MONOPRIL
MONOPRIL®
fosinopril sódico
comprimidos
APRESENTAÇÃO/COMPOSIÇÃO - MONOPRIL
MONOPRIL 10mg ou 20 mg é apresentado em cartuchos com 16, 28 ou 30 comprimidos.Cada comprimido de MONOPRIL 10mg ou 20 mg contém 10mg ou 20 mg de fosinopril sódico, respectivamente.
Ingredientes inativos: lactose, celulose microcristalina, crospovidona, povidona e estearil fumarato de sódio.
USO PARA ADULTOS
INFORMAÇÃO AO PACIENTE - MONOPRIL
Este medicamento deve ser protegido da umidade e conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Evitar exposição prolongada em temperaturas acima de 30ºC.
Prazo de validade: vide cartucho. Este medicamento não deve ser utilizado se o seu prazo de validade estiver vencido.
O uso de MONOPRIL não é recomendado para gestantes e mulheres em fase de amamentação1, pois o produto atravessa a barreira placentária e é eliminado em pequena quantidade pelo leite materno. Os riscos da exposição intrauterina devem ser considerados durante todo o período de gestação.
O tratamento com MONOPRIL deve ser iniciado sob
cuidadosa supervisãode seu médico, já que é necessário levar-
se em consideração tratamentos prévios com outros
medicamentos anti- hipertensivos ou diuréticos2 e outras
circunstâncias clínicas.
A interrupção da medicação com MONOPRIL fará com que o paciente hipertenso volte às condições prévias ao tratamento.
Informar ao médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como dor- de-cabeça, tosse, dores musculares, fadiga, náuseas3, vômito4, diarréia5, tontura6 e erupções cutâneas.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.
A administração concomitante com alimentos não interfere significativamente com a resposta clínica. A absorção deste medicamento pode ser prejudicada na presença de antiácidos7 estomacais. É aconselhável um intervalo de duas horas após o antiácido8 para usar este medicamento. Este medicamento pode ser associado a outras medicações, porém esta associação deve ser prescrita por médico.
Não utilizar substituto de sal contendo potássio, sem antes consultar seu médico.
MONOPRIL é contra- indicado para pacientes hipersensíveis ao fosinopril, a outros inibidores da enzima9 conversora de angiotensina (ECA) ou a qualquer outro componente de sua formulação.
Hipotensão10 ou desmaios podem, eventualmente, ser causa para descontinuação da terapia.
A queda abrupta da pressão arterial é mais provável que ocorra em pacientes em tratamento com diuréticos2 ou sob dieta rigorosa de sal ou desidratados, caracterizada por visão turva, tontura6 e sensação de desfalecimento. Nestas situações o paciente deverá ser colocado deitado e o médico avisado imediatamente.
Os pacientes devem ser questionados para história anterior de angiedema da face, extremidades, lábios, língua11, glote12 ou laringe13. Se houver alguma suspeita de que o paciente possa ter edema angioneurótico14 hereditário, o tratamento com MONOPRIL não deve ser efetuado. Observar cuidadosamente quaisquer sinais15 ou sintomas16 do tipo: inchaço da face, olhos, lábios, língua11, garganta e extremidades, dificuldade de deglutição17 ou respiração e rouquidão. Nestes casos, interromper a terapia e procurar imediatamente cuidados médicos.
Relatar imediatamente quaisquer sinais15 de infecção18 (por exemplo: faringite19, febre20).
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
INFORMAÇÕES TÉCNICAS
MONOPRIL (fosinopril sódico) é o sal sódico de fosinopril, o pró- fármaco estérico do fosinoprilato, um inibidor da enzima9 conversora da angiotensina (ECA). Os ingredientes inativos incluem : lactose, celulose microcristalina, crospovidona, povidona e estearil fumarato de sódio.
FARMACOLOGIA CLÍNICA - MONOPRIL
Mecanismo de Ação
Fosinopril, um pró- fármaco estérico, é hidrolisado por estearases para sua forma farmacologicamente ativa, o fosinoprilato. O fosinopril impede a conversão de angiotensina I para a substância vasoconstritora angiotensina II. A redução de angiotensina II leva a uma diminuição da atividade vasopressora e da secreção de aldosterona. A diminuição da secreção de aldosterona pode resultar em um pequeno aumento de potássio sérico (média = 0,1mEq/L) juntamente com perda de sódio e fluidos.A inibição da ECA também interfere na degradação da bradicinina, um potente peptídeo vasodepressor, que pode contribuir para o efeito anti- hipertensivo; o fosinopril tem um efeito terapêutico em pacientes com hipertensão21 por renina baixa.
Farmacocinética e Metabolismo22
Após a administração oral de MONOPRIL, a extensão da absorção do fosinopril é de 30 - 40%. O fosinopril é hidrolisado por estearases, principalmente no fígado23, para o fosinoprilato, forma farmacologicamente ativa. O grau de conversão de fosinopril a fosinoprilato pode estar reduzido em pacientes com insuficiência hepática24; entretanto, a extensão desta conversão é constante. O tempo para atingir os picos de concentração plasmática de fosinoprilato é aproximadamente 3 horas, independente da dose administrada de fosinopril. Após a administração de doses orais únicas e múltiplas, os parâmetros farmacocinéticos (Cmáx., AUC) são diretamente proporcionais à dose administrada de fosinopril.
O fosinoprilato se liga às proteínas25 plasmáticas em grandes proporções (> 95%), mas possui uma ligação desprezível a componentes celulares sangüíneos.
Estudos em animais indicam que fosinopril e fosinoprilato não atravessam a barreira hemoliquórica, mas o fosinoprilato atravessa a placenta de animais prenhes.
Após administração intravenosa, o fosinoprilato é eliminado pelo fígado23 e rim26 em proporções quase iguais.
Em pacientes hipertensos com funções hepática e renal27 normais, que tomaram doses repetidas de fosinopril, o t½ efetivo para acúmulo de fosinoprilato foi em média de 11,5 horas.
O fosinopril não é muito dialisável. O "clearance" de fosinoprilato por hemodiálise28 e diálise peritoneal29 é, em média, de 2% e 7%, respectivamente, dos "clearances" de uréia30.
Em pacientes com insuficiência renal31 ("clearance" de creatinina32 < 80 mL/min/1,73m2), o "clearance" corporal total de fosinoprilato é aproximadamente metade daquele em pacientes com função renal27 normal, enquanto que a absorção, a biodisponibilidade e a ligação às proteínas25 não são apreciavelmente alteradas. O "clearance" do fosinoprilato não é influenciado apreciavelmente pelo grau de insuficiência renal31, porque a eliminação renal27 diminuída é compensada pela eliminação hepatobiliar aumentada. Um aumento modesto dos níveis plasmáticos de "AUC" (menor do que duas vezes em relação a pacientes normais) foi observado em pacientes com vários graus de insuficiência renal31, incluindo insuficiência renal31 terminal ("clearance" de creatinina32 < 10 mL/min/1,73m2 ).
Em pacientes com insuficiência hepática24 (cirrose33 alcoólica ou biliar), a extensão da hidrólise do fosinopril não é reduzida apreciavelmente, embora a taxa de hidrólise possa ser retardada; o "clearance" corporal total aparente do fosinoprilato é aproximadamente metade daquele em pacientes com função hepática normal.
Farmacodinâmica
Hipertensão21 : MONOPRIL abaixou a pressão sangüínea34 em 1 hora. O pico de redução da pressão arterial foi atingido 2 - 6 horas após a dosagem e o efeito anti-hipertensivo persistiu por 24 horas.
A pressão sangüínea34 é reduzida na mesma extensão em ambas as posições, supina e em pé.
Efeitos ortostáticos e taquicardia35 são infreqüentes mas podem ocorrer em pacientes que são sal e/ou volume depletados.
A redução na pressão sangüínea34 pode ser progressiva, de forma que várias semanas de terapia podem ser necessárias para se alcançar o efeito terapêutico máximo.
Os efeitos de fosinopril e diuréticos2 tiazídicos são aditivos na redução da pressão sangüínea34.
MONOPRIL é indicado para o tratamento da hipertensão21. Pode ser usado isolado ou em combinação com outro agente anti- hipertensivo (diuréticos2 tiazídicos).
MONOPRIL é contra- indicado em pacientes que são hipersensíveis ao fosinopril , a qualquer outro inibidor da enzima9 conversora de angiotensina ou qualquer outro componente da formulação de MONOPRIL.
ADVERTÊNCIAS - MONOPRIL
Angiedema
Angiedema envolvendo as extremidades, face, lábios, membranas mucosas, língua11, glote12 ou laringe13 foi relatado em pacientes tratados com inibidores da eca, incluindo o fosinopril. Se o angiedema envolver a língua11, glote12 ou laringe13, pode ocorrer obstrução das vias aéreas e ser fatal.
Terapia de emergência, incluindo (mas não necessariamente limitada) a administração subcutânea de solução de epinefrina 1 : 1000 deve ser instituída imediatamente. edema36 da face, membranas mucosas da boca, lábio e extremidades têm melhorado geralmente com a descontinuação de fosinopril; alguns casos necessitam de terapia médica.
Reações Anafiláticas37 durante dessensibilização38
Dois pacientes sob tratamento com outro inibidor da eca, o enalapril, submetendo- se a um tratamento de dessensibilização38 com veneno de hymenoptera, sofreram reações anafiláticas37 com risco de vida. Nestes mesmos pacientes, as reações foram evitadas quando a administração do inibidor da eca foi temporariamente interrompida, mas elas reapareceram quando de uma nova administração. Portanto, cuidado é necessário em pacientes tratados com inibidores da eca e sob tais procedimentos de dessensibilização38.
Reações Anafiláticas37 durante diálise39 de alto fluxo/exposição a membranas de aferese lipoprotéica
Relata- se reações anafiláticas37 em pacientes hemodialisados com membranas de diálise39 de alto fluxo. Reações anafiláticas37 também têm sido relatadas em pacientes sob aferese de lipoproteínas de baixa densidade com absorção de sulfato de dextrano. Nestes pacientes, deve-se considerar a utilização de um tipo diferente de membrana de diálise39 ou uma diferente classe de medicamentos.
Neutropenia40 / Agranulocitose41
relata- se raramente que os inibidores da eca causam agranulocitose41 e depressão da medula; isto ocorre com maior freqüência em pacientes com insuficiência renal31, especialmente aqueles que sofrem também de doença vascular42 do colágeno, tal como lupus eritematoso sistêmico ou escleroderma.
Monitoração da contagem de glóbulos brancos deve ser considerada em tais pacientes.
Hipotensão10
fosinopril tem sido relacionado raramente com hipotensão10 em pacientes com hipertensão21 não complicada. Assim como com outros inibidores da eca, é mais provável que ocorra hipotensão10 sintomática em pacientes sal/volume depletados, como Resultado de terapia diurética prolongada e/ou restrição de sal na dieta ou aqueles sob diálise39 renal27. A depleção de volume e/ou sal deverá ser corrigida antes de se iniciar a terapia com fosinopril. Uma resposta hipotensiva transitória não é contra- indicação para doses adicionais que podem ser administradas sem dificuldade após a reposição de volume e/ou sal.
Nos pacientes com insuficiência cardíaca congestiva43, com ou sem insuficiência renal31 associada, a terapia com inibidor da eca pode provocar hipotensão10 excessiva, que pode estar associada com oligúria44 ou azotemia e, raramente, com insuficiência renal31 aguda e morte. Em tais pacientes, a terapia com MONOPRIL deve ser iniciada sob cuidadosa supervisão médica; eles deverão ser acompanhados rigorosamente durante as primeiras 2 semanas de tratamento e sempre quando a dose de fosinopril ou do diurético45 for aumentada.
Consideração deve ser dada na redução da dose de diuréticos2 em pacientes com pressão sangüínea34 normal ou baixa, que tenham sido tratados vigorosamente com diuréticos2 ou que são hiponatrêmicos. A hipotensão10 não é por si só razão para a descontinuidade do fosinopril. Algum decréscimo da pressão sangüínea34 sistêmica é uma observação comum e desejável no início do tratamento da insuficiência cardíaca46 com MONOPRIL. O grau da queda de pressão é maior no início do tratamento; este efeito se estabiliza em 1 ou 2 semanas e geralmente retorna aos níveis de pré- tratamento sem a redução da eficácia terapêutica.
Morbidade47 e Mortalidade48 Fetal/Neonatal
Quando usados na gravidez49 durante o segundo e terceiro trimestres, os inibidores da eca podem causar danos ao desenvolvimento e mesmo morte fetal. Foram reportados 12 casos graves na literatura mundial. Quando a gravidez49 for detectada, monopril deve ser o quanto antes descontinuado.
Insuficiência Hepática24
Em raras ocasiões, os inibidores da eca têm sido associados com uma síndrome50 que se inicia com icterícia51 colestática e progride para Necrose52 hepática fulminante e morte (algumas vezes). Os mecanismos desta síndrome50 não são conhecidos. Pacientes recebendo inibidores da eca que desenvolveram icterícia51 ou elevações acentuadas das enzimas hepáticas devem descontinuar o tratamento com inibidores da eca e receber acompanhamento médico apropriado.
Gerais
Insuficiência Renal31
Em pacientes hipertensos com estenose da artéria53 renal27 num rim26 único ou estenose da artéria53 renal27 bilateral, podem ocorrer aumentos da uréia30 no sangue54 e creatinina32 no soro55 durante o tratamento com inibidores da eca. Esses aumentos são normalmente reversíveis a partir da descontinuação da terapia. Em tais pacientes, a função renal27 deverá ser monitorada durante as primeiras semanas de terapia. Alguns pacientes hipertensos sem nenhuma doença renal27 vascular42 aparente pré- existente desenvolveram aumentos da uréia30 do sangue54 e creatinina32 sérica, geralmente mínimas ou transitórias, quando fosinopril foi dado concomitantemente com um diurético45. Isto é mais provável de acontecer em pacientes com insuficiência renal31 prexistente. Redução da dosagem do MONOPRIL pode ser necessária.Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva43 grave, nos quais a função renal27 depende da atividade do sistema renina- angiotensina-aldosterona, o tratamento com inibidores da eca pode estar associado com oligúria44 e/ou azotemia progressiva e raramente com insuficiência renal31 aguda e /ou morte.
Insuficiência Hepática24
Pacientes com insuficiência hepática24 podem desenvolver níveis plasmáticos elevados de fosinopril inalterado. Num estudo com pacientes com cirrose33 alcoólica ou biliar, o "clearance" corporal total aparente do fosinoprilato era menor e a "auc" plasmática, aproximadamente o dobro.
Hipercalemia
Elevações do potássio sérico foram observadas em alguns pacientes tratados com inibidores da eca, inclusive o fosinopril. Os pacientes que podem desenvolver hipercalemia incluem aqueles com insuficiência renal31, diabetes mellitus56 e aqueles em tratamento concomitante com diuréticos2 poupadores de potássio, suplementos de potássio, substitutos do sal contendo potássio, ou outras drogas associadas com aumentos de potássio sérico (p. ex. : heparina)
Tosse
Relata- se tosse com o uso de inibidores da eca, inclusive com o fosinopril. Caracteristicamente, esta não é produtiva ou persistente e desaparece após a descontinuação da terapia.
A tosse induzida por inibidor da eca deve ser considerada como parte do diagnóstico57 diferencial da tosse.
Cirurgia/Anestesia58
Em pacientes submetidos à cirurgia ou durante anestesia58 com agentes que produzem hipotensão10, o fosinopril pode aumentar a resposta hipotensora.
Interações com Testes Laboratoriais
o fosinopril pode acarretar em um doseamento erroneamente diminuído dos níveis séricos de digoxina com testes utilizando o método de absorção com carvão. outros kits que utilizam o método do tubo revestido com anticorpos59 podem ser usados no lugar daquele. A terapia com MONOPRIL deve ser interrompida alguns dias antes de efetuar o teste funcional da paratireóide.
Gravidez49
O uso de inibidores da eca durante o segundo e terceiro trimestres da gravidez49 tem sido associado com dano fetal e neonatal, e morte. Estes efeitos adversos não parecem resultar da exposição intrauterina aos inibidores da eca somente no primeiro trimestre. quando a gravidez49 for detectada, MONOPRIL deve ser o quanto antes descontinuado. (vide advertências - Morbidade47 e Mortalidade48 Fetal/Neonatal).
Mães Lactantes60
o fosinopril é detectável no leite materno. Devido ao potencial de sérias reações adversas em lactentes61 originadas do MONOPRIL, uma decisão deve ser tomada entre descontinuar a amamentação1 ou descontinuar a droga, levando em consideração a importância do MONOPRIL para a terapia materna.
Uso Geriátrico
Do total de pacientes tratados com fosinopril em estudos clínicos nenhuma diferença global na eficácia ou segurança foi observada entre pacientes idosos (65 anos ou mais) e pacientes mais jovens; entretanto, a maior sensibilidade de alguns dos indivíduos mais idosos não pode ser excluída.
Uso Pediátrico
A segurança e eficácia em crianças não foi estabelecida.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Antiácidos7
Antiácidos7 (hidróxido de alumínio, hidróxido de magnésio e simeticona) podem diminuir a absorção de fosinopril sendo assim, se a administração concomitante desses agentes for indicada, a dosagem deverá ser separada por 2 horas.
Lítio
Aumento nos níveis de lítio sérico e risco de toxicidade do lítio foram relatados em pacientes recebendo inibidores da eca concomitante com lítio. Essas drogas devem ser co- administradas com precaução e recomenda-se monitoração freqüente dos níveis séricos de lítio.
Inibidores da Síntese de Prostaglandina Endógena
relata- se que a indometacina pode reduzir o efeito anti-hipertensivo de outros inibidores da eca, especialmente nos casos de pacientes hipertensos por renina baixa. Outros agentes antiinflamatórios não-esteroidais (p.ex : ácido acetilsalicílico) podem ter um efeito similar.
Diuréticos2
Pacientes sob diuréticos2 e especialmente aqueles em que a terapia foi instituída recentemente, bem como também aqueles sob dieta restritiva de sal rigorosa ou diálise39, podem ocasionalmente experimentar uma redução excessiva da pressão sangüínea34, geralmente dentro de 1 hora após a administração da dose inicial de MONOPRIL.
Suplementos de Potássio e Diuréticos2 Poupadores de Potássio
Diuréticos2 poupadores de potássio (espironolactona, amilorida, triantereno e outros) ou suplementos de potássio podem aumentar o risco de hipercalemia. desta forma, se o uso concomitante de tais agentes é indicado, devem ser administrados com cautela e o potássio sérico do paciente deverá ser monitorado com freqüência.
Com Outros Agentes
a biodisponibilidade do fosinopril livre não foi alterada pela co- administração do fosinopril com ácido acetilsalicílico, clortalidona, cimetidina, digoxina, hidroclorotiazida, metoclopramida, nifedipina, propranolol, propantelina ou varfarina
Hipertensão21
Em estudos clínicos controlados por placebo, a duração usual do tratamento foi de 2 a 3 meses. As descontinuações devido a qualquer evento adverso clínico ou Laboratorial representaram 3,3% dos pacientes tratados com fosinopril e 1,2% dos pacientes tratados com placebo, respectivamente.
Durante os estudos clínicos com MONOPRIL, a incidência62 de eventos adversos em idosos (65 anos ou mais) foi similar a de pacientes jovens.
Reações adversas clínicas * em estudos de hipertensão21 controlados por placebo
Incidência62, independente de atribuição (descontinuação) Incidência62 atribuída à terapia
SISTEMA ORGÂNICO/EVENTO Fosinopril n=633 (A) Placebo n=172 (B) Fosinopril n=633 (C) Placebo n=172 (D)
Geral fadiga dor no peito edema36 infecção18 viral dor 4,1 (0,6) 1,9 (0,3) 1,6 (0,0) 1,3 (0,2) 1,1 (0,0) 2,9 1,2 2,4 0,6 0,6 1,6 0,3 0,4 0,0 0,2 1,2 0,6 0,0 0,0 0,0
Cardiovascular distúrbios rítmicos/palpitações63 1,8 (0,2) 1,2 1,0 0,0
Dermatológico erupção 2,2 (0,0) 0,0 0,7 0,0
Gastrintestinal náusea64/vômito4 diarréia5 dor abdominal azia 4,3 (0,5) 4,1 (0,5) 2,0 (0,3) 1,9 (0,0) 2,9 2,9 2,4 0,6 1,3 1,6 1,1 0,8 0,6 1,7 0,6 0,0
Musculatura esquelética/ tecido65 conjuntivo Dor muscular mialgia66 6,0 (0,2) 2,8 (0,2) 3,5 1,8 0,9 0,7 0,0 0,6
Sistema nervoso67 cefaléia68 tontura6 mudança de humor ** parestesia69 distúrbios do sono 8,4 (0,9) 3,8 (0,0) 2,7 (0,7) 1,6 (0,0) 1,4 (0,2) 11,0 1,2 1,8 (1,2) 0,0 0,6 3,5 1,6 1,0 0,6 0,2 3,5 0,0 1,2 0,0 0,6
Respiratório tosse anormalidades do sinus infecção18 do trato resp. superior rinite70 faringite19 7,1 (0,2) 4,6 (0,0) 4,1 (0,0) 3,8 (0,0) 3,9 (0,2) 3,5 2,9 4,7 2,9 1,7 1,6 0,0 0,0 0,2 0,5 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0
Sentidos distúrbios oculares, outros alterações do paladar distúrbios da visão 1,6 (0,0) 1,6 (0,0) 1,0 (0,0) 1,2 0,0 1,2 0,0 1,6 0,5 0,6 0,0 0,0
Urogenital micção anormal *** disfunção sexual 1,3 (0,0) 1,7 (0,4) 1,2 1,2 (0,6) 0,5 1,2 0,0 1,2
* Sem diferença significativa entre os grupos de tratamento com MONOPRIL e placebo.
** Inclui estresse e nervosismo.
*** Inclui alterações na freqüência urinária, poliúria71 e oligúria44.
Outras reações adversas clínicas relatadas com o uso de fosinopril e outros inibidores da ECA estão listados a seguir, por sistema orgânico :
Geral : fraqueza, febre20, hiperidrose, equimose72.
Cardiovascular : parada cardíaca, angina73/infarto do miocárdio74, acidente vascular cerebral75, crises hipertensivas, taquicardia35, rubor, doença vascular periférica76. Hipotensão10, hipotensão10 ortostática e síncope77 ocorreram em 0,1, 1,5 e 0,2%, respectivamente, dos pacientes tratados com fosinopril. A hipotensão10 ou síncope77 foi a razão da descontinuidade da terapia em 0,3% dos pacientes.
Dermatológico : prurido78, dermatite79, urticária80.
Endócrino/ Metabólico : gota81.
Gastrintestinal : hemorragia82, pancreatite83, hepatite84, inchaço da língua11, disfagia85, lesões orais, distensão abdominal, alterações de apetite/ peso, constipação86, flatulência, boca seca.
Hematológico : linfadenopatia.
Musculatura Esquelética : artrite87, artralgia88, dor, músculo- esquelética, mialgia66, câimbra muscular.
Nervoso/ Psiquiátrico : distúrbios do equilíbrio, de memória, sonolência, confusão.
Respiratórias : dispnéia89, broncoespasmo90, pneumonia91, congestão pulmonar, laringite92, rouquidão, epistaxe93. Um sintoma94 complexo de tosse, broncoespasmo90 e eosinofilia foi observado em dois pacientes tratados com fosinopril.
Sentidos : tinnitus95, dor- de-ouvido.
Urogenital : insuficiência renal31, distúrbios da próstata96.
Anormalidades De Testes Laboratoriais : hipercalemia, leucopenia97, neutropenia40,
eosinofilia e aumento dos níveis séricos de transaminases, LDH, fosfatase alcalina e bilirrubina98 (testes da função hepática).
POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO - MONOPRIL
A dosagem deve ser individualizada.
Hipertensão21:O início da terapia requer considerações sobre tratamento recente com drogas anti- hipertensivas, extensão da elevação da pressão sangüínea34, restrições de sal e/ou fluido, e outras circunstâncias clínicas. Os pacientes sob regime prévio com drogas anti-hipertensivas devem descontinuar o tratamento, se possível, vários dias antes de iniciar a terapia com MONOPRIL.
A dose inicial recomendada de MONOPRIL é 10mg uma vez ao dia. A terapia deve ser ajustada de acordo com a resposta da pressão sangüínea34. A variação de dosagem usual é 10 - 40mg, uma vez ao dia. Se a pressão sanguínea não for adequadamente controlada com MONOPRIL isolado, pode ser adicionado um diurético45.
Se MONOPRIL for administrado em pacientes que continuam em tratamento com diurético45, a terapia deve ser iniciada sob cuidadosa supervisão médica por várias horas até que a pressão sangüínea34 tenha se estabilizado.
Para reduzir a probabilidade de ocorrência de hipotensão10, o diurético45 deverá ser descontinuado dois ou três dias antes do início da terapia com MONOPRIL.
Para Pacientes Hipertensos com Insuficiência Cardíaca46 e com Insuficiência Renal31 ou Hepática: Devido à dupla via de excreção do fosinoprilato, uma redução de dosagem normalmente não se faz necessária em pacientes com insuficiência renal31 ou hepática.
nenhuma informação específica está disponível sobre o tratamento da superdosagem com MONOPRIL. O tratamento deve ser sintomático e de suporte.
A terapia com MONOPRIL deve ser descontinuada e o paciente deve ser monitorado rigorosamente. Sugere- se medidas que envolvam indução de emese99 e/ou lavagem gástrica100, e correção de hipotensão10 pelos procedimentos estabelecidos.
O fosinopril é pouco removido do corpo por hemodiálise28 ou diálise peritoneal29.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
MONOPRIL - Laboratório
B-MS
Rua Carlos Gomes, 924
São Paulo/SP
- CEP: 04743-002
Tel: 55 (011) 882-2000
Fax: 55 (011) 246-0151
Site: http://www.bristol.com.br/
Ver outros medicamentos do laboratório "B-MS"

