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Atualizado em 2012

GLIMEPIL

Preço em Washington/SP: R$ 19,23
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GLIMEPIL®
Glimepirida1

CLASSE
Antidiabético

FÓRMULA - GLIMEPIL

Cada comprimido contém:1mg de glimepirida1 e excipiente (Lactose, Celulose Microcristalina, Óxido de Ferro Amarelo, Estearato de Magnésio e Corante Azul) q.s.p 1 comprimido.

2mg de glimepirida1 e excipiente (Lactose, Celulose Microcristalina, Óxido de Ferro Amarelo e Estearato de Magnésio) q.s.p 1 comprimido.

4mg de glimepirida1 e excipiente (Lactose, Celulose Microcristalina, e Estearato de Magnésio) q.s.p 1 comprimido.

6mg de glimepirida1 e excipiente (avicel, P.V.P, croscamelose sódica, lactose mono, estearato de magnésio, corante azul FDC, água purificada).

O QUE É? - GLIMEPIL

GLIMEPIL® (Glimepirida1) é uma sulfamida hipoglicemiante2 derivada das sulfoniluréias3.

MECANISMO DE AÇÃO - GLIMEPIL

A glimepirida1 atua por estimulação da liberação de insulina4 das células beta das ilhotas5 pancreáticas, reduzindo a captação hepática da insulina4 secretada endogenamente e suprimindo diretamente a liberação de glucagon6. A glimepirida1 é bem absorvida por via oral apresentando uma concentração plasmática máxima em torno de 2 a 5 horas após administrada. Apresenta uma forte taxa de ligação às proteínas7 plasmáticas (cerca de 99%) e é totalmente metabolizada no fígado8, e seus metabolitos são eliminados em torno de 58% através da urina9 e cerca de 35% pelas fezes.

INDICAÇÕES - GLIMEPIL

Tratamento oral do diabetes mellitus10 não-insulino dependente (tipo II ou diabetes11 do adulto), quando os níveis de glicose12 não podem ser adequadamente controlados por meio de dieta alimentar, exercícios físicos e redução de peso.

CONTRA-INDICAÇÕES - GLIMEPIL

GLIMEPIL® (Glimepirida1) é contra-indicada nas seguintes situações: diabetes11 insulino dependentes (diabetes juvenil13), descompensação acidótica grave, pacientes em pré-coma14 ou coma14 diabético e coma14 hipoglicêmico. Diabetes11 com insuficiência hepática15 ou renal16 grave. Pacientes com história de hipersensibilidade à glimepirida1 e a outras sulfoniluréias3, derivados sulfonamídicos e a qualquer dos componentes da fórmula. Gravidez17 e lactação18.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS - GLIMEPIL

•  Pode haver potencialização dos efeitos da glimepirida1: insulina4, outros hipoglicemiantes orais19, alopurinol, cloranfenicol, fenfluramina, fibratos, guanetidina, inibidores da MAO20, acido paraminosalicílico, ciclofosfamidas, fenilbutazona e oxifenilbutazona, probenecida, salicilatos, sulfonamidas, tritiqualina, inibidores da ECA, esteróides anabolizantes e hormônios masculinos, derivados cumarínicos, disopiramida, feniramidol, fluoxetina, ifosfamida, miconazol, pentoxifilina (uso parenteral em doses elevadas), azapropazona, quinolonas, sulfimpirazona, tetraciclinas e trofosfamida.
•  Beta-bloqueadores: diminuem a tolerância à glicose12, e em pacientes com diabetes11, podem levar à deterioração do controle metabólico.
•  Reduzem os efeitos hipoglicemiantes21 da glimepirida1: acetazolamida, corticosteróides, diuréticos22, glucagon6, ácido nicotínico (doses elevadas), fenotiazínicos, rifampicina, barbitúricos, diazóxido, adrenalina, e outros agentes simpaticomiméticos, laxantes23 (uso abusivo), estrogênios e progestagênios, fenitoína, hormônios da tiróide, antagonistas dos receptores H2, clonidina e reserpina (podem induzir tanto a potenciação como a redução).
•  O álcool pode potencializar ou diminuir a ação hipoglicemiante2 da glimepirida1.

PRECAUÇÕES - GLIMEPIL

•  Pesquisas recentes sugerem que os níveis de alteração de açúcar24 no sangue25 durante a gravidez17 estão associadas com uma maior incidência26 de irregularidades congênitas; portanto não é indicado o uso da glimepirida1 durante a gravidez17, sendo que inúmeros especialistas recomendam o uso da insulina4 durante a gravidez17 para manter os níveis glicêmicos tão próximos do normal quanto possível.•  A lactação18 deve ser suspensa durante o período de tratamento com a glimepirida1
•  Dieta adequada, exercícios físicos suficientes e regulares e, se necessário, redução do peso corporal, são tão importantes quanto o uso regular da glimepirida1.
•  O paciente deve ser orientado para informar imediatamente ao médico qualquer reação do tipo hipoglicêmico. Durante as primeiras semanas do tratamento, o risco da ocorrência de hipoglicemia27 pode estar aumentada e necessita de monitoração cuidadosa. Sinais28 clínicos da hiperglicemia29: poliúria30, polidipsia31, secura da boca e pele ressecada. A hipoglicemia27 pode ser prontamente corrigida por administração de carboidratos (glicose12 ou açucar puro ou suco de frutas ou chá adoçados)
. Para este propósito, os pacientes devem carregar um mínimo de 20g de glicose12 e podem necessitar ajuda de outras pessoas para evitar complicações. Adoçantes artificiais não são efetivos no controle da hipoglicemia27.
•  Especial atenção deve ser mantida nos casos de moléstias infecciosas e febris, em intervenções cirúrgicas, traumatismos e outras situações com possibilidade de desequilíbrio metabólico, quando pode ser necessário administrar um tratamento insulínico para manter um adequado controle metabólico.
•  Durante o tratamento com a glimepirida1 devem ser realizadas as determinações periódicas dos níveis de glicemia32 e glicosúria33, juntamente medindo-se a proporção de hemoglobina glicosilada34 e possivelmente de fructosamina.
•  Pode ocorrer uma diminuição do estado de alerta do paciente, conseqüente à hipo ou hiperglicemia29, especialmente no início ou após alterações no tratamento ou quando a glimepirida1 não for administrada regularmente, afetando por exemplo, a habilidade de conduzir veículos e/ou operar máquinas.

REAÇÕES ADVERSAS - GLIMEPIL

•  Hipoglicemia27.
•  Das reações gastrintestinais foram ocasionalmente relatadas: náuseas35, vômitos36, sensação de plenitude gástrica, dores abdominais e diarréia37. Em casos isolados foram observados aumentos das enzimas hepáticas e alterações na função hepática (colestase, icterícia38 e hepatite39).
•  Reações hematológicas: em casos isolados foram observados leucopenia40, anemia hemolítica41 e eritrocitopenia, agranulocitose42 e pancitopenia43 (por supressão medular), raramente trombocitopenia44.
•  Reações dermatológicas: ocasionalmente foi observado prurido45, urticária46 e erupções maculopapulares. Tais reações são leves, mas podem tornar-se severas acompanhadas por dispnéia47 e hipotensão arterial48, as vezes evoluindo até choque49. Em casos de urticária46 o médico deve ser imediatamente informado.
•  Em casos isolados podem ocorrer diminuição do sódio sérico, vasculite50 alérgica e hipersensibilidade cutânea51 à luz. Visto que alguns efeitos adversos, tais como hipoglicemia27 severa, certas alterações na crase sangüínea, reações alérgicas ou pseudo-alérgicas graves ou insuficiência hepática15 podem, sob certas circunstâncias tornarem-se risco de vida, é essencial que um médico seja informado caso ocorram.

POSOLOGIA - GLIMEPIL

A dose deve ser suficiente para atingir o controle metabólico exigido. As doses iniciais e de manutenção são baseadas nos resultados de monitoração regular da glicemia32 ou glicosúria33. Dúvidas e enganos (como esquecer de uma dose) nunca devem ser resolvidos (por exemplo tomando-se uma dose maior mais tarde) por conta própria.
•  A dose inicial é de 1 mg de glimepirida1 diariamente. Se necessário esta dose pode ser aumentada. Recomenda-se que tal aumento se faça de acordo com o controle do nível de glicose12 no sangue25 e de forma gradual, em intervalos de 1 a 2 semanas, de acordo com as seguintes etapas : 1 mg, 2 mg, 3 mg, 4 mg e 6 mg. A dose inicial usual para pacientes com diabetes11 bem-controlada é de 1 a 4 mg de glimepirida1 ao dia. Doses diárias superiores a 6 mg (até 8 mg) somente são eficazes para uma minoria de pacientes, portanto, doses superiores não devem ser utilizadas. A distribuição das doses é determinada pelo médico, levando-se em consideração o quadro clínico do paciente. Normalmente, uma única dose diária de glimepirida1 é suficiente. Recomenda-se administrar imediatamente antes da primeira refeição substancial ou da primeira refeição principal. É muito importante alimentar-se bem após a administração da medicação.
•  Ajuste secundário de dose: a sensibilidade à insulina4 aumenta à medida que melhora o controle do diabetes11; portanto, as necessidades de glimepirida1 podem diminuir durante o tratamento. Para evitar a hipoglicemia27, deve-se considerar oportuna uma redução temporária da dose ou interrupção da terapia com a glimepirida1. Um ajuste de dose deverá ser considerado caso ocorram mudanças no peso ou no estilo de vida do paciente, ou ainda na ocorrência de outros fatores que aumentem a suscetibilidade para hipo ou hiperglicemia29.
•  Duração do tratamento: o tratamento com a glimepirida1 é de longa duração, dependente da resposta e evolução do paciente e da conduta e decisão do médico assistente.
•  Substituição de outros agentes antidiabéticos orais52 pela glimepirida1: não há uma exata relação entre a dose de glimepirida1 e a de outros agentes hipoglicemiantes21. Em caso de substituição desses agentes, a dose inicial de glimepirida1 deverá ser de 1 mg, mesmo quando se parte de doses máximas do agente hipoglicemiante2 anteriormente administrado. Todo aumento posterior de dose deverá ser procedido de forma gradual seguindo as diretrizes acima explicitadas. Deve-se ter em conta a potência e a duração da ação do agente hipoglicemiante2 empregado previamente. Pode ser necessário interromper o tratamento para evitar efeitos aditivos que aumentam o risco de hipoglicemia27. Em alguns casos de pacientes com diabetes11 tipo I anteriormente controlados com insulina4, uma substituição pela glimepirida1 pode ser indicada. A substituição geralmente deve ser feita em hospitais.
•  Administração: os comprimidos de glimepirida1 devem ser engolidos sem mastigar e com quantidade suficiente de líquido (aproximadamente meio copo).

SUPERDOSAGEM
•  A superdosagem de sulfoniluréias3, incluindo a glimepirida1, pode causar hipoglicemia27. Sintomas53 hipoglicêmicos deverão ser tratados imediatamente com glicose12 via oral e ajuste na dose da droga e (ou) no padrão de alimentação.
•  Cuidadosa observação médica deverá ser feita até que se assegure que o paciente esteja fora de perigo. Reações hipoglicêmicas graves, como convulsões, coma14 ou outros distúrbios neurológicos ocorrem infrequentemente e devem ser consideradas como emergências médicas requerendo hospitalização imediata. Se houver suspeita ou se for diagnosticado coma14 hipoglicêmico, o paciente deve receber rápida injeção54 intravenosa de solução glicosada ( para adulto inicia-se com 40 ml de solução de glicose12 20% e ou glucagon6 em doses de 0,5 a 1 mg por via SC, IV ou IM ). Em crianças e adolescentes, a dose de glicose12 deve ser administrada cuidadosamente e deve ser regulada pelo controle da glicose12 no sangue25. Esses pacientes devem ser cuidadosamente observados por um período mínimo de 24 a 48 horas, uma vez que a hipoglicemia27 pode recorrer após aparente melhora clínica. Em caso de ingestão excessiva de comprimidos de glimepirida1, proceder lavagem gástrica55 e administrar carvão medicinal.

APRESENTAÇÃO
Embalagem com 30 comprimidos sulcados.

GLIMEPIL - Laboratório

FARMOQUIMICA
Rua General Polidoro, 105
Rio de Janeiro/RJ - CEP: 22280-001
Tel: 55 (021 )275-3548
Fax: 55 (021) 542-6747
Site: http://www.farmoquimica.com.br/

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