PLATISTINE
Ver preço (R$)Composição - PLATISTINE
cada frasco- ampola âmbar de 10 mg, 25 mg, 50 mgcontém respectivamente: cisplatina 10 mg, 25 mg e 50 mg; cloreto de sódio 180 mg, 450 e 900 mg; ácido clorídrico 1N q.s.p. pH 3-4, 3-4 e 3-4; água para injetáveis 20 ml, 50 ml e 100 ml.
Posologia e Administração - PLATISTINE
infusão endovenosa lenta (6 - 8 horas). Quando Platistine é administrado como agente antiblástico isolado, a dose aconselhada para os adultos é de 50-100 mg/m2 de superfície corpórea, em intervalos de 21-28 dias ou de 15-20 mg/m2 de superfície corpórea diários, durante 5 dias consecutivos, a cada 21 dias. As doses serão reduzidas em pacientes pediátricos e naqueles com insuficiência renal1 ou mielodepressão. Nos casos em que é empregado associado com outros fármacos antitumorais, as doses devem ser oportunamente avaliadas. A cisplatina deve ser diluída em pelo menos 500 ml de solução fisiológica. Durante a flebóclise o frasco deve ser mantido ao abrigo da luz. A cisplatina é administrada após hidratação do pacientes a fim de reduzir a nefrotoxicidade. Vários autores empregaram, para esse fim, também manitol por infusão. É aconselhável continuar uma hidratação adequada durante as 24 horas seguintes à administração do fármaco. A quantidade total de líquidos a ser administrada para cada tratamento varia com a modalidade de administração.
Precauções - PLATISTINE
a cisplatina deve ser administrada sob controle de médico especialista em quimioterapia2 antitumoral, exclusivamente em centros especializados e oportunamente aparelhados. Antes do início do tratamento e a cada ciclo, é necessário avaliar a função renal3 mediante controles de creatininemia, azotemia e clearance de creatinina4. Recomenda- se controlar a diurese5 e a concentração dos eletrólitos do soro6 incluindo a magnesemia. A toxicidade renal3 agrava-se com a repetição dos ciclos de tratamento. A função renal3 deve voltar ao normal antes de se administrar a dose seguinte. O uso concomitante de fármacos potencialmente nefrotóxicos como os antibióticos aminoglicosídeos pode comprometer gravemente a função renal3. Doses elevadas podem ser ototóxicas; é aconselhável avaliar a capacidade auditiva antes e com intervalos regulares durante o tratamento. A mielotoxicidade é dose-dependente; torna-se necessário controlar freqüentemente a crase hemática mediante contagem de eritrócitos, leucócitos7 e plaquetas8. A possível neurotoxicidade da cisplatina requer exames neurológicos regulares. Periodicamente é necessário controlar a função hepática. As reações do tipo anafilático podem ser controladas com anti-histamínicos, adrenalina e/ou glicocorticóides. Deve-se ter presente que a cisplatina em contato com o alumínio se degrada, não devendo, portanto, serem usados aparelhos contendo tal metal.
Reações adversas - PLATISTINE
nefrotoxicidade: recentes estudos clínicos indicam que uma hidratação adequada reduz a toxicidade renal3 imediata da cisplatina. A possível toxicidade renal3 após ciclos repetidos requer uma cuidadosa monitoração da função renal3. A disfunção renal3 é evidenciada por um aumento da azotemia, da creatininemia e da uricemia, além de diminuição do clearance de creatinina4. Foram também observados casos de hematúria9 microscópica. As lesões renais se localizam nos túbulos distais e nos ductos coletores. Toxicidade gastrintestinal: a maioria dos pacientes tratados com cisplatina se queixam de náuseas10 e vômitos11. Os sintomas12 se iniciam habitualmente dentro da primeira hora após o início do tratamento e duram até 24 horas. Anorexia13, náuseas10 e vômitos11 podem se prolongar até uma semana e às vezes estes sintomas12 são tão graves que obrigam a suspensão do tratamento. Mielotoxicidade: a cisplatina pode provocar uma depressão de leucócitos7, hemácias14 e plaquetas8; foi observada mielodepressão em 25- 30% dos pacientes. Observou-se anemia15 (queda da hemoglobina16 superior a 2 g/100 ml), leucopenia17 e trombocitopenia18, geralmente em torno do 15 - 20 dia após a administração as quais regridem por volta do 35º - 40º dia; o efeito é observado mais freqüentemente com a administração de doses elevadas. Ototoxicidade19: evidencia-se com ruídos e perda da audição nas freqüências mais elevadas (4000 - 8000 Hz); foi observada após uma dose única, mais parece estar relacionada com a dose total ou com a administração de doses elevadas; parece ser particularmente grave nas crianças; sua reversibilidade é ainda motivo de discussão. Neurotoxicidade: caracterizada, principalmente, por neuropatia periférica20, com parestesias21 nos membros superiores e inferiores, tremores. Foram observados casos de perda do paladar e do sentido do espaço. Estes distúrbios foram observados sobretudo após tratamentos prolongados embora tenha sido assinalada sua ocorrência também após uma única dose. Nesses casos o tratamento com cisplatina deve ser imediatamente suspenso. Os dados preliminares nos levam a crer que as neuropatias periféricas são, em alguns pacientes, irreversíveis. Reações do tipo anafilático: aparecem poucos minutos após a administração e consistem de edema22 facial, dispnéia23, broncospasmo, taquicardia24 e hipotensão25, que podem ser controladas por terapia adequada constituída por adrenalina, corticosteróides e anti-histamínicos. Hiperuricemia: cisplatina pode causar hiperuricemia, mais elevada com dose superior a 50 mg/m2, controlável mediante alopurinol. Hipomagnesiemia: em um certo número de pacientes foi documentada hipomagnesiemia assintomática; somente em pouquíssimos casos foram revelados sintomas12 de hipomagnesiemia.
Contra-Indicações - PLATISTINE
pacientes que apresentam antecedentes de alergia26 ao produto ou a outros compostos de platina. Contra- indicações relativas são: função renal3 diminuída, depressão medular, distúrbios auditivos. A cisplatina é contra-indicada na gravidez27 e durante a lactação28, pois possui atividade teratogênica e embriotóxica em camundongos. A cisplatina é mutagênica em bactérias e produz alterações cromossômicas em células cultivadas in vitro. O produto, como a maioria dos fármacos antitumorais e imunossupressores, demonstrou possuir propriedades cancerígenas nos animais em particulares condições experimentais. Embora não tenhamos atualmente informações suficientes, é possível que a cisplatina tenha influência sobre a fertilidade masculina e feminina.
Indicações - PLATISTINE
Platistine demonstrou possuir elevada atividade antitumoral, seja como agente isolado ou associado com outros fármacos antitumorais, especialmente nos tumores do testículo29 e do ovário30. Usado em poliquimioterapia, Platistine mostrou- se eficaz contra outros tumores sólidos: carcinoma31 da cabeça e do pescoço, da próstata32 e da bexiga33. Dados preliminares indicam que cisplatina é ativa também nos sarcomas, linfomas, câncer34 pulmonar, câncer34 esofagiano, câncer34 da tireóide, neuroblastoma e melanoma35 maligno.
Apresentação - PLATISTINE
frascos- ampola âmbar contendo 10 mg em 20 ml de solução, 25 mg em 50 ml de solução e 50 mg em 100 ml de solução.
PLATISTINE - Laboratório
PFIZER
Av. Monteiro Lobato, 2270
Guarulhos/SP
- CEP: 07190-001
Tel: 0800-16-7575
Site: http://www.pfizer.com.br
CNPJ nº 46.070.868/0001-69
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