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Atualizado em 2011

Clopsina

Preço em Washington/SP: R$ 3,78
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Clopsina®  
Cloridrato de clorpromazina

Comprimidos e solução - Uso oral

APRESENTAÇÕES - Clopsina

CLOPSINA®  25 mg: caixa contendo 20 e 200 comprimidos. CLOPSINA®  100 mg: caixa contendo 20 e 200 comprimidos.
CLOPSINA®  GOTAS 4%: caixa contendo frasco gotejador com 20 ml.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO (crianças acima de 2 anos de idade)

COMPOSIÇÃO - Clopsina

CLOPSINA®  25 mg
Cloridrato de clorpromazina 25 mg; excipiente q.s.p. 1 comprimido.

CLOPSINA®  100 mg
Cloridrato de clorpromazina 100 mg; excipiente q.s.p. 1 comprimido

CLOPSINA®  GOTAS 4%
Cloridrato de clorpromazina 40 mg; excipiente q.s.p. 1 ml.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE - Clopsina

· CLOPSINA®  é um medicamento utilizado para o tratamento de problemas mentais, como esquizofrenia1, ou em pacientes que necessitam de medicação calmante. · CLOPSINA®  deve ser conservado em lugar seco, fresco (entre 15 a 30 o  C) e protegido da luz, na sua embalagem original até o término de seu uso.
· O número do lote, as datas de fabricação e validade estão carimbados no cartucho do produto.
· Não utilize o medicamento com prazo de validade vencido.
· Para a administração correta de CLOPSINA® , leia atentamente o item Instruções de Uso, contido na parte final desta bula.
· CLOPSINA®  comprimidos e gotas não contêm açúcar2, podendo ser administrados a pacientes diabéticos.
· Pode ocorrer o aumento da glicose sangüínea3 em pacientes em tratamento com antidiabéticos e que utilizam doses elevadas de clorpromazina (100 mg ao dia, ou mais). Nestes casos recomenda- se a medição (leitura visual com fitas reagentes) diária da glicose sangüínea3 e a realização periódica de exames laboratoriais de sangue4 e urina5. Pode ser necessário o ajuste da posologia do antidiabético.
· CLOPSINA®  não deve ser utilizado por pacientes alérgicos ao cloridrato de clorpromazina, com doença renal6 grave ou que estejam em tratamento com levodopa.
· Pode ocorrer interferência na capacidade de reações durante o tratamento com CLOPSINA® . Portanto, recomenda- se cautela na condução de veículos, na operação de máquinas e outras atividades que requerem atenção.
· CLOPSINA®  pode causar sonolência, dor de cabeça, torcicolo7, diminuição da pressão, impotência8 sexual, alterações menstruais, boca seca, dificuldade de urinar, alergias, aumento de peso. Se esses sintomas9 forem intensos, procure orientação médica.
· Durante o tratamento com CLOPSINA® , deve- se evitar a ingestão de bebidas alcoólicas.
· Não é recomendada a utilização de CLOPSINA®  em crianças menores de dois anos de idade.
· CLOPSINA®  somente deve ser utilizada durante a gravidez10 e amamentação11 com orientação médica.
· Informe ao médico a ocorrência de gravidez10 durante o tratamento ou após o seu término.
· Informe ao médico sobre os medicamentos que está utilizando.
· Obedeça a posologia indicada pelo médico e não interrompa o tratamento sem o seu conhecimento.
· Informe imediatamente ao médico se ocorrerem reações indesejáveis.

NÃO TOME MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS - Clopsina

A clorpromazina é um neuroléptico derivado da fenotiazina. Possui ação estabilizadora do sistema nervoso12 central periférico e uma ação depressora seletiva sobre o sistema nervoso12 central, permitindo o controle dos mais variados tipos de excitação.
Portanto é de grande valor no tratamento de distúrbios mentais e emocionais. A clorpromazina tem propriedades neurolépticas, vagolíticas, simpatolíticas, sedativas e antieméticas.
O cloridrato de clorpromazina é rapidamente absorvido por via oral, com biodisponibilidade relativa, em relação à via intramuscular, em média, de 50%.
Após a administração oral, o início do efeito ocorre entre 20 a 30 minutos, atingindo a concentração plasmática máxima em 2 a 4 horas.
Apresenta ampla distribuição em todos os tecidos, com alta ligação às proteínas13 plasmáticas, 90%. A meia- vida plasmática é de 30 horas e período de eliminação plasmática prolongado, quatro semanas ou mais.
A clorpromazina apresenta efeito pré- sistêmico acentuado no trato gastrintestinal e intensa metabolização hepática, com formação de metabólitos ativos e inativos.
É excretada principalmente por via renal6, onde aparece sob a forma de metabólitos. Menos de 1% do fármaco é excretado na forma inalterada.

INDICAÇÕES - Clopsina

CLOPSINA®  é indicado em quadros psiquiátricos agudos ou no controle de psicoses de longa evolução. Nas manifestações de ansiedade e agitação, soluços incoercíveis, náuseas14 e vômitos15 e neurotoxicoses infantis. CLOPSINA®  também pode ser associada à barbitúricos no tratamento do tétano16.
Como medicação pré- anestésica, na analgesia obstétrica e no tratamento da eclâmpsia17.
CLOPSINA® é indicado nos casos em que houver necessidade de uma ação neuroléptica, vagolítica, simpatolítica, sedativa ou antiemética.

CONTRA-INDICAÇÕES - Clopsina

Em casos de hipersensibilidade ao cloridrato de clorpromazina ou a qualquer componente da fórmula.
Absolutas: glaucoma18 de ângulo fechado. Em pacientes com risco de retenção urinária19, ligado a problemas uretroprostáticos. Uso concomitante com levodopa.
Outras contra- indicações de CLOPSINA® são: comas barbitúricos e etílicos, sensibilidade às fenotiazinas, doença cardiovascular grave, depressão do sistema nervoso12 central.
Constituem- se em contra-indicações relativas da CLOPSINA®  o uso concomitante com bebidas alcoólicas, lítio e sultoprida.
A relação risco- benefício deverá ser avaliada nos casos de discrasias sanguíneas, câncer20 de mama, distúrbios hepáticos e renais, doença de Parkinson21, distúrbios convulsivos, úlcera péptica22.
CLOPSINA® deverá ser administrado com cautela em pacientes idosos e/ou debilitados.

PRECAUÇÕES - Clopsina

Pacientes em tratamento com antidiabéticos e que utilizam doses elevadas de clorpromazina (100 mg ao dia) devem ser informados sobre a possibilidade de elevação da glicemia23. Nestes casos recomenda- se a medição (leitura visual com fitas reagentes) diária da glicose sangüínea3 e avaliação laboratorial hematológica e urinária periodicamente. Se necessário, ajustar a posologia do antidiabético. Em caso de hipertermia deve- se suspender o tratamento, pois este sinal24 pode ser um dos elementos da síndrome25 maligna (palidez, hipertermia e distúrbios vegetativos) que tem sido descrita com o uso de neurolépticos.
Nos primeiros dias de tratamento, principalmente em hipertensos e hipotensos, recomenda- se que os pacientes deitem-se meia hora em posição horizontal, sem travesseiro, logo após a administração do medicamento.
Devido à ação epileptogênica da clorpromazina, não é recomendada a administração do fármaco em pacientes com epilepsia26 instável ou história de convulsões. A clorpromazina somente deve ser utilizada em pacientes com epilepsia26 controlada após receberem criteriosa avaliação médica, mantendo estrito acompanhamento durante a terapia.
O cloridrato de clorpromazina também deve ser utilizado com precaução em pacientes parkinsonianos, pois, geralmente, devido à idade avançada, o neuroléptico pode causar ou acentuar a hipotensão27 e/ou sedação.
A clorpromazina deve ser utilizada com cautela em pacientes com distúrbios cardiovasculares, especialmente portadores de insuficiência28 cardiovascular, distúrbios de condução, como bloqueio atrioventricular graus I a III ou arritmias. Monitorização da função cardíaca e a realização de eletrocardiograma29 são indicadas em tais pacientes, assim como nos pacientes idosos em terapia com clorpromazina.
Recomenda- se controle oftalmológico e hematológico regular nos pacientes em tratamento prolongado com clorpromazina.
Durante o tratamento com a clorpromazina os reflexos do paciente podem ser diminuídos. Por isso, é necessária cautela na condução de veículos, na operação de máquinas e outras atividades que requerem atenção.
Não é recomendada a ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento com CLOPSINA® .
Insuficiência hepática30: devido a clorpromazina ter intensa biotransformação hepática, deve ser administrada com cautela e acompanhamento médico em pacientes com insuficiência hepática30, recomendando- se uma dose menor ou menos freqüente e monitorização periódica dos níveis das enzimas hepáticas neste grupo de pacientes.
Insuficiência renal31: a eliminação da clorpromazina sob forma inalterada pela urina5 não é significativa. O risco/benefício do tratamento com a clorpromazina deve ser avaliado criteriosamente pelo médico em situações clínicas como predisposição à retenção urinária19, obstrução do colo da bexiga32, hipertrofia33 prostática sintomática e insuficiência renal31.
Pediatria: não está estabelecida a segurança e a eficácia do uso da clorpromazina em crianças menores de 2 anos de idade.
Idosos: em função da depuração metabólica reduzida, as concentrações da clorpromazina são maiores em pacientes idosos que em jovens. Recomenda- se iniciar o tratamento com doses menores de clorpromazina e ajustar gradualmente até obtenção da resposta terapêutica adequada. Pacientes idosos, que tenham retenção urinária19 por problemas de próstata34 ou uretra35, não devem utilizar a clorpromazina
Gravidez10 e lactação36: não há estudos clínicos adequados ou bem controlados com a utilização do fármaco na gestação humana, a clorpromazina somente deve ser administrada durante a gravidez10 se os benefícios para a mãe justificarem os potenciais riscos para o feto. O tratamento deve ser realizado sob criteriosa avaliação e estrito acompanhamento médico.
Conseqüentemente, o risco teratogênico37, se existente, parece pequeno. Deve- se limitar a duração do tratamento durante a gestação, reduzindo-se, se possível, gradualmente as doses ao final da gestação. Recomenda-se, observar as funções neurológicas e digestivas do recém-nascido.
Nos recém- nascidos de mães tratadas durante a gestação com doses elevadas de neurolépticos raramente foram descritos os seguintes problemas: síndromes extrapiramidais e sinais38 digestivos ligados às propriedades atropínicas dos neurolépticos fenotiazínicos, como distensão abdominal.
Devido à clorpromazina e seus metabólitos serem eliminados no leite materno, a administração do medicamento deve ser gradualmente descontinuada no período de lactação36 ou a amamentação11 interrompida.

REAÇÕES ADVERSAS - Clopsina

CLOPSINA®  é um fármaco bem tolerado, apresentando baixa incidência39 de efeitos colaterais. Geralmente, os efeitos adversos são leves e transitórios, desaparecendo com a continuidade do tratamento ou a redução da dose.
Se ocorrerem reações adversas neurológicas ou psíquicas graves, a administração de CLOPSINA®  deverá ser suspensa e o médico informado imediatamente.
Os pacientes idosos são particularmente susceptíveis aos efeitos anticolinérgicos, neurológicos, psíquicos e cardiovasculares. A capacidade desses pacientes em metabolizar e eliminar fármacos pode estar diminuída, levando ao aumento da concentração plasmática.
Pode ocorrer sedação, sonolência, discinesias precoces (torcicolo7 espasmódico, crises oculógiras, trismo, que melhoram com a administração de antiparkinsonianos anticolinérgicos), síndrome25 extrapiramidal (que melhora com a administração de antiparkinsonianos anticolinérgicos), discinesias tardias, que podem ser observadas durante tratamento prolongado (nestes casos os antiparkinsonianos não agem ou podem piorar o quadro), hipotensão27 ortostática, efeitos atropínicos (secura da boca, obstipação intestinal, retenção urinária19), prolongamento do intervalo QT, impotência8, frigidez, amenorréia40, galactorréia41, ginecomastia42, hiperprolactinemia, reações cutâneas como fotodermias e pigmentação da pele, aumento de peso, depósito pigmentar no segmento anterior do olho43, excepcionalmente leucopenia44 ou agranulocitose45 (portanto, recomenda- se o controle hematológico nos três ou quatro primeiros meses de tratamento).
Raramente foram relatados priapismo, icterícia46 colestática e lesão hepática, principalmente do tipo colestática ou mista.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS - Clopsina

Associações contra- indicadas Levodopa: pode ocorrer o antagonismo recíproco da levodopa com a clorpromazina. Em caso de síndrome25 extrapiramidal induzida pela clorpromazina, não tratar o paciente com levodopa, pois os receptores dopaminérgicos são bloqueados pela clorpromazina. Neste caso deve- se utilizar um anticolinérgico.
Em pacientes parkinsonianos em tratamento com levodopa, se houver a necessidade da utilização da clorpromazina, é recomendável a suspensão da terapia com levodopa, pois pode ocorrer o agravamento das alterações psicóticas e a levodopa pode não agir sobre os receptores bloqueados pela clorpromazina.
Associações desaconselhadas
Lítio: síndrome25 confusional, hipertonia, hiper- reflexia, provavelmente devido ao aumento rápido da litemia.
Sultoprida: risco aumentado de alterações do ritmo ventricular por adição dos efeitos eletrofisiológicos.
Bebidas alcoólicas: os efeitos sedativos da clorpromazina são acentuados por bebidas alcoólicas.
Associações que devem ser consideradas
Guanetidina: a administração associada com a clorpromazina pode diminuir a ação anti- hipertensiva da guanetidina. Nestes casos pode ser necessário o ajuste da dose da guanetidina.
Anti- hipertensivos: a administração com a clorpromazina pode elevar o efeito hipotensor com conseqüente aumento de ocorrência de hipotensão27 ortostática.
Antidiabéticos: doses elevadas de clorpromazina (100 mg ao dia, ou mais) pode elevar a glicemia23. Nestes casos pode ser necessário o ajuste da dose do antidiabético.
Antiácidos47 contendo hidróxido de alumínio e magnésio: a administração pode reduzir a absorção da clorpromazina. Portanto, recomenda- se aguardar, no mínimo, 2 horas entre as administrações do cloridrato de clorpromazina e antiácidos47 que contenham hidróxido de alumínio e magnésio.
Agentes anticolinérgicos (atropina, biperideno, disopiramida, fenotiazínicos, antiparkinsonianos, anti- histamínicos, antidepressivos tricíclicos): a clorpromazina pode potencializar a ação anticolinérgica, causando efeitos atropínicos indesejáveis, como retenção urinária19, constipação48 intestinal, visão turva, secura da boca.
Depressores do sistema nervoso12 central (antidepressivos, derivados morfínicos, anti- histamínicos, benzodiazepínicos, barbitúricos, anestésicos): a clorpromazina pode potencializar os efeitos antidepressores dos fármacos. Pode ser necessário o ajuste da dose dos fármacos, quando a associação com a clorpromazina for necessária.

POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO - Clopsina

A posologia e o modo de administração devem ser determinados individualmente e adaptados de acordo com a condição clínica de cada paciente. O objetivo deve ser o de atingir um ótimo efeito terapêutico, mantendo- se as menores doses possíveis. A posologia deve ser aumentada gradativamente, principalmente se o paciente for idoso, criança ou adolescente, os quais, geralmente, apresentam uma resposta mais acentuada a clorpromazina.
Adultos: o cloridrato de clorpromazina tem uma grande margem de segurança, podendo a dose variar de 25 a 1600 mg ao dia, dependendo da necessidade do paciente. Deve- se iniciar o tratamento com doses baixas, 25 a 100 mg, repetindo de 3 a 4 vezes ao dia, se necessário, até atingir uma dose adequada para o controle da sintomatologia. A dose diária não deve exceder a 2 g de clorpromazina. A maioria dos pacientes responde à dose diária de 0,5 a 1 g de clorpromazina.
Em pacientes idosos ou debilitados, doses mais baixas são geralmente suficientes para o controle dos sintomas9.
Crianças (acima de 2 anosde idade): iniciar o tratamento utilizando uma dose diária de 1 mg de clorpromazina por quilo de peso, dividida em 2 ou 3 tomadas. Deve- se iniciar o tratamento com doses baixas até atingir uma dose adequada para o controle da sintomatologia. A dose diária máxima não deve exceder a 40 mg de clorpromazina para crianças abaixo de 5 anos de idade, ou 75 mg em crianças de 5 anos de idade ou acima.

INSTRUÇÕES DE USO - Clopsina

Os comprimidos de CLOPSINA®  podem ser administrados com ou sem alimentos, com água, leite, suco de frutas, refrigerantes ou durante as refeições.

SUPERDOSAGEM - Clopsina

Os principais sintomas9 de intoxicação aguda por clorpromazina   são depressão do sistema nervoso12 central, hipotensão27 e sintomas9 extrapiramidais. Recomenda- se nestes casos lavagem gástrica49 precoce, evitando-se a indução à êmese50, administração de antiparkinsonianos para os sintomas9 extrapiramidais e estimulantes respiratórios (anfetamina, cafeína com benzoato de sódio), caso haja depressão respiratória.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA
Farmacêutica Responsável: Dra. Dirce de Paula Zanetti. CRF- SP n o  7758
Clopsina®  25 mg com 20 comprimidos: Registro MS n o  1.0550.0162.001- 3
Clopsina®  25 mg com 200 comprimidos: Registro MS n o  1.0550.0162.002- 1
Clopsina®  100 mg com 20 comprimidos: Registro MS n o  1.0550.0162.003- 1
Clopsina®  100 mg com 200 comprimidos: Registro MS n o  1.0550.0162.004- 8
Clopsina®  gotas 4% frasco com 20 ml: Registro MS n o  1.0550.0162.006- 4
Serviço de Atendimento ao Consumidor: 0800 191291

Clopsina - Laboratório

UCI FARMA
Rua do Cruzeiro, 374
São Bernardo do Campo/SP - CEP: 09725-310
Tel: (011)414-2022
Fax: (011)448-5253

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