DIOVAN
Composição - DIOVAN
cada cápsula contém: valsartan 80 mg;excipiente (celulose microcristalina, lauril sulfato de sódio, crospovidona, estearato de magnésio) q.s.p. 1 cápsula.
Posologia e Administração - DIOVAN
a dose de Diovan recomendada é de 80 mg uma vez ao dia, independentemente de idade, raça ou sexo. O efeito anti- hipertensivo manifesta-se efetivamente dentro de 2 semanas e o efeito máximo após 4 semanas. Nos pacientes que não apresentarem controle adequado da pressão arterial com a dose diária recomendada, esta pode ser aumentada para 160 mg, ou um diurético1 pode ser associado. Diovan deve ser ingerido com um pouco de líquido. A ingestão pode ocorrer antes ou após as refeições. Não é necessário adaptar a dosagem para pacientes com insuficiência renal2 (clearance de creatinina3 > 10 ml/min). Não existem dados sobre pacientes com clearance de creatinina3 < 10 ml/min ou sobre pacientes submetidos à diálise4. Para pacientes com insuficiência hepática5 de leve a moderada, a dose diária de Diovan não deve exceder a 80 mg. Não é necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência renal2 ou com insuficiência hepática5 de origem não biliar e sem icterícia6. Diovan pode ser administrado concomitantemente com outros agentes anti-hipertensivos. A segurança e a eficácia de Diovan não estão estabelecidas para o uso em crianças. Superdosagem: embora não exista experiência de superdosagem com Diovan, o principal sinal7 que pode ser esperado é uma acentuada hipotensão8. As medidas terapêuticas dependem do momento da ingestão e da natureza e gravidade dos sintomas9, devendo-se dar prioridade máxima ao restabelecimento de condições circulatórias estáveis. Se a ingestão foi recente, deve-se induzir o vômito10; caso contrário, deve-se administrar quantidade suficiente de carvão ativado. No caso de hipotensão8, o paciente deve ser colocado em decúbito dorsal horizontal, e deve-se administrar rapidamente soluções hidroeletrolíticas. Diovan não pode ser removido por hemodiálise11, por causa de sua forte ligação com as proteínas12 plasmáticas.
Precauções - DIOVAN
em pacientes com depleção grave de sódio e/ou hipovolemia13, como nos que estejam recebendo altas doses de diuréticos14, pode ocorrer, em casos raros, hipotensão8 sintomática após o início da terapia com Diovan. A depleção de sódio e/ou a hipovolemia13 devem ser corrigidas antes do início do tratamento com Diovan, por exemplo, pela redução da dose do diurético1. Se ocorrer hipotensão8, manter o paciente em posição supina e, se necessário, administrar infusão venosa de solução salina fisiológica. O tratamento com Diovan pode ser reintroduzido, uma vez que a pressão arterial esteja estabilizada. Hiperpotassemia: a administração simultânea de Diovan e de diuréticos14 poupadores de potássio, suplementos de potássio, substitutos do sal ou outros medicamentos que contenham potássio e aumentem o nível de potássio no soro15 (ex., a heparina) pode provocar hiperpotassemia. Por isso, tais combinações devem ser evitadas. Pacientes com insuficiência cardíaca16 crônica grave. Pacientes cuja função renal17 depende da atividade do sistema renina- angiotensina-aldosterona (ex., pacientes com insuficiência cardíaca16 grave) ao serem tratados com inibidores da ECA desenvolveram oligúria18 e/ou azotemia progressiva e, em raros casos, insuficiência renal2 aguda. Como até esta data não existe experiência terapêutica suficiente com pacientes portadores de insuficiência cardíaca16 grave, não pode ser excluída a possibilidade de que Diovan venha a prejudicar a função renal17, pela inibição do sistema renina-angiotensina-aldosterona. Estenose aórtica e da válvula mitral ou cardiomiopatia hipertrófica. Como ocorre com todos os vasodilatadores, Diovan deve ser usado com cuidado em pacientes portadores de estenose aórtica e da válvula mitral ou de cardiomiopatia hipertrófica. Angina19 pectoris. Em pacientes com doença coronária há experiências clínicas limitadas que não indicam agravamento da doença de base. Estenose arterial renal17. Como as drogas que afetam o sistema renina-angiotensina-aldosterona podem aumentar a uréia20 sangüínea e a creatinina3 sérica em pacientes com estenose de arteria21 renal17 unilateral ou bilateral, recomenda-se a monitorização desses pacientes como medida de segurança. Insuficiência renal2: nenhum ajuste de dose é necessário em pacientes com insuficiência renal2. No entanto, como não há dados disponíveis em casos graves (clearance de creatinina3 < 10 ml/min), recomenda-se cautela. Transplante de rim22: não existe experiência terapêutica suficiente com pacientes submetidos a transplante de rim22. Insuficiência hepática5: não é necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática5. Diovan é eliminado principalmente como composto inalterado na bile23, e pacientes com distúrbios biliares obstrutivos mostraram clearance mais baixo de Diovan. Deve-se tomar cuidado especial ao se administrar Diovan a esses pacientes. Hiperaldosteronismo primário: pacientes com hiperaldosteronismo primário não devem ser tratados com Diovan, porque o sistema renina-angiotensina-aldosterona é afetado pela moléstia primária. - Gravidez24 e lactação25: embora não exista experiência com o uso de Diovan em gestantes, em exposição intra-útero26 a inibidores da ECA administrados a gestantes durante o 2º e 3º trimestres da gestação, houve relatos de lesões e morte de fetos em desenvolvimento. Como para qualquer droga que atue diretamente sobre o sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA), Diovan não deve ser usado durante a gestação. Se ocorrer gravidez24 durante o tratamento, Diovan deve ser descontinuado assim que possível. Não se sabe se Diovan é excretado no leite humano. Não se recomenda o uso de Diovan em lactantes27. Efeitos sobre a capacidade de dirigir ou operar máquinas: assim como com outros agentes anti-hipertensivos, recomenda-se cautela ao se operar máquinas ou dirigir veículos. Interações medicamentosas: não foram observadas interações de significância clínica. Entre os fármacos com os quais se realizaram estudos clínicos incluem-se: cimetidina, warfarina, furosemida, digoxina, atenolol, indometacina, hidroclorotiazida, amlodipina e glibenclamida. Como Diovan não sofre extensa metabolização hepática, interações do tipo droga-droga, clinicamente relevantes em termos de indução metabólica ou inibição do sistema do citocromo P450, não são esperadas. Embora Diovan possua alta taxa de ligação a proteínas12 plasmáticas, estudos in vitro não mostraram qualquer interação a esse nível com uma série de moléculas que também têm alta taxa de ligação a proteínas12 plasmáticas, como: diclofenaco, furosemida e warfarina. O uso concomitante de Diovan com diuréticos14 poupadores de potássio (espironolactona, triamtereno, amilorida), suplementos à base de potássio ou substitutos do sal que contenham potássio pode acarretar aumento do potássio sérico. Se o uso simultâneo desses compostos for considerado necessário, recomenda-se precaução.
Reações adversas - DIOVAN
as reações adversas abaixo baseiam- se em dez estudos placebo-controlados nos quais os pacientes foram tratados com diversas doses de Diovan (10 mg a 320 mg) por até 12 semanas. Dados laboratoriais: em raros casos, o tratamento com Diovan pode ser acompanhado de queda do nível de hemoglobina28 e do hematócrito29. Em estudos clínicos controlados, constatou-se redução significativa (> 20%) do hematócrito29 e da hemoglobina28. Verificou-se neutropenia30, elevações significativas da concentração de creatinina3, potássio e bilirrubina31 total no soro15. Ocasionalmente constatou-se nos pacientes tratados com Diovan uma elevação dos índices da função hepática.
Contra-Indicações - DIOVAN
hipersensibilidade aos componentes de Diovan. Gravidez24. Pacientes com insuficiência hepática5 grave, cirrose32 biliar ou obstrução das vias biliares.
Indicações - DIOVAN
tratamento da hipertensão arterial33.
Apresentação - DIOVAN
caixas com 14 e 28 cápsulas de 80 mg.
DIOVAN - Laboratório
NOVARTIS
Av. Prof. Vicente Rao, 90 - Brooklin
São Paulo/SP
- CEP: 04706-900
Tel: 55 (011) 532-7122
Fax: 55 (011) 532-7942
Site: http://www.novartis.com/
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