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Atualizado em 2011

LISINOPRIL

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LISINOPRIL

Medicamento Genérico Lei nº 9 787/99

5 mg, 10 mg, 20 mg
Comprimidos

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES - LISINOPRIL

Comprimidos. Embalagens com 30 comprimidos. USO ADULTO

COMPOSIÇÃO - LISINOPRIL

Cada comprimido contém:
Lisinopril…………………………………………………………..5 mg, 10 mg e 20 mg
Excipientes q.s.p. ...............………………………………………………1 comprimido
Excipientes: manitol, hidrogenofosfato de cálcio dihidratado, amido de milho pregelatinizado, croscarmelose sódica, estearato de magnésio.
A concentração de 10 mg contém também: mistura de pigmentos rosa PB- 24823 - amido de milho pregelatinizado, óxido de ferro vermelho (E172), óxido de ferro preto (E172) e óxido de ferro amarelo (E172).
A concentração de 20 mg contém também: mistura de pigmentos rosa PB- 24824 - amido de milho pregelatinizado, óxido de ferro vermelho (E172), óxido de ferro preto (E172) e óxido de ferro amarelo (E172).

INFORMAÇÃO AO PACIENTE - LISINOPRIL

Ação esperada do medicamento: O Lisinopril está indicado para o tratamento da hipertensão1 essencial e renovascular. Pode ser usado como monoterapia ou associado a outras classes de agentes anti- hipertensivos. Também é indicado para o controle da insuficiência cardíaca congestiva2, como tratamento adjuvante com diuréticos3 não poupadores de potássio e onde apropriado, digitálicos. O Lisinopril é indicado para o tratamento de pacientes hemodinamicamente estáveis que sofreram infarto4 agudo5 do miocárdio nas últimas 24 horas. A melhora dos sintomas6 é esperada ao longo do tratamento. Cuidados de armazenamento: Conservar este medicamento em sua embalagem original, em temperatura inferior a 25 ºC.
Prazo de validade: Desde que sejam observados os cuidados de armazenamento, Lisinopril apresenta prazo de validade de 24 meses, a partir da data de fabricação. O número de lote, a data de fabricação e a validade estão impressos no cartucho. Não utilize o produto após o vencimento do prazo de validade.
Gravidez7 e lactação8: Informar ao médico sobre a ocorrência de gravidez7 na vigência do tratamento ou após seu término. Se ocorrer gravidez7 durante o uso deste medicamento, suspenda o tratamento e avise prontamente o médico. Informar ao médico se está amamentando. O uso de Lisinopril durante a gravidez7 e a lactação8 não é recomendado.
Cuidados de administração: O Lisinopril deve ser administrado por via oral. Antes da utilização, verificar se há antecedentes alérgicos, especialmente aos componentes da formulação. Somente deve ser administrado sob prescrição médica. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Como a absorção do Lisinopril não é afetada por alimentos, os comprimidos podem ser administrados antes, durante ou após as refeições. Lisinopril deve ser administrado em dose única diária. Os comprimidos devem ser ingeridos com bastante líquido.
Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Qualquer modificação da dose somente deverá ser realizada sob orientação médica.
Reações adversas: Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis. Lisinopril é geralmente bem tolerado. As reações adversas mais freqüentes são: tonturas9, dor de cabeça, diarréia10, tosse, náusea11 e fadiga. Alergias ocorrem raramente. Se ocorrerem sensações ou sintomas6 desagradáveis, o médico deve ser avisado prontamente.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias:. Nenhum outro medicamento deve ser tomado sem o consentimento de seu médico.
Contra- indicações e precauções: Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja utilizando, antes do início, ou durante o tratamento. O Lisinopril é contra-indicado a pacientes com conhecida hipersensibilidade a qualquer componente da formulação e durante a gravidez7 e a lactação8.
Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e / ou operar máquinas:
Pacientes devem estar atentos para as reações que manifestam com o uso deste medicamento, antes de conduzir veículos, de operar máquinas ou de desenvolver qualquer outra atividade que requeira concentração, pois este medicamento pode alterar a capacidade de reação e a aptidão para a condução de veículos. Deve- se considerar também o aparecimento ocasional de tontura12/vertigem13 e cansaço.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

INFORMAÇÃO TÉCNICA - LISINOPRIL

Farmacodinâmica - LISINOPRIL

O Lisinopril é um inibidor da peptidil dipeptidase. Ele inibe a enzima14 conversora da angiotensina (ECA) que catalisa a conversão da angiotensina I ao peptídeo vasoconstritor, angiotensina II. A angiotensina II estimula também a secreção de aldosterona pelo córtex adrenal. A inibição da ECA resulta em concentrações diminuídas de angiotensina II, as quais resultam em diminuição da atividade vasopressora e redução da secreção de aldosterona. A diminuição da aldosterona pode resultar em um aumento da concentração sérica de potássio. Acredita- se que o mecanismo pelo qual o Lisinopril diminui a pressão arterial é principalmente a supressão do sistema renina-angiotensina-aldosterona. Apesar disso, o Lisinopril tem demonstrado ser anti-hipertensivo mesmo em pacientes hipertensos com baixa renina. A ECA é idêntica a cininase II, enzima14 que degrada a bradicinina. Ainda não está elucidado se níveis aumentados de bradicinina, um potente peptídeo vasodilatador, exercem papel importante sobre os efeitos terapêuticos do Lisinopril.

Farmacocinética - LISINOPRIL

Absorção Baseado na recuperação urinária, a extensão média de absorção de Lisinopril é de aproximadamente 25%, com variações entre os pacientes (6- 60%) em todas as doses testadas (5-80 mg).
A absorção de Lisinopril não é afetada pela presença de alimentos no trato gastrintestinal.
Distribuição
Após administração oral de lisinopril, as concentrações plasmáticas de pico ocorrem em 7 horas, apesar de haver tendência a um pequeno retardo nesse tempo em pacientes com infarto4 agudo5 do miocárdio. Em doses múltiplas, o lisinopril possui uma meia- vida efetiva de acúmulo de 12,6 horas.
O declínio das concentrações séricas exibe uma fase terminal prolongada que não contribui para o acúmulo de droga. Essa fase terminal provavelmente representa ligações saturadas à ECA e não é proporcional à dose. Aparentemente o Lisinopril não se liga às outras proteínas15 séricas.
Estudos em ratos indicam que o Lisinopril pouco atravessa a barreira hematoencefálica. Inibidores da ECA podem exercer um efeito menor sobre a pressão sangüínea16 de pacientes hipertensos negros do que em pacientes hipertensos não negros.
Quando combinado com outros agentes anti- hipertensivos, podem ocorrer quedas adicionais na pressão sangüínea16.
Pacientes idosos apresentam níveis sangüíneos mais elevados e valores de AUC maiores que os pacientes mais jovens.
Biotransformação
O Lisinopril não é metabolizado e a droga absorvida é excretada inteiramente inalterada na urina17.
Eliminação
O comprometimento da função renal18 diminui a eliminação de lisinopril, que é excretado via renal18, mas essa diminuição torna- se clinicamente importante somente quando a taxa de filtração glomerular for menor do que 30 mL/min. O Lisinopril pode ser removido por diálise19.

INDICAÇÕES - LISINOPRIL

Lisinopril é indicado para o tratamento da hipertensão1 essencial e renovascular. Pode ser usado como monoterapia ou associado a outras classes de agentes anti- hipertensivos. Lisinopril também é indicado para o controle da insuficiência cardíaca congestiva2, como tratamento adjuvante com diuréticos3 não poupadores de potássio e onde apropriado, com digitálicos.
Lisinopril é indicado para o tratamento de pacientes hemodinamicamente estáveis que sofreram infarto4 agudo5 do miocárdio nas últimas 24 horas, para prevenir o desenvolvimento subseqüente de disfunção do ventrículo esquerdo ou insuficiência cardíaca20, além de melhorar a sobrevida. Os pacientes devem receber, apropriadamente, o tratamento padrão recomendado para infarto4: trombolíticos, ácido acetilsalicílico, betabloqueadores.
Lisinopril reduz a taxa de excreção urinária de albumina21 em pacientes diabéticos normotensos insulino- dependentes e em pacientes diabéticos hipertensos não insulino-dependentes, que apresentam nefropatia22 incipiente caracterizada por microalbuminúria23.

CONTRA-INDICAÇÕES - LISINOPRIL

Este medicamento é contra- indicado em todos os casos de hipersensibilidade ao lisinopril, e aos demais componentes da formulação, bem como a outros agentes ativos similares (inibidores da enzima14 conversora de angiotensina, ECA). Lisinopril é contra- indicado em pacientes com história prévia de edema angioneurótico24 relacionado ao tratamento prévio com inibidores da ECA e em pacientes com edema angioneurótico24 hereditário ou idiopático.
Estenose de determinadas válvulas cardíacas (estenose mitral ou aórtica) ou presença de enfermidade cardíaca onde haja aumento do músculo cardíaco (cardiomiopatia hipertrófica).
Pressão arterial sistólica25 inferior a 100 mmHg antes de iniciar- se o tratamento com Lisinopril.
Gravidez7 e lactação8.
Tratamento por hemodiálise26 quando se utilizam determinadas membranas de diálise19 (por exemplo AN69).
Choque27 cardiovascular.
Insuficiência renal28 grave (clearance da creatinina29 < 30 mL/min).
Pacientes com instabilidade hemodinâmica após infarto4 agudo5 do miocárdio.

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES - LISINOPRIL

Neutropenia30/agranulocitose31 O captopril, outro inibidor da enzima14 conversora da angiotensina, tem mostrado causar agranulocitose31 e depressão da medula óssea, raramente em pacientes não complicados, porém com maior freqüência em pacientes com prejuízo da função renal18, especialmente se estes possuírem também uma desordem vascular32 do colágeno. Os dados clínicos experimentais com lisinopril são insuficientes para demonstrar que este não cause agranulocitose31 em níveis semelhantes.
Há relatos de raros casos de neutropenia30 e depressão da medula óssea na qual uma relação causal com o lisinopril não pode ser excluída. Em pacientes com distúrbios vascular32 do colágeno e renal18, deve- se considerar a monitoração periódica da contagem de glóbulos brancos no sangue33.
Hipotensão34 Sintomática
Hipotensão34 sintomática tem ocorrido raramente em pacientes com hipertensão1 não- complicada. Em pacientes hipertensos que estejam recebendo Lisinopril, há maior probabilidade de ocorrer hipotensão34 se o paciente tiver sido depletado de volume, por exemplo, devido à terapia diurética, restrição dietética de sal, diálise19, diarréia10 ou vômitos35 (ver Interações Medicamentosas e Outras Formas de Interação e Reações Adversas). Há relatos de hipotensão34 sintomática em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva2, com ou sem insuficiência renal28 associada. É mais provável que isto ocorra em pacientes com grau mais severo de insuficiência cardíaca20 (uso de altas doses de diuréticos3 de alça, hiponatremia, comprometimento da função renal18). Nestes pacientes a terapia deve ser iniciada sob supervisão médica, e os mesmos devem ser observados atentamente quando a dose de Lisinopril e/ou diurético36 for ajustada.
Considerações semelhantes aplicam- se aos pacientes com cardiopatia isquêmica37 ou doença vascular32 cerebral nos quais a redução excessiva da pressão arterial poderia resultar em infarto do miocárdio38 ou acidente cerebrovascular.
Se ocorrer hipotensão34, o paciente deve ser colocado em posição supina e, se necessário, receber infusão de solução fisiológica intravenosa. Hipotensão34 transitória não é contra- indicação ao tratamento, que pode continuar normalmente uma vez que a pressão arterial aumentou após a expansão de volume.
Assim como outros vasodilatadores, Lisinopril deve ser administrado com cautela a pacientes com estenose aórtica ou com cardiomiopatia hipertrófica.
Com o uso de Lisinopril podem ocorrer decréscimos adicionais da pressão arterial sistêmica em alguns pacientes com insuficiência cardíaca congestiva2 que
Submissão - Modelo de Bula 5n
tenham pressão arterial normal ou baixa. Este efeito é previsto e, geralmente, não é razão para a interrupção do tratamento. Se a hipotensão34 se tornar sintomática, pode ser necessária a redução da dose ou a suspensão de Lisinopril.
Hipotensão34 em Infarto4 Agudo5 do Miocárdio
O tratamento com Lisinopril não deve ser iniciado para infarto4 agudo5 do miocárdio em pacientes sob risco de grave deterioração hemodinâmica após tratamento com um vasodilatador. Trata- se de pacientes com pressão sistólica39 menor ou igual a 100mmHg, ou choque27 cardiogênico. Durante os 3 primeiros dias após o infarto4, a dose deve ser reduzida caso a pressão sistólica39 seja menor ou igual a 120 mmHg. Doses de manutenção devem ser reduzidas a 5 mg ou temporariamente a 2,5 mg caso a pressão sistólica39 seja menor ou igual a 100 mmHg. Se a hipotensão34 persistir (pressão sistólica39 inferior a 90 mmHg por mais de uma hora) então Lisinopril deve ser descontinuado.
Comprometimento da função renal18
Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva2, a hipotensão34 que segue após o início da terapia com inibidores da ECA pode levar a algum comprometimento da função renal18. Insuficiência renal28 aguda, normalmente reversível, foi observada nessa situação.
Em alguns pacientes com estenose da artéria40 renal18 bilateral ou estenose da artéria40 renal18 de rim41 único que foram tratados com inibidores da ECA, têm sido observados aumentos de uréia42 e creatinina29 sérica reversíveis com a interrupção da terapia. Isto é especialmente importante em pacientes com insuficiência renal28.
Alguns pacientes hipertensos sem aparente lesão vascular32 renal18 pré- existente desenvolveram aumentos de uréia42 e creatinina29 séricas, geralmente pequenos e transitórios, especialmente quando receberam Lisinopril concomitantemente a um diurético36. Esta ocorrência é mais provável em pacientes com disfunção renal18 pré-existente. Pode ser necessária a redução da dose de Lisinopril e/ou interrupção do diurético36 e/ou de Lisinopril. Se hipertensão1 renovascular também for pré-existente, existe um aumento de risco de ocorrer hipotensão34 severa e insuficiência renal28. Nestes pacientes, o tratamento deve ser iniciado sob cuidadosa supervisão médica, com baixas doses e com uma cuidadosa titulação de dose. Uma vez que o tratamento com diuréticos3 pode ser um fator contribuinte para o caso acima, o mesmo deve ser descontinuado e a função renal18 deve ser monitorada durante as primeiras semanas de terapia com Lisinopril.
No infarto4 agudo5 do miocárdio, o tratamento com Lisinopril não deve ser iniciado em pacientes com evidência de disfunção renal18, definida como concentrações de creatinina29 sérica excedendo 177 micromol/L e/ou proteinúria43 excedendo 500 mg/24h. Se a disfunção renal18 se desenvolver durante o tratamento com Lisinopril (concentrações de creatinina29 sérica excedendo 265 micromol/L ou o dobro do valor do pré- tratamento), então o médico deve considerar a descontinuação de Lisinopril.
Pacientes em hemodiálise26
Reações anafilactóides foram relatadas em pacientes que sofreram certos procedimentos de hemodiálise26 (por exemplo: com a membrana de alto fluxo AN 69) e tratados concomitantemente com um inibidor da ECA. Nesses pacientes deve ser considerado o uso de uma membrana de diálise19 diferente ou uma diferente classe de agentes anti- hipertensivos.
Hipersensibilidade / Edema angioneurótico24
Edema angioneurótico24 de face, extremidades, lábios, língua44, glote45 e/ou laringe46 tem sido raramente relatado em pacientes tratados com inibidores da ECA, incluindo Lisinopril. Em tais casos, Lisinopril deve ser descontinuado imediatamente e o paciente deve ser observado atentamente para assegurar o completo desaparecimento dos sintomas6 antes de liberar o paciente. Normalmente os casos em que o edema47 tenha se restringido à face e aos lábios não requerem tratamento, embora possam ser utilizados anti- histamínicos para o alívio dos sintomas6.
O edema angioneurótico24 associado a edema47 de laringe46 pode ser fatal. Quando existe envolvimento de língua44, glote45 ou laringe46, a ponto de causar obstrução das vias aéreas, deve ser administrada imediatamente terapia apropriada, como solução subcutânea de adrenalina a 1:1000 (0,3 a 0,5 mL) e manutenção das vias desobstruídas. O paciente deve ser cuidadosamente supervisionado até a completa resolução dos sintomas6.
Inibidores da ECA causam uma taxa maior de angioedema48 em pacientes negros do que em pacientes não negros.
Pacientes com história de angioedema48, não relacionado a tratamento com inibidores da ECA, podem estar sob risco maior de desenvolver angioedema48 enquanto estiverem recebendo um inibidor da ECA (vide "Contra- indicações").
Dessensibilização49 Pacientes recebendo inibidores da ECA durante tratamento de dessensibilização49 (por exemplo: veneno de hymenoptera) apresentaram reações anafilactóides. Nos mesmos pacientes, essas reações foram evitadas com a descontinuação temporária dos inibidores da ECA, mas reapareceram com o reinício inadvertido da terapia.
Tosse
Foi relatado tosse com o uso de inibidores da ECA. Caracteristicamente, a tosse é não produtiva, persistente e se resolve com a descontinuação do tratamento. Tosse induzida por inibidores da ECA deve ser considerada como parte do diagnóstico50 diferencial da tosse.
Cirurgia/Anestesia51 Em pacientes submetidos a grandes cirurgias, ou sob anestesia51 com agentes que produzam hipotensão34, Lisinopril pode bloquear a formação de angiotensina II secundária à liberação compensatória de renina. Se ocorrer hipotensão34 que for considerada devido a este mecanismo, a mesma poderá ser corrigida por expansão de volume.
Potássio sérico
Vide "Interações medicamentosas e outras formas de interação".

Uso em idosos - Não se demonstrou alterações na eficácia e perfil de segurança relacionadas à idade. Entretanto, quando a idade avançada está associada à diminuição da função renal18, devem ser utilizas as orientações descritas no item Posologia em Pacientes com Insuficiência Renal28 (Posologia e Modo de Usar) para se determinar a dose inicial de Lisinopril. A partir daí, a posologia deve ser ajustada de acordo com a resposta da pressão arterial.
Uso Pediátrico - A eficácia e a segurança de Lisinopril em crianças não foram estabelecidas.
Gravidez7 e lactação8 -
Gravidez7 - Lisinopril não deve ser usado durante a gravidez7.
Quando a gravidez7 for detectada, Lisinopril deve ser interrompido o mais rápido possível. Os inibidores da ECA podem causar morbidade52 e mortalidade53 fetal e neonatal quando administrados a gestantes durante o segundo e terceiro trimestres. O uso de inibidores da ECA durante esse período foi associado com complicação fetal e neonatal incluindo hipotensão34, disfunção renal18, hipercalemia e/ou hipoplasia do crânio54 no recém- nascido. Ocorreu oligohidrâmnio materno, presumivelmente representando diminuição da função renal18 fetal, e pode resultar em contratura dos membros, deformações craniofaciais e desenvolvimento de pulmão55 hipoplástico. Essas reações adversas ao embrião e feto aparentemente não resultam da exposição intra-uterina ao inibidor da ECA limitada ao primeiro trimestre de gravidez7.
Caso o Lisinopril seja usado durante a gravidez7, a paciente deve ser informada sobre o risco potencial para o feto. Nos raros casos onde o uso durante a gravidez7 é essencial, deve- se realizar ultra-sonografia para avaliar o ambiente intra-amniótico. Se for observado oligohidrâmnio, Lisinopril deve ser descontinuado, a não ser que seu uso seja considerado vital para a mãe. As pacientes e os médicos devem estar cientes que oligohidrâmnio pode não aparecer até que o dano causado ao feto seja irreversível.
Recém- nascidos cujas mães receberam Lisinopril devem ser observados atentamente para hipotensão34, oligúria56 e hipercalemia. Lisinopril atravessa a barreira placentária e foi removido da circulação57 neonatal por diálise peritoneal58 com algum benefício clínico e teoricamente pode ser removido por transfusão59.
Lactantes60
Não se sabe se o Lisinopril é excretado no leite humano. Como muitos medicamentos são excretados no leite, incluindo os inibidores da ECA, recomenda- se não utilizar Lisinopril durante a lactação8.
Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e / ou operar máquinas
Pacientes devem estar atentos para as reações que manifestam com o uso deste medicamento, antes de conduzir veículos, de operar máquinas ou de desenvolver qualquer outra atividade que requeira concentração, pois este medicamento pode alterar a capacidade de reação e a aptidão para a condução de veículos. Deve- se considerar também o aparecimento ocasional de tontura12/vertigem13 e cansaço.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS E OUTRAS FORMAS DE INTERAÇÃO - LISINOPRIL

Diuréticos3 Quando um diurético36 é acrescentado à terapia com Lisinopril o efeito anti- hipertensivo é geralmente potencializado. Pacientes que já utilizam diuréticos3 e especialmente aqueles nos quais a terapia diurética tenha sido recentemente instituída podem ocasionalmente apresentar excessiva redução da pressão arterial quando Lisinopril for acrescentado. A possibilidade de hipotensão34 sintomática com Lisinopril pode ser minimizada com a interrupção do diurético36 antes da introdução do tratamento com Lisinopril (vide "Advertências e precauções" e "Posologia e Modo de Usar"). Analgésicos61 e antiinflamatórios (por exemplo, ácido acetilsalicílico e indometacina)
Pode ocorrer diminuição do efeito hipotensor.
Outros Agentes
A indometacina pode diminuir a eficácia anti- hipertensiva de Lisinopril quando administrada concomitantemente. Em alguns pacientes com comprometimento da função renal18 que estão sendo tratados com antiinflamatórios não esteroidais, a co-administração de Lisinopril pode resultar em deterioração da função renal18.
Lisinopril tem sido usado concomitantemente com nitratos e/ou digoxina sem evidências de interações adversas clinicamente significantes.
Quando Lisinopril é utilizado concomitantemente com outros agentes anti- hipertensivos, pode ocorrer hipotensão34 adicional.
Potássio sérico
Embora estudos clínicos demonstrem que o potássio sérico geralmente se mantém dentro dos limites normais, em alguns casos ocorreu hipercalemia. Os
Submissão - Modelo de Bula 9n
fatores de risco para o desenvolvimento da hipercalemia incluem insuficiência renal28, diabetes mellitus62 e uso concomitante de diuréticos3 poupadores de potássio (espironolactona, triantereno e amilorida), suplementação de potássio ou substitutos do sal de cozinha que contenham potássio. O uso destes agentes, particularmente em pacientes com comprometimento da função renal18, pode levar a aumentos significativos do potássio sérico.
Se Lisinopril for administrado com um diurético36 espoliador de potássio a hipocalemia induzida pelo diurético36 pode ser amenizada.
Se o uso concomitante de Lisinopril com os agentes acima mencionados for julgado apropriado, ele deve ser feito com cuidado, e o potássio sérico monitorado com freqüência.
Lítio
Assim como ocorre com outros medicamentos que eliminam sódio, a eliminação de lítio pode ser diminuída. Portanto, os níveis séricos de lítio devem ser cuidadosamente monitorados se sais de lítio estiverem sendo administrados. Pode ser necessário um ajuste das doses de lítio.
Anestésicos
Aumento do efeito hipotensor.
Hipoglicemiantes63, inclusive insulina64
Aumento do efeito hipoglicemiante65.
Antiácidos66
Diminuição do efeito de Lisinopril.
Medicamentos contra a gota67 contendo alopurinol, antineoplásicos, imunossupressores (por exemplo, após um transplante), corticosteróides, antiarrítimicos contendo procaína
Aumento o risco da diminuição da taxa de glóbulos brancos.
Álcool
Aumento do efeito do álcool. Aumento do efeito hipotensor.
Sal (cloreto de sódio)
Diminuição do efeito de Lisinopril em casos de hipertensão arterial68 ou de insuficiência cardíaca20.

REAÇÕES ADVERSAS - LISINOPRIL

Lisinopril demonstrou ser geralmente bem tolerado. Na maioria dos casos, as reações adversas são leves e transitórias.
Os efeitos clínicos adversos mais freqüentes observados com Lisinopril em estudos clínicos controlados foram: tonturas9, cefaléia69, diarréia10, fadiga, tosse e náuseas70. Outras reações adversas menos freqüentes ocorreram em estudos clínicos controlados e incluem efeitos ortostáticos, inclusive hipotensão34, erupções cutâneas e astenia71.
Hipersensibilidade / Edema Angioneurótico24
Edema angioneurótico24 de face, extremidades, lábios, língua44, glote45 e/ou laringe46 tem sido raramente relatado (vide "Advertências e precauções").
Raramente ocorreram as seguintes reações adversas:
Cardiovasculares
Infarto do miocárdio38 ou acidente cerebrovascular possivelmente secundário à hipotensão34 excessiva em pacientes de alto risco (vide "Advertências e Precauções"), palpitação72 e taquicardia73.
Pele, vasos sanguíneos
Ocasionalmente podem aparecer reações cutâneas do tipo alérgico, tais como exantemas, raramente pruridos, urticária74, psoríase75, diaforese, alopecia76, pênfigo, necrólise epidérmica tóxica77, Síndrome78 de Stevens- Johnson, eritema multiforme79. Têm sido descritos, em casos isolados, reações cutâneas graves.
As reações cutâneas podem acompanhar- se de febre80, mialgias, artralgias, alterações da crase sanguínea e/ou alterações laboratoriais características. Em caso de suspeita de reação cutânea grave, deve-se consultar um médico imediatamente e interromper o tratamento com Lisinopril.
Têm sido descritos casos isolados de alterações cutâneas, tais como, psoríase75, eritema81, hipersudorese, queda de cabelo, alterações ungueais e piora dos distúrbios circulatórios dos dedos (Doença de Raynauld).
Aparelho digestivo82, fígado83
Ocasionalmente, têm sido descritos boca seca, náusea11, dor abdominal, indigestão e transtornos digestivos. Raramente podem ocorrer vômitos35, diarréia10, constipação84 e anorexia85.
Os inibidores da ECA, podem, em casos muito isolados, desencadear um quadro de icterícia86, insuficiência hepática87 grave repentina e óbito. O mecanismo é desconhecido. Caso, durante o tratamento com inibidores da ECA ocorra icterícia86, o tratamento deve ser descontinuado e o médico comunicado. Têm sido relatados casos isolados de insuficiência hepática87, icterícia86, pancreatite88 e obstrução intestinal.
Sistema nervoso89
Alterações no humor, confusão mental, parestesia90, vertigo. Cefaléias91 e cansaço têm sido observados ocasionalmente. Raramente tem sido descrito sonolência, depressão, transtornos do sono, sensação de adormecimento dos membros inferiores, transtornos do equilíbrio, cãimbras, nervosismo, desorientação, zumbido, visão turva e alterações ou perda do paladar.
Vias respiratórias
Pode aparecer ocasionalmente broncoespasmo92, rinite93, faringite94, rouquidão e bronquite. Isoladamente tem- se relatado dispnéia95, sinusite96, catarro, inflamação97 da mucosa98 da boca e da língua44.
Em casos muito isolados um edema47 dos tecidos ("edema angioneurótico24") afetando as vias aéreas superiores pode ocasionar dispnéia95 grave com risco de vida.
Urogenitais
Casos raros de uremia99, oligúria56/anúria100, disfunção renal18, insuficiência renal28 aguda, impotência101. Outras: febre80, vasculite102, mialgia103, artralgia104/artrite105, anticorpos106 antinucleares (ANA) positivo, velocidade de sedimentação dos eritrócitos107 elevada, eosinofilia, leucocitose108, fotossensibilidade ou quaisquer outras manifestações dermatológicas.

INTERAÇÕES EM TESTES LABORATORIAIS - LISINOPRIL

Alterações clinicamente importantes dos parâmetros laboratoriais foram raramente associadas à administração de Lisinopril. Foram observados aumentos na uréia42 sangüínea, na creatinina29 sérica, nas enzimas hepáticas e na bilirrubina109 sérica. Esses aumentos geralmente são reversíveis após a descontinuação de Lisinopril. Depressão de medula, manifestada em forma de anemia110 e/ou trombocitopenia111 e/ou leucopenia112, foi observada.
Agranulocitose31 foi raramente observada e não foi estabelecida uma relação causal com o tratamento com Lisinopril.
Foi relatada, raramente, anemia hemolítica113.
Ocorreram pequenos decréscimos na hemoglobina114 e hematócrito115, de rara importância clínica a menos que outra causa de anemia110 coexista. Também ocorreram hipercalemia e hiponatremia.

POSOLOGIA E MODO DE USAR - LISINOPRIL

Como a absorção de Lisinopril não é afetada por alimentos, os comprimidos podem ser administrados antes, durante ou após as refeições. Lisinopril deve ser administrado em dose única diária. Os comprimidos devem ser ingeridos com bastante líquido.
Hipertensão1 Essencial
Em pacientes com hipertensão1 essencial, a dose inicial recomendada é de 5 a 10 mg uma vez ao dia, dose única diária. A dose será aumentada gradualmente até que se consiga um controle ótimo da pressão. O intervalo para o ajuste das doses, deve ser de pelo menos 3 semanas.
A dose usual de manutenção é de 20 mg administrados uma vez ao dia. A posologia deve ser ajustada de acordo com a resposta da pressão arterial. A dose máxima recomendada é de 40 mg/dia. A dose máxima usada por longo prazo em estudos clínicos controlados foi de 80 mg por dia. Doses iniciais menores (2,5 mg de Lisinopril, são necessárias na presença de comprometimento da função renal18, insuficiência cardíaca20, em pacientes nos quais a terapêutica diurética não possa ser descontinuada; em pacientes depletados de volume e/ou sal (diarréia10, vômitos35 ou como consequência de tratamento com diuréticos3); em pacientes com hipertensão1 grave e em pacientes idosos.
Pacientes Tratados com Diuréticos3
Pode ocorrer hipotensão34 sintomática após o início da terapia com Lisinopril. Isto é mais provável em pacientes que estejam sendo tratados concomitantemente com diuréticos3. Recomenda- se precaução, pois estes pacientes podem estar depletados de volume e/ou sal. A terapêutica diurética deve ser descontinuada dois a três dias antes de iniciar a administração de Lisinopril (vide "Advertências e Precauções"). Em pacientes hipertensos nos quais os diuréticos3 não possam ser descontinuados, a terapia com Lisinopril deve ser iniciada com a dose de 5 mg. A posologia subseqüente de Lisinopril deverá ser ajustada de acordo com a resposta da pressão arterial. Se necessário, a terapêutica diurética pode recomeçar.
Posologia em Pacientes com Insuficiência Renal28
(Clearance de creatina entre 30 e 70 mL/mim e pacientes idosos acima de 65 anos)
A dose inicial é de 2,5 mg de Lisinopril. A dose usual de manutenção está entre 5 e 10 mg de Lisinopril, diariamente, e deve ser ajustada de acordo com a resposta da pressão arterial. Não deve ser excedida a dose máxima de 20mg/dia.
É recomendado discontinuar o tratamento com diuréticos3 2 a 3 dias antes do início do tratamento com Lisinopril.
Hipertensão1 Renovascular
Alguns pacientes com hipertensão1 renovascular, especialmente aqueles com estenose bilateral da artéria40 renal18 ou estenose da artéria40 renal18 em rim41 único, podem desenvolver resposta exagerada à primeira dose de Lisinopril. Portanto, recomenda- se uma dose inicial de 2,5 mg a 5 mg. A partir daí, a posologia pode ser ajustada de acordo com a resposta da pressão arterial.
Insuficiência Cardíaca Congestiva2
Como tratamento adjuvante com diuréticos3 e, onde apropriado, com digitálicos, Lisinopril pode ser administrado com dose inicial de 2,5 mg uma vez ao dia. A dose usual de manutenção varia de 5 a 20 mg ao dia administrados em dose única diária. Não se deve exceder a dose máxima de 35 mg/dia. O ajuste da dose deve ser baseado na resposta clínica do paciente. O intervalo para ajuste de dose deve ser no mínimo 2 semanas e no máximo 4 semanas.
Pacientes com alto risco de apresentar hipotensão34 sintomática, como por exemplo, pacientes com depleção de sal, com ou sem hiponatremia, pacientes com hipovolemia116, ou que tenham recebido rigorosa terapêutica diurética, deverão ter estas condições corrigidas se possível antes de iniciar a terapia com Lisinopril. O efeito da dose inicial de Lisinopril sobre a pressão arterial deverá ser monitorado cuidadosamente.
Infarto4 Agudo5 do Miocárdio
O tratamento com Lisinopril pode ser iniciado dentro de 24 horas após o início dos sintomas6. A primeira dose de Lisinopril é de 5 mg administrados oralmente, seguido de 5 mg após 24 horas, 10 mg após 48 horas e então 10 mg uma vez ao dia. Pacientes com baixa pressão sistólica39 (120 mmHg ou menos) devem receber uma dose menor - 2,5 mg oralmente - quando o tratamento for iniciado ou durante os 3 primeiros dias após o infarto4. Se ocorrer hipotensão34 (pressão sistólica39 menor ou igual a 100 mmHg), uma dose diária de manutenção de 5 mg pode ser administrada com reduções temporárias a 2,5 mg, se necessário. Se ocorrer hipotensão34 prolongada (pressão sistólica39 menor ou igual a 90 mmHg por mais de uma hora), Lisinopril deve ser descontinuado.
A administração deve continuar por 6 semanas. Pacientes que desenvolverem sintomas6 de insuficiência cardíaca20 devem continuar com Lisinopril.
Lisinopril é compatível com trinitrato de gliceril transdérmico ou intravenoso.
Complicações renais do diabetes mellitus62
Em pacientes diabéticos normotensos insulino- dependentes, a dose diária de Lisinopril é de 10 mg uma vez ao dia. Tal dose pode ser aumentada para 20 mg uma vez ao dia, se necessário, para que se atinja a pressão diastólica117 de 75 mmHg.
Em pacientes diabéticos hipertensos não insulino- dependentes, a dose é a mesma acima para que se atinja uma pressão diastólica117 de 90 mmHg.
Uso pediátrico
Não se recomenda o uso pediátrico de Lisinopril, uma vez que a eficácia e a segurança de Lisinopril em crianças não foram estabelecidas.

SUPERDOSAGEM - LISINOPRIL

Em caso de superdosagem, comunique imediatamente ao médico. Não existem dados sobre superdosagem em humanos. A manifestação mais provável decorre de alteração cardiovascular (astenia71, vertigem13, sensação de perda da visão), para a qual o tratamento seria infusão intravenosa de solução salina normal. O Lisinopril pode ser removido da circulação57 pela hemodiálise26.
Os sintomas6 de superdosagem incluem hipotensão34 severa, distúrbios de eletrólitos e insuficiência renal28. Depois da ingestão de uma superdosagem, o paciente deve ser cuidadosamente supervisionado. As medidas terapêuticas dependem da natureza e da severidade dos sintomas6. Medidas para prevenir a absorção e métodos para acelerar a eliminação devem ser adotados. Se ocorrer hipotensão34 severa, o paciente deve ser colocado em posição de choque27 e uma solução intravenosa salina normal deve ser administrada rapidamente.
O tratamento com angiotensina II (se disponível) pode ser considerado. Os inibidores da ECA podem ser removidos da circulação57 por hemodiálise26. O uso de membranas de diálise19 de poliacrilonitrila de alto fluxo deve ser evitado. Os eletrólitos séricos e a creatinina29 devem ser monitorados freqüentemente.

PACIENTES IDOSOS - LISINOPRIL

Não se demonstrou alterações na eficácia e perfil de segurança relacionadas à idade. Entretanto, quando a idade avançada está associada à diminuição da função renal18, devem ser utilizas as orientações descritas no item Posologia em Pacientes com Insuficiência Renal28 (Posologia e Modo de Usar) para se determinar a dose inicial de Lisinopril. A partir daí, a posologia deve ser ajustada de acordo com a resposta da pressão arterial.

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LISINOPRIL - Laboratório

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