soro4 e na fosfatase alcalina. Foram observadas elevação de nitrogênio uréico no sangue10 (BUN) e  diminuição do clearance de creatinina29, particularmente em pacientes que apresentaram insuficiência renal37 anterior. O papel da Cefalotina Sódica nas alterações renais é difícil de ser estabelecido, em vista de ter sido geralmente notada a presença de outros fatores que predispõem à uremia38 pré-renal24 ou à insuficiência renal37 aguda. Dor, enduração, sensibilidade e elevação da temperatura têm sido relatadas após injeções intramusculares repetidas. Houve casos de tromboflebite25, geralmente associados à doses diárias acima de 6 gramas, administradas por infusão contínua por mais de 3 dias.
Podem aparecer sintomas39 de colites pseudomembranosas durante ou após tratamento. Náuseas40 e vômitos41 têm sido relatados raramente.

POSOLOGIA - CEFALOTIL

Para adultos, a variação da dose é de 500 mg a 1 g de Cefalotina, a cada 4 ou 6 horas.
A dose de 500 mg a cada 6 horas é adequada na pneumonia42 não-complicada, furunculose com celulite43 e na maioria das infecções das vias urinárias. Nas infecções graves, esta dose poderá ser aumentada, administrando-se injeções a cada 4 horas ou quando a resposta desejada  não for obtida, elevando-se a dose para 1g.
Nas infecções com mau prognóstico44, doses de até 2g a cada 4 horas poderão ser necessárias. Na profilaxia pré-operatória para prevenir infecção13 pós-operatória em cirurgias contaminadas ou potencialmente contaminadas, em adultos, é recomendado 1 a 2 gramas durante a cirurgia e 1 a 2 gramas a cada 6 horas nas 24 horas após a cirurgia. Em crianças devem ser administrados 20-30 mg/kg no mesmo esquema utilizado em adultos.
Quando a função renal24 estiver reduzida poderá ser dada uma dose inicial de 1 a 2 gramas por via intravenosa. O esquema de dose a ser continuado será determinado de acordo com o grau de insuficiência renal37, gravidade da infecção13 e sensibilidade do microrganismo causador.
As doses máximas administradas deverão baseadas nas seguintes recomendações:

     DOSES DE CEFALOTINA NA INSUFICIÊNCIA RENAL37
    Estado da função renal24    Dose máxima para
        adultos (manutenção)
 Insuficiência45 leve    
    (Ccr=80-50 ml/min)    2 g cada 6 horas
 Insuficiência45 moderada     
    (Ccr=50-25 ml/min)    1,5 cada 6 horas
 Insuficiência45 grave    
    (Ccr=25-10 ml/min)    1 g cada 6 horas
 Insuficiência45 acentuada    
    (Ccr=10-2 ml/min)    0,5 g cada 6 horas
    Essencialmente     
    nenhuma função    0,5 g cada 8 horas
    (Ccr=<2 ml/min)
                                    Ccr = clearance de creatinina29

Para lactentes46 e crianças, a dose deverá ser proporcionalmente menor, de acordo com a idade, peso e gravidade da infecção13. A administração diária de 100 mg/kg (80-160 mg/kg), em doses divididas, tem sido considerada eficaz para a maioria das infecções sensíveis à Cefalotina Sódica.
Em infecções causadas por estreptococos beta-hemolíticos, o tratamento deve continuar pelo menos por 10 dias. Em infecções estafilocócicas, deve ser efetuada cirurgia ( incisão e  drenagem47) em todos os casos quando indicado.
Injeção intramuscular2
Cada grama48 de Cefalotina Sódica deve ser diluída com 4 ml de água para injeção1. Se o  conteúdo  da ampola não dissolver-se completamente, uma quantidade adicional do diluente deverá ser acrescentada e o conteúdo aquecido entre as mãos49.
Injeção1 intravenosa
A via intravenosa poderá ser preferida para pacientes com bacteremia50, septicemia51 ou outras infecções graves que ponham em risco a vida do paciente e onde o prognóstico44 seja desfavorável em vista da diminuição da resistência, conseqüente a estados debilitantes, tais como desnutrição52, traumatismo53, cirurgia, diabetes54, insuficiência cardíaca55 ou neoplasias, especialmente na presença ou iminência de choque56. Para essas infecções em pacientes com função renal24 normal, a dose intravenosa é de 4 a 12g de Cefalotina Sódica ao dia.
Em casos de septicemia51, 6 a 8 g ao dia poderão ser administrados por via intravenosa, durante vários dias no início do tratamento, em seguida, dependendo da resposta clínica e  dos resultados dos exames de laboratório, a dose poderá ser reduzida gradativamente.

SUPERDOSAGEM - CEFALOTIL

A administração inadequada de altas doses de Cefalosporinas de uso parenteral pode causar convulsão57, particularmente em pacientes com  insuficiência renal37. Redução da dose é necessária quando a função renal24 estiver reduzida. Se ocorrer convulsão57, a droga deverá ser imediatamente descontinuada; uma terapia anticonvulsivante deverá ser administrada se clinicamente indicada. Hemodiálise58 pode ser considerada em casos de superdosagem exagerada.

PACIENTES IDOSOS - CEFALOTIL

Pacientes idosos possuem sensibilidade maior ao produto do que pessoas mais jovens. É aconselhável que o médico observe o paciente e ajuste a dosagem conforme a reação  obtida.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

CEFALOTIL - Laboratório

UNIAO QUIMICA
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu/SP - CEP: 06900-000
Tel: SAC 0800 11 1559

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