GINESSE
GINESSE®
(Gestodeno + etinilestradiol)
CLASSE
Contraceptivo oral de baixa dosagem.
FÓRMULA - GINESSE
Cada comprimido de GINESSE® revestido contém 0,075 mg de gestodeno e 0,020 mg de etinilestradiol e excipiente (amido de milho, lactose, polivinilpirrolidona, estearato de magnésio. Polietilenoglicol, talco, dióxido de titânio e sacarose) q.s.p. 1 comprimido revestido .MECANISMO DE AÇÃO - GINESSE
A associação gestodeno + etinilestradiol é um contraceptivo oral monofásico, que atua primariamente inibido a ovulação1 pela suspensão da liberação de gonadotrofina.INDICAÇÕES - GINESSE
GINESSE® é indicado na prevenção da gravidez2CONTRA-INDICAÇÕES - GINESSE
O uso de GINESSE® é contra-indicado em pacientes com história prévia ou atual de processos tromboembólicos arterial ou venoso e condições que os predispõem, como anormalidades no sistema de coagulação, doença cardiovascular e fibrilação arterial. Distúrbios crônicos ou agudos da função hepática (incluindo síndrome3 de Dubin-Johnson, síndrome3 de Rotor), história prévia ou atual de tumores hepáticos, antecedentes de icterícia4 idiopática5 ou prurido6 intenso durante a gravidez2. História prévia ou atual de neoplasia7 estrógeno8-dependente confirmada ou suspeita (carcinoma9 mamário ou endometrial). Distúrbios do metabolismo10 lipídico. Anemia falciforme11. Diabetes12 severa com alterações vasculares. Antecedentes de herpes gestacional. Otosclerose13 agravada durante a gravidez2. Sangramento genital anormal de causa desconhecida. Gravidez2 diagnosticada ou suspeita. Hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula.INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS - GINESSE
A eficácia contraceptiva é reduzida e uma incidência14 maior de sangramento intermenstrual podem ocorrer com o uso concomitante de contraceptivos orais com as seguintes drogas: rifampicina, penicilinas, ampicilina, neomicina, tetraciclinas, cloranfenicol, sulfonamidas, barbitúricos, fenilbutazona, meprobamato, analgésicos15 contendo fenacetina e pirazolona, clorpromazina e clordiazepóxido. Os anticonceptivos orais podem antagonizar a eficácia dos agentes anti-hipertensivos, anticonvulsivantes, anticoagulantes orais e agentes hipoglicêmicos. Podem interferir no metabolismo10 oxidativo do diazepam e outros benzodiazepínicos, podendo ocorrer acumulação dos níveis plasmáticos dessas drogas. As doses necessárias para agentes antidiabéticos e insulina16 podem precisar ser alteradas como um resultado do efeito de tolerância à glicose17.• A observação ou suspeita de qualquer dessas manifestações implicará na interrupção imediata do medicamento.• Estudos realizados relacionando compostos desta classe terapêutica mostraram um aumento do risco de tromboflebite18, distúrbios cerebrovasculares, infarto19 miocárdico e embolia20 pulmonar. Este aumento o risco foi estimado em 4 a 11 vezes mais alto (para hemorragia21 cerebral 2 vezes mais) para as usuárias, comparado com as não-usuárias, paralelamente, o risco de trombose venosa superficial22 ou profunda foi menor nas pacientes que vão ser submetidas à cirurgia, o médico deve considerar a interrupção do tratamento pelos menos quatro semanas antes da data provável da intervenção.
• A medicação deve também ser interrompida se houver: gradual ou súbita, parcial ou completa perda de visão, exoftalmia ou diplopia23; inicio ou agravamento de enxaqueca24 ou aparecimento de cefaléia25 recorrente, persistente ou grave; edema26 da papila; alguma evidência de lesão vascular27 retiniana.
• Anormalidades fetais têm sido relatadas em descendentes de mulheres que tomaram estes medicamentos durante a gravidez2, portanto, a possibilidade de gestação deve ser afastada, antes do inicio ou da continuação de um tratamento desta natureza.
• Tumores hepáticos, ocasionalmente fatais, foram diagnosticados em usuárias destes compostos. Estes tumores podem se apresentar como uma massa abdominal, com sangramento e (ou) sinais28 e sintomas29 de abdome agudo30, tanto em pacientes que estão se submetendo à terapêutica a curto como a longo prazo.
• Em fumantes que usam este medicamento o risco de efeitos secundários cardiovasculares aumenta em relação à idade (acima de 35 anos) e ao consumo de cigarros ( 15 ou mais por dia). As mulheres nestas condições deverão ser severamente advertidas para não fumarem.
• Algumas condições médicas podem ser influenciadas por este tipo de tratamento. O médico deve estar alertado quanto às mesmas, examinar cuidadosamente a paciente e avaliar criteriosamente a conveniência de continuar ou não a terapia: a) fibroma31 uterino preexistente pode aumentar de tamanho. B) a tolerância à glicose17 pode diminuir em um significativo número de mulheres. C) a pressão arterial pode aumentar, em pequeno mas significativo número de pacientes. D) icterícia4 colestática: gestantes com história pregressa dessa afecção são mais propensas ao desenvolvimento dessa patologia. E) amenorréia32 durante e após o tratamento. Mulheres com passado de dismenorréia33 secundária ou com ciclos irregulares são mais propensas a não ovular, ou se tornarem amenorréicas. F) depressão psíquica. G) retenção líquida. Condições que poderiam ser afetadas por esse fator incluem epilepsia34, enxaqueca24, asma35, disfunção cardíaca ou renal36.
• Com um estudo controlado retrospectivo, foi cirurgicamente confirmado um aumento do risco de doenças da vesícula biliar37.
• Antes de iniciar o tratamento a paciente deve ser submetida a um exame físico completo, e seus antecedentes familiares devem ser investigados. Na vigência do tratamento aconselha-se que seja realizados com periodicidade exames físicos e colpocitológico.
• Lactantes38: pequenas quantidades de contraceptivos esteróides orais têm sido identificados no leite materno e alguns efeitos adversos têm sido relatados na criança, incluindo icterícia4 e ingurgitamento mamário. Por outro lado, os contraceptivos orais administrados no puerpério imediato podem diminuir a quantidade e a qualidade do leite materno.
REAÇÕES ADVERSAS - GINESSE
Os seguintes efeitos secundários podem ser observados: Provavelmente ligados com a terapia: náusea39, vômito40 e sintomas29 gastrintestinais; sangramento intermenstrual; alterações no fluxo menstrual; dismenorréia33; amenorréia32 durante ou após o uso; esterilidade41 temporária; edema26; cloasma42; alterações mamárias de sensibilidade; secreção e aumento de volume; alterações de peso; alterações na erosão e secreção cervicais; diminuição da lactação43; icterícia4, cefaléia25; manifestações alérgicas cutâneas44; depressão psíquica; tolerância reduzida aos carboidratos, candidíase45 vaginal; alteração na curvatura da córnea; intolerância a lentes de contato. Sem confirmação de relação com a terapia: síndrome3 semelhante a tensão pré-menstrual; alterações na libido, alterações no apetite; síndrome3 semelhante a cistite46, nervosismo, tontura47; hirsutismo48; queda de cabelo; eritema multiforme49 , eritema50 nodoso, erupção hemorrágica; vaginite51, porfíria e insuficiência renal52.POSOLOGIA - GINESSE
Durante o primeiro ciclo de tratamento, a paciente deve ser instruída a tomar 1 comprimido diariamente, durante 21 dias consecutivos, iniciando no 1o dia de menstruação53. Passando esse período, a administração deve ser suspensa durante 7 dias, durante os quais deve ocorrer hemorragia21 por supressão. Nos Ciclos seguintes: A paciente deve iniciar novo ciclo de tratamento após 7 dias de intervalo, isto é, no oitavo dia após ter tomado o último comprimido, procedimento este que deverá ser repetido em todos os tratamentos subseqüentes, mesmo que a hemorragia21 de suspensão esteja em curso. Desta maneira, cada ciclo de 21 dias de tratamento com o produto inicia-se sempre no mesmo dia da semana.APRESENTAÇÕES
Blister de alumínio plástico calendário contendo 21 comprimidos revestidos
GINESSE - Laboratório
FARMOQUIMICA
Rua General Polidoro, 105
Rio de Janeiro/RJ
- CEP: 22280-001
Tel: 55 (021 )275-3548
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