Cloridrato de Ranitidina Novartis
Cloridrato de Ranitidina
Medicamento Genérico Lei nº 9 787/99
150 mg e 300 mg
Comprimidos revestidos
FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES - Cloridrato de Ranitidina Novartis
Cloridrato de Ranitidina 150 mg.Comprimidos revestidos de 150 mg. Embalagens com 20 comprimidos revestidos.
Cloridrato de Ranitidina 300 mg.
Comprimidos revestidos de 300 mg. Embalagens com 10 e 20 comprimidos revestidos.
USO ADULTO E PEDIÁTRICO
COMPOSIÇÃO - Cloridrato de Ranitidina Novartis
Cloridrato de Ranitidina 150 mg.
Cada comprimido revestido contém:
Cloridrato de Ranitidina (equivalente a 150 mg de ranitidina).
167,395 mg
Excipientes q.s.p. ....................
.........
1 comprimido revestido
Excipientes: celulose microcristalina, hidroxipropilmetilcelulose, glicolato de amido sódico, aroma de hortelã pimenta, estearato de magnésio, Opadry Pink e Opadry Clear.
Cloridrato de Ranitidina 300 mg
Cada comprimido revestido contém:
Cloridrato de Ranitidina (equivalente a 300mg de ranitidina).
334,790 mg
Excipientes q.s.p. ....................
.........
1 comprimido revestido
Excipientes: celulose microcristalina, hidroxipropilmetilcelulose, glicolato de amido sódico, aroma de hortelã pimenta, estearato de magnésio, Opadry Orange e Opadry Clear.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE - Cloridrato de Ranitidina Novartis
Ação esperada do medicamento: Cloridrato de Ranitidina promove a redução da produção de ácido no estômago1, favorecendo, desse modo, a cicatrização da gastrite2 e/ou das úlceras3 do estômago1 e do duodeno, prevenindo também suas complicações. Cloridrato de Ranitidina também tem sido indicado no tratamento de doenças relacionadas à hipersecreção ou hipersensibilidade à secreção gástrica, tais como a esofagite de refluxo4 (associada ou não a hérnia5 de hiato).Cuidados de armazenamento: Conservar este medicamento em sua embalagem original. Conservar em temperatura ambiente (entre 15 °C e 30 °C). Proteger da luz. Conservar em lugar seco.
Prazo de validade: Desde que sejam observados os cuidados de armazenamento, Cloridrato de Ranitidina apresenta prazo de validade de 24 meses, a partir da data de fabricação. O número de lote, a data de fabricação e a validade estão impressos no cartucho. Não utilize o produto após o vencimento do prazo de validade.
Gravidez6 e lactação7: Informar ao médico sobre a ocorrência de gravidez6 na vigência do tratamento ou após seu término. Se ocorrer gravidez6 durante o uso deste medicamento, suspenda o tratamento e avise prontamente o médico. O Cloridrato de Ranitidina é secretado no leite materno e deve ser utilizado com precaução em mulheres que estejam amamentando. Informe ao seu médico se estiver amamentando.
Cuidados de administração: Cloridrato de Ranitidina, na forma de comprimidos revestidos, deve ser administrado por via oral. Antes da utilização, verificar se há antecedentes alérgicos, especialmente aos componentes da formulação e comunicar ao médico. O Cloridrato de Ranitidina só deve ser administrado sob prescrição médica. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Qualquer modificação da dose somente deverá ser feita sob orientação médica.
Reações adversas: Informe ao seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis. Podem ocorrer reações como urticária8 ou reações alérgicas em geral, inchaço ao redor dos olhos, espasmo9 brônquico (dificuldades para respirar), dor de cabeça, tontura10, icterícia11, confusão mental, hepatite12, queda de cabelo, dor articular, depressão ou dor na região das mamas (em homens).
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias: Nenhum outro medicamento deve ser tomado sem o consentimento de seu médico. A ingestão do Cloridrato de Ranitidina antes ou após a alimentação não prejudica a sua absorção.
Contra- indicações e precauções:
Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.
Cloridrato de Ranitidina é contra- indicado em pacientes com conhecida hipersensibilidade a qualquer componente da formulação (ver Precauções e Advertências).
Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e / ou operar máquinas: Pacientes particularmente sensíveis, nos quais os medicamentos podem induzir reações com maior freqüência, devem tomar cuidado ao conduzir veículos, operar máquinas ou desenvolver qualquer outra atividade que requeira concentração.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.
INFORMAÇÃO TÉCNICA - Cloridrato de Ranitidina Novartis
Farmacodinâmica - Cloridrato de Ranitidina Novartis
O Cloridrato de Ranitidina é um antagonista dos receptores histamínicos H2, dotado de alta seletividade e rápido início de ação. O Cloridrato de Ranitidina atua como um inibidor competitivo reversível, evitando a interação da histamina com os receptores H2, incluindo os receptores presentes nas células gástricas.Cloridrato de Ranitidina possui ação de longa duração, de modo que uma única dose de 150 mg suprime eficientemente a secreção ácida do estômago1 por até doze horas. Inibe a secreção basal e estimulada de ácido, reduzindo tanto o volume quanto o conteúdo de ácido e pepsina da secreção gástrica. Cloridrato de Ranitidina não diminui os teores de cálcio sérico nos estados de hipercalcemia e não é um agente anticolinérgico.
Farmacocinética - Cloridrato de Ranitidina Novartis
Absorção
A absorção do Cloridrato de Ranitidina após administração oral é rápida. Cerca de 50% é absorvido após a administração oral de uma dose de 150 mg, atingindo picos médios de 440 - 545 ng / mL, após duas a três horas. Concentrações de Cloridrato de Ranitidina no plasma13 são proporcionais à dose, até a administração de 300 mg. A absorção não é significativamente comprometida por alimentos ou pelo uso de antiácidos14. A propantelina diminui levemente a taxa de distribuição do Cloridrato de Ranitidina e aumenta os picos séricos da droga. Esse efeito provavelmente é provocado pelo atraso no esvaziamento gástrico e pelo aumento no tempo de trânsito alimentar.
Distribuição
O volume de distribuição do Cloridrato de Ranitidina é de cerca de 1,4 L/Kg e sua taxa de ligação às proteínas15 plasmáticas é de 15 %.
Metabolização
O Cloridrato de Ranitidina não é extensivamente metabolizado. Seu principal metabólito na urina16 é um N- óxido, que representa menos de 4 % da dose. Outros metabólitos encontrados são o S-óxido (1%) e a ranitidina desmetilada (1%).
Estudos em pacientes com disfunção hepática (cirrose17 compensada) indicam que existe uma pequena e clinicamente insignificante alteração nos valores de meia- vida, distribuição, eliminação e biodisponibilidade da droga.
Eliminação
A principal via de eliminação da droga é a urinária, principalmente sob a forma livre (não conjugada) e, em menor quantidade, sob a forma de metabólitos. O clearance renal18 do Cloridrato de Ranitidina é cerca de 410 mL/min, o que indica a ocorrência de uma excreção tubular ativa. A meia- vida de eliminação do Cloridrato de Ranitidina é de aproximadamente duas a três horas. Estudos demonstraram que 93% da dose por via intravenosa foram eliminados na urina16 e 6% nas fezes. As análises da urina16 demonstraram que cerca de 30 % da dose oral foi eliminada na forma inalterada.
Pacientes com disfunção renal18 grave (clearance de creatinina19 de 25- 35 mL/min), que receberam 50 mg de Cloridrato de Ranitidina por via intravenosa, apresentaram meia-vida plasmática de 4,8 horas, clearance de ranitidina de 29 mL/min e volume de distribuição de 1,76 L/Kg. Em geral, a taxa de alteração destes parâmetros é proporcional ao clearance de creatinina19.
INDICAÇÕES - Cloridrato de Ranitidina Novartis
Cloridrato de Ranitidina está indicado para o tratamento de úlcera duodenal20 e de úlcera gástrica21 benignas, incluindo aquelas associadas ao uso de agentes antiinflamatórios não- esteroidais.Também está indicado na prevenção de úlceras3 associadas a agentes antiinflamatórios não- esteroidais, incluindo o ácido acetil-salicílico, especialmente em pacientes com histórico de doença ulcerosa péptica; em úlceras3 associadas à infecção22 por Helicobacter pylori; úlcera23 pós-operatória; esofagite de refluxo4; alívio dos sintomas24 de refluxo gastroesofágico25; síndrome de Zollinger-Ellison26; dispepsia27 episódica crônica caracterizada por dor epigástrica ou retroesternal (relacionada às refeições ou durante o sono, mas não associada às condições anteriores).
Cloridrato de Ranitidina também está indicado nas seguintes condições, onde se deseja a redução da produção de ácido gástrico: profilaxia da hemorragia28 gastrintestinal conseqüente à úlcera23 de estresse em pacientes gravemente enfermos; profilaxia da hemorragia28 recorrente em pacientes com úlcera péptica29; prevenção da síndrome da aspiração ácida30 (Síndrome de Mendelson31).
CONTRA-INDICAÇÕES - Cloridrato de Ranitidina Novartis
Cloridrato de Ranitidina é contra- indicado em pacientes com conhecida hipersensibilidade à ranitidina ou a qualquer outro componente da formulação.
PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS - Cloridrato de Ranitidina Novartis
Uma vez que o Cloridrato de Ranitidina é excretado principalmente por via renal18, a dose deve ser ajustada em pacientes com disfunção renal18 grave, pois os níveis plasmáticos de ranitidina aumentam nestes casos (vide Informação Técnica, Posologia e Modo de Usar).Deve- se ter cautela em pacientes com comprometimento hepático, pois o Cloridrato de Ranitidina é metabolizado pelo fígado32.
O tratamento com antagonistas H2 pode mascarar sintomas24 associados ao carcinoma33 de estômago1 e, por essa razão, retardar o diagnóstico34 da doença. Conseqüentemente, quando houver suspeita de úlcera gástrica21 com a presença de dispepsia27, em casos de pacientes de meia- idade ou idosos com sintomas24 dispépticos recentes ou com alteração recente do padrão, a possibilidade de malignidade deve ser excluída antes do início da terapia com o Cloridrato de Ranitidina.
É recomendada a supervisão regular dos pacientes que estejam utilizando drogas antiinflamatórias não- esteroidais associadas ao Cloridrato de Ranitidina, principalmente em pacientes idosos e/ou com histórico de úlcera péptica29.
Relatos de casos raros sugerem que o Cloridrato de Ranitidina pode precipitar ataques agudos de porfiria35; desse modo, deve- se evitar seu uso em pacientes com história de porfiria35 aguda.
Gravidez6 e lactação7:
O Cloridrato de Ranitidina atravessa a barreira placentária e é secretado no leite materno. Como qualquer outra droga, o Cloridrato de Ranitidina deve ser utilizado durante a gravidez6 e a lactação7 somente em casos estritamente necessários e sob orientação médica.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS E OUTRAS FORMAS DE INTERAÇÃO - Cloridrato de Ranitidina Novartis
Com os níveis sanguíneos produzidos após as doses recomendadas, o Cloridrato de Ranitidina não inibe o citocromo hepático P450 relacionado ao sistema oxigenase de função mista. Conseqüentemente, o Cloridrato de Ranitidina não potencializa as ações das drogas que são inativadas por este sistema enzimático, como por exemplo, lidocaína, fenitoína, propranolol, diazepam, teofilina e varfarina.
Quando altas doses (2 g) de sucralfato são administradas concomitantemente com o Cloridrato de Ranitidina, a absorção deste pode ser reduzida. Este efeito não é observado, caso o sucralfato seja tomado após um intervalo de duas horas.
Não há evidências de interações entre o Cloridrato de Ranitidina e a amoxicilina ou o metronidazol.
O uso simultâneo com cetoconazol pode resultar em redução da absorção do cetoconazol; assim, aconselha- se aos pacientes a não tomarem Cloridrato de Ranitidina menos de duas horas após a administração de cetoconazol.
REAÇÕES ADVERSAS - Cloridrato de Ranitidina Novartis
As reações que se seguem foram relatadas como eventos em ensaios clínicos ou durante o tratamento de rotina de pacientes com úlcera péptica29. Em muitos casos, não foi estabelecida uma relação desses eventos com o Cloridrato de Ranitidina. Por outro lado, a ocorrência de cefaléia36, algumas vezes grave, tem sido relacionada ao tratamento com Cloridrato de Ranitidina.Podem ocorrer alterações transitórias e reversíveis nos testes de função hepática. Houve relatos ocasionais de hepatite12 reversível (hepatocelular, hepatocanalicular ou mista), com ou sem icterícia11. Nestas circunstâncias, o Cloridrato de Ranitidina deve ser descontinuado imediatamente. Casos raros de falência hepática têm sido reportados.
Ocorreram alterações reversíveis dos elementos figurados do sangue37 (leucopenia38, trombocitopenia39), em um pequeno número de pacientes. Foram descritos raros casos de agranulocitose40 ou de pancitopenia41, algumas vezes com hipoplasia medular.
Raramente têm sido observadas reações de hipersensibilidade (urticária8, edema angioneurótico42, broncoespasmo43, hipotensão44). Essas reações ocorreram ocasionalmente após dose única. Ocorreram raros relatos de bradicardia45 e bloqueio átrio- ventricular.
Pequeno número de pacientes referiu cefaléia36, algumas vezes grave, e tontura10. Há citação de casos raríssimos de confusão mental reversível, predominantemente em pacientes gravemente enfermos e idosos; adicionalmente, distúrbios involuntários reversíveis do movimento foram raramente relatados, assim como visão turva reversível (sugerindo distúrbio de acomodação visual) e erupção cutânea.
Casos raros de vasculite46 e alopécia47 foram reportados. Casos raríssimos de disfunção erétil reversível também foram reportados.
Não se verificou interferência clinicamente significativa com a função endócrina ou gonadal. Há pouca referência a sintomas24 mamários em homens sob tratamento com o Cloridrato de Ranitidina.
Pancreatite48 aguda tem sido raramente relatada.
Uso em insuficiência renal49
Ocorrerá acúmulo de Cloridrato de Ranitidina no organismo, com concentrações plasmáticas elevadas, em pacientes com grave insuficiência renal49 (clearance de ranitidina menor que 50 mL/min). Recomenda- se que o Cloridrato de Ranitidina seja administrado em doses fracionadas de 25 mg, em tais pacientes.
Alterações em testes laboratoriais
O Cloridrato de Ranitidina pode aumentar as concentrações séricas de gama- glutamil-transpeptidase e de transaminases. Provas de secreção gástrica: o uso do Cloridrato de Ranitidina pode antagonizar o efeito da pentagastrina e da histamina na avaliação da função secretora ácida gástrica. Não se recomenda o seu uso nas 24 horas que antecedem a prova.
POSOLOGIA E MODO DE USAR - Cloridrato de Ranitidina Novartis
Adultos: A dose usual padrão para tratamento agudo50 da úlcera gástrica21, úlcera duodenal20 ou esofagite de refluxo4 é de 150 mg duas vezes ao dia ou 300 mg à noite.
Em muitos casos de úlcera duodenal20, úlcera gástrica21 benigna e úlcera23 pós- operatória, a cicatrização ocorre dentro de quatro semanas. Naqueles pacientes em que a cicatrização não ocorra nas quatro primeiras semanas, a úlcera23 geralmente cicatrizará após mais quatro semanas de terapia.
Na prevenção de úlceras3 duodenais associadas a drogas antiinflamatórias não- esteroidais, 150 mg de Cloridrato de Ranitidina, duas vezes ao dia, podem ser administrados concomitantemente com estas drogas. Para o tratamento de úlceras3 associadas à terapia com antiinflamatórios não-esteroidais ou associadas ao uso contínuo destas drogas, podem ser necessárias oito a doze semanas de tratamento.
Na úlcera duodenal20, 300 mg, duas vezes ao dia, durante quatro semanas, resulta em taxas de cicatrização maiores do que aquelas com a dose de 150 mg, duas vezes ao dia (ou 300 mg à noite, durante quatro semanas). O aumento da dose não tem sido associado com o aumento da incidência51 de efeitos colaterais.
Pacientes fumantes que não evitam fumar durante o tratamento, uma dose de 300 mg à noite provém um benefício terapêutico adicional sobre o regime de dose de 150 mg. No tratamento a longo prazo, a dose geralmente utilizada é 150 mg à noite.
Úlcera23 pós- operatória: 150 mg, duas vezes ao dia.
No controle da esofagite de refluxo4 grave, a dose recomendada é de 150 mg, quatro vezes ao dia, durante oito semanas, podendo estender- se até 12 semanas. Para tratamento a longo prazo da esofagite de refluxo4, recomenda-se 150 mg, duas vezes ao dia.
Síndrome52 de Zollinger- Ellison: iniciar o tratamento com 150 mg, três vezes ao dia, podendo-se aumentar a dose, se necessário.
Doses de até 6 g por dia têm sido bem toleradas. Em dispepsia27 episódica crônica, a dose recomendada é de 150 mg, duas vezes ao dia, durante seis semanas.
Qualquer paciente que não responda, ou que tenha recidiva logo após o tratamento, deve ser investigado.
Na profilaxia da hemorragia28 decorrente da úlcera23 de estresse em pacientes gravemente enfermos ou na profilaxia de hemorragias53 em pacientes com sangramento causado por ulceração péptica, a dose de 150 mg por via oral, duas vezes ao dia, pode substituir a forma injetável logo que o paciente possa ingerir comprimidos.
Profilaxia da Síndrome de Mendelson31 (pneumonite54 por broncoaspiração): 150 mg, duas horas antes da anestesia55 e, preferivelmente, 150 mg na noite anterior. Em pacientes em trabalho de parto, 150 mg a cada seis horas. Porém, se for necessário o uso de anestesia55 geral, recomenda- se que adicionalmente seja administrado um antiácido56.
Na úlcera duodenal20 associada à infecção22 por Helicobacter pylori, 300 mg ao deitar (ou 150 mg, duas vezes ao dia), podem ser administradas com 750 mg de amoxicilina oral (três vezes ao dia) e 500 mg de metronidazol (três vezes ao dia), por duas semanas. A terapia deve ser continuada por mais duas semanas apenas com Cloridrato de Ranitidina. Esse regime de doses reduz significativamente a recidiva de úlcera duodenal20. Estudos clínicos demonstraram que o Cloridrato de Ranitidina, associado ao metronidazol e à amoxicilina, erradica o Helicobacter pylori em aproximadamente 90% dos pacientes. Essa terapia de combinação tem reduzido significativamente a recidiva de úlcera duodenal20. O H. pylori está presente em cerca de 95% dos pacientes com úlcera duodenal20 e 80% dos pacientes com úlcera gástrica21.
Crianças: A dose oral recomendada para o tratamento de úlcera péptica29 em crianças é de 2 mg/kg a 4 mg/kg, duas vezes ao dia, até um máximo de 300 mg de Cloridrato de Ranitidina por dia.
Insuficiência renal49: Poderá ocorrer acúmulo de Cloridrato de Ranitidina, como resultado de elevadas concentrações plasmáticas, em pacientes com insuficiência renal49 grave (clearance de creatinina19 abaixo de 50 mL/minuto). É recomendado que a dose diária de Cloridrato de Ranitidina, nestes pacientes, seja reduzida para 150 mg à noite, durante quatro a oito semanas. Em pacientes sob diálise peritoneal57 crônica ambulatorial ou hemodiálise58 crônica, uma dose de 150 mg de Cloridrato de Ranitidina deve ser ingerida, imediatamente após a diálise59.
SUPERDOSES - Cloridrato de Ranitidina Novartis
O Cloridrato de Ranitidina tem ação muito específica e, por essa razão, não se espera que ocorram problemas particulares após superdoses com o produto. Terapia sintomática e de suporte devem ser administradas adequadamente. Se necessário for, a droga deve ser removida do plasma13 por hemodiálise58.
PACIENTES IDOSOS - Cloridrato de Ranitidina Novartis
Em ensaios clínicos, as taxas de cicatrização de úlcera23 em pacientes com 65 anos ou mais não se mostraram diferentes das observadas em pacientes mais jovens. Além disso, não houve diferença na incidência51 de efeitos adversos (ver Precauções e Advertências e Reações Adversas). Sabe- se que o Cloridrato de Ranitidina é excretado principalmente pelos rins60. Sendo assim, o risco de ocorrência de reações tóxicas é maior em pacientes que apresentem algum tipo de disfunção renal18.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Para a sua segurança, mantenha esta embalagem até o uso total deste medicamento.
Reg. MS - 1.0068.0908
Lote, data de fabricação e de validade: vide cartucho.
Farm. Resp.: Marco A. J. Siqueira - CRF/SP nº 23.873
Fabricado por: Geneva Pharmaceuticals, Inc. Broomfield, CO, 80020, Estados Unidos. Uma empresa do grupo Novartis.
Importado e distribuído por: Novartis Biociências S/A
Av. Ibirama, 518 - Complexos 441/3 - Taboão da Serra, SP.
CNPJ/MF nº 56.994.502/0098- 62 - Indústria Brasileira
Cloridrato de Ranitidina Novartis - Laboratório
NOVARTIS
Av. Prof. Vicente Rao, 90 - Brooklin
São Paulo/SP
- CEP: 04706-900
Tel: 55 (011) 532-7122
Fax: 55 (011) 532-7942
Site: http://www.novartis.com/
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