Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).
Atualizado em 2011

CAPOTEN

Preço em Washington/SP: R$ 15,46
Veja preço por apresentação
A+ A- Alterar tamanho da letra

Composição - CAPOTEN

cada comprimido de 12,5 mg ou 25 mg ou 50 mgcontém captopril 12,5 mg ou 25 mg ou 50 mg, respectivamente. Os ingredientes inativos são: celulose microcristalina, amido de milho, lactose e ácido esteárico.

Posologia e Administração - CAPOTEN

Capoten (captopril) deve ser tomado 1 hora antes das refeições. A dose deve ser individualizada. Hipertensão1: o início da terapia exige ponderação de recentes tratamentos anti- hipertensivos, da extensão da elevação da pressão sangüínea2, da restrição de sal e das outras circunstâncias clínicas. Se possível, interromper a droga anti-hipertensiva, que o paciente estava tomando anteriormente, uma semana antes de iniciar o tratamento com Capoten (captopril). A dose inicial de Capoten (captopril) é 50 mg 1 vez ao dia ou 25 mg 2 vezes ao dia. Se não houver uma redução satisfatória da pressão sangüínea2 após 2 ou 4 semanas, a dose pode ser aumentada para 100 mg 1 vez ao dia ou 50 mg 2 vezes ao dia. A restrição concomitante do sódio pode ser benéfica, quando o Capoten (captopril) for usado isoladamente. Se a pressão sangüínea2 não for satisfatoriamente controlada após 1 ou 2 semanas nesta dose (e o paciente ainda não estiver tomando um diurético3), deverá ser acrescentada uma pequena dose de diurético3 do tipo tiazídico (p. ex., 25 mg/dia de hidroclorotiazida). A dose de diurético3 poderá ser aumentada em intervalos de 1 a 2 semanas, até que seja atingida sua dose anti-hipertensiva usual máxima. Se o Capoten (captopril) estiver sendo introduzido em um paciente sob diureticoterapia, o tratamento com Capoten (captopril) deverá ser iniciado sob rigorosa supervisão médica. Se for necessária uma redução subseqüente da pressão sangüínea2, a dose de Capoten (captopril) poderá ser aumentada pouco a pouco (enquanto persistindo com o diurético3) e um esquema de dosagem de 3 vezes ao dia poderá ser considerado. A dose de Capoten (captopril) no tratamento da hipertensão1 normalmente não excede 150 mg/dia. Uma dose diária máxima de 450 mg de Capoten (captopril) não deverá ser excedida. Para pacientes com hipertensão1 grave (p. ex., hipertensão1 acelerada ou maligna), quando uma descontinuação temporária da terapia anti-hipertensiva atual não é viável ou desejável ou quando a titulação imediata para níveis de pressão arterial mais baixos for indicada, o diurético3 deverá ser mantido, mas outras medicações anti-hipertensivas concomitantes deverão ser interrompidas e a posologia do Capoten (captopril) deverá ser iniciada imediatamente em 25 mg, 2 a 3 vezes ao dia, sob rigoroso controle médico. Quando necessário, devido ao estado clínico do paciente, a dose diária do Capoten (captopril) poderá ser aumentada a cada 24 horas ou menos sob monitoramento médico contínuo, até que uma resposta pressórica sangüínea satisfatória seja obtida ou a dose máxima de Capoten (captopril) seja atingida. Neste regime, a inclusão de um diurético3 mais potente, p. ex., a furosemida, pode também ser indicada. Insuficiência cardíaca4: o início da terapia exige ponderação da terapia diurética recente e da possibilidade de uma depleção sal/volume grave. Em pacientes com pressão arterial normal ou baixa, que tenham sido vigorosamente tratados com diuréticos5 e que possam estar hiponatrêmicos e/ou hipovolêmicos, uma dose inicial de 6,25 ou 12,5 mg 2 ou 3 vezes ao dia, poderá minimizar a magnitude ou a duração do efeito hipotensor; para estes pacientes, a titulação da posologia diária usual pode então ocorrer dentro dos próximos dias. Para a maioria dos pacientes a dose diária inicial usual é 25 mg 2 ou 3 vezes ao dia. Após uma dose de 50 mg 2 ou 3 vezes ao dia ter sido atingida, aumentos subseqüentes na posologia devem ser retardados, quando possível, durante pelo menos 2 semanas, para determinar se ocorre uma resposta satisfatória. A maioria dos pacientes estudados apresentou uma melhoria clínica satisfatória com uma dose diária de 150 mg ou menos. Uma dose máxima diária de 450 mg de Capoten (captopril) não deverá ser excedida. Capoten (captopril) geralmente deve ser usado em conjunto com um diurético3 e digitálicos. A terapia com Capoten (captopril) precisa ser iniciada sob rigoroso monitoramento médico. Infarto do miocárdio6: a terapia deve ser iniciada 3 dias após o episódio de infarto do miocárdio6. Após uma dose inicial de 6,25 mg, a terapia com captopril deverá aumentar para 37,5 mg/dia em doses divididas, 3 vezes ao dia conforme tolerado. A dose deve ser aumentada para 75 mg/dia administrados em doses divididas, 3 vezes ao dia conforme a tolerabilidade, durante os dias seguintes, até que se atinja a dose-alvo final de 150 mg/dia em doses divididas, 3 vezes ao dia administrados durante as várias semanas seguintes. Se houver ocorrência de hipotensão7 sintomática, pode ser necessária uma redução da dose. As tentativas subseqüentes para se atingir a dose de 150 mg/dia deverão ser baseadas na tolerabilidade do paciente ao captopril. O captopril pode ser utilizado em pacientes submetidos a outras terapias pós-infarto do miocárdio6, p. ex., com trombolíticos, ácido acetilsalicílico ou betabloqueadores. Nefropatia8 diabética: em pacientes com nefropatia8 diabética, a dose diária recomendada de captopril é de 75 mg em doses divididas, 3 vezes ao dia. Se uma redução adicional da pressão arterial é necessária, outros agentes anti-hipertensivos, tais como, diuréticos5, agentes bloqueadores de beta-adrenorreceptores, agentes que atuam centralmente ou vasodilatadores, podem ser usados conjuntamente com o captopril. Ajuste da dose para pacientes com insuficiência renal9: doses divididas de captopril 75 a 100 mg/dia são bem toleradas em pacientes com nefropatia8 diabética e insuficiência renal9 leve a moderada. Devido ao fato de que o Capoten (captopril) é excretado principalmente pelos rins10, a velocidade de excreção é reduzida em pacientes com função renal11 comprometida. Portanto, estes pacientes poderão responder a doses menores ou menos freqüentes. Sendo assim, para pacientes com insuficiência renal9 significativa, a dose diária inicial de Capoten (captopril) deverá ser reduzida e incrementos menores devem ser utilizados para titulação, que deverá ser bastante lenta (intervalos de 1 a 2 semanas).

Reações adversas - CAPOTEN

dermatológicas: erupções cutâneas, freqüentemente com prurido12 e algumas vezes com febre13, artralgia14 e eosinofilia, ocorreram em cerca de 4 a 7% dos pacientes, geralmente durante as primeiras 4 semanas de terapia. O prurido12, sem erupção, ocorre em cerca de 2% dos pacientes. Relata- se, também, lesão associada e reversível do tipo penfigóide e reações de fotossensibilidade. Relata-se raramente rubor ou palidez. Cardiovasculares: poderá ocorrer hipotensão7. Taquicardia15, dores no peito e palpitações16 foram, cada uma delas, observadas em aproximadamente 1% dos pacientes. Angina17 pectoris, infarto do miocárdio6, síndrome18 de Raynaud e insuficiência cardíaca congestiva19 ocorreram em taxas a 0,3% dos pacientes. Gastrintestinais: aproximadamente 2 a 4 % dos pacientes (dependendo da dose e do estado renal11) apresentaram disgeusia. Hematológicas: pode ocorrer neutropenia20/agranulocitose21, assim como casos de anemia22, trombocitopenia23 e pancitopenia24. Imunológicas: relata-se angiedema envolvendo as extremidades, face, lábios, membranas mucosas, língua25, glote26 ou laringe27 em aproximadamente 0,1% dos pacientes. O angiedema envolvendo as vias aéreas superiores pode provocar obstrução fatal das vias aéreas. Respiratórias: foi relatada tosse em 0,5-2% dos pacientes tratados com captopril em estudos clínicos. Renais: cada uma das reações adversas citadas a seguir foram relatadas raramente (0,2%) e sua relação com o uso da droga é incerta: insuficiência renal9, dano renal11, síndrome nefrótica28, poliúria29, oligúria30 e freqüência urinária. Relata-se proteinúria31. Não foi possível determinar com exatidão a incidência32 ou a relação causal para os efeitos colaterais listados: gerais: astenia33, ginecomastia34; cardiovasculares: parada cardíaca, acidente/insuficiência35 cérebro vascular36, distúrbios de ritmo, hipotensão7 ortostática, síncope37; dermatológicos: pênfigo bolhoso, eritema multiforme38 (incluindo síndrome de Stevens-Johnson39), dermatite40 esfoliativa; gastrintestinais: pancreatite41, glossite42, dispepsia43; hematológicos: anemia22, incluindo as formas aplástica e hemolítica; hepatobiliares: icterícia44, hepatite45, incluindo raros casos de necrose46 e colestase; metabólicos: hiponatremia sintomática; musculoesqueléticos: mialgia47, miastenia48; nervoso/psiquiátricos: ataxia49, confusão, depressão, nervosismo, sonolência; respiratórios: broncospasmo, pneumonite50 eosinofílica, rinite51; órgãos dos sentidos: visão turva; urogenitais: impotência52. Assim como ocorre com outros inibidores da ECA, relatou-se uma síndrome18 que inclui: febre13, mialgia47, artralgia14, nefrite53 intersticial, vasculite54, erupção ou outras manifestações dermatológicas, eosinofilia e hemossedimentação elevada. Mortalidade55 e morbidade56 fetal/neonatal: o uso de inibidores da ECA durante o segundo e terceiro trimestres da gravidez57 tem sido associado com dano fetal e neonatal e morte. Testes laboratoriais alterados: eletrólitos do soro58: hipercalemia: principalmente em pacientes com insuficiência renal9; hiponatremia: principalmente em pacientes sob dieta com restrição de sal ou sob tratamento concomitante com diuréticos5. Uréia59/creatinina60 sérica: elevação transitória dos níveis de uréia59 e creatinina60 sérica principalmente em pacientes volume ou sal-depletados ou com hipertensão1 renovascular. Hematológica: ocorrência de títulos positivos de anticorpo61 antinúcleo. Testes de função hepática: podem ocorrer elevações das transaminases, fosfatase alcalina e bilirrubina62 sérica.

Contra-Indicações - CAPOTEN

história de hipersensibilidade prévia ao captopril ou qualquer outro inibidor da enzima63 conversora da angiotensina (p. ex., paciente que tenha apresentado angiedema durante a terapia com qualquer outro inibidor da ECA). Interações medicamentosas: hipotensão7: pacientes em terapia com diuréticos5. Pacientes tomando diuréticos5 e principalmente aqueles nos quais a terapia com diuréticos5 foi instituída recentemente, bem como aqueles com intensas restrições dietéticas de sal ou em diálise64, poderão apresentar, ocasionalmente, uma redução brusca da pressão arterial, geralmente na primeira hora após terem recebido a dose inicial de captopril. Agentes com atividade vasodilatadora: drogas com atividade vasodilatadora deverão ser administradas com cuidado, considerando- se o uso de dosagens menores. Agentes que afetam a atividade simpática: (p. ex., agentes bloqueadores ganglionares ou agentes bloqueadores de neurônios65 adrenérgicos) devem ser usados com cautela. Agentes que aumentam o potássio sérico: agentes poupadores de potássio, tais como, a espironolactona, triantereno ou a amilorida, ou suplementos de potássio, deverão ser administrados apenas para hipocalemia documentada e, então, com cautela, já que podem levar a um aumento significativo do potássio sérico. Os substitutos do sal contendo potássio deverão ser também usados com cautela. Inibidores da síntese endógena de prostaglandinas: há relatos de que a indometacina pode reduzir o efeito anti-hipertensivo do captopril, principalmente em casos de hipertensão1 com renina baixa. Outros agentes antiinflamatórios não esteróides (p. ex., ácido acetilsalicílico) também podem apresentar este efeito. Lítio: relata-se aumento dos níveis séricos de lítio e sintomas66 de toxicidade do lítio em pacientes recebendo concomitantemente lítio e inibidores da ECA. Estas drogas devem ser administradas com cuidado e recomenda-se monitorização freqüente dos níveis séricos de lítio. Se um diurético3 for usado concomitantemente, os riscos de toxicidade pelo lítio aumentam.

Indicações - CAPOTEN

tratamento da hipertensão1. Insuficiência cardíaca4: é indicado no tratamento da insuficiência cardíaca congestiva19 em associação com diuréticos5 e digitálicos. O efeito benéfico de captopril na insuficiência cardíaca4 não requer a presença de digitálicos. Infarto do miocárdio6: o captopril é indicado como terapia pós- infarto do miocárdio6 em pacientes clinicamente estáveis, com disfunção ventricular esquerda assintomática ou sintomática, para melhorar a sobrevida, protelar o início da insuficiência cardíaca4 sintomática, reduzir internações por insuficiência cardíaca4 e diminuir a incidência32 de infarto do miocárdio6 recorrente e as condutas de revascularização coronariana. Nefropatia8 diabética: o captopril é indicado para o tratamento de nefropatia8 diabética (proteinúria31 > 500 mg/dia) em pacientes com diabetes mellitus67 insulinodependentes. Nestes pacientes, o captopril previne a progressão da doença renal11 e reduz seqüelas clínicas associadas (diálise64, transplante renal11 e morte).

Apresentação - CAPOTEN

comprimidos brancos: oblongos sulcados de 12,5 mg, apresentados em cartuchos com 15 ou 30 comprimidos; quadrados bissulcados de 25 mg: cartuchos com 16 ou 28 comprimidos; ovais sulcados de 50 mg: cartuchos com 16 ou 28 comprimidos.


CAPOTEN - Laboratório

B-MS
Rua Carlos Gomes, 924
São Paulo/SP - CEP: 04743-002
Tel: 55 (011) 882-2000
Fax: 55 (011) 246-0151
Site: http://www.bristol.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "B-MS"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).