VUDIRAX
Comprimido revestido
- Cartucho de cartolina contendo frasco com 60 comprimidos.
Solução oral
- Cartucho de cartolina contendo frasco com 240 ml de solução.
Excipientes q.s.p. 1 comprimido
Componentes não ativos: lactose, celulose microcristalina, amido glicolato de sódio, sílica coloidal anidra, estearato de magnésio.
Cada ml de solução oral contém:
Lamivudina 10 mg
Excipientes q.s.p. 1 ml
Componentes não ativos: metilparabeno, propilparabeno, sacarose, ácido cítrico, edetato dissódico, etanol, glicerina, essência de morango, água destilada.
Conservar o produto em temperatura ambiente (entre 15° e 30°C).
Prazo de validade - VUDIRAX
: 24 meses. ATENÇÃO: Não utilize o produto após vencido o prazo de validade, sob o risco de não produzir os efeitos desejados.Informe seu médico a ocorrência de gravidez1 na vigência do tratamento ou após seu término.Informar ao médico se está amamentando.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interromper o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis tais como dor de cabeça, mal-estar, cansaço, dor no abdome, náuseas4 e vômitos5, diarréia6 e febre7.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
"TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS".
O produto é contra-indicado em pessoas alérgicas à lamivudina ou a qualquer componente da fórmula.
"NÃO TOME REMÉDIO SEM CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE."
INFORMAÇÃO TÉCNICA - VUDIRAX
A lamivudina é nucleosídeo sintético análogo. Estudos in vitro demonstraram que, a nível intracelular, a lamivudina é fosforilada a seu metabólito ativo o 5'-trifosfato (L-TP), o possui uma meia-vida intracelular de 10,5 a 15,5 horas. O principal modo de ação do L-TP é a inibição da transcrição reversa do HIV3 via cadeia terminal do DNA viral. O L-TP também inibe o RNA- e DNA-dependentes da atividade da DNA-polimerase de transcrição reversa (RT). L-TP é um inibidor fraco da a -, b -, e g - polimerase de mamíferos.Microbiologia - Atividade anti-viral in vitro :
A relação entre a suscetibilidade in vitro do HIV3 a lamivudina e a inibição da replicação do HIV3 em humanos não foi ainda estabelecida. A atividade in vitro da lamivudina contra HIV3-1 foi verificada em um número de linhagem de células (incluindo monócitos e linfócitos sangue8 periférico humano fresco) utilizando um padrão de ensaio suscetíveis. Os valores de CI50 (concentrações inibitórias de 50%) estão na faixa de 2 nM a 15 m M. A lamivudina possui uma atividade anti-HIV3-1 em todas as infecções agudas virais testadas em células. Em células MT-4 infectadas com HIV3, a lamivudina combinada a zidovudina possui atividade sinergistica antiretroviral.
Resistência a droga: isolados de HIV3 resistentes a lamivudina foram selecionados in vitro. As resistentes isolados in vitro apresentaram suscetibilidade reduzida a lamivudina e a análise do genótipo mostrou que a resistência é devida a mutações em substituições específicas na transcriptase reversa do HIV3-1 no códon 184 da metionina tanto para a isoleucina como para a valina. As cepas do HIV3-1 resistentes a lamivudina e a zidovudina foram isoladas.
A suscetibilidade a isolados clínicos a lamivudina e zidovudina foi monitorada em estudos clínicos controlados. Em pacientes recebendo monoterapia de lamivudina ou terapia combinada9 com lamivudina e zidovudina, os isolados de HIV3-1 da maioria dos pacientes tornaram-se genotipicamente e fenotipicamente resistentes a lamivudina dentro de 12 semanas. Em alguns pacientes, portadores de vírus2 resistentes a zidovudina, suscetibilidade fenotípica a zidovudina em 12 semanas de tratamento foi restabelecida. Terapia combinada9 de lamivudina e zidovudina demonstraram a emergência de mutações conferindo resistência a zidovudina.
Farmacocinética em adultos: as propriedades farmacocinéticas da lamivudina foram estudadas em pacientes adultos assintomáticos infectados com HIV3 após a administração de uma única dose intravenosa (IV) variando de 0,25 a 8 mg/kg, assim como doses únicas e múltiplas de doses orais variando de 0,25 a 10 mg/kg.
Absorção e biodisponibilidade: a lamivudina foi rapidamente absorvida após administração oral em pacientes infectados com HIV3. A biodisponibilidade absoluta em 12 adultos foi 86% ± 16% para o comprimido e 87% ± 13% para a solução oral. Após administração oral de 2 mg/kg duas vezes ao dia a nove adultos com HIV3, o pico de concentração sérica de lamivudina (Cmax ) foi de 1,5 ± 0,5 m g/ml. A área sobre a concentração plasmática versus a curva do tempo (AUC) e Cmax aumentou em proporção a dose oral na proporção de 0,25 a 10 mg/kg.
Em estudos realizados com pacientes assintomáticos, a absorção da lamivudina foi mais devagar do que no estado pós-alimentação (Tmax 3,2 ± 1,3 horas), se comparado com estado pré-alimentação (Tmax 0,9 ± 0,3 horas); a Cmax no estado pós-alimentação foi de 40% ± 23%, mais baixo do que no estado pré-alimentação. Não houve nenhuma diferença significante na exposição sistêmica nos estados pré- e pós-alimentação; portanto, a lamivudina pode ser administrada com ou sem comida.
A taxa de acumulação da lamivudina em adultos assintomáticos HIV3-positivos com função renal10 normal foi 1,50 após 15 dias de administração oral de 2 mg/kg.
Distribuição: o volume aparente de distribuição após administração IV de lamivudina a 20 pacientes foi 1,3 ± 0,4 L/kg, sugerindo que a lamivudina se distribui nos espaços extravasculares. O volume de distribuição foi independente da dose e não está correlacionado com o peso corporal.
A ligação da lamivudina às proteínas11 plasmáticas é baixa (36%). Estudos in vitro mostraram que acima da taxa de concentração de 0,1 a 100 m g/ml, a quantidade de lamivudina associada com os eritrócitos12 foi de 53% a 57% e foi independente da concentração.
Metabolismo13: o metabolismo13 da lamivudina é uma rota menor de eliminação. No homem, o único metabólito conhecido da lamivudina é o trans-sulfóxido. Dentro de 12 horas após uma única dose oral de lamivudina em seis adultos infectados com HIV3, 5,2% ± 1,45 da dose foi excretada como o metabólito trans-sulfóxido na urina14. A concentração sérica deste metabólito não foi determinada.
Eliminação: a maior parte da lamivudina é eliminada não modificada na urina14. Em 20 pacientes, nos quais foi administrada uma dose única IV, o clearance renal10 foi de 0,22 ± 0,06 L/hr*kg representando 71% ± 16 do clearance total da lamivudina.
Na maioria dos estudos de dose-única em pacientes infectados com HIV3 em amostras de soro15 por 24 horas após a dose, a meia-vida de eliminação média observada (T1/2 ) alcançou 0,37 ± 0,05 L/hr*kg. O clearance oral e a meia-vida de eliminação foram independentes da dose e peso corporal após uma dose oral de 0,25 a 10 mg/kg.
Populações especiais: Adultos com função renal10 comprometida: as propriedades farmacocinéticas da lamivudina foram determinadas em um pequeno grupo de adultos infectados com HIV3 com função renal10 prejudicada.
A exposição (AUC ¥ ), Cmax , e meia-vida aumentaram com a função renal10 diminuída (como expressado pelo clearance de creatinina16). O clearance aparente total (CI/F) da lamivudina diminuiu quando clearance de creatinina16 diminuiu. Baseando-se nestas observações, recomenda-se que a dosagem da lamivudina seja alterada em pacientes com função renal10 prejudicada. Os efeitos do prejuízo renal10 na farmacocinética da lamivudina em pacientes pediátricos não são conhecidos.
Indicações - VUDIRAX
A lamivudina em combinação com a zidovudina está indicada no tratamento de: · adultos infectados por HIV3 com imunodeficiência17 progressiva (contagem de células CD4 £ 500 células/mm3 ) que não receberam terapia anti-retroviral prévia; adultos infectados por HIV3 com imunodeficiência17 progressiva tratados anteriormente com zidovudina;· crianças infectadas por HIV3 ( ³ 3 meses de idade) com imunodeficiência17 progressiva que não receberam terapia prévia ou que foram tratados anteriormente com zidovudina.
Contra-indicações - VUDIRAX
O uso da lamivudina está contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida à lamivudina ou a qualquer outro componente da fórmula.Não se deve administrar zidovudina a pacientes com contagens anormalmente baixas de neutrófilos ( < 75 x 109 / l) ou níveis anormalmente baixos de hemoglobina18 ( < 7,5 g/dl ou 4,65 mmol/l19).
A zidovudina também não deve ser administrada a pacientes com hipersensibilidade conhecida à zidovudina ou a qualquer outro componente da fórmula.
- Precauções e Advertências:
Como os efeitos adversos podem ser atribuíveis ao componente zidovudina da terapia de combinação, deve-se consultar as informações completas para prescrição da zidovudina antes de iniciar a terapia.
Foi observada a ocorrência de pancreatite20 em alguns pacientes tratados com lamivudina. Entretanto, não se sabe ao certo se o desenvolvimento de pancreatite20 é devido ao tratamento medicamentoso ou à infecção21 por HIV3 subjacente. É necessário considerar a possibilidade de pancreatite20 toda vez que o paciente se queixar de dor abdominal, náusea22 e vômitos5 ou apresentar níveis elevados de marcadores bioquímicos. Deve-se suspender o uso de lamivudina até que seja excluído o diagnóstico23 de pancreatite20.
Precauções - VUDIRAX
Pacientes diabéticos devem levar em consideração que a dose de solução oral para adultos contém 3 g de sacarose. A lamivudina na forma de solução oral contém álcool, portanto não deve ser usado junto com medicamentos que reagem ao álcool, tais como dissulfiram, metronidazol, etc.Os pacientes tratados com lamivudina, ou recebendo qualquer outra terapia anti-retroviral, podem, mesmo assim, adquirir infecções oportunistas e apresentar outras complicações da infecção21 por HIV3, razão pela qual devem ser mantidos sob rigorosa observação clínica por médicos experientes no tratamento de pacientes com doenças associadas ao HIV3.
É importante avisar aos pacientes que ainda não foi comprovado que a terapia anti-retroviral atual, incluindo a lamivudina, tem a propriedade de prevenir o risco de transmissão do HIV3 através de contato sexual ou de contaminação por sangue8. É necessário continuar seguindo as precauções apropriadas.
Em pacientes com comprometimento renal10 moderado a grave, a meia-vida plasmática terminal da lamivudina apresenta-se aumentada em conseqüência da depuração diminuída. É necessário ajustar a dose no comprometimento renal10 (ver Posologia).
A lamivudina deve ser utilizada com cautela em pacientes com hepatopatia cirrótica avançada devido à infecção21 crônica pelo vírus2 da hepatite24 B, visto que existe um pequeno risco de hepatite24 de rebote pós tratamento.
Recomenda-se cautela ao administrar lamivudina a pacientes que apresentaram hipersensibilidade ou outras complicações durante o uso de zidovudina, didanosina e zalcitabina.
Pacientes com moderada ou severa neutropenia25 ou trombocitopenia26 devem ser mantidos sob rigorosa observação clínica.
Gravidez1 e lactação27 - VUDIRAX
A segurança da lamivudina durante a gravidez1 em seres humanos não foi estabelecida. Estudos de reprodução em animais não revelaram qualquer evidência de teratogenicidade e demonstraram não haver nenhum efeito sobre a fertilidade do macho ou da fêmea.Foram observadas algumas evidências de letalidade precoce do embrião quando a lamivudina foi administrada a coelhas prenhes em níveis de exposição comparáveis aos obtidos em seres humanos. A lamivudina atravessa a placenta nos animais, porém não há nenhuma informação de transporte transplacentário em seres humanos.
Embora os estudos de reprodução em animais nem sempre forneçam uma previsão da resposta que irá ocorrer em seres humanos, a administração de lamivudina durante a gravidez1 só deve ser considerada se os benefícios esperados forem maiores do que qualquer risco possível.
Um estudo realizado com ratas em amamentação28 revelou que, após administração oral, a lamivudina é excretada no leite. Todavia, não se sabe se ela é também excretada no leite humano. Como existe a possibilidade do fármaco passar para o leite materno, recomenda-se que as mães sob tratamento evitem o aleitamento.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
Não foi efetuado nenhum estudo para investigar o efeito da lamivudina sobre a capacidade de dirigir veículos ou de operar máquinas. Além disso, com base na farmacologia29 do medicamento, é impossível prever qualquer efeito prejudicial sobre essas atividades. No entanto, deve-se levar em conta as condições clínicas do paciente e o perfil de efeitos adversos da lamivudina e da zidovudina quando se pretende estabelecer a capacidade do indivíduo tratado com lamivudina de dirigir veículos ou operar máquinas.
Interações medicamentosas - VUDIRAX
A probabilidade de qualquer interação é baixa em virtude do fármaco apresentar metabolismo13 limitado e ligação reduzida às proteínas11 plasmáticas, com depuração renal10 quase completa.Os níveis plasmáticos de zidovudina não são alterados significativamente, quando se administra o medicamento concomitante à lamivudina. A zidovudina não exerce também qualquer efeito sobre a farmacocinética da lamivudina.A combinação de lamivudina, zidovudina e didanosina (ddI) foi estudada em pacientes pediátricos. Não foi constatada nenhuma diferença significativa na área sob a curva (ASC) para a lamivudina, zidovudina ou didanosina quando administradas isoladamente ou em combinações de 2 ou 3 medicamentos.
A administração de trimetoprima, produz aumento nos níveis plasmáticos da lamivudina. Entretanto, a não ser que haja comprometimento renal10, nenhum ajuste posológico se faz necessário (ver Posologia). A lamivudina não exerce nenhum efeito sobre a farmacocinética do trimetoprima nem do sulfametoxazol.
Deve-se considerar a possibilidade de interações com outros fármacos administrados concomitantemente, sobretudo quando a principal via de eliminação for renal10.
Para dados mais pormenorizados sobre interações com a zidovudina, favor consultar as informações para a prescrição da zidovudina.
- Reações adversas:
Porcentagem de pacientes adultos com eventos adversos decorrentes do tratamento, ocorridos em ³ 5% dos pacientes tratados com lamivudina 150 mg 2 vezes ao dia + zidovudina 200 mg 3 vezes ao dia comparado a zidovudina.
Efeitos adversos Lamivudina + zidovudina (n = 251) Zidovudina (n = 230)
Corpo como um todo Enxaqueca30 Fadiga e indisposição Febre7 ou calafrio 35% 27% 10% 27% 23% 12%
Digestivo Náusea22 Diarréia6 Náuseas4 e vômitos5 Anorexia31 e/ou diminuição do apetite Dor abdominal Cólica abdominal Dispepsia32 33% 18% 13% 10% 9% 6% 5% 29% 22% 12% 7% 11% 3% 5%
Sistemas nervoso Neuropatia33 Tontura34 Insônia e outras desordens do sono Distúrbios depressivos 12% 10% 11% 9% 10% 4% 7% 4%
Respiratório Sinais35 e sintomas36 nasais Tosse 20% 18% 11% 13%
Pele e anexos Exantema37 9% 6%
Músculo-esquelético Dor músculo-esquelética Mialgia38 Artralgia39 12% 8% 5% 10% 6% 5%
Foi observado pancreatite20 em 3 dos 656 pacientes adultos ( < 0,5%), que receberam lamivudina em testes clínicos controlados.
Porcentagem de pacientes adultos com anormalidades nos valores laboratoriais, em 4 estudos clínicos controlados.
Testes (nível anormal) Lamivudina 150 mg 2x/dia + zidovudina % (n) Zidovudina % (n)
Neutropenia25 (contagem absoluta de neutrófilos < 750/mm3 ) Anemia40 (Hgb < 8,0 g/dl) Trombocitopenia26 (plaquetas41 < 50.000/mm3 ) ALT ( > 5,0 x LNS) AST ( > 5,0 x LNS) Bilirrubina42 ( > 2,5 LNS) Amilase ( > 2,0 LNS) 7,2% (237) 2,9% (241) 0,4% (240) 3,7% (241) 1,7% (241) 0,8% (241) 4,2% (72) 5,4% (222) 1,8% (218) 1,3% (223) 3,6% (224) 1,8% (223) 0,4% (220) 1,5% (133)
LNS = Limite normal superior.
n = Número de pacientes avaliados
Pacientes pediátricos: As informações sobre os efeitos adversos em crianças que receberam lamivudina como monoterapia são limitadas. Há relatos de pancreatite20, parestesias43 e neuropatia periférica44 nos estudos realizados.
As anormalidades laboratoriais encontradas em crianças durante a terapia com lamivudina estão descritas na tabela abaixo:
Porcentagem de pacientes pediátricos com anormalidades nos valores laboratoriais. Estudo clínico com 97 pacientes pediátricos.
Teste (nível anormal) Pacientes com níveis basais normais % (n) Pacientes com níveis basais anormais % (n)
Neutropenia25 (contagem absoluta de neutrófilos < 750/mm3 ) Anemia40(Hgb < 8,0 g/dl) Trombocitopenia26 (plaquetas41 < 40.000/mm3 ) ALT ( > 5,0 x LSN) AST ( > 5,0 x LSN) Amilase ( > 2,0 LSN) 22% (55) 2% (50) 0% (68) 4% (51) 0% (29) 3% (69) 45% (33) 24% (46) 25% (12) 29% (42) 19% (57) 23% (13)
LSN = Limite normal superior n = número de pacientes avaliados.
Posologia - VUDIRAX
Adultos e adolescentes
A dose recomendada de lamivudina é de 150 mg 2 vezes ao dia em combinação com zidovudina, 600 mg ao dia em 2 ou 3 doses divididas.
Pacientes pediátricos
A dose recomendada de lamivudina é de 4 mg/kg 2 vezes ao dia até no máximo 300 mg (30 ml) diariamente, em combinação com zidovudina, 360-720 mg/m2 ao dia, em doses divididas. A posologia máxima de zidovudina não deve ultrapassar 200 mg a cada 6 horas.
Comprometimento renal10 e hepático
Os níveis plasmáticos de lamivudina (área sob a curva [ASC]) apresentam-se elevados em pacientes com comprometimento renal10 moderado a grave, devido à depuração diminuída. Por conseguinte, torna-se necessário ajustar a dose nestas circunstâncias (ver Quadro).
Posologia recomendada em adultos (com comprometimento renal10)
Função renal10 (Clcr, ml/min) Primeira dose Dose de manutenção Intervalo
Clcr ³ 50 50 > Clcr ³ 30 30 > Clcr ³ 15 15 > Clcr ³ 5 5 > Clcr 150 mg 150 mg 150 mg 150 mg 50 mg 150 mg 150 mg 100 mg 50 mg 25 mg 2 vezes ao dia diariamente diariamente diariamente diariamente
Efetua-se a mesma redução percentual das doses para pacientes pediátricos com comprometimento renal10. Como a lamivudina é excretada quase exclusivamente pelos rins45, não há necessidade de ajuste posológico em pacientes apresentando comprometimento hepático. Os estudos disponíveis são insuficientes para recomendar a dose de lamivudina em pacientes submetidos a diálise46.
- Superdosagem:
Não se conhece um antídoto47 para superdosagem com o produto. Um caso de um adulto que ingeriu 6 g de lamivudina foi reportado, não ocorrendo sinais35 ou sintomas36 clínicos de superdosagem e os testes hematológicos se mantiveram normais. Não existem dados que comprovem se a lamivudina pode ser removida por diálise peritoneal48 ou hemodiálise49.
Uso Geriátrico :
A lamivudina pode ser usada por pessoas acima de 65 anos de idade, desde que observadas as precauções comuns ao produto.
Atenção: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E, EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.
"VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA"
"SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA" "ATENÇÃO O USO INCORRETO CAUSA RESISTÊNCIA DO VÍRUS2 DA AIDS E FALHA NO TRATAMENTO."
VUDIRAX - Laboratório
BLAUSIEGEL
Rodovia Raposo Tavares km 30,5 No. 2833
Cotia/SP
- CEP: 06705-030
Tel: (11) 4612-2922
Site: http://www.blausiegel.net
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