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Atualizado em 2011

CATAFLAM D

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ANALGÉSICO2, ANTIINFLAMATÓRIO

Forma farmacêutica e apresentações: - CATAFLAM D

Comprimidos dispersíveis. Caixas com 20 comprimidos.

USO ADULTO E PARA CRIANÇAS ACIMA DE 14 ANOS

Composição - CATAFLAM D

Cada comprimido contém: diclofenaco 44,3 mg (equivalentes a 50 mg de diclofenaco potássico); excipiente q.s.p. 1 comprimido.

Informação ao paciente - CATAFLAM D

CATAFLAM D deve ser protegido do calor e da umidade. O prazo de validade está impresso no cartucho. Não utilizar o produto após a data de validade.Informe ao seu médico se estiver grávida, amamentando ou se ocorrer gravidez1 durante o tratamento.

Para utilizar corretamente o produto, dissolver o comprimido de CATAFLAM D em um copo de água filtrada ou fervida (fria). Agite o líquido com uma colher, tomando- o imediatamente após a dissolução do comprimido, de preferência antes das refeições. Não engolir ou mastigar os comprimidos de CATAFLAM D.

Siga corretamente as instruções do seu médico quanto ao uso do produto, não interrompendo ou modificando o tratamento sem antes consultá- lo.
CATAFLAM D é geralmente bem tolerado; porém, ocasionalmente podem ocorrer reações desagradáveis, tais como dor de estômago3, náusea4, vômito5, diarréia6, má digestão7, prisão de ventre, falta de apetite, dor de cabeça, tontura8, vermelhidão da pele. Caso ocorra qualquer reação, avise ao seu médico: ele lhe dará a orientação adequada.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

O paciente não deve tomar outra medicação juntamente com CATAFLAM D sem orientação ou conhecimento do médico; portanto, antes do início do tratamento com CATAFLAM D, o paciente deve informar ao médico se estiver tomando qualquer outro medicamento.
Contra- indicações: úlcera9 de estômago3 ou de intestino, alergia10 ao diclofenaco. CATAFLAM é também contra-indicado para pacientes que têm crises de asma11, urticária12 e rinite13 aguda, quando tomam ácido acetilsalicílico (aspirina).
Precauções: antes de iniciar o tratamento com CATAFLAM D, o paciente deve informar ao médico se tem problemas de estômago3 e de intestino, suspeita de úlcera9, colite14 ulcerativa, doença de Crohn, doença grave do fígado15. Doença de rim16 e de coração17 e idade avançada. Pacientes que apresentarem vertigens18 deverão evitar operar máquinas e dirigir veículos.
Devem ser feitos exames de sangue19 durante tratamento prolongado.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

Informação técnica - CATAFLAM D

Farmacodinâmica - CATAFLAM D

CATAFLAM D Dispersível caracteriza- se por proporcionar rápido início de ação, o que o torna particularmente adequado ao tratamento de estados dolorosos e inflamatórios agudos e a pacientes que apresentem dificuldades na deglutição20 de comprimidos convencionais.Em doenças reumáticas, as propriedades antiinflamatórias e analgésicas do diclofenaco apresentam resposta clínica caracterizada pelo efetivo alívio de sinais21 e sintomas22 tais como dor em repouso, dor ao movimento, rigidez matinal e edema23 das articulações, e por uma melhora das funções.
Em condições inflamatórias pós- traumáticas ou após intervenção cirúrgica, CATAFLAM D alivia rapidamente a dor espontânea e a originada por movimento e diminui o edema23 da inflamação24  da lesão.
Adicionalmente, a substância ativa tem a propriedade de aliviar a dor e reduzir o sangramento na dismenorréia25 primária. CATAFLAM D tem também demonstrado exercer pronunciado efeito analgésico2 em outros estados dolorosos moderados e graves.

Farmacocinética - CATAFLAM D

A ingestão do comprimido dispersível juntamente com ou imediatamente após a refeição não retarda o início da absorção, mas reduz a quantidade absorvida em média 16% e a concentração máxima em cerca de 50%.
Como cerca de metade do diclofenaco é metabolizada durante sua primeira passagem pelo fígado15 (efeito de "primeira passagem"), a área sob a curva de concentração (AUC) após administração retal ou oral é cerca de metade da obtida com uma dose parenteral equivalente.
O comportamento farmacocinético não se altera após administrações repetidas. Não ocorre acúmulo, desde que sejam observados os intervalos de dosagem recomendados.

Distribuição
99,7% do diclofenaco ligam- se a proteínas26 séricas, predominantemente à albumina27 (99,4%). O volume aparente de distribuição calculado é de 0,12-0,17 l/kg.
O diclofenaco penetra no fluido sinovial, no qual as concentrações máximas são medidas de 2- 4 horas após serem atingidos os valores de pico plasmático. A meia-vida de eliminação aparente do fluido sinovial é de 3-6 horas. Duas horas após atingidos os valores de pico plasmático, as concentrações da substância ativa já são mais altas no fluido sinovial do que no plasma28, permanecendo mais altas por até 12 horas.

Biotransformação
A biotransformação do diclofenaco ocorre parcialmente por glicuronidação da molécula intacta, mas principalmente por hidroxilação e metoxilação simples e múltipla, resultando em vários metabólitos fenólicos (3'- hidróxi-, 4'-hidróxi-, 5-hidróxi-, 4',5-hidróxi- e 3'-hidróxi-4'-metóxi-diclofenaco), a maioria dos quais são convertidos a conjugados glicurônicos. Dois desses metabólitos fenólicos são biologicamente ativos, mas em extensão muito menor do que o diclofenaco.

Eliminação
O clearance sistêmico total do diclofenaco do plasma28 é de 263 ± 56 ml/min (valor médio ± DP). A meia- vida terminal no plasma28 é de 1-2 horas. Quatro dos metabólitos, incluindo-se os dois ativos, também têm meia-vida plasmática curta, de 1-3 horas. Um metabólito, 3'-hidróxi-4'-metóxi-diclofenaco tem meia-vida plasmática maior. Entretanto, esse metabólito é virtualmente inativo.
Cerca de 60% da dose absorvida são excretados na urina29 como conjugado glicurônico da molécula intacta e como metabólitos, a maioria dos quais são também convertidos em conjugados glicurônicos. Menos de 1% é excretado como substância inalterada. O restante da dose é eliminada como metabólitos através da bile30 nas fezes.

Características em pacientes
Não foram observadas diferenças idade- dependentes relevantes na absorção, no metabolismo31 ou na excreção do fármaco.
Em pacientes portadores de insuficiência renal32, não é previsto acúmulo da substância ativa inalterada, a partir da cinética de dose única, quando utilizado o esquema normal de dose. A um clearance de creatinina33 <10 ml/min, o nível plasmático de steady- state calculado dos hidroximetabólitos é cerca de 4 vezes maior do que em pacientes normais. Entretanto, os metabólitos são ao final liberados através da bile30.
Em pacientes com hepatite34 crônica ou cirrose35 não- descompensada, a cinética e o metabolismo31 do diclofenaco são os mesmos do que em pacientes sem doenças hepáticas.

Indicações - CATAFLAM D

Tratamento de curto prazo das seguintes condições agudas:    Dor e inflamação24 no pós- operatório como, por exemplo, após cirurgias ortopédicas ou odontológicas;
    Estados dolorosos inflamatórios pós- traumáticos como, por exemplo, os causados por entorses36;
·    Crise aguda de gota37;
    Agudização do quadro de osteoartrite38;
 Reumatismo39 não- articular, na fase aguda;
    Síndromes dolorosas da coluna vertebral40;
    Condições dolorosas e/ou inflamatórias em ginecologia como, por exemplo, dismenorréia25 primária ou anexite41;
    Como adjuvante no tratamento de processos infecciosos graves acompanhados de dor e inflamação24, em ouvido, nariz42 ou garganta, como por exemplo nas faringoamigdalites e nas otites43. De acordo com os princípios terapêuticos gerais, a doença de fundo deve ser tratada com a terapia básica, adequadamente. Febre44 isoladamente não é uma indicação.

Contra-indicações - CATAFLAM D

Úlcera gástrica45 ou intestinal.
Hipersensibilidade conhecida à substância ativa. Como outros AINEs, CATAFLAM D também é contra- indicado em pacientes nos quais as crises de asma11, urticária12 ou rinite13 aguda são precipitadas pelo ácido acetilsalicílico ou por outras drogas com atividade inibidora da prostaglandina-sintetase.

Advertências - CATAFLAM D

Sangramento ou ulcerações/perfurações gastrintestinais podem ocorrer a qualquer momento durante o tratamento, com ou sem sintomas22 de advertência ou história prévia. Isto, em geral, apresenta conseqüências mais sérias em pacientes idosos. Nesses raros casos de sangramento ou ulcerações/perfurações, o medicamento deve ser descontinuado.Assim como com outros AINEs, reações alérgicas, incluindo reações anafiláticas46/anafilactóides, poderão também ocorrer, em casos raros, sem a exposição prévia ao fármaco.
CATAFLAM D, assim como outros AINEs, pode mascarar os sinais21 e sintomas22 de infecção47 por suas propriedades farmacodinâmicas.

Precauções - CATAFLAM D

Acompanhamento médico rigoroso é imprescindível em pacientes com sintomas22 indicativos de distúrbios gastrintestinais ou história sugestiva de ulceração gástrica ou intestinal, em pacientes com cólica ulcerativa ou doença de Crohn e em pacientes com distúrbios da função hepática.
Do mesmo modo que com outros AINEs, pode ocorrer elevação dos níveis de uma ou mais enzimas hepáticas. Durante tratamentos prolongados com CATAFLAM D, é recomendável a monitorização da função hepática, como medida preventiva. Deve ser observado, entretanto, que CATAFLAM D somente é recomendado para tratamentos de curta duração. Se testes anormais para a função hepática persistirem ou piorarem, se ocorrerem sinais21 ou sintomas22 indicativos do desenvolvimento de doença hepática ou outras manifestações (por exemplo; eosinofilia, rash48, etc.), o tratamento com CATAFLAM D deverá ser descontinuado. Poderá ocorrer hepatite34 com ou sem sintomas22 prodrômicos. Deve- se ter cautela ao administrar CATAFLAM D a pacientes portadores de porfiria49 hepática, uma vez que o medicamento pode desencadear uma crise.
Pela  importância das prostaglandinas na manutenção do fluxo sangüíneo renal50, deve ser dada atenção especial a pacientes com distúrbios da função cardíaca ou renal50, a pacientes idosos, a pacientes sob tratamento com diuréticos51, e àqueles com substancial depleção do volume extracelular de qualquer origem, como por exemplo em condições de pré ou pós- operatório em cirurgias de grande porte. Nesses casos, ao se utilizar CATAFLAM D, é recomendável uma monitorização da função renal50, como medida preventiva. A descontinuação do tratamento é normalmente seguida pela recuperação do estado de pré-tratamento.
Assim como outros AINEs, CATAFLAM D pode inibir temporariamente a agregação plaquetária. Pacientes com distúrbios hemostáticos devem ser cuidadosamente monitorizados.
Deve- se ter precaução com pacientes idosos debilitados ou naqueles com baixo peso corpóreo, sendo particularmente recomendável a utilização da menor posologia eficaz.
O tratamento das afecções para as quais CATAFLAM D está indicado, é usualmente por poucos dias. Porém, se ao contrário das recomendações para seu uso, CATAFLAM D for administrado por períodos prolongados, é aconselhável, como ocorre com outros AINE altamente ativos, monitorizar- se o hemograma.

Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas - CATAFLAM D

Pacientes que sentirem tonturas52 ou outros distúrbios do SNC, incluindo- se distúrbios visuais, devem abster-se de dirigir veículos e/ou operar máquinas.

Gravidez1 e lactação53 - CATAFLAM D

CATAFLAM D deve ser administrado durante a gravidez1 somente quando houver indicação formal, utilizando- se somente a menor posologia eficaz. Como outros inibidores da prostaglandina-sintetase, essa orientação aplica-se particularmente, aos três últimos meses de gestação (pela possibilidade de ocorrer inércia uterina e/ou fechamento prematuro do canal arterial).
Após doses orais de 50 mg, administradas a cada 8 horas, a substância ativa passa para o leite materno, todavia, em quantidades tão pequenas, que não se esperam efeitos indesejáveis sobre o lactente54.

Experiência pré-clínica - CATAFLAM D

Mutagenicidade, carcinogenicidade e toxicidade sobre a reprodução
O diclofenaco não influencia a fertilidade das matrizes (ratos) nem o desenvolvimento pré peri e pós- natal da prole. Não foram detectados efeitos teratogênicos em camundongos, ratos e coelhos. Não foram demonstrados efeitos mutagênicos em vários experimentos in vitro e in vivo, e nenhum potencial carcinogênico foi detectado em estudos de longo prazo em ratos e camundongos.

Interações medicamentosas - CATAFLAM D

(Incluindo- se interações observadas com outras formas farmacêuticas de CATAFLAM e com o diclofenaco sódico)
Lítio, digoxina: CATAFLAM pode elevar as concentrações plasmáticas de lítio e digoxina.
Diuréticos51: Assim como outros AINEs, CATAFLAM pode inibir a atividade de diuréticos51. O tratamento concomitante com diuréticos51 poupadores de potássio pode estar associado à elevação dos níveis séricos de potássio, os quais devem portanto ser monitorizados.
AINEs: A administração concomitante de AINEs sistêmicos pode aumentar a freqüência de reações adversas.
Anticoagulantes: Embora as investigações clínicas não pareçam indicar que CATAFLAM apresente uma influência sobre o efeito dos anticoagulantes, existem relatos de uma elevação no risco de hemorragias55 com o uso concomitante de diclofenaco e anticoagulantes. Conseqüentemente, nesses casos, é recomendável uma monitorização dos pacientes.
Antidiabéticos: Estudos clínicos demonstraram que CATAFLAM pode ser administrado juntamente com agentes antidiabéticos orais56 sem influenciar seus efeitos clínicos. Entretanto, existem relatos isolados de efeitos hipo e hiperglicemiantes na presença de CATAFLAM, determinando a necessidade de ajuste posológico dos agentes hipoglicemiantes57.
Metotrexato: Deve- se ter cautela quando AINEs forem administrados menos de 24 horas antes ou após tratamento com metotrexato, uma vez que a concentração sérica desse fármaco pode se elevar, aumentando assim a sua toxicidade.
Ciclosporina: Os efeitos dos AINEs sobre as prostaglandinas renais pode aumentar a nefrotoxicidade da ciclosporina.
Antibacterianos quinolônicos: Têm ocorrido relatos isolados de convulsões que podem estar associadas ao uso concomitante de quinolonas e AINEs.

Reações adversas - CATAFLAM D

(Incluindo- se efeitos indesejáveis observados com outras formas farmacêuticas de CATAFLAM em uso a curto ou a longo prazo).Estimativas de freqüência: freqüente >10%; ocasional >1% - 10%; rara >0,001% - 1%; casos isolados <0,001%.
Trato gastrintestinal
Ocasionais: epigastralgia58, náusea4, vômito5, diarréia6, cólicas59 abdominais, dispepsia60, flatulência, anorexia61. Raros: sangramento gastrintestinal (hematêmese62, melena63, diarréia6 sanguinolenta), úlcera gástrica45 ou intestinal com ou sem sangramento ou perfuração. Casos isolados: estomatite64 aftosa, glossite65, lesões esofágicas, estenose intestinal diafragmática, distúrbios do baixo colo, tais como colite14 hemorrágica não- específica e exacerbação de colíte ulcerativa ou doença de Crohn; constipação66, pancreatite67.
Sistema nervoso68 central
Ocasionais: cefaléia69, tontura8, vertigem70. Casos raros: sonolência. Casos isolados: distúrbios de sensibilidade, incluindo- se parestesia71, distúrbios da memória, desorientação, insônia, irritabilidade, convulsões, depressão, ansiedade, pesadelos, tremores, reações psicóticas, meningite72 asséptica, desorientação.
Órgãos Sensoriais
Casos isolados: distúrbios da visão (visão borrada, diplopia73), deficiência auditiva, tinitus, distúrbios do paladar.
Pele
Ocasionais: rash48. Casos raros: urticária12. Casos isolados: eritroderma (dermatite74 esfoliativa), perda de cabelo, reação de fotossensibilidade, púrpura, incluindo- se púrpura alérgica, erupção bolhosa, eczema75, eritema multiforme76, síndrome de Stevens-Johnson77, síndrome de Lyell78 (epidermólise tóxica aguda).
Sistema urogenital
Rara: edema23. Casos isolados: insuficiência renal32 aguda, distúrbios urinários, tais como hematúria79, proteinúria80, nefrite81 intersticial, síndrome nefrótica82, necrose83 papilar.
Fígado15
Ocasionais: elevação dos níveis séricos das enzimas aminotransferases. Casos raros: hepatite34, com ou sem icterícia84. Casos isolados: hepatite fulminante85.
Sangue19
Casos isolados: trombocitopenia86, leucopenia87, anemia hemolítica88 e aplástica, agranulocitose89.
Hipersensibilidade
Casos raros: reações de hipersensibilidade, tais como asma11, reações sistêmicas anafiláticas/anafilactóides, incluindo- se hipotensão90. Casos Isolados: vasculite91, pneumonite92.
Sistema cardiovascular93
Casos Isolados: palpitação94, dores no peito, hipertensão95, insuficiência cardíaca congestiva96.

Posologia - CATAFLAM D

CATAFLAM D deve ser administrado de preferência antes das refeições. Os comprimidos dispersíveis devem ser dissolvidos num copo de água; agitar o líquido para facilitar a dispersão, antes de ingerir. Uma vez que uma pequena porção da substância ativa pode ficar no copo após a ingestão, aconselha- se adicionar novamente água em pequena quantidade para a ingestão do restante.
Adultos: A posologia inicial recomendada é de 1 comprimido dispersível, administrado de 2 a 3 vezes ao dia. Em casos leves, bem como para crianças acima de 14 anos de idade, 1 comprimido dispersível, duas vezes ao dia é, em geral, suficiente. A dose total diária deve ser dividida em 2- 3 tomadas.
No tratamento da dismenorréia25 primária a posologia deve ser adaptada individualmente, mas geralmente é de 1 comprimido dispersível administrado de 1 a 3 vezes ao dia. Inicialmente administrar 1 comprimido dispersível 1 a 2 vezes ao dia e, se necessário, elevar no decorrer de vários ciclos menstruais, até o máximo de 4 comprimidos dispersíveis ao dia. O tratamento deve ser iniciado a partir dos primeiros sintomas22 e, dependendo da sintomatologia, continuado por alguns dias.
Crianças: Por sua alta dosagem, CATAFLAM D não é recomendado para crianças abaixo de 14 anos de idade.

Superdosagem - CATAFLAM D

O tratamento de intoxicações agudas com agentes antiinflamatórios não- esteróides consiste essencialmente em medidas sintomáticas e de suporte. Não há quadro clínico típico associado à superdosagem com CATAFLAM D.
As medidas terapêuticas a serem tomadas em casos de superdosagem são:
A absorção deve ser evitada, logo que possível, por meio de lavagem gástrica97 e tratamento com carvão ativado.
Tratamento sintomático e de suporte deve ser administrado em caso de complicações, tais como hipotensão90, insuficiência renal32, convulsões, irritação gastrintestinal e depressão respiratória.
Diurese98 forçada, diálise99 ou hemoperfusão provavelmente não ajudam na aceleração da eliminação de agentes antiinflamatórios não- esteróides, em decorrência de seu alto índice de ligação com proteínas26 e metabolismo31 extenso.

CATAFLAM D - Laboratório

NOVARTIS
Av. Prof. Vicente Rao, 90 - Brooklin
São Paulo/SP - CEP: 04706-900
Tel: 55 (011) 532-7122
Fax: 55 (011) 532-7942
Site: http://www.novartis.com/

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