ESTALIS
ESTALIS®
Estradiol / Acetato de Noretisterona
Formas Farmacêuticas e Apresentações - ESTALIS
Sistema transdérmico. ESTALIS 50/140: Embalagens com 8 sistemas transdérmicos de ESTALIS 50/140 (50 mcg/dia de estradiol + 140 mcg/dia de acetato de noretisterona).
USO ADULTO
ESTALIS 50/140
Cada sistema transdérmico contém:
Estradiol (na forma de hemihidrato de estradiol)....................0,6 mg
Acetato de noretisterona....................2,7 mg
E liberam por dia 50 mcg de estradiol e 140 mcg de acetato de noretisterona.
Excipientes: silicone adesivo, adesivo acrílico, povidone, ácido oleico, dipropilenoglicol, tolueno, álcool isopropílico, matriz adesiva, filme laminato poliéster, revestimento de fluoropolímero.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE - ESTALIS
Ação esperada do medicamento: ESTALIS é uma terapia de reposição estrôgenica sistêmica, que minimiza os sintomas1 da deficiência estrogênica em mulheres na menopausa2 e reduz a perda óssea na pós menopausa2.Cuidados de armazenamento: ESTALIS deve ser conservado sob refrigeração (entre 2°C e 8ºC) até a dispensação ou início do tratamento. Após o início do tratamento o produto pode ser conservado em temperatura abaixo de 25ºC (por no máximo 6 meses, respeitando o prazo de validade impresso no cartucho).
Prazo de validade: O prazo de validade está impresso no cartucho. Não utilize o produto após a data de validade.
Gravidez3 e lactação4: ESTALIS não deve ser utilizado durante a gravidez3 e lactação4, portanto informe ao seu médico sobre suspeita ou ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se está amamentando.
Cuidados de administração: Antes de utilizar o medicamento, confira o nome no rótulo, para não haver enganos. Não utilize ESTALIS caso haja sinais5 de violação e/ou danificações da embalagem. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Instruções de uso: veja posologia.
Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Reações adversas: Informe ao seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis. As reações adversas relatadas com maior frequência foram: dor de cabeça,
dor nas mamas, cólica menstrual e reações no local da aplicação do sistema transdérmico, como vermelhidão.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS
Ingestão concomitante com outras substâncias: Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratmento.
Contra- indicações e precauções: ESTALIS não deve ser utilizado em caso de hipersensibilidade a estrogênios, progestogênios ou a qualquer componente deste produto; gravidez3 confirmada ou suspeita; amamentação6; neoplasia7 estrogênio-dependente confirmada ou suspeita; câncer8 de mama confirmado ou suspeito; sangramento vaginal anormal não diagnosticado; alterações tromboembólicas ativas ou tromboflebite9; porfiria10.
ESTALIS não apresenta efeito contraceptivo, nem restaura a fertilidade.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE
INFORMAÇÕES TÉCNICAS - ESTALIS
Farmacodinâmica - ESTALIS
Propriedades da terapia estrogênica/progestogênica
ESTALIS sistema transdérmico é uma terapia de reposição estrogênica sistêmica, que minimiza os sintomas1 da deficiência estrogênica em mulheres no climatério11, visto que o estradiol é responsável pelo desenvolvimento e manutenção do sistema urogenital e das características sexuais femininas secundárias. A terapia de reposição estrogênica estimula o crescimento e desenvolvimento do epitélio urogenital, proporcionando uma terapia eficiente que evita o desconforto vaginal, dispareunia, urgência e incontinência urinária12; em particular, ocorre conversão da citologia vaginal à um padrão semelhante ao encontrado em mulheres na pré- menopausa2. Os estrogênios reduzem a perda óssea na pós-menopausa2 e fornecem proteção contra fraturas osteoporóticas.
Vários mecanismos, como melhora no perfil lipídico13 e ação cardiovascular direta, contribuem para os efeitos cardiovasculares benéficos da terapia de reposição estrogênica. Estudos epidemiológicos em mulheres na pós- menopausa2 mostraram redução de 32 a 53% do risco cardíaco relativo.
A terapia estrogênica/progestogênica demonstrou efeitos positivos sobre o tônus arterial e ausência de efeitos prejudiciais sobre pressão sanguínea, coagulação e resistência à insulina14.
Os estrogênios exercem efeito proliferativo sobre o endométrio15, que é previnido pela administração concomitante de progestogênio. O acetato de noretisterona induz alterações secretórias no endométrio15 estimulado por estrogênio; e age inibindo a secreção de gonadotrofinas pituitárias que, sucessivamente, previne a maturação folicular e a ovulação16.
A terapia de reposição estrogênica aumenta a espessura e a quantidade de colágeno cutâneo, que sofrem diminuição após a menopausa2.
Informações adicionais obtidas nos estudos clínicos ESTALIS
Os dados clínicos obtidos em estudos envolvendo um total de 760 pacientes com 3 meses a 1 ano de tratamento, justificam o uso de ESTALIS em mulheres no climatério11.
ESTALIS diminue rapidamente o número e a intensidade de fogachos e sudorese17. A avaliação da qualidade de vida mostrou o efeito benéfico de ESTALIS sobre os distúrbios do sono e normalização da função sexual. ESTALIS não mostrou efeitos prejudiciais sobre a pressão sanguínea e testes de coagulação.
Observou- se diminuição favorável dos níveis de colesterol18 total, LDL19, apoproteína B, Lp(a) e triglicerídeos encontrados no estado basal, nos grupos tratados com ESTALIS 50/140 mcg/dia. Observou-se também diminuição de HDL20. Todas as proteínas21 plasmáticas permaceram dentro do intervalo clinicamente desejável. Além disto, as relações colesterol18 total/HDL20 e LDL19/HDL20 permaneceram inalteradas do estado basal até um ano de tratamento.
Observou- se diminuição clinicamente significante na porcentagem de alteração dos marcadores bioquímicos de reabsorção óssea (C-telopeptídeo e N-telopeptídeo) e de formação óssea (fosfatase alcalina óssea e osteocalcina), do estado basal, em pacientes tratadas com ESTALIS 50/140 mcg/dia. Em 1 ano de tratamento, todos os marcadores diminuíram para valores dentro do intervalo normal da pré-menopausa2.
O estradiol liberado por via transdérmica não sofre metabolismo22 de primeira passagem como acontece com estrogênios administrados por via oral, ocorrendo apenas metabolização de pequena quantidade após a absorção pela pele. Alcança- se níveis terapêuticos de estradiol plasmático, com níveis circulantes de estrona e conjugados de estrona baixos, com doses menores administradas por via transdérmica (diária ou total) em comparação às administradas por via oral; e que apresentam-se mais próximos das concentrações na pré-menopausa2.
Em um estudo farmacocinético demonstrou- se que o sistema transdérmico de ESTALIS alcança níveis plasmáticos de estradiol e valores estrona/estradiol semelhantes ao observado do inicío ao meio da fase folicular, em mulheres na pré-menopausa2 (estradiol > 40 pg/ml). Estas características foram mantidas durante o período de 84 a 96 horas de uso. As aplicações múltiplas dos sistemas transdérmicos de ESTALIS 50/140 mcg/dia resultaram em concentrações médias plasmáticas de estradiol de 45 pg/ml, no estado de equilíbrio. Ao final do período de uso, as concentrações médias plasmáticas de estradiol foram de 27 pg/ml. O estradiol apresentou uma meia-vida de eliminação curta, de aproximadamente 2 a 3 horas, portanto, observou-se um rápido declínio das concentrações plasmáticas após a remoção do sistema transdérmico, retornando aos níveis observados na pós-menopausa2 não tratada (< 20 pg/ml) dentro de 4 - 8 horas.
Em um estudo farmacocinético demonstrou- se que aplicações múltiplas dos sistemas transdérmicos de ESTALIS 50/140 mcg/dia resultaram em concentrações médias de noretisterona plasmática de 489 pg/ml, no estado de equilíbrio. Ao final do período de uso, as concentrações médias de noretisterona plasmática foram de 386 pg/ml. As concentrações plasmáticas de noretisterona do ESTALIS aumentaram linearmente com aumento da dose de NETA. A meia-vida de eliminação da noretisterona foi de 6 a 8 horas. Após remoção do sistema transdérmico de ESTALIS, as concentrações plasmáticas de noretisterona diminuem rapidamente, apresentando-se menores que 50 pg/ml dentro de 48 horas.
Flutuações mínimas nas concentrações plasmáticas de estradiol e noretisterona demonstraram liberações constantes durante o intervalo de aplicação. Após aplicações múltiplas não ocorreu acúmulo de estradiol ou noretisterona na circulação23.
ESTALIS é indicado:No tratamento dos sintomas1 da deficiência estrogênica em mulheres na menopausa2, que apresentam o útero24 intacto;
Na prevenção da osteoporose25 pós- menopáusica, em mulheres com útero24 intacto.
ESTALIS não deve ser utilizado por mulheres que apresentem alguma das seguintes condições:
Hipersensibilidade a estrogênios, progestogênios ou a qualquer componente da formulação;
Gravidez3 confirmada ou suspeita;
Lactação4;
Câncer8 de mama confirmado ou suspeito;
Neoplasia7 estrogênio- dependente confirmada ou suspeita;
Sangramento vaginal anormal não diagnosticado;
Alterações tromboembólicas ativas ou tromboflebite9;
História de crise aguda de porfiria10.
Advertências e Precauções - ESTALIS
Antes do início de qualquer terapia estrogênica ou estrogênica/progestogênica, deve- se realizar um levantamento completo do histórico médico pessoal e familiar da paciente. Os exames físicos realizados no pré-tratamento e periodicamente devem incluir atenção especial às mamas e órgãos pélvicos, além do exame de Papanicolaou. É aconselhável a realização regular de exame das mamas. Como regra geral, estrogênios não devem ser prescritos por um período maior que 1 ano, sem que outro exame físico seja realizado.Existem numerosos estudos sobre o risco de câncer8 de mama e o uso de estrogênios em mulheres na pós- menopausa2. Alguns estudos relataram um risco moderadamente aumentado de câncer8 de mama em mulheres recebendo terapia de reposição estrogênica em altas doses, ou em baixas doses durante períodos prolongados, especialmente 10 anos ou mais. Contudo, outros estudos não mostraram esta relação. Consequentemente, deve-se realizar cuidadosa avaliação da relação risco/benefício em mulheres submetidas a terapia estrogênica por períodos prolongados. Os efeitos da terapia estrogênica/progestogênica estão menos documentados. Não existem evidências conclusivas de que o uso concomitante de progestogênio altere o risco de câncer8 em usuárias de terapias estrogênicas por períodos prolongados.
O risco de câncer8 endometrial entre usuárias de terapia estrogênica sem oposição, com útero24 intacto, é maior que em não- usuárias e parece depender da duração do tratamento e da dose de estrogênio. O maior risco parece estar associado ao uso prolongado. Foi demonstrado que o uso concomitante de terapia progestogênica adequada diminui a incidência26 de hiperplasia endometrial27, bem como o risco potencial de carcinoma28 de endométrio15 (associado à terapia estrogênica prolongada).
Estudos recentes relataram um risco aumentado de tromboembolia venosa entre usuárias de terapia estrogênica em comparação às não- usuárias. Embora estes estudos tenham mostrado que o uso de estrogênios foi associado a um aumento no risco relativo de tromboembolia venosa, o risco absoluto foi pequeno, visto que infrequentemente ocorreu tromboembolia venosa. Contudo, mulheres com história anterior de trombose venosa profunda29 ou história familiar de trombose30 idiopática não devem fazer uso de terapia de reposição hormonal (TRH) sem recomendação médica.
O estradiol e o acetato de noretisterona administrados por via oral podem ser fracamente metabolizados em pacientes com função hepática prejudicada. Quando a administração da terapia estrogênica/progestogênica é transdérmica, evita- se o efeito de primeira passagem. Entretanto, a terapia estrogênica/progestogênica deve ser utilizada com cautela em pacientes com função hepática prejudicada.
Pacientes com asma31, epilepsia32, enxaqueca33, alterações cardíacas ou renais, história anterior ou atual de endometriose34, doença da vesícula biliar35 e tolerância reduzida aos carboidratos requerem acompanhamento médico cuidadoso.
O tratamento deve ser reavaliado em caso da persistência de manifestações indesejáveis decorrentes da estimulação estrogênica, como sangramento uterino irregular e mastalgia.
As pacientes devem ser prevenidas que ESTALIS não é contraceptivo, nem tampouco restaura a fertilidade.
Gravidez3 e lactação4
Estrogênios e progestogênios podem causar danos fetais quando administrados em mulheres grávidas. Não se deve portanto, utilizar ESTALIS durante a gravidez3.
Estrogênios e progestogênios são excretados no leite materno e podem reduzir a produção de leite. Não se deve portanto, utilizar ESTALIS durante a lactação4.
Interações medicamentosas
Medicamentos indutores de enzimas microssomais hepáticas, por exemplo, barbitúricos, anticonvulsivantes (incluindo hidantoína e carbamazepina), meprobamato, fenilbutazona, antibióticos (incluindo rifampicina), podem prejudicar a atividade de estrogênios e progestogênios (pode ocorrer sangramento irregular e recorrência de sintomas1). A extensão da interferência com estradiol e acetato de noretisterona administrados por via transdérmica é desconhecida, mas considera- se que seja limitada por esta via, que evita o metabolismo22 hepático de primeira passagem.
As reações adversas relatadas com maior frequência foram: cefaléia36, dor nas mamas, dismenorréia37 e reações no local de aplicação do sistema transdérmico (incluindo eritema38, escarificação, pápulas/vesículas transitórios).
As seguintes reações adversas foram relatadas com incidência26 > 2% entre 1860 mulheres pós- menopáusicas, durante estudos clínicos com terapia transdérmica combinada ou sequencial de estradiol/NETA:
Sistema genital39: menorragia40, inchaço das mamas, alteração menstrual, leucorréia41, hemorragia vaginal42, espasmos uterinos, vaginite43.
Sistema gastrintestinal: náusea44, flatulência, diarréia45.
Pele: edema46, acne47, erupção.
Sistema nervoso48: vertigem49, depressão, nervosismo, insônia, instabilidade emocional.
Outras: dor, dor nas costas, astenia50, dor abdominal, ganho de peso, edema46 periférico.
A incidência26 de hiperplasia endometrial27 com ESTALIS foi < 1% após um ano de tratamento.
Relatou- se, embora infrequentemente, o desenvolvimento de leiomioma51 uterino, cistos peritubais, pólipos endocervicais e parestesias52.
Início do tratamento:O ciclo de tratamento pode ser iniciado por mulheres que não estejam fazendo uso de qualquer outra terapia estrogênica. Para a maioria das mulheres na pós- menopausa2, a terapia pode ser iniciada a qualquer momento.
Mulheres que estejam fazendo uso de outra terapia estrogênica/progestogênica devem completar o ciclo do tratamento anterior antes de iniciar o tratamento com ESTALIS. Ao final de cada ciclo de tratamento é comum a ocorrência de sangramento de privação; sendo o primeiro dia deste sangramento o momento ideal para iniciar o novo ciclo de tratamento com ESTALIS.
Tratamento com ESTALIS
Aplicar 1 sistema transdérmico de ESTALIS.50/140 (Estradiol / Acetato de noretisterona) sobre a pele a cada 3 ou 4 dias, durante o ciclo de 28 dias. As pacientes devem ser avisadas que pode ocorrer sangramento irregular, sendo que na maioria dos casos ocorre amenorréia53.
O sistema transdérmico de ESTALIS deve ser aplicado sobre uma superfície de pele limpa e seca, que não esteja irritada, machucada ou oleosa (não deve ser aplicado sobre a pele com resíduos de creme, loção ou óleo hidratante), nas nádegas ou abdômen. Deve- se evitar a região da cintura, visto que roupas apertadas podem causar o despreendimento do sistema. O sistema transdérmico de ESTALIS não deve ser aplicado sobre as mamas ou em regiões próximas a elas.
O sistema transdérmico deve ser substituído a cada 3 ou 4 dias. Os locais de aplicação54 devem ser alternados, com um intervalo de pelo menos 1 semana entre 2 aplicações no mesmo local.
Cada sistema transdérmico de ESTALIS é selado em envelope de proteção individual. Após a abertura do envelope e retirada do sistema transdérmico do interior do mesmo, remova uma das metades da camada protetora, tomando cuidado para que os seus dedos não entrem em contato com a cola da matriz adesiva de liberação. Aplique o sistema transdérmico imediatamente. Remova a segunda metade da camada protetora e pressione firmemente o sistema transdérmico com a palma da mão por no mínimo 10 segundos, alisando cuidadosamente as bordas. Tome cuidado durante o banho ou outras atividades para não descolar o sistema transdérmico.
Em caso de despreendimento ou "queda" do sistema transdérmico (após atividade física, sudorese17 excessiva ou fricção de roupas apertadas), o mesmo sistema transdérmico pode ser reaplicado em outro local. Se necessário, pode- se aplicar um novo sistema transdérmico. Deve-se seguir sempre o esquema do tratamento original recomendado pelo médico. Após a aplicação sobre a pele, o sistema transdérmico não deve ser exposto ao sol por longos períodos.
A remoção do sistema transdérmico deve ser realizada lenta e cuidadosamente, para evitar a irritação cutânea. Caso permaneça algum resíduo na pele após a remoção do sistema transdérmico, seque a região e depois friccione cuidadosamente a área com creme ou loção, removendo assim o resíduo do adesivo.
Após a remoção do sistema transdérmico, o sistema usado deve ser dobrado sobre a face adesiva e descartado.
Os sistemas transdérmicos de ESTALIS devem ser mantidos fora do alcance das crianças, quando novos ou mesmo após a sua utilização.
Devido ao modo de administração de ESTALIS, é improvável que ocorra superdosagem com estradiol ou acetato de noretisterona. Caso surjam sintomas1 de superdosagem com ESTALIS, o sistema transdérmico deve ser removido imediatamente.
ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E EMBORA AS PESQUISAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA, QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS, AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Reg. MS - 1.0068.0152
Farm.Resp.: Marco A. J. Siqueira - CRF-SP 23.873
Lote, data de fabricação e de validade: vide cartucho
Exportado por Novartis Pharma AG, Suíça.
Importado e distribuído por Novartis Biociências S.A.
Av. Ibirama, 5l8 - Complexos 441/3 - Taboão da Serra - SP
CGC n° 56.994.502/0098- 62 - Indústria Brasileira
ESTALIS - Laboratório
NOVARTIS
Av. Prof. Vicente Rao, 90 - Brooklin
São Paulo/SP
- CEP: 04706-900
Tel: 55 (011) 532-7122
Fax: 55 (011) 532-7942
Site: http://www.novartis.com/
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