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Atualizado em 2011

DEPAKENE

Preço em Washington/SP: R$ 11,74
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Composição - DEPAKENE

cápsula de 250 mg: ácido valpróico 250 mg.Excipiente q.s.p. 1 cápsula. Comprimido revestido de 300 mg: valproato de sódio 300 mg. Excipiente q.s.p. 1 comprimido revestido. Comprimido revestido de 500 mg: valproato de sódio 576 mg, excipiente q.s.p. 1 comprimido revestido. Xarope: cada 5 ml contém valproato de sódio: 288 mg. Excipiente q.s.p. 5 ml.

Posologia e Administração - DEPAKENE

é administrado por via oral. A dose inicial recomendada é de 15 mg/kg/dia, podendo ser aumentada em intervalos semanais de 5 a 10 mg/kg/dia, até que se obtenha o controle das convulsões ou até onde os efeitos colaterais permitam. A dose máxima recomendada é de 60 mg/kg/dia. Se a dose diária total exceder 250 mg esta deverá ser administrada fracionadamente. O esquema a seguir é um guia para a administração da dose diária inicial de Depakene (15 mg/kg/dia). 10- 24,9 kg: dose diária total 250 mg; 25-39,9 kg: dose diária total 500 mg; 40-59,9 kg: dose diária total 750 mg; 60-74,9 kg: dose diária total 1000 mg; 75-89,9 kg: dose diária total 1250 mg. Sempre que a dose tomada for igual ou superior a 500 mg, deve-se considerar o uso de comprimidos revestidos de 500 mg, o que permite maior comodidade ao paciente, por ingestão de menor quantidade de unidades do medicamento. À medida que as doses são aumentadas, os níveis sangüíneos para o fenobarbital e a hidantoína podem ser afetados. Os pacientes que apresentam irritação gástrica podem ser beneficiados pela administração da droga com alimentação, ou então pela administração inicial de doses baixas, com aumento paulatino das mesmas. Depakene é também apresentado na forma de comprimidos revestidos de liberação entérica, que diminuem os efeitos adversos gastrintestinais. A forma de xarope é a mais adequada para pacientes pediátricos ou àqueles que apresentem dificuldades de deglutição1 das formas orais sólidas. As cápsulas não devem ser mastigadas, para evitar irritação local da boca e garganta. - Superdosagem: a superdosagem com valproato pode resultar em coma2 profundo. O benefício da lavagem gástrica3 ou êmese4 varia com o tempo decorrido desde a ingestão, pois a droga é rapidamente absorvida. Devem-se aplicar medidas de suporte, dando-se particular atenção à manutenção de um fluxo urinário adequado. Foi descrito que a naloxona reverte os efeitos depressores da superdose de valproato. Entretanto, como a naloxona pode teoricamente reverter também os efeitos antiepilépticos do valproato, deve ser usada com cautela.

Precauções - DEPAKENE

pacientes em tratamento com Depakene devem ser cuidadosamente acompanhados com exame clínico detalhado e provas de função hepática. Como grande parte da droga é metabolizada pelo fígado5, deve- se ter cuidado na administração de Depakene a paciente com distúrbios hepáticos, mesmo que em graus leves. Tem ocorrido insuficiência hepática6 fatal em pacientes recebendo a medicação. Tais incidências têm-se registrado geralmente nos seis primeiros meses de tratamento. Hepatotoxicidade7 grave ou fatal tem sido precedida por sintomas8 inespecíficos, tais como, perda de controle das crises, mal-estar, astenia9, letargia ou anorexia10 e vômitos11. Devem-se fazer testes de função hepática antes do tratamento e a intervalos freqüentes daí em diante, especialmente durante os seis primeiros meses. No entanto, os médicos não devem confiar unicamente na bioquímica sérica, de vez que estes testes podem não estar anormais em todas as circunstâncias, mas devem considerar também os resultados de história clínica e exame físico cuidadoso. Deve-se ter cautela ao administrar a droga a pacientes com história anterior de doença hepática. Pacientes em politerapia, crianças, aqueles com distúrbios metabólicos congênitos, aqueles com graves distúrbios convulsivos acompanhados por retardamento mental e aqueles com encefalopatia orgânica, podem estar particularmente em risco. A experiência tem indicado que crianças com idade abaixo de dois anos têm risco consideravelmente aumentado de desenvolverem hepatotoxicidade7 fatal, especialmente aquelas com as condições acima mencionadas. Deve-se interromper imediatamente a medicação na presença de disfunção hepática significativa, suspeita ou aparente. A freqüência de reações adversas (principalmente elevação de enzimas hepáticas) pode aumentar com elevação da dose. Portanto, deve-se pesar o benefício obtido pelo maior controle das crises contra a incidência12 aumentada de efeitos adversos que se observa, às vezes, com doses mais altas. Pelo fato de terem sido relatados casos de alterações na agregação plaquetária, trombocitopenia13 e elevação das enzimas hepáticas, recomenda-se a utilização de exames iniciais e periódicos para detecção de possíveis anormalidades sangüíneas. Tem-se relatado hiperamonemia com ou sem letargia ou coma2 que pode estar presente na ausência de anormalidades das provas de função hepática. Caso ocorra elevação deve-se interromper o tratamento. A droga é eliminada parcialmente pela urina14 como metabólito cetônico, o qual pode prejudicar a interpretação correta dos resultados do teste de corpos cetônicos na urina14. Uso durante a gravidez15 e lactação16: há múltiplos relatos na literatura clínica, que indicam que o uso de drogas anticonvulsivantes em geral, durante a gravidez15, resulta em um aumento da incidência12 de defeitos congênitos17 no concepto. Embora os dados sejam mais extensos com respeito à trimetadiona, parametadiona, difenil-hidantoína e fenobarbital, relatos indicam uma possível associação similar com o uso de outras drogas anticonvulsivantes. Portanto, medicações anticonvulsivantes só devem ser administradas a mulheres com potencial para engravidar se demonstrarem claramente serem essenciais no tratamento de suas crises. Segundo informações recentes da literatura médica, ácido valpróico e seus sais podem produzir efeitos teratogênicos no concepto de mulheres que recebam esta medicação durante a gestação. A incidência12 de defeitos no canal neural (por ex.: espinha bífida) no feto pode ser aumentada em gestantes que recebam ácido valpróico e seus sais durante o primeiro trimestre da gravidez15. Como para toda droga anticonvulsivante, antes de determinar administração ou suspensão do medicamento em casos de gravidez15, o médico deverá ponderar os possíveis riscos contra os benefícios proporcionados pela droga e avaliar se a gravidade e a freqüência dos distúrbios convulsivos não irão implicar em perigo maior para a gestante e o concepto. Pelo fato do valproato ser eliminado pelo leite materno e devido à inexistência de dados conclusivos sobre a ação da droga em recém-nascidos, recomenda-se o não aleitamento materno18 por pacientes sob tratamento com essa droga. - Interações medicamentosas: o valproato pode potencializar a atividade do álcool sobre o SNC. Existem evidências de possível elevação dos níveis séricos de fenobarbital pelo valproato. Apesar de não se conhecer o mecanismo de interação, devem-se observar cuidadosamente todos os pacientes que recebam terapêutica barbitúrica concomitante, em relação à toxicidade neurológica e a níveis séricos de barbiturato para, se necessário, diminuir as doses administradas. Esta evidência conflitiva em relação à interação de valproato com hidantoína. Não se sabe se existe mudança na concentração de hidantoína livre (não ligada à proteína) no soro19. Se necessário, deve-se ajustar a dose de hidantoína de acordo com a situação clínica. O uso concomitante de valproato de sódio e clonazepam pode produzir estados de ausência. Recomenda-se precaução quando se administra o medicamento com drogas que afetam a coagulação, tais como, aspirina, warfarina, etc. Pode haver aumento dos efeitos do diazepam e da etossuximida quando associados ao valproato.

Reações adversas - DEPAKENE

como o valproato de sódio é freqüentemente administrado com outras drogas, não é possível estabelecer se os efeitos adversos são ocasionados pelo mesmo ou pela combinação de drogas. Efeitos gastrintestinais: os efeitos colaterais mais freqüentemente relatados no início da terapia são náuseas20, vômito21 e indigestão. São efeitos usualmente transitórios e raramente requerem interrupção do tratamento. Diarréia22, dor abdominal e constipação23 têm sido relatados. Tanto anorexia10 com perda de peso, quanto aumento do apetite com ganho de peso têm sido informados. A forma de comprimidos revestidos de liberação entérica praticamente elimina os efeitos gastrintestinais, como náuseas20, vômitos11 e dispepsia24, normalmente observados com outras formas farmacêuticas. Efeitos sobre o SNC: foram observados efeitos sedativos em pacientes sob tratamento com valproato de sódio, porém esses são mais freqüentes em pacientes recebendo drogas combinadas. Foram observados casos raros de ataxia25, cefaléia26, diplopia27, disartria, incoordenação motora, náuseas20 e nistagmo28. Raros casos de coma2 foram vistos em pacientes recebendo valproato isolado ou em combinação com fenobarbital. Efeitos dermatológicos: foi observado aumento transitório de perda de cabelos. Muito raramente podem aparecer dermatoses e petéquias. Efeitos psiquiátricos: observaram- se casos de desgosto emocional, depressão, agressividade, hiperatividade e deterioração de conduta. Efeitos musculoesqueléticos: foram comunicados alguns casos de debilidade. Efeitos hematopoiéticos: foi relatada trombocitopenia13. O valproato inibe a fase secundária da agregação plaquetária. Isso pode ser refletido na alteração do tempo de sangria. Hematomas e hemorragia29 franca foram informados. Há relatos de linfocitose relativa, hipofibrinogenemia, leucopenia30, eosinofilia, anemia31 e depressão de medula óssea. Efeitos hepáticos: são freqüentes pequenas elevações de transaminases (TGO e TGP) e de LDH, que parecem relacionadas às doses. Ocasionalmente, os resultados de exames de laboratório incluem também aumentos de bilirrubina32 sérica e alterações anormais de outras provas de função hepática. Tais resultados podem refletir hepatotoxicidade7 potencialmente grave. Efeitos pancreáticos: houve relato de pancreatite33 aguda em pacientes recebendo valproato. Efeitos metabólicos: hiperamonemia. Hiperglicemia34 tem sido relatada e foi associada com desenlace fatal em um paciente com hiperglicemia34 não cetótica preexistente. Outros efeitos: fraqueza muscular, fadiga e alterações do ciclo menstrual com amenorréia secundária35.

Contra-Indicações - DEPAKENE

pacientes com doença hepática significativa e para pacientes com hipersensibilidade conhecida a esta droga.

Indicações - DEPAKENE

monoterápico em quadros de ausência simples e complexa e convulsões febris. Está indicado em esquemas terapêuticos associados nos casos de ausência complexa (ou atípica) mioclônica, espasmos infantis (síndrome36 de West) e crises acinéticas. Terapêutica adjuvante pode ser instituída com Depakene nos casos de crises tônico- clônica (grande mal), crises focais com sintomatologia elementar e complexa, crises focais com generalização secundária e formas mistas.

Apresentação - DEPAKENE

embalagens com: 25 cápsulas de 250 mg, 25 comprimidos revestidos de 300 mg, 50 comprimidos revestidos de 500 mg e 100 ml de xarope.


DEPAKENE - Laboratório

ABBOTT
Rua Nova York, 245 - Brooklin
São Paulo/SP - CEP: 04560-108
Tel: 11-5536-7000
Fax: 011-5531-7205
Site: http://www.abbottbrasil.com.br/

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