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Atualizado em 2011

FLOTAC

Preço em Washington/SP: R$ 5,83
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FLOTAC®

Diclofenaco Colestiramina

Forma farmacêutica e apresentação - FLOTAC

Cápsulas. Embalagens com 10, 14 ou 20 cápsulas de 70 mg.USO ADULTO

Composição - FLOTAC

Cada cápsula de FLOTAC contém 140 mg do complexo diclofenaco- colestiramina, equivalente a 70 mg de diclofenaco.
Excipientes: colestiramina, carvão ativado e estearato de magnésio.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE - FLOTAC

Ação esperada do medicamento: FLOTAC, que tem como substância ativa o diclofenaco, tem efeito antiinflamatório, analgésico1 e antipirético2.Cuidados de armazenamento: O produto deve ser protegido do calor (manter abaixo de 30°C) e da umidade.
Prazo de validade: A data de validade está impressa no cartucho. Não utilize o produto após a data de validade.
Gravidez3 e lactação4: Informe ao seu médico sobre a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se está amamentando.
Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Reações adversas: Informe ao seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis. Podem ocorrer náusea5, vômito6, diarréia7, dor de cabeça, irritação, insônia, erupção cutânea e urticária8.

TODO MEDICAMENTO DEVER SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias: Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.
Contra- indicações e precauções: Úlcera gástrica9 ou intestinal, alergia10 ao diclofenaco ou a qualquer outro componente da formulação. FLOTAC é também contra-indicado a pacientes nos quais crises de asma11, reações cutâneas ou rinites são precipitadas pelo uso de ácido acetilsalicílico. Antes de iniciar o tratamento com FLOTAC, o paciente deve informar ao médico se tem problemas de estômago12 e de intestino, suspeita de úlcera13, colite14 ulcerativa, doença de Crohn, doença grave de fígado15, doença de rim16 e de coração17 e idade avançada. Devem ser feitos exames de sangue18 durante tratamento prolongado. O uso de FLOTAC 70 mg não é recomendado para crianças.
Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas: Pacientes que apresentem vertigens19 devem evitar operar máquinas e/ou dirigir veículos.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS - FLOTAC

Farmacodinâmica - FLOTAC

Classe terapêutica: Antiinflamatório não esteroidal.FLOTAC contém como princípio ativo o diclofenaco, um conhecido antiinflamatório não- esteróide com nítidas propriedades anti-reumáticas, analgésicas, antiinflamatórias e antipiréticas.
O efeito clínico é demonstrado pelo acentuado alívio da dor e dos sinais20 e sintomas21 tais como, dor em repouso e movimento, rigidez matinal, inchaço articular e também melhora funcional.
Em caso de dismenorréia22 primária, o diclofenaco não só reduz a dor mas também é capaz de diminuir o sangramento.
Atribui- se a pronunciada ação analgésica, antiinflamatória e antipirética do diclofenaco principalmente à inibição da enzima23 cicloxigenase, responsável pela produção de prostaglandinas e tromboxano a partir do ácido araquidônico. As prostaglandinas são importantes mediadoras da inflamação24, da dor e febre25.
Nas concentrações in vitro, que correspondem aos valores atingidos no homem, o diclofenaco não causa inibição da síntese de proteoglicanos na cartilagem.
Em vários modelos animais e in vitro foi testada a atividade dos metabólitos originados do diclofenaco. O 4- hidroximetabólito é importante quanto à atividade; de acordo com o modelo animal, este possui ação antiinflamatória ou analgésica 20 a 40 vezes menor que a substância inalterada.

Farmacocinética - FLOTAC

Absorção
A formulação característica de FLOTAC garante uma liberação do diclofenaco do complexo diclofenaco- colestiramina de início rápido bem como de longa duração.
Vinte minutos após a administração de uma cápsula de FLOTAC já se pode detectar concentrações plasmáticas da droga (média: 0,3 mcg/ml [0,96 mcmol/L]). A concentração plasmática máxima (Cmáx) é alcançada em cerca de 1,25 horas (grau de difusão: 0,33- 2 horas), sendo de 0,7 ± 0,22 mcg/ml (2,2 ± 0,7 mcmol/L), cerca de
1/3 das concentrações alcançadas após administração de doses equivalentes de diclofenaco sódico.
Até 12 horas após administração de FLOTAC ainda são detectados níveis plasmáticos mensuráveis. Os valores Cmáx assim como as áreas sob a curva da concentração plasmática (valores AUC), têm comportamento linearmente proporcional à dose administrada.
Em comparação as doses equivalentes de diclofenaco sódico, FLOTAC mostra um afluxo mais rápido da substância ativa, concentrações plasmáticas de pico mais baixas, níveis plasmáticos mensuráveis por tempo mais longo, assim como menores oscilações interindividuais das concentrações plasmáticas máximas e das áreas abaixo das curvas das concentrações plasmáticas.
Distribuição
O diclofenaco liga- se a proteínas26 séricas numa extensão de 99,7%, principalmente à albumina27 (99,4%).
O diclofenaco penetra no líquido sinovial, onde as concentrações máximas são medidas 2 a 4 horas após os valores plasmáticos de pico terem sido atingidos. A meia- vida de eliminação aparente do líquido sinovial é de 3 a 6 horas.
Metabolismo28
O diclofenaco é rápido e quase completamente metabolizado.
Os metabólitos são conhecidos. A biotransformação ocorre pela glicuronização parcial da molécula inalterada, mas principalmente por hidroxilação simples e múltipla, que leva à formação de metabólitos fenólicos (3'- hidroxi-,4'-hidroxi-,5-hidroxi-,4'5-diidroxi- e 3'-hidroxi-4'-metoxidiclofenaco), que podem ser conjugados subseqüentemente ao ácido glicurônico.
Eliminação
A eliminação do diclofenaco do plasma29 ocorre com clearance (depuração) sistêmico de 263 ± 56 ml/min. A meia- vida terminal é de 1 a 2 horas. Menos de 1% é excretado de forma inalterada por via renal30. Cerca de 60% da dose administrada é excretada como metabólitos pelos rins31 e o restante pelas fezes.
A farmacocinética de FLOTAC permanece inalterada após repetidas administrações. Não ocorre acúmulo desde que sejam observados os intervalos entre as administrações das doses recomendadas.
Não foram observadas relevantes diferenças idade- dependentes de absorção, metabolismo28 e excreção.
O diclofenaco não tem efeito cumulativo em pacientes com insuficiência renal32. Em pacientes com clearance (depuração) de creatinina33 de menos de 10 ml/min, os níveis plasmáticos de steady- state (estado de equilíbrio) dos metabólitos são cerca de 4 vezes mais altos do que em indivíduos sadios. Entretanto, os metabólitos são finalmente excretados através da bile34.
Em pacientes com insuficiência hepática35 (hepatite36 crônica, cirrose37 não descompensada), a cinética e o metabolismo28 ocorrem da mesma forma que no paciente sem doença hepática.
Biodisponibilidade
Comparações das curvas dos níveis plasmáticos após administração intravenosa ou oral de diclofenaco marcado radioativamente mostram que, mesmo na administração oral, a quantidade total alcança a circulação38 sistêmica; cerca de 54% de substância ativa inalterada e o restante como metabólitos parcialmente ativos (efeito de "primeira passagem") (veja "Farmacodinâmica").
Em comparação com o diclofenaco sódico, a biodisponibilidade do diclofenaco de FLOTAC é de cerca de 80%.
Dados de segurança pré- clínicos
Os achados de experimentos animais com diclofenaco e pesquisas complementares com FLOTAC mostram propriedades toxicológicas comparáveis.
Toxicidade aguda
Os testes de toxicidade aguda de diclofenaco em várias espécies animais não mostraram particular sensibilidade (veja "Superdosagem").
Toxicidade crônica
A toxicidade crônica do diclofenaco foi pesquisada em ratos, cães e macacos. Com doses tóxicas, variando de acordo com a espécie a partir de doses de 0,5 a 2 mg/kg, surgiram ulcerações no trato gastrintestinal que, por sua vez, causaram manifestações secundárias como peritonite39, anemia40 e leucocitose41.
Mutagênese e potencial de carcinogenicidade
O efeito mutagênico do diclofenaco pode ser excluído devido aos resultados dos testes in vitro e in vivo. Quanto à carcinogenicidade, os testes em ratos não mostraram nenhuma indicação de efeitos para geração de tumores.
Reprodução
O potencial embriotóxico do diclofenaco foi pesquisado em 3 espécies animais (rato, camundongo e coelho). A morte fetal e retardo do crescimento surgiram com doses tóxicas maternas. Não se observou mal- formações. O diclofenaco causou prolongamento do período de gravidez3 e da duração do trabalho de parto. Não foi constatado efeito prejudicial sobre a fertilidade. Doses abaixo do limite tóxico materno não influenciaram no desenvolvimento pós-natal dos filhotes.
A colestiramina mostrou- se praticamente atóxica. A dose de colestiramina ingerida com FLOTAC é de 100 a 200 vezes mais baixa que a recomendada para o tratamento de distúrbios do metabolismo28 lipídico (por exemplo, hipercolesterolemia42).

Indicações - FLOTAC

Como adjuvante no tratamento de processos infecciosos graves, acompanhados de dor e inflamação24 de ouvido, nariz43 ou garganta, como por exemplo, nas faringoamigdalites e nas otites44, respeitando- se os princípios terapêuticos gerais de que a doença básica deve ser adequadamente tratada. Febre25 isoladamente não é uma indicação.Inflamações pós- traumáticas ou pós-operatórias;
Dismenorréia22 primária;
Anexite45 aguda e subaguda;
Artrite46 aguda (incluindo crises de gota47);
Reumatismo48 de partes moles;
Inflamações articulares crônicas, em especial artrite reumatóide49 (poliartrite crônica);
Estados de irritação nos casos de doenças degenerativas articulares e da coluna vertebral50 (artroses ativadas e espondilartroses, síndrome51 cervical, lombalgias, isquialgias);
Espondilite anquilosante (M. Bechterew) e outras afecções reumato- inflamatórias da coluna vertebral50;
Dores devido a tumores, especialmente em casos de acometimento esquelético ou edema52 peritumoral inflamatório.

Contra-indicações - FLOTAC

FLOTAC não deve ser administrado em casos de:
Hipersensibilidade conhecida ao diclofenaco e/ou a outros componentes da formulação;
Disfunções hematológicas não esclarecidas;
Em pacientes nos quais crises de asma11, reações cutâneas ou rinites são precipitadas pelo uso de ácido acetilsalicílico ou outras drogas com ação inibidora da síntese de prostaglandinas;
Pacientes com úlcera gástrica9 ou duodenal;
Durante o último trimestre da gravidez3. (veja "Gravidez3 e Lactação4").
Nos seguintes casos, FLOTAC deve ser utilizado somente sob criteriosa avaliação de risco- benefício:
No primeiro e segundo trimestre da gravidez3 (veja "Gravidez3 e Lactação4");
Durante a amamentação53 (veja "Gravidez3 e Lactação4");
Porfiria54 induzida.

Advertências e Precauções - FLOTAC

Pacientes com história de úlcera gástrica9 ou intestinal, distúrbios gastrintestinais, colite14 ulcerativa, doença de Morbus Crohn, distúrbios graves da função hepática, hipertensão55 e/ou insuficiência cardíaca56 necessitam de cuidadosa supervisão médica.Devido à importante função das prostaglandinas na manutenção da irrigação sangüínea dos rins31, particularmente nos pacientes com funções renal30 ou cardíaca restritas e pacientes que sofreram intervenção cirúrgica de grande porte, FLOTAC deve ser administrado, nestes casos, com cuidados redobrados.
O tratamento deve ser suspenso nos raros casos em que durante o tratamento com FLOTAC ocorrem úlcera13 ou hemorragia57 gastrintestinal, o distúrbio da função hepática continua ou se agrava, ou quando há sinais20 clínicos de uma doença hepática ou de outras manifestações (por exemplo, eosinofilia ou erupção cutânea). Por considerações médicas básicas, os cuidados devem ser redobrados nos pacientes idosos.
Durante tratamento prolongado, recomenda- se monitorar o hemograma e as funções hepática e renal30.
Os pacientes com asma11, doenças obstrutivas das vias aéreas, febre do feno58, inchaço (tumefação) da mucosa59 nasal (pólipos nasais) podem ter mais freqüentemente reações aos anti- reumáticos em comparação a outros pacientes, como ataques de asma11, edema52 de Quincke ou urticária8 (intolerância a analgésicos60/asma11 provocada por analgésicos60). Portanto, deve-se tomar especial precaução (prontidão emergencial).
Gravidez3 e lactação4
Não há experiência clínica suficiente sobre a segurança do uso do produto durante a gravidez3 humana. Como não está esclarecido a influência da inibição de prostaglandinas sobre a gravidez3, o diclofenaco não deve ser utilizado durante as primeiras 6 semanas de gravidez3.
O diclofenaco é contra- indicado no último trimestre da gravidez3. Devido ao seu mecanismo de ação, podem ocorrer inibição do trabalho de parto, oclusão prematura do "ductus arteriosus Botalli", tendência aumentada de sangramento da mãe e da criança e aumento da formação de edema52 na mãe.
O diclofenaco passa para o leite materno em pequenas quantidades (após doses diárias orais de 140 mg até cerca de 0,1 mg/L). Se possível, deve- se evitar o uso durante o período de lactação4.
Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas
FLOTAC pode diminuir a capacidade de reação. Portanto, a capacidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas pode ser prejudicada, sobretudo quando usado concomitantemente com bebidas alcoólicas.

Interações medicamentosas - FLOTAC

O uso concomitante de FLOTAC e preparados à base de lítio ou de digoxina pode elevar as concentrações plasmáticas de lítio ou de digoxina.
A administração concomitante de FLOTAC com diuréticos61 ou anti- hipertensivos pode diminuir o efeito destas drogas. Em casos de tratamento concomitante com diuréticos61 poupadores de potássio e diclofenaco pode ocorrer hipercalemia. Portanto, os níveis séricos de potássio devem ser cuidadosamente monitorados.
A administração concomitante de corticóides ou outros inibidores da inflamação24 pode aumentar o risco de sangramentos gastrintestinais. O tratamento concomitante com ácido acetilsalicílico leva a uma diminuição da concentração plasmática do diclofenaco. A administração de altas doses (por exemplo, mais de 2 cápsulas) pode causar uma inibição transitória da agregação de trombócitos.
Deve- se ter cautela quando anti-reumáticos não esteróides forem administrados menos de 24 horas antes ou após o tratamento com metotrexato, uma vez que a concentração plasmática de metotrexato pode elevar-se, aumentando assim, sua ação tóxica.
A ação de anti- reumáticos não esteróides sobre as prostaglandinas renais pode aumentar a nefrotoxicidade da ciclosporina.
Embora os estudos clínicos não tenham mostrado interações entre diclofenaco e anticoagulantes, existem alguns relatos sobre o aumento do risco de sangramento na administração concomitante do diclofenaco com drogas anticoagulantes. Por isto aconselha- se a monitoração desses pacientes.
Estudos clínicos mostraram que o diclofenaco pode ser administrado concomitantemente com antidiabéticos, sem influenciar a ação clínica destes. Entretanto, foram relatados casos isolados de reações hipo e hiperglicêmicas após a administração do diclofenaco, o que torna necessária uma adaptação da dosagem dos antidiabéticos.

Reações adversas - FLOTAC

Trato gastrintestinalPodem ocorrer (em cerca de 6 a 14% dos pacientes) distúrbios gastrintestinais como náusea5, vômito6 e diarréia7, bem como perdas insignificantes de sangue18 no trato gastrintestinal, que em casos excepcionais, podem levar à anemia40. Ocasionalmente podem ocorrer dispepsia62, flatulência, cólicas63 abdominais, anorexia64, assim como úlcera gástrica9 ou intestinal, eventualmente com sangramento e perfuração e em raros casos com hematêmese65, melena66 e diarréia7 sangüinolenta.
Em casos isolados foram relatados estomatite67 aftosa, glossite68, lesões do esôfago69, distúrbios na região hipogástrica (por exemplo, colite14 hemorrágica não- específica e exacerbação da colite14 ulcerativa ou da doença de Morbus Crohn) e obstipação.
Sistema nervoso70 central
Ocasionalmente, podem ocorrer distúrbios do sistema nervoso70 central como cefaléia71, excitação, irritabilidade, insônia, fadiga, obnubilação e tontura72. Em casos isolados foram relatadas perturbações da sensibilidade, distúrbios do paladar ou da visão (visão turva ou diplopia73), zumbidos e perturbações auditivas reversíveis, distúrbios da memória, desorientação, convulsões, angústia, pesadelos, tremor, depressão e outras reações psicóticas.
Em casos isolados foram observados sob tratamento com diclofenaco a sintomática de meningite74 asséptica com rigidez da nuca, cefaléia71, náuseas75, vômitos76, febre25 ou turvação da consciência. Pacientes com doenças auto- imunes (SLE, doença do tecido77 conectivo misto) podem estar predispostos a esta condição.
Pele
Ocasionalmente foram observadas reações de hipersensibilidade como erupções cutâneas e prurido78, raramente urticária8 ou alopecia79. Erupções bolhosas, eczema80, eritema81, fotossensibilidade, púrpura, incluindo púrpura alérgica e reações cutâneas com grave quadro de evolução (síndrome51 de Stevens- Johnson, síndrome de Lyell82) podem ocorrer isoladamente.
Rins31
Em casos isolados relatou- se insuficiência renal32 aguda, alteração da função renal30 (por exemplo, hematúria83) ou outros tipos de comprometimento renal30 (nefrite84 intersticial, síndrome nefrótica85, necrose86 papilar).
Fígado15
Ocasionalmente pode ocorrer um aumento das transaminases séricas (TGO, TGP).
Em casos de tratamento de longa duração podem ocorrer, raramente, lesões hepáticas, hepatite36 com ou sem icterícia87 e, em casos isolados, hepatite fulminante88 mesmo sem sintomas21 prodrômicos.
Sangue18
Distúrbios hematopoiéticos (trombocitopenia89, leucopenia90, agranulocitose91, anemia hemolítica92 e aplástica) podem ocorrer em casos isolados.
Quando do tratamento a longo prazo, deve- se monitorar regularmente o hemograma.
Outros sistemas orgânicos
Raramente ocorreram edemas periféricos, sobretudo em pacientes com hipertensão55.
Também foram observadas raras reações graves de hipersensibilidade, com sintomas21 tais como edema52 facial, tumefação da língua93, inchaço da laringe94 com estreitamento das vias aéreas, falta de ar com risco de crise asmática, taquicardia95 paroxística e queda da pressão arterial com risco de choque96. Se ocorrer algum destes sintomas21, que podem aparecer após a primeira administração, a assistência médica é imprescindível.
Em casos isolados foram relatadas palpitações97, dores no peito e hipertonia.

Posologia - FLOTAC

A dose recomendada de FLOTAC é de 1 a 2 cápsulas por dia, dependendo da gravidade de cada caso.
Recomenda- se para adultos, 1 cápsula 2 vezes ao dia, se necessário. Nos casos de menor gravidade e de tratamentos prolongados, a administração de 1 cápsula ao dia em geral é suficiente.
FLOTAC deve ser administrado de preferência durante as refeições com um pouco de líquido, não devendo a cápsula ser partida ou mastigada.
A duração do tratamento é determinada pelo grau de gravidade e o tipo da doença. De um modo geral não há limitação de tempo de administração.
FLOTAC 70 mg não é indicado para uso pediátrico.

Superdosagem - FLOTAC

Foram relatados somente casos isolados de superdosagem com diclofenaco. Não se conhece um quadro clínico típico associado à uma superdose.Sintomas21
Podem ocorrer, como sintomas21 de uma superdosagem, distúrbios do sistema nervoso70 central (tontura72, cefaléia71, hiperventilação, confusão da consciência; em crianças, também espasmos mioclônicos), distúrbios do trato gastrintestinal (náusea5, vômito6, dores abdominais, sangramentos) assim como distúrbios da função hepática e renal30.

Tratamento - FLOTAC

Não existe um antídoto98 específico. As medidas terapêuticas em casos de uma superdosagem são as seguintes: após uma superdose oral, efetuar lavagem gástrica99 e administração de carvão ativado, para impedir a absorção da droga. Efetuar tratamento sintomático e de suporte em casos de complicações como hipotensão100, insuficiência renal32, convulsões, irritações gastrintestinais e depressão respiratória.

Medidas específicas como diurese101 forçada, diálise102 ou hemoperfusão provavelmente não ajudam na eliminação de antiinflamatórios não- esteróides, devido a sua alta ligação protéica.

ATENÇÃO - ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E, EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Reg. MS - 1.0068.0102
Farm. Resp.: Marco A. J. Siqueira - CRF- SP 23.873
Lote, data de fabricação e de validade: vide cartucho
Novartis Biociências S.A.
Av. Ibirama, 518 - Complexos 441/3 - Taboão da Serra - SP
CGC n° 56.994.502/0098- 62
Indústria Brasileira
Marca registrada de Novartis AG, Basiléia, Suíça
Fabricado de acordo com o processo original de Novartis AG, Suíça; resultante da fusão de Ciba- Geigy e Sandoz

FLOTAC - Laboratório

NOVARTIS
Av. Prof. Vicente Rao, 90 - Brooklin
São Paulo/SP - CEP: 04706-900
Tel: 55 (011) 532-7122
Fax: 55 (011) 532-7942
Site: http://www.novartis.com/

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