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Atualizado em 2011

BESILATO DE ANLODIPINO

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BESILATO DE ANLODIPINO

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES: - BESILATO DE ANLODIPINO

Comprimidos de 5 mg. Embalagens com 10, 20 e 30 comprimidos. Comprimidos de 10 mg. Embalagens com 10, 20 e 30 comprimidos. USO ADULTO

COMPOSIÇÃO - BESILATO DE ANLODIPINO

Cada comprimido de Besilato de Anlodipino 5 mg contém 5 mg de Anlodipino, na forma de Besilato de Anlodipino Ph. Eur. Besilato de Anlodipino Ph. Eur (equivalente a 5 mg de Anlodipino)……. 6,935 mg Excipientes q.s.p……….……………………………………………….……...1 comprimido Excipientes: celulose microcristalina, hidrogeno fosfato de cálcio anidro, estearato de magnésio, glicolato amido de sódio Cada comprimido de Besilato de Anlodipino 10 mg contém 10 mg de Anlodipino, na forma de Besilato de Anlodipino Ph. Eur. Besilato de Anlodipino Ph. Eur. (equivalente a 10 mg de Anlodipino)…. 13,87 mg Excipientes q.s.p……….……………………………………………..………..1 comprimido Excipientes: celulose microcristalina, hidrogeno fosfato de cálcio anidro, estearato de magnésio, glicolato amido de sódio

INFORMAÇÕES AO PACIENTE - BESILATO DE ANLODIPINO

Ação esperada do medicamento: o Besilato de Anlodipino está indicado no tratamento da hipertensão1 e da isquemia2 miocárdica. Cuidados de armazenamento: Os comprimidos de Besilato de Anlodipino devem ser conservados em sua embalagem original, protegidos da luz e em temperatura inferior a 25°C. Prazo de validade: Desde que sejam observados os cuidados de armazenamento, Besilato de Anlodipino apresenta o prazo de validade de 24 meses a partir da data de fabricação. O número de lote, a data de fabricação e a validade estão impressos na embalagem externa. Não tome medicamentos com o prazo de validade vencido. Gravidez3 e lactação4: Informe seu médico a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após seu término. Informar ao médico se está amamentando. Besilato de Anlodipino não é recomendado durante a gravidez3 e lactação4. Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Besilato de Anlodipino não deve ser administrado a crianças. Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

REAÇÕES ADVERSAS - BESILATO DE ANLODIPINO

: Informar ao médico o aparecimento de reações desagradáveis. Os efeitos adversos mais comuns incluem: dor de cabeça, inchaço, cansaço, sonolência, náusea5, dor abdominal, rubor, palpitações6 e tontura7. TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS. Ingestão concomitante com outras substâncias: Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento. Nenhum outro medicamento deve ser tomado sem o consentimento de seu médico. Contra- indicações e precauções: Este produto está contra-indicado a pacientes com conhecida hipersensibilidade às dihidropiridinas, anlodipino ou aos demais componentes da formulação. Efeitos sobre a habilidade em dirigir veículos e/ou operar máquinas: O uso de Besilato de Anlodipino provavelmente não causará diminuição da habilidade dos pacientes em dirigir veículos e/ou operar máquinas. NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE. INFORMAÇÕES TÉCNICAS Farmacodinâmica O anlodipino é um inibidor do influxo de cálcio (bloqueador do canal lento de cálcio ou antagonista do íon cálcio) e inibe o influxo transmembrana do íon cálcio no interior dos músculos cardíaco e liso. O mecanismo da ação anti-hipertensiva do anlodipino deve-se ao efeito relaxante direto na musculatura vascular8 lisa. O mecanismo preciso pelo qual o anlodipino alivia a angina9 não está completamente definido, mas o anlodipino reduz o grau de isquemia2 total pelas duas seguintes ações: - o anlodipino dilata as arteríolas periféricas e, desta maneira, reduz a resistência periférica total (afterload) contra o trabalho cardíaco. Uma vez que a freqüência cardíaca permanece estável, esta redução de carga diminui o consumo de energia miocárdica e a necessidade de oxigênio. - o mecanismo de ação do anlodipino envolve provavelmente também a dilatação das artérias coronárias10 principais e arteríolas coronárias, em regiões normais e isquêmicas. Esta dilatação aumenta a liberação de oxigênio no miocárdio em pacientes com espasmo11 coronariano arterial (Angina9 de Prinzmetal ou angina9 variante) e abranda a vasoconstrição coronariana induzida pelo fumo. Em pacientes com hipertensão1 a dose única diária proporciona reduções clinicamente significantes na pressão sangüínea12 durante intervalo de 24 horas, tanto nas posições supina quanto ortostática. Devido ao lento início de ação, a hipotensão13 aguda não constitui uma característica da administração de anlodipino. Em pacientes com angina9, a administração de dose única diária de anlodipino aumenta o tempo total de exercício, tempo de início da angina9 e tempo para atingir
1mm de depressão no segmento ST, e diminui a freqüência de crises anginosas e o consumo de comprimidos de nitroglicerina. Os estudos in vitro demonstraram que cerca de 97,5% do anlodipino circulante está ligado às proteínas14 plasmáticas. O anlodipino não foi associado a qualquer efeito metabólico adverso ou alteração nos lípides plasmáticos, sendo adequado para uso em pacientes com asma15, diabetes16 e gota17. Uso em Pacientes com Doença Arterial Coronária (DAC) Os efeitos de anlodipino em morbidade18 e mortalidade19 cardiovascular, a progressão de arteriosclerose coronária e arteriosclerose carótida foram estudadas em um estudo clínico, o qual incluiu pacientes com infarto20 prévio do miocárdio (45%), angioplastia21 coronária percutânea transluminal (PTCA) na linha de base (42%) e história de angina9 (69%). A gravidade da DAC variou de 1 vaso doente a 3 ou mais vasos doentes. Os pacientes com hipertensão1 não controlada foram excluídos do estudo. Embora não tenha existido nenhum efeito demonstrável da velocidade de progressão das lesões na artéria22 coronária, o anlodipino impediu a progressão do espessamento da carótida íntima- média. Foi observado: redução significante em pacientes tratados com anlodipino no desfecho combinado de morte cardiovascular, infarto do miocárdio23, derrame24, angioplastia21 coronária percutânea transluminal (PTCA), revascularização cirúrgica do miocárdio, hospitalização para angina9 instável e piora da insuficiência cardíaca congestiva25 e redução significante no processo de revascularização (PTCA e revascularização cirúrgica do miocárdio) nos pacientes tratados com anlodipino. Uso em pacientes com Insuficiência Cardíaca26 Estudos hemodinâmicos e estudos clínicos controlados baseados na resposta ao exercício em pacientes portadores de insuficiência cardíaca26 classes II-IV-NYHA demonstraram que o anlodipino não levou a uma deterioração clínica quando avaliada pela tolerância ao exercício, fração de ejeção ventricular esquerda e sintomatologia clínica. Um estudo placebo controlado (PRAISE) destinado para avaliar pacientes portadores de insuficiência cardíaca26 classes III-IV-NYHA recebendo digoxina, diuréticos27 e inibidores da ECA demonstrou que o anlodipino não leva a um aumento no risco da mortalidade19 ou mortalidade19 e morbidade18 combinadas em pacientes com insuficiência cardíaca26. Nesta mesma população o anlodipino foi associado a um aumento de relatos de edema28 pulmonar apesar de não existir qualquer diferença significante na incidência29 de piora da insuficiência cardíaca26 quando comparado com o placebo. Farmacocinética Absorção Após administração oral de doses terapêuticas o anlodipino é bem absorvido com picos de níveis plasmáticos entre 6 e 12 horas após a dose. A biodisponibilidade absoluta foi estimada entre 64 e 80%. Distribuição
O volume de distribuição é de aproximadamente 21 L/kg. A absorção do anlodipino não é alterado pela ingestão de alimentos. Biotransformação e Eliminação A meia- vida de eliminação terminal plasmática do anlodipino é de cerca de 35 a 50 horas, o que é consistente com a dose única diária. Os níveis do steady-state plasmático são obtidos após 7-8 dias de doses consecutivas. O anlodipino é amplamente metabolizado no fígado30 em metabólitos inativos com 10% da droga inalterada e 0% dos metabólitos excretados na urina31. Uso em Pacientes Idosos O tempo para alcançar o pico de concentração plasmática de anlodipino é similar para indivíduos jovens e idosos. Em pacientes idosos o clearance do anlodipino tende a estar diminuído resultando em aumentos na área sob a curva (AUC) e na meia vida de eliminação plasmática. Aumentos na área sob a curva (AUC) e na meia-vida de eliminação plasmática em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva25 ocorreram conforme o esperado para pacientes com a idade do grupo estudado. INDICAÇÕES Besilato de Anlodipino é indicado como droga de primeira linha no tratamento da hipertensão1 podendo ser usado na maioria dos pacientes como agente único de controle da pressão sangüínea12. Pacientes que não são adequadamente controlados com um único agente anti-hipertensivo podem ser beneficiados com a adição de anlodipino, que tem sido usado em combinação com diuréticos27 tiazídicos, alfa-bloqueadores, agentes beta-bloqueadores adrenérgicos ou inibidores da enzima32 conversora da angiotensina. Besilato de Anlodipino é indicado no tratamento da isquemia2 miocárdica como droga de primeira linha, devido tanto a obstrução fixa (angina9 estável) como ao vasoespasmo/vasoconstrição (Angina9 de Prinzmetal ou angina9 variante) da vasculatura coronária. Besilato de Anlodipino pode ser usado em situações clínicas sugestivas, mas não confirmadas, de possível componente vasoespástico / vasoconstritor. O produto pode ser usado isolado, como monoterapia, ou em combinação com outras drogas anti-anginosas em pacientes com angina9 refratária a nitratos e / ou doses adequadas de beta-bloqueadores. CONTRA-INDICAÇÕES Besilato de Anlodipino é contra-indicado em pacientes com conhecida hipersensibilidade às dihidropiridinas, anlodipino, ou aos demais componentes da fórmula.

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES - BESILATO DE ANLODIPINO

Uso em pacientes com Insuficiência cardíaca26 Em um estudo placebo- controlado de longo prazo com anlodipino (PRAISE-2), em pacientes com insuficiência cardíaca26 III-IV-NYHA de etiologia não isquêmica, o anlodipino foi associado com um aumento de relatos de edema28 pulmonar, apesar de não existir nenhuma diferença significante na incidência29 de piora da insuficiência cardíaca26 quando comparado com o placebo (vide "Farmacodinâmica"). Uso durante a Gravidez3 e Lactação4 A segurança do anlodipino na gravidez3 humana ou lactação4 não está estabelecida. Anlodipino não demonstrou toxicidade em estudos reprodutivos em animais a não ser prolongamento do trabalho de parto em ratos, em níveis de dose cinqüenta vezes superiores à dose máxima recomendada em humanos. Desta maneira, o uso na gravidez3 é recomendado apenas quando não existe alternativa mais segura e quando a doença por si só acarreta risco maior para a mãe e para o feto. Uso na Insuficiência Hepática33 Assim como com todos antagonistas de cálcio, a meia vida de eliminação do anlodipino é prolongado em pacientes com insuficiência hepática33 e as recomendações posológicas neste caso não estão estabelecidas. Portanto, a droga deve ser administrada com cautela nestes pacientes. USO PEDIÁTRICO: Não há experiência pediátrica com Besilato de Anlodipino e, por este motivo, não é recomendado o uso em crianças. Efeito sobre a Habilidade de Dirigir Veículos e/ou Operar Máquinas A experiência clínica com Besilato de Anlodipino indica que é improvável o comprometimento da habilidade de dirigir ou operar máquinas INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS E OUTRAS FORMAS DE INTERAÇÃO O anlodipino tem sido administrado com segurança com diuréticos27 tiazídicos, alfa-bloqueadores, beta-bloqueadores, inibidores da enzima32 conversora da angiotensina, nitratos de longa ação, nitroglicerina sublingual, antiinflamatórios não esteróides, antibióticos e hipoglicemiantes orais34. Dados in vitro de estudos com plasma35 humano indicam que o anlodipino não afeta a ligação às proteínas14 das drogas testadas (digoxina, fenitoína, varfarina ou indometacina). Estudos especiais: Efeito de outros agentes sobre o anlodipino - Cimetidina: A co-administração de anlodipino com cimetidina não alterou a farmacocinética do anlodipino.
Suco de Grapefruit: A co- administração de 240 mL de suco de grapefruit com uma dose única oral de 10 mg de anlodipino em 20 voluntários sadios não teve efeito significante na farmacocinética do anlodipino. - Alumínio/Magnésio (antiácido36): A co-administração de um antiácido36 à base de alumíno/magnésio com uma dose única de anlodipino não teve efeito significante na farmacocinética do anlodipino. - Sildenafil: Uma dose única de 100 mg de sildenafil em indivíduos com hipertensão1 não teve efeito nos parâmetros farmacocinéticos do anlodipino. Quando o anlodipino e o sildenafil foram usados em combinação, cada agente, independentemente, exerceu seu efeito próprio na diminuição da pressão sangüínea12. Estudos especiais: Efeito do anlodipino sobre outros agentes. - Atorvastatina: A co-administração de doses múltiplas de 10 mg de anlodipino com 80 mg de atorvastatina não resultou em qualquer mudança significante nos parâmetros farmacocinéticos no estado de equilíbrio (steady state) da atorvastatina. - Digoxina: A co-administração de anlodipino com digoxina não alterou os níveis de digoxina sérica ou o clearance renal37 de digoxina nos voluntários sadios. - Etanol (álcool): Dose única e doses múltiplas de 10 mg de anlodipino não tiveram qualquer efeito significante na farmacocinética do etanol. - Varfarina: A co-administração de anlodipino com varfarina não alterou o tempo de resposta de protombina da varfarina. - Ciclosporina: Os estudos farmacocinéticos com ciclosporina demonstraram que o anlodipino não altera significantemente a farmacocinética da ciclosporina. REAÇÕES ADVERSAS Besilato de Anlodipino é geralmente bem tolerado. Foram observados as seguintes reações adversas: - Mais comuns: edema28, dor de cabeça, fadiga, sonolência, tontura7, náusea5, rubor, palpitações6 e dor abdominal, - Menos comuns: hipotensão13, síncope38, dor nas costas, arritmia39 cardíaca, função intestinal alterada, artralgia40, astenia41, dispepsia42, dispnéia43, hiperplasia44 gengival, ginecomastia45, hiperglicemia46, impotência47, aumento na frequência urinária, leucopenia48, mal estar, mudanças no humor, boca seca, cãibra muscular, mialgia49, neuropatia periférica50, alopécia51, pancreatite52, sudorese53 aumentada, trombocitopenia54, vasculite55 e distúrbios visuais, aumento ou diminuição de peso, hipertonia, hipoestasia/parestesia56, tremor, vômito57, púrpura, insônia, tosse, descoloração da pele, alteração de paladar e ruído no ouvido. - Raramente foram observadas reações alérgicas incluindo prurido58, rash59, angioedema60 e eritema multiforme61. - Foram raramente relatados casos de hepatite62, ictericia63: e elevações da enzima32 hepática (a maioria compatível com colestase). Alguns casos graves, requerendo
hospitalização, foram relatados em associação ao uso do anlodipino. Em muitos casos, a relação de causalidade é incerta. Assim como com outros bloqueadores do canal de cálcio, os seguintes eventos adversos foram raramente relatados e não podem ser distinguidos da história natural da doença de base: infarto do miocárdio23, arritmia39 (incluindo bradicardia64, taquicardia65 ventricular e fibrilação arterial) e dor torácica. POSOLOGIA No tratamento da hipertensão1 e da angina9 a dose inicial usual de Besilato de Anlodipino 5 mg é uma vez ao dia, podendo ser aumentado para uma dose máxima de 10 mg, dependendo da resposta individual do paciente. Não é necessário ajuste de dose de Besilato de Anlodipino na administração concomitante com diuréticos27 tiazídicos, beta- bloqueadores e inibidores da enzima32 conversora da angiotensina. Uso em Pacientes Idosos Besilato de Anlodipino usado em doses semelhantes em idosos e jovens é igualmente bem tolerado. Desta maneira são recomendados os regimes posológicos habituais. Uso Pediátrico: A eficácia e segurança de Besilato de Anlodipino em crianças não foram estabelecidas. Uso em Pacientes com Insuficiência Hepática33 Vide item "Advertências e Precauções". Uso em Pacientes com Insuficiência Renal66 O Besilato de Anlodipino pode ser empregado em tais pacientes nas doses habituais. Alterações nas concentrações plasmáticas do anlodipino não estão relacionadas com o grau de insuficiência renal66. O anlodipino não é dialisável. SUPERDOSAGEM Em humanos, a experiência com superdosagem intencional é limitada. Em alguns casos, lavagem gástrica67 poderá ser necessária. Os dados disponíveis sugerem que uma grande superdosagem poderia resultar em excessiva vasodilatação periférica, levando então a uma acentuada e provavelmente prolongada hipotensão13 sistêmica. Uma hipotensão13 clinicamente significante devido à superdosagem do Besilato de Anlodipino requer medida de suporte cardiovascular ativa, incluindo monitorização frequente das funções cardíaca e respiratória, elevação das extremidades, atenção para o volume de fluído circulante e eliminação urinária. Um vasoconstritor pode ser útil na recuperação do tônus vascular8 e pressão sanguínea, desde que o uso do mesmo não seja contra-indicado. Gluconato de cálcio intravenoso pode ser benéfico
na reversão dos efeitos dos bloqueadores do canal de cálcio. Uma vez que o anlodipino é altamente ligado às proteínas14 plasmáticas, a diálise68 não constitui um benefício para o paciente. Pacientes Idosos Pacientes Idosos podem fazer uso do Besilato de Anlodipino, desde que observadas as precauções e advertências inerentes ao uso do produto. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. Para a sua segurança, mantenha esta embalagem até o uso total deste medicamento Reg. MS - 1.0068.XXXX Lote, data de fabricação e de validade: vide cartucho. Farm. Resp.: Marco A. J. Siqueira - CRF/SP nº 23.873 Fabricado por : Novartis Enterprises Pvt. Ltd., na Strides Arcolab Ltd, Índia, para Biochemie GmbH - Kundl, Áustria. Uma empresa do grupo Novartis. Importado e distribuído por : Novartis Biociências S/A Av. Ibirama, 518 - Complexos 441/3 - Taboão da Serra, SP. CNPJ/MF nº 56.994.502/0098-62 - Indústria Brasileira São Paulo, 30 de setembro 2002 Maria Christina Goes Representante legal Marco A. J. Siqueira Farmacêutico responsável CRF/SP nº 23.873

BESILATO DE ANLODIPINO - Laboratório

NOVARTIS
Av. Prof. Vicente Rao, 90 - Brooklin
São Paulo/SP - CEP: 04706-900
Tel: 55 (011) 532-7122
Fax: 55 (011) 532-7942
Site: http://www.novartis.com/

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