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Atualizado em 2011

LORALERG D

Preço em Washington/SP: R$ 28,05
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LORALERG D

Loratadina/Pseudo- efedrina

Formas farmacêuticas e apresentações - LORALERG D

LORALERG D Comprimidos: Embalagem com 10 comprimidos. LORALERG D Xarope: Frasco com 60 ml.

Composição - LORALERG D

LORALERG D Comprimidos revestidos: Cada comprimido contém 5 mg de loratadina e 120 mg de pseudo- efedrina. LORALERG D Xarope: Cada 1 ml contém 1 mg de loratadina e 12 mg de pseudo-efedrina.

Informações técnicas - LORALERG D


LORALERG D é composto pela associação da loratadina e da pseudo- efedrina. A loratadina é um potente anti-histamínico, com rápido início de ação e dotado de atividade seletiva e antagônica aos receptores H 1 periféricos. A pseudo-efedrina é um agente descongestionante devido às suas atividades simpatomiméticas potentes. A pseudo-efedrina ativa os receptores alfa 1 adrenérgicos nos vasos de capacitância venosa, levando a uma diminuição expressiva do volume da mucosa1 nasal. Seu efeito descongestionante é gradual, mas constante.

Indicações - LORALERG D


LORALERG D é indicado no tratamento sintomático das manifestações nasais e oculares, secundárias à congestão das mucosas, nos casos de rinite2 alérgica e resfriado comum.

Contra-indicações - LORALERG D

Administração de inibidores de monoaminoxidase (IMAO) concomitante ou dentro de 10 dias da interrupção do tratamento com os mesmos, pacientes com glaucoma3 de ângulo estreito, retenção urinária4, hipertensão arterial5 grave, doença coronariana6 severa, hipertireoidismo7, hipersensibilidade ou idiossincrasia aos componentes da fórmula.

Precauções - LORALERG D


Gravidez8 e lactação9: Não há dados disponíveis para assegurar o uso da loratadina na gravidez8 e na lactação9. Seu uso, portanto, não é recomendado a mulheres grávidas ou durante o período de lactação9, a menos que o médico considere que as vantagens do tratamento superem eventuais riscos. Os agentes simpatomiméticos devem ser usados com cautela em pacientes com glaucoma3, úlcera péptica10 estenosante, obstrução piloroduodenal, hipertrofia11 prostática ou obstrução do colo da bexiga12, doença cardiovascular, aumento da pressão intra- ocular, diabetes13 mellitus e pacientes fazendo uso de digitálicos. Os simpatomiméticos podem estimular o SNC e causar convulsões e colapso cardiovascular associado com hipotensão arterial14. Recomenda-se cautela na administração a pacientes com mais de 60 anos, pois os agentes simpatomiméticos podem causar reações adversas tais como confusão, alucinações, depressão do SNC e parada cardiorrespiratória.

Interações medicamentosas - LORALERG D


A administração concomitante de LORALERG D e álcool não produz efeitos potencializadores. A administração de pseudo efedrina a pacientes que usam inibidores da monoaminoxidase (IMAO) pode gerar aumento da pressão arterial, inclusive crises hipertensivas. O uso concomitante com digitálicos pode aumentar a atividade de marcapasso15 ectópico. Com metildopa, mecamilamina, reserpina e alcalóides de veratro, pode diminuir o efeito antidepressivo dessas drogas. A administração de antiácidos16 aumenta a taxa de absorção da pseudo- efedrina e o caolin a diminui. Os agentes bloqueadores betaadrenérgicos também podem interagir com simpatomiméticos.

Interações farmacológicas em testes de laboratório - LORALERG D

Não administrar anti- histamínicos aproximadamente quatro dias antes de se realizar qualquer prova cutânea, pois pode haver inibição ou diminuição de reações que seriam positivas como indicadores da reatividade celular. A inibição progressiva da isoenzima cardíaca MB da creatina fosfoquinase se dá pela agregação in vitro de pseudo-efedrina a soros que contém a enzima17. A inibição se completa em 6 horas.

Reações adversas - LORALERG D


As reações adversas mais comuns foram insônia e boca seca. Foram também relatados casos de cefaléia18 e sonolência. Outras reações adversas raras: nervosismo, náuseas19, fadiga, distúrbios abdominais, anorexia20, sede, taquicardia21, faringite22, rinite2, acne23, prurido24, erupção cutânea, urticária25, artralgia26, confusão, disfonia27, hipercinese, hipoestesia, diminuição da líbido, parestesia28, tremores, vertigem29, rubor, hipotensão30 ortostática, aumento da sudorese31, distúrbios oculares, dor no ouvido, tinnitus32, anormalidades no paladar, agitação, apatia33, depressão, euforia, perturbações do sono, aumento do apetite, mudanças nos hábitos intestinais, dispepsia34, eructação, hemorróidas35, descoloração da língua36, vômito37, função hepática anormal passageira, desidratação38, aumento de peso, hipertensão39, palpitação40, cefaléia18 intensa, broncoespasmo41, tosse, dispnéia42, epistaxe43, congestão nasal, espirros, irritação nasal, disúria44, distúrbios na micção, nictúria45, polúria, retenção urinária4, astenia46, dor na coluna, cãibras e mal- estar.

Posologia - LORALERG D

Adultos e crianças acima de 12 anos. 1 comprimido, duas vezes ao dia. Crianças de 6 a 12 anos (peso corporal acima de 30 kg): 5 ml, duas vezes ao dia. Crianças de 2 a 6 anos (peso corporal abaixo de 30k): 2,5 ml, duas vezes ao dia. A dose não deve exceder o dobro, a cada 24 horas.

Superdosagem - LORALERG D


Não há registro até o momento de ingestão de superdose de loratadina/pseudo- efedrina. Os sinais47 e sintomas48 relacionados com dosagem excessiva desta combinação incluem desde depressão do sistema nervoso49 central (sedação, apnéia50, diminuição da capacidade mental, cianose51, coma52, colapso cardiovascular), excitação (insônia, alucinações, tremores ou convulsões) até parada respiratória. Outros sinais47 e sintomas48 que podem ocorrer são: euforia, excitação, taquicardia21, palpitações53, sede, sudorese31, náuseas19, tinnitus32, ataxia54, visão turva e hiper ou hipotensão arterial14, dor pré-cordial, dificuldade de micção, debilidade e tensão muscular, psicose55 tóxica com alucinações. Em crianças, o risco de estímulo é maior, como também os sinais47 e sintomas48 similares aos produzidos pela atropina, tais como boca seca, pupilas fixas e dilatadas, rubor, hipertermia. sintomas48 gastrintestinais. O tratamento que deverá ser instituído é sintomático e adjuvante. Deve-se induzir o vômito37 (aconselha-se administração de xarope de ipecacuanha) caso não tenha ocorrido êmese56 espontânea. Medidas como o uso de carvão ativado e lavagem gástrica57 são alternativas úteis. Não se sabe se o produto é dialisável.


FARMASA   Laboratório Americano de Farmacoterapia S.A.

LORALERG D - Laboratório

FARMASA
Rua Nova York, 245 - Brooklin
São Paulo/SP - CEP: 04560-908
Tel: 11 5049 6200
Site: http://www.farmasa.com.br
0800 0114033

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