Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).
Atualizado em 2012

GLIBENCLAMIDA (Gliben)5mg - Cx c/20blisx10 cps

Ver preço (R$)

Glibenclamida (Gliben)5mg - Cx c/20blisx10 cps:

GLIBEN
Glibenclamida
5 mg

FORMA FARMACÊUTICA E DE APRESENTAÇÃO - GLIBENCLAMIDA

Comprimidos Embalagem contendo 20 blísteres com 10 comprimidos
Embalagem com 3 envelopes com 10 comprimidos
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO - GLIBENCLAMIDA

Cada comprimido contém:
Glibenclamida (DCB 0621.01-3) .................... 5 mg
Excipiente qsp .................... 1 comp.
(Excipiente: celulose microcristalina, lactose, estearato de magnésio, talco)  

INFORMAÇÃO AO PACIENTE - GLIBENCLAMIDA

O produto é indicado para diabetes mellitus1 não insulino-dependente (tipo II). O produto deve ser conservado à temperatura ambiente, entre 15 e 30ºC, protegido da luz e umidade.
O prazo de validade do produto é de 24 meses, a partir da data de fabricação impressa na embalagem. Não utilize medicamento vencido, pois pode ser prejudicial à saúde.
Informe seu médico sobre a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Tanto a administração como a suspensão do tratamento somente deverão ser feitas sob orientação de seu médico.
Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis como náusea3, vômito4, diarréia5, reações na pele, distúrbios na visão e na fala, sensação de paralisia6.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANÇE DAS CRIANÇAS.
A base do tratamento de todos os casos de diabetes7 é a dieta, sob orientação médica. Ela deve ser seguida rigorosamente e em nenhuma circunstância a glibenclamida deve ser utilizada como substituto para a inobservância das instruções da dieta. Além da observação da dieta, a ingestão regular dos comprimidos é de fundamental importância para manter a eficácia do tratamento.
Quando não se atingiu um controle satisfatório da diabete, ou quando se está trocando de medicação antidiabética, o estado de alerta e o tempo de reação podem ser alterados, sendo recomendado que o paciente não dirija automóvel ou opere máquinas. O paciente deve evitar esforços físicos intensos.
O tratamento da diabete com glibenclamida requer cuidados pessoais e supervisão médica constante, para evitar alterações indesejáveis nos níveis de glicemia8, isto é, de açúcar9 no sangue10 (hiperglicemia11 ou hipoglicemia12).
Apesar de todos os cuidados de dieta e medicação, diversos fatores podem piorar transitoriamente o quadro da diabete, com aumento da taxa de açúcar9 no sangue10 (hiperglicemia11), com aumento da quantidade de urina13 na fase inicial e, se não for tratada, até mesmo quadros mais graves, com risco de vida. Dentre os fatores que causam essa piora temporária da diabete citam-se infecções ou outras doenças, tensão ou alteração do peso. Em condições excepcionais de grande tensão (estresse), por exemplo, cirurgia de emergência, infecções, febre14 e durante a gravidez2 e lactação15, uma troca temporária para insulina16, pode ser necessária.
O aumento da quantidade de urina13, com micção a intervalos mais freqüentes, emagrecimento acentuado, sede intensa, secura na boca e pele seca, são os primeiros quadros de alarme da piora da diabete.
Pode também ocorrer fenômeno oposto, de baixa acentuada do açúcar9 no sangue10 (hipoglicemia12), provocada por jejum prolongado, interação com outros medicamentos, grande esforço físico ou outras doenças, como por exemplo, distúrbios da glândula tireóide17.
Os sinais18 indicativos de níveis baixos de açúcar9 no sangue10 são fome intensa, sudorese19, tremor, agitação, irritabilidade, cefaléia20, distúrbios do sono e depressão do humor. Convém ter sempre em mente que a hipoglicemia12 causa confusão mental, de modo que o próprio paciente perde a capacidade de informar, sendo às vezes tratado como doente mental até que se descubra a verdadeira causa de seu estado, a baixa concentração de açúcar9 no sangue10.
A hipoglicemia12 pode sempre ser corrigida por administração de carboidratos (açúcar9 em várias formas, tais como suco de frutas adoçado, chá adoçado, açúcar9 puro). Os adoçantes artificiais não  
são usados para esse propósito. Qualquer reação hipoglicêmica deve ser relatada ao médico assim que possível, que por sua vez, irá verificar se a dose de glibenclamida requer correção. Se medidas simples não funcionarem para aliviar de imediato a crise hipoglicêmica, deve-se chamar um médico imediatamente.
Observa-se, a propósito, que taxas altas de açúcar9, por curto período de tempo, não são prejudiciais ao paciente. O que leva ao coma21 diabético é a presença de produtos de degradação da glicose22 no organismo, os corpos cetônicos. Já a falta de açúcar9, se repetida, pode levar a dano permanente do raciocínio e outras funções cerebrais.
No caso de troca de médico, ou por necessidade de tratamento simultâneo com dois ou mais médicos (por exemplo, admissão em hospital após acidente, doença em um feriado) o paciente deve dizer ao médico que é diabético. Se outras doenças surgirem durante o tratamento com glibenclamida, o médico que está orientando o tratamento deve ser imediatamente informado, pois a dose de manutenção da glibenclamida pode ser que deva ser modificada.
Erros de ingestão, como por exemplo, esquecimento de uma dose, não são corrigidas tomando-se posteriormente mais comprimidos.
Não ingerir bebidas alcoólicas juntamente com o medicamento, pois pode potencializar ou atenuar o seu efeito hipoglicêmico.
O alcoolismo crônico23 pode levar à deterioração do controle da diabete.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

INFORMAÇÃO TÉCNICA - GLIBENCLAMIDA

Características
A glibenclamida é um antidiabético oral24 do grupo das sulfoniluréias25, tendo atividade hipoglicemiante26. Por isso, é utilizada no tratamento da diabetes mellitus1 não insulino-dependente (diabete tipo II).
A glibenclamida parece atuar na redução da glicemia8 através do estímulo da liberação de insulina16 pelo pâncreas27, efeito dependente do funcionamento das células beta das ilhotas28 de Langerhans. O mecanismo pelo qual a glibenclamida reduz a glicemia8 durante a administração prolongada, ainda não foi totalmente elucidado.
Com a administração crônica nos pacientes com diabete do tipo II, o efeito hipoglicemiante26 persiste, apesar do declínio gradual na resposta secretória da insulina16. Efeitos extrapancreáticos podem desempenhar algum papel no mecanismo de ação das sulfoniluréias25 hipoglicemiantes29. Diminui a glicogenólise e a glicogênese hepáticas.
A glibenclamida também produz uma leve diurese30, devido à elevação do clearance renal31 de água livre. A experiência clínica indica também incidência32 muito pequena de reações semelhantes às do dissulfiram.
A glibenclamida é bem absorvida no prazo de 1 hora após a administração. É distribuída amplamente por todo organismo, com alta ligação às proteínas33 plasmáticas, na ordem de 97%. O volume de distribuição é de cerca de 0,2 l/kg. A biotransformação é hepática, formando os derivados 4-transidroxilados e 3-cis-hidroxilados, que são praticamente inativos.
A meia-vida da glibenclamida é de 10 horas. O início da ação ocorre cerca de 30 minutos após sua administração. Atinge a concentração máxima em 4 horas.
O efeito persiste por 24 horas após dose única em pacientes diabéticos, ingerida antes da primeira refeição. Cerca de 50% da dose é excretada pela urina13 e os 50% restantes pela via biliar através das fezes.

INDICAÇÕES - GLIBENCLAMIDA

A glibenclamida está indicada no tratamento oral da diabetes mellitus1 não insulino-dependente (tipo II ou diabete do adulto).

CONTRA-INDICAÇÕES - GLIBENCLAMIDA

A glibenclamida está contra-indicada no tratamento da diabetes mellitus1 insulino-dependente (tipo I ou diabete juvenil), coma21 diabético, descompensação metabólica da diabete (especialmente pré-coma21 e cetoacidose), insuficiência renal34 grave, hipersensibilidade à glibenclamida. É contra-indicada também na gravidez2 e amamentação35.

PRECAUÇÕES - GLIBENCLAMIDA

A base do tratamento de todos os casos de diabete é a dieta, seguida rigorosamente. Em nenhuma circunstância deve ser utilizada a glibenclamida como substituto para inobservância das instruções da dieta. O tratamento da diabete com glibenclamida requer supervisão constante. Além da observação da dieta, a ingestão regular dos comprimidos é de importância fundamental para manter a eficácia do tratamento e evitar alterações indesejáveis nos níveis de glicemia8 (hiperglicemia11 ou hipoglicemia12).
É necessário controlar periodicamente os níveis de glicose22 na sangue10 e na urina13.
Sinais18 de hiperglicemia11 são sede intensa, secura na boca, pele seca e diurese30 freqüente. Sinais18 de hipoglicemia12 são fome intensa, sudorese19, tremor, agitação, irritabilidade, cefaléia20, distúrbios do sono, depressão do humor e distúrbios neurológicos transitórios como alterações na fala, visão e sensação de paralisia6.
A ausência de sintomas36, ou sintomas36 leves de hipoglicemia12 podem ocorrer, como por exemplo, em pacientes com neuropatia autonômica37 ou que estejam em tratamento com betabloqueadores, clonidina, reserpina, guanetidina, ou outros fármacos simpaticolíticos. Os pacientes alérgicos aos derivados da sulfonamida também podem desenvolver reações alérgicas à glibenclamida.
A hiperglicemia11 pode ser de caráter permanente, por piora da diabete, ou pode ser temporária, por exemplo causada por infecções ou outras doenças, tensão ou alteração do peso.
Em condições excepcionais de estresse (por exemplo, cirurgia de emergência, infecções, febre14) e durante a amamentação35, uma troca temporária para insulina16 pode ser necessária.
As reações hipoglicêmicas podem ser devido à superdosagem de glibenclamida, interações com medicamento, erros de dieta (jejuns prolongados), grande esforço físico, distúrbios não compensados do sistema endócrino38 que influenciam o metabolismo39 dos carboidratos por exemplo, distúrbios da glândula tireóide17) e que influenciam a auto-regulação da hipoglicemia12 (por exemplo, insuficiência40 adrenocortical).  
A superdosagem pode ser conseqüência de uma extensão do tempo de meia-vida da presença de defeito genético.
Quando não se atingiu um controle satisfatório da diabete, ou quando se está trocando de medicação antidiabética, o estado de alerta e o tempo de reação podem ser alterados, sendo recomendado que o paciente não dirija automóvel ou opere máquinas. O paciente deve evitar esforços físicos intensos.
A glibenclamida pode provocar hipoglicemia12, com risco de vida se não forem tomadas as providências necessárias.
Aumenta o risco de letalidade por patologias cardiovasculares.
Gravidez2 e Amamentação35: A glibenclamida não deve ser administrada.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS - GLIBENCLAMIDA

Potencialização da ação hipoglicemiante26 da glibenclamida com: insulina16 ou outro antidiabético oral24, inibidores da ECA, esteróides anabólicos e hormônios sexuais masculinos, azapropazona, cloranfenicol, derivados cumarínicos, ciclofosfamida, cimetidina, biquanidas, feniraminol, fosfamidas, reserpina, disopiramida, fenfluramina, feniramidol, fibratos, fluoxetina, ifosfamida, inibidores da monoaminoxidase, miconazol, oxifenilbutazona, ácido p-amino-salicílico, pentoxifilina (doses elevadas e uso parenteral), fenilbutazona, probenecida, quinolonas, salicilatos, sulfinpirazona, sulfonamidas, agentes simpaticolíticos (como beta bloqueadores, guanetidina), tetraciclinas, tritoqualina, trofosfamida.  
Atenuação do efeito hipoglicemiante26 da glibenclamida com: acetazolamida, barbituratos, corticosteróides, diazóxido, diuréticos41 (salutéricos), epinefrina (adrenalina) e outros agentes simpatomiméticos, glucagon42, laxantes43 (depois do uso prolongado), ácido nicotínico (em doses elevadas), estrogênios e progestágenos, fenotiazinas, fenitoína, rifampicina, hormônios tiroideanos, clonidina.
Potencialização ou atenuação do efeito hipoglicemiante26 com antagonistas H2, clonidina, reserpina, ingestão aguda ou crônica de álcool. O alcoolismo cr6onico pode levar à deteriorização do controle da diabete.
Redução ou ausência de sinais18 de contra-regulação adrenérgica: fármacos simpaticolíticos (como beta bloqueadores, clonidina, guanetidina, reserpina).
A glibenclamida pode tanto potencializar como diminuir o efeito dos derivados cumarínicos.

REAÇÕES ADVERSAS E ALTERAÇÕES EM EXAMES LABORATORIAIS - GLIBENCLAMIDA

Podem ocorrer reações ligadas ao funcionamento do trato gastrointestinal tais como náuseas44, vômito4, dor abdominal, sensação de plenitude gástrica ou peso no epigastro. Diarréias são observadas em casos excepcionais. Reações alérgicas ou pseudoalérgicas com prurido45, erupções, urticária46, incluindo choque47 e vasculite48 alérgica.
Foram relatados casos de distúrbio hematopoiéticos, como por exemplo, diminuição leve a grave das plaquetas49 (trombocitopenia50), hemácias51 (anemia52) e leucócitos53 (leucopenia54) que podem progredir para depleção séria dos granulócitos (agranulocitose55) ou diminuição de todos os elementos celulares do sangue10 (pancitopenia56). Houve em alguns casos, aceleração na degradação de células vermelhas (anemia hemolítica57) e inflamação58 dos vasos sangüíneos59 (vasculites). Em geral tais alterações são reversíveis.
Também com incidência32 rara, podem ocorrer alterações hepáticas, como por exemplo, elevação dos níveis de enzimas hepáticas, hepatite60 e colestase, distúrbios mais graves das funções hepáticas e alteração do sistema endócrino38, com prejuízo do controle metabólico da hiperglicemia11.
Pode ocorrer hipoglicemia12 grave e outros sinais18 de contra-regulação adrenérgica, provocando distúrbios da visão, fala e sensação de paralisia6. Ocorre redução da concentração sérica de sódio. O estado de atenção e o tempo de reação podem ser alterados de tal forma que o paciente não pode dirigir ou operar máquinas com segurança.
A glibenclamida pode apresentar hipersensibilidade cruzada às sulfonamidas ou seus derivados e hipersensibilidade à luz.
Alterações em Exames Laboratoriais:  
Não há relato de alterações significativas de exames laboratoriais pelo uso da glibenclamida além daqueles devidos à sua própria ação no tratamento da diabete.

POSOLOGIA - GLIBENCLAMIDA

A estabilização da diabete através da glibenclamida deve ser orientada somente pelo médico. De maneira geral, a dose inicial é de 2,5 mg (1/2 comprimido) a 5 mg (1 comprimido) por dia. Essa dose inicial pode ser gradualmente aumentada, se necessário. A dose máxima diária é de 15 mg.
As doses devem ser ajustadas conforme os resultados dos exames laboratoriais (doseamento de glicose22 no sangue10 e na urina13).
Os comprimidos devem ser ingeridos sem mastigar com um pouco de líquido, a menos que seja prescrito de modo diferente.
Recomenda-se, em geral, que a primeira dose diária deve ser administrada imediatamente antes da primeira refeição substancial. Para os casos que exigem mais de um comprimido ao dia, recomenda-se dividir a dose em duas administrações: uma antes da primeira refeição substancial e a outra antes do jantar.
É importante ater-se às instruções do médico para uso da glibenclamida.
Erros de ingestão como o esquecimento de uma dose, nunca podem ser compensados tomando-se doses maiores mais tarde.

SUPERDOSAGEM - GLIBENCLAMIDA

Quadro Clínico: A superdosagem da glibenclamida leva à hipoglicemia12, cuja gravidade varia com a dose e sensibilidade do paciente.
Hipoglicemia12 leve: ocorrem fome intensa, sudorese19, tremor, agitação, irritabilidade, cefaléia20, distúrbios do sono e depressão do humor.
Hipoglicemia12 grave: pode ocorrer com distúrbios psicológicos, aparentando insanidade mental, sintomas36 neurológicos e coma21 hipoglicêmico.
Tratamento:
Os sintomas36 e sinais18 de hipoglicemia12 leve podem sempre ser corrigidos por administração de carboidratos (açúcar9 em várias formas, tais como suco de frutas adoçado, chá adoçado, açúcar9 puro). Os adoçantes artificiais não são usados para esse propósito. Se medidas simples não funcionarem para aliviar de imediato a crise hipoglicêmica, deve-se chamar um médico imediatamente e pode até ser necessária a hospitalização.
As reações hipoglicêmicas graves, com coma21 ou outros problemas neurológicos, ocorrem com pouca freqüência, porém necessitam de hospitalização imediata. Caso ocorra coma21 hipoglicêmico, deve-se administrar de imediato injeção61 intravenosa de solução concentrada de glicose22 (50%), seguida por infusão contínua de solução de glicose22 mais diluída (10%), mantendo-se o nível da glicemia8 acima de 100 mg/dl62. Como os danos orgânicos e sintomas36 da hiperglicemia11 decorrem principalmente do quadro da cetose, não da glicose22, a administração de solução concentrada de glicose22 é sempre conveniente no tratamento agudo63 do quadro suspeito de hipoglicemia12 grave, na ausência de recursos diagnósticos imediatos.
Após o tratamento inicial, os pacientes devem ser cuidadosamente controlados por um período de 24 a 48 horas, uma vez que o episódio hipoglicêmico pode reaparecer após aparente recuperação clínica.

PACIENTES IDOSOS - GLIBENCLAMIDA

O produto poderá ser usado em pacientes acima de 65 anos de idade, desde que observadas as precauções comuns ao produto.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Número do Lote, Data de Fabricação e Prazo de Validade: Vide Cartucho
Reg. MS N.º 1.0298.0139
Farm. Resp.: Dr. Joaquim A. dos Reis - CRF-SP N.º 5061

SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800-7011918

Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rodovia Itapira-Lindóia - km 14 - Itapira - SP
CNPJ N.º 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira

REVISADO EM 21/09/01

GLIBENCLAMIDA (Gliben)5mg - Cx c/20blisx10 cps - Laboratório

CRISTALIA
Escritório central - Unidade II: Av. Paoletti, 363 - Nova Itapira
Itapira/SP - CEP: 13970-000
Tel: (19) 3863-9500
Fax: (19) 3863-9500
Site: http://www.2cristalia.com.br/fale_conosco.php
Escritório comercial
Av. Corifeu de Azevedo Marques, 1847 - Butantã
São Paulo /SP
CEP: 05581-001
Tel./Fax: (11) 3723-6400

Unidade I
Rod. Itapira-Lindóia, Km 14 - Ponte Preta
Itapira /SP
CEP: 13970-000
Tel./Fax: (19) 3843-9500

Unidade III
Av. Nossa Senhora Assunção, 574 - Butantã

Ver outros medicamentos do laboratório "CRISTALIA"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).