MINIDIAB
Minidiab®
(Glipizida1)
PARTE I
IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO - MINIDIAB
Nome: Minidiab®Nome genérico: glipizida1
Forma farmacêutica e apresentação: - MINIDIAB
Minidiab® 5 mg em embalagem contendo 30 comprimidos.
USO ADULTO
USO ORAL
Composição: - MINIDIAB
Cada comprimido de Minidiab® contém 5 mg de glipizida1.Excipientes: amido de milho, celulose microcristalina, lactose granulada, estearato de
magnésio e ácido esteárico.
PARTE II
INFORMAÇÕES AO PACIENTE - MINIDIAB
Minidiab® (glipizida1) é indicado no tratamento de diabetes melito2 tipo 2 (antes
conhecido como diabetes3 não dependente de insulina4 ou diabetes3 do adulto) como
adjuvante à dieta, quando o tratamento dietético isolado tiver falhado.
Minidiab® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30º C), protegido
da luz e umidade.
O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não use
medicamento com o prazo de validade vencido, pode ser perigoso para sua saúde.
O produto é contra- indicado a mulheres grávidas ou que estejam amamentando.
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez5 na vigência do tratamento ou após o
seu término.
Informe ao seu médico se estiver amamentando.
Minidiab® deve ser administrado pouco antes da refeição.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a
duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Minidiab® pode interagir com vários outros medicamentos, como miconazol,
antiinflamatórios não hormonais, fluconazol, salicilatos, beta- bloqueadores, inibidores
da enzima6 conversora da angiotensina, cimetidina, sulfonamidas, cloranfenicol,
probenicida, cumarínicos, fibratos, danazol, fenotiazidas, corticosteróides, agentes
simpaticomiméticos, progestágenos, tiazidas e outros diuréticos7, medicamentos para
distúrbios da tireóide, estrógenos, contraceptivos orais, fenitoína, ácido nicotínico,
bloqueadores do canal de cálcio e isoniazida.
Minidiab® pode interagir com álcool. Não ingerir álcool durante o tratamento.
É muito importante informar ao seu médico caso esteja usando outros medicamentos
antes do início ou durante o tratamento com Minidiab®.
Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o
tratamento com Minidiab®, tais como náusea8, vômitos9, diarréia10, constipação11, dor de
estômago12, reações alérgicas da pele, confusão, tontura13, sonolência, dor de cabeça,
tremores, distúrbios visuais e icterícia14 (coloração amarelada da pele). Minidiab® pode
causar alterações no número de células de defesa do sangue15, anemia16 e diminuição
das plaquetas17 (componentes do sangue15 que participam da coagulação) e alterações
leves a moderadas em testes laboratoriais (TGO, DHL, fosfatase alcalina, uréia18 e
creatinina19). Minidiab® pode causar, também, diminuição dos níveis de sódio no
sangue15.
Minidiab® é contra- indicado a pacientes com hipersensibilidade à glipizida1, outras
sulfoniluréias20 ou sulfonamidas ou a qualquer componente da fórmula. Também está
contra- indicado nos casos de diabetes melito2 tipo 1, cetoacidose diabética21, coma22
diabético, estados de insuficiência hepática23 ou renal24 graves, no decurso de doenças
infecciosas e febris, por ocasião de traumas graves e intervenções cirúrgicas,
gravidez5, lactação25 e quando houver complicações gangrenosas.
Informe ao seu médico se você é portador de doença hepática ou renal24.
É importante que você siga as orientações dietéticas, tenha um programa regular de
exercícios e realize testes regulares de açúcar26 no sangue15 e na urina27, conforme
orientado pelo seu médico.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER
PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.
PARTE III
INFORMAÇÕES TÉCNICAS - MINIDIAB
A glipizida1 possui uma atividade hipoglicemiante28 maior que a das sulfoniluréias20 clássicas,com uma toxicidade, testada em diversas espécies de animais de laboratório, nitidamente
inferior.
A baixa toxicidade da glipizida1 nas diversas espécies animais é confirmada na boa
tolerabilidade pelo homem e também pelo fato da glipizida1 ser um composto nãohalogenado.
A glipizida1 apresenta um índice terapêutico muito favorável, garantindo uma
terapia com reduzidos efeitos colaterais.
Tal como as outras sulfoniluréias20 hipoglicemiantes29, a glipizida1 age estimulando a secreção
de insulina4 pelas células beta das ilhotas30 de Langerhans, com conseqüente aumento dos
níveis plasmáticos de insulina4. O produto é absorvido rapidamente e, já meia hora após a
administração oral de 2,5 mg do produto, pode- se observar uma evidente diminuição da
glicemia31. No diabético, a compensação metabólica é obtida com doses baixas e também
com uma única administração diária.
Minidiab® (glipizida1) é indicado no tratamento de diabetes melito2 tipo 2 como adjuvante à
dieta, quando o tratamento dietético isolado tiver falhado.
Minidiab® (glipizida1) é contra- indicado a pacientes com hipersensibilidade à glipizida1,outras sulfoniluréias20 ou sulfonamidas ou a qualquer componente da fórmula. Também
está contra- indicado nos casos de diabetes melito2 tipo 1, cetoacidose diabética21, coma22
diabético, estados de insuficiência hepática23 ou renal24 graves, no decurso de doenças
infecciosas e febris, por ocasião de traumas graves e intervenções cirúrgicas,
gravidez5, lactação25 e quando houver complicações gangrenosas.
ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES - MINIDIAB
Gerais
O emprego de Minidiab® (glipizida1) nunca deve prescindir dos controles da glicemia31 e da
glicosúria32 e do tratamento diabético.
Hipoglicemia33
Todos os fármacos da classe das sulfoniluréias20 são capazes de produzir hipoglicemia33 grave.
A seleção adequada de paciente, dose e instruções são importantes para evitar os episódios
hipoglicêmicos. A ingestão oportuna e regular de carboidratos também é importante para se
evitar a hipoglicemia33 que ocorre quando há o atraso de refeições ou quantidade insuficiente
de alimentos é ingerida ou a ingestão de carboidratos é desbalanceada. A insuficiência renal34
ou hepática pode causar a elevação dos níveis sangüíneos de glipizida1 e a última pode
diminuir a capacidade gluconeogênica, sendo que ambas aumentam o risco de reações
hipoglicêmicas sérias. Pacientes idosos, debilitados ou desnutridos ou aqueles com
insuficiência35 adrenal ou hipofisária são, particularmente, susceptíveis à ação hipoglicêmica
de fármacos redutores de glicose36. Pode ser difícil identificar hipoglicemia33 em idosos ou em
pacientes que tomam bloqueadores beta- adrenérgicos (vide "Interações Medicamentosas").
A hipoglicemia33 ocorre mais comumente quando a ingestão calórica é deficiente após a
realização de exercícios físicos prolongados ou intensos, quando se ingere álcool ou
quando outros fármacos redutores de glicose36 são utilizados.
Perda do controle de glicose sangüínea37
Quando um paciente estabilizado em um esquema de tratamento para diabetes3 é exposto a
situações de estresse tais como febre38, trauma, infecção39 ou cirurgia, pode ocorrer perda de
controle. Nessas situações, pode ser necessária a interrupção da administração de glipizida1
e administrar insulina4.
A eficácia de qualquer hipoglicemiante28 oral, incluindo glipizida1, na diminuição da glicose36
sangüínea para um nível desejado diminui em muitos pacientes após um período de tempo,
que pode ser devido à progressão da gravidade do diabetes3 ou à diminuição da resposta ao
fármaco. Esse fenômeno é conhecido como falha secundária, diferentemente da falha
primária, em que o fármaco é ineficaz em um paciente individual quando administrado pela
primeira vez. O ajuste adequado de dose e a aderência à dieta devem ser considerados
antes de classificar um paciente como falha secundária.
Doença hepática e renal24
A farmacocinética e/ou farmacodinâmica da glipizida1 podem ser afetadas em pacientes com
função hepática ou renal24 prejudicada. Se hipoglicemia33 ocorrer nesses pacientes, ela pode
ser prolongada e manejo clínico apropriado deve ser instituído.
Informações ao paciente
Os pacientes devem ser informados sobre os riscos potenciais, as vantagens de glipizida1 e
as terapias alternativas. Eles devem também ser informados sobre a importância da
aderência às instruções de dieta, ao programa regular de exercícios e aos testes regulares
de glicosúria32 e/ou glicemia31.
O risco de hipoglicemia33, seus sintomas40 e tratamento, e condições que predispõem o seu
desenvolvimento devem ser explicados aos paciente e aos membros familiares
responsáveis. As falhas primária e secundária também devem ser explicadas.
Testes laboratoriais
A glicemia31 e a glicosúria32 devem ser monitoradas periodicamente. A medida de hemoglobina41
glicosilada pode ser útil.
Uso durante a Gravidez5
A glipizida1 é contra- indicada na gravidez5.
A glipizida1 foi levemente fetotóxica em estudos reprodutivos de ratos. Nenhum efeito
teratogênico42 foi observado em ratos ou coelhos.
Hipoglicemia33 grave e prolongada (4 a 10 dias) foi relatada em neonatos43 de mães que
receberam sulfoniluréias20 durante o parto.
Os níveis de glicose sangüínea37 anormais durante a gravidez5 estão associados com uma
incidência44 aumentada de anormalidades congênitas. Muitos especialistas recomendam que
a insulina4 seja utilizada durante a gravidez5 para que se mantenha os níveis próximos dos
normais.
Uso durante a Lactação25
Não existem dados sobre a excreção da glipizida1 no leite materno. Portanto, a glipizida1 é
contra- indicada na lactação25.
Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas
O efeito da glipizida1 na capacidade para dirigir ou operar máquinas não foi estudado.
Entretanto, não há evidência de que a glipizida1 possa afetar essas capacidades. Os
pacientes devem ser alertados quanto aos sintomas40 de hipoglicemia33 e ser cuidadosos ao
dirigir e utilizar máquinas, especialmente quando a estabilização ótima não foi atingida, por
exemplo, durante a troca de outros medicamentos ou sua utilização irregular.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS - MINIDIAB
A atividade hipoglicemiante28 das sulfoniluréias20 pode ser aumentada por dicumarol ederivados e por inibidores da monoaminoxidase, sulfonamidas, fenilbutazona e derivados,
cloranfenicol, ciclofosfamida, probenecida, feniramidol e salicilatos. O efeito hipoglicemiante28
pode ser reduzido pelo uso concomitante de adrenalina, corticosteróides, anticoncepcionais
orais e diuréticos7 tiazídicos. Deve- se ter cuidado também quando são administrados
concomitantemente com beta- bloqueadores.
Os seguintes medicamentos podem aumentar o efeito hipoglicêmico:
Combinações desaconselháveis
Miconazol: aumento do efeito hipoglicêmico, levando, possivelmente, a sintomas40 de
hipoglicemia33 ou, até mesmo, coma22.
Antiinflamatórios não- esteróides (exemplo, fenilbutazona): aumento no efeito hipoglicêmico
de sulfoniluréias20 (deslocamento de sulfoniluréia ligada a proteínas45 plasmáticas e/ou
diminuição na eliminação de sulfoniluréias20).
Álcool: aumento da reação hipoglicêmica que pode levar ao coma22 hipoglicêmico.
Combinações que necessitam de precaução
Fluconazol: aumento da meia- vida de sulfoniluréia, possivelmente, levando ao aparecimento
de sintomas40 de hipoglicemia33.
Salicilatos (ácido acetilsalicílico): aumento do efeito hipoglicêmico com altas doses de ácido
acetilsalicílico (ação hipoglicêmica de ácido acetilsalicílico).
Beta- bloqueadores: todos os beta-bloqueadores mascaram alguns dos sintomas40
hipoglicêmicos, isto é, palpitações46 e taquicardia47. A maioria dos beta- bloqueadores nãocardioseletivos
aumentam a incidência44 e a gravidade da hipoglicemia33.
Inibidores da enzima6 conversora da angiotensina: a utilização desses medicamentos pode
levar a um efeito hipoglicêmico aumentado em pacientes diabéticos tratados com
sulfoniluréias20.
Cimetidina: o uso de cimetidina pode estar associado com a redução da glicose sangüínea37
pós- prandial em pacientes tratados com glipizida1.
A ação hipoglicêmica de sulfoniluréias20, em geral, pode também ser potencializada pelos
inibidores de monoaminoxidase e fármacos que têm alta ligação a proteínas45, tais como
sulfonamidas, cloranfenicol, probenecida, cumarínicos e fibratos.
Quando esses fármacos são administrados (ou descontinuados) em pacientes que recebem
glipizida1, o paciente deve ser observado cuidadosamente quanto à hipoglicemia33 (ou perda
de controle).
Os seguintes medicamentos podem levar à hiperglicemia48:
Combinações desaconselháveis
Danazol: efeito diabetogênico49 de danazol. Se não puder evitar o seu uso, alertar o paciente
e intensificar a auto- monitoração de glicose sangüínea37 e urinária. Possivelmente, ajustar a
posologia do agente antidiabético durante o tratamento com danazol e após a sua
descontinuação.
Combinações que necessitam de precauções
Fenotiazidas (exemplo, clorpromazina) em altas doses (> 100 mg por dia de clorpromazina):
elevação da glicose sangüínea37 (redução da liberação de insulina4).
Corticosteróides: elevação da glicose sangüínea37.
Simpatomiméticos (exemplo, ritodrina, salbutamol50, terbutalina): elevação da glicose36
sangüínea devido à estimulação de beta- 2-adrenoceptor.
Progestágenos: efeitos diabetogênicos de progestágenos em altas doses. Alertar o paciente
e intensificar a auto- monitoração de glicose sangüínea37 e urinária. Possivelmente, ajustar a
posologia do agente antidiabético durante o tratamento com neurolépticos, corticóides ou
progestágenos e após a sua descontinuação.
Outros fármacos que podem produzir hiperglicemia48 e levam à perda de controle glicêmico
incluem as tiazidas e outros diuréticos7, produtos que interferem no metabolismo51 da tireóide,
estrógenos, contraceptivos orais, fenitoína, ácido nicotínico, fármacos bloqueadores do
canal de cálcio e isoniazida.
Quando tais medicamentos forem descontinuados de um paciente que faz uso de glipizida1,
este deve ser observado atentamente quanto à hiperglicemia48.
A maioria dos eventos adversos foram relacionados à dose, transitórios e responderam à
redução de dose ou interrupção do uso do medicamento. Entretanto, a experiência clínica
até então mostrou que, como com outras sulfoniluréias20, alguns efeitos colaterais associados
com hipersensibilidade podem ser graves e houve relato de mortes em alguns casos.
Hipoglicemia33: vide "Advertência e Precauções" e "Superdosagem".
Gastrintestinais: náusea8, vômito52, diarréia10, constipação11 e gastralgia que parecem ser
relacionados à dose e geralmente desaparecem com divisão ou redução da dose.
Dermatológicas: reações alérgicas da pele incluindo eritema53, reações maculopapulares ou
morbiliformes, urticária54, exantema55, prurido56 e eczema57. Essas reações freqüentemente
desaparecem com a continuidade da terapia. Entretanto, se houver persistência, o fármaco
deve ser descontinuado. Foram relatadas reações de fotosensibilidade com outras
sulfoniluréias20.
Outras: confusão, tontura13, sonolência, dor de cabeça, tremores e distúrbios visuais foram
freqüentemente relatados em pacientes tratados com glipizida1. Geralmente são transitórios
e não necessitam da interrupção da terapia; entretanto, eles podem ser, também, sintomas40
de hipoglicemia33.
Testes laboratoriais: o padrão de anormalidades de testes laboratoriais observado com
glipizida1 é similar ao de outras sulfoniluréias20. Alterações ocasionais leves a moderadas de
TGO, DHL, fosfatase alcalina, uréia18 e creatinina19 foram notados. A relação dessas
anormalidades com a glipizida1 é incerta e raramente estiveram associadas com sintomas40
clínicos.
Distúrbios hepáticos: icterícia14 colestática, função hepática prejudicada e hepatite58.
Descontinuar o tratamento no caso de icterícia14 colestática.
Reações hematológicas: leucopenia59, agranulocitose60, trombocitopenia61, anemia hemolítica62,
anemia16 aplástica, pancitopenia63 e eosinofilia.
Reações metabólicas: porfiria64 hepática e porfiria64 cutânea tardia. Reações parecidas com
as de dissulfiram foram relatadas muito raramente.
Reações endócrinas: hiponatremia.
Aconselha- se iniciar a terapêutica com Minidiab® (glipizida1) na dose de 1 comprimido aodia, antes da primeira refeição, passando depois, baseado no efeito antidiabético
conseguido, para a dose de manutenção que, em regra, está compreendida entre ½ e 3
comprimidos ao dia.
Doses diárias de até 3 comprimidos (15 mg) podem ser administradas de uma só vez.
Doses mais elevadas deverão ser fracionadas em duas vezes ao dia, administradas sempre
antes das refeições. Doses maiores do que 30 mg não são recomendadas.
Como com outros agentes hipoglicêmicos da classe das sulfoniluréias20, nenhum período de
transição é necessário quando os pacientes são transferidos para a glipizida1. Pacientes que
utilizaram sulfoniluréias20 de meia- vida longa (exemplo, clorpropamida65) devem ser observados
cuidadosamente (1- 2 semanas) quanto à hipoglicemia33, pois pode ocorrer a sobreposição
potencial dos efeitos dos fármacos.
Quando, nos pacientes tratados com antidiabéticos orais66, o tratamento anterior é substituído
pelo Minidiab®, a posologia dependerá do estado clínico- metabólico do paciente e do
tratamento anterior.
Não há nenhuma experiência bem documentada com a superdosagem de glipizida1. A
superdosagem com sulfoniluréias20, incluindo glipizida1, pode produzir hipoglicemia33. Sintomas40
hipoglicêmicos leves, sem perda de consciência ou achados neurológicos devem ser
tratados ativamente com glicose36 oral e ajustes de posologia e/ou padrões de refeições. O
acompanhamento cuidadoso deve continuar até que o médico tenha certeza de que o
paciente esteja fora de perigo. Reações hipoglicêmicas graves com coma22, convulsões ou
alterações neurológicas ocorrem com pouca freqüência, mas necessitam de imediata
hospitalização.
PARTE IV
MS - 1.0216.0136
Farmacêutico Responsável: José Francisco Bomfim - CRF-SP nº 7009
Produto fabricado e embalado por:
Pharmacia Argentina S.A.
Buenos Aires - Argentina
Distribuído por:
LABORATÓRIOS PFIZER LTDA
Av. Monteiro Lobato, 2.270
CEP 07190- 001 - Guarulhos - SP
CNPJ nº 46.070.868/0001- 69
Indústria Brasileira.
S.A.C. Linha Pfizer: 0800 16 7575
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
Número do lote e data de fabricação: vide embalagem externa.
MINIDIAB - Laboratório
PFIZER
Av. Monteiro Lobato, 2270
Guarulhos/SP
- CEP: 07190-001
Tel: 0800-16-7575
Site: http://www.pfizer.com.br
CNPJ nº 46.070.868/0001-69
Ver outros medicamentos do laboratório "PFIZER"

