TRIANCIL
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TRIANCIL®
Hexacetonido de Triancinolona
20 mg/ml
Para uso intra- articular.
Não utilizar por via intravenosa.FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES - TRIANCIL
Suspensão estéril 20 mg/ml Caixas com 1 frasco- ampola de 5 ml.
USO ADULTOCOMPOSIÇÃO - TRIANCIL
Cada ml de suspensão injetável (20 mg/ml) contem:
Hexacetonido de triancinolona .................... 20 mg
Veiculo* q.s.p. .................... 1 ml
*Veiculo: Polisorbato 80, sorbitol1 70%, álcool benzílico, água para injetáveis.INFORMAÇÕES AO PACIENTE - TRIANCIL
Ação esperada do medicamento: TRIANCIL® contem hexacetonido de triancinolona, medicamento com ção antiinflamatória, principalmente nos casos de bursite, artrite2 e tenossinovite.
Cuidados de armazenamento: Manter o frasco- ampola de TRIANCIL® em temperatura ambiente (15 a 30°C) e protegido da luz. Não congelar a suspensão.
Prazo de validade: Verificar o prazo de validade na embalagem externa. Não utilizar medicamento com o prazo de validade vencido.
Gravidez3 e lactação4: ao seu medico a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou apos o seu termino. Informar ao medico se esta amamentando.
Cuidados de administração: Siga a orientação do seu medico, respeitando sempre os horários, as doses e a
duração do tratamento. TRIANCIL® devera ser usado somente sob a orientação e prescrição do medico, que indicara a dose adequada para cada caso. A aplicação deve ser feita por profissional habilitado.
Interrupção do tratamento: Siga as instruções do seu medico; não interrompa o tratamento sem consulta- lo.
Reações adversas: ao seu medico o aparecimento de reações desagradáveis. Se ocorrer qualquer
reação indesejável, como dor de estomago5, náuseas6, dor de cabeça, tontura7 ou vermelhidão na pele, seu medico deve ser informado imediatamente.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias: medicamentos podem interferir ou apresentar reações com TRIANCIL®, portanto somente o medico deve definir a medicação a ser administrada.
Contra- indicações e precauções: ao seu medico sobre qualquer outro tratamento que estiver fazendo ou medicamento que estiver tomando.
Não deve ser usado durante a gravidez3 e a lactação4.
Não tome vacina8 contra varicela9 ou sarampo10, durante o tratamento. Caso tenha tido contato com pessoas que apresentem essas doenças, informe imediatamente ao seu medico.
TRIANCIL® não deve ser administrado nos casos de infecções por fungos, ou quando houver processo infeccioso em geral.
A tuberculose11 ativa e contra- indicação absoluta para o uso do hexacetonido de triancinolona.
Durante o tratamento, visite regularmente seu medico e realize os exames complementares solicitados. Periodicamente você devera fazer exames de sangue12, de urina13 e determinações das funções hepáticas.
Riscos da auto- medicação:
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO; PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.INFORMAÇÕES TÉCNICAS - TRIANCIL
CARACTERÍSTICAS - TRIANCIL
TRIANCIL® é uma suspensão estéril de hexacetonido de triancinolona. O hexacetonido e um éster, do potente glicocorticóide triancinolona, que e relativamente insolúvel (0,0002% a 25°C) em agua. Quando injetado intra- articularmente e absorvido de forma lenta a partir do local da injeção14.FARMACODINÂMICA - TRIANCIL
Fisiologicamente ocorrem glicocorticóides (hidrocortisona) que também tem a propriedade de reter agua, e
são usados como terapia de reposição nos estados de deficiência adrenocortical. Os seus análogos sintéticos são principalmente usados por seus potentes efeitos antiinflamatórios em vários distúrbios do organismo.
Os glicocorticóides causam profundos e variados efeitos metabólicos. Adicionalmente eles modificam a resposta imune aos diversos estímulos.
Muitas substancias participam do processo inflamatório, são elas: histamina, bradicinina, interleucinas, plaquetas15, leucotrienos, tromboxanos e prostaglandinas.
As prostaglandinas são substancias liberadas pelas celulas lesadas do organismo (lesadas por batidas, vírus16, bactérias e doencas auto- imunes), e que vão provocar a inflamação17 através do aumento de celulas de defesa (leucócitos18), dilatação e aumento da permeabilidade das veias19 e artérias.
O hexacetonido de triancinolona - TRIANCIL® - modula a resposta inflamatória, dependendo da dose pode ate anulá-la, de forma a impedir que lesões e sequelas irreversíveis ocorram nos pacientes que sofrem este tipo de patologia.ABSORÇÃO, METABOLISMO20 E ELIMINIÇÃO - TRIANCIL
Absorção:
Local: é absorvido lentamente, porem por completo.
Metabolismo20:
Principalmente hepático (rápido); também renal21 e tissular; a maior parte e transformada em metabolitos inativos.
Os corticosteróides fluorados se metabolizam mais lentamente que outros componentes do grupo.
Excreção:
Renal21 dos metabolitos inativos.INDICAÇÕES - TRIANCIL
Como terapia adjuvante para curto- prazo nos casos de:
Sinovite por osteoartrite22.
Bursite aguda e subaguda.
Epicondilite.
Osteoartrite22 pós- traumática.
Artrite reumatóide23.
Artrite2 aguda por gota24 úrica.
Tenosinovite não especifica.CONTRA-INDICAÇÕES - TRIANCIL
Infecções fúngicas sistêmicas.A tuberculose11 ativa e contra- indicação absoluta para o uso do hexacetonido de triancinolona.
É CONTRA- INDICAÇÃO FORMAL O USO DO HEXACETONIDO DE TRIANCINOLONA EM AFECÇÕES COM PROCESSO INFECCIOSO.
ADVERTÊNCIAS - TRIANCIL
Em pacientes com terapia de corticosteróides sujeitos a situações incomuns de estresse, é indicado o aumento da dosagem dos corticosteróides de ação rápida antes, durante e após a situação de tensão.
Os corticosteróides podem mascarar alguns sinais25 de infecção26 e novas infecções podem aparecer durante
seu uso. Poderá haver uma diminuição da resistência e incapacidade de localizar a infecção26 quando os corticosteróides estiverem sendo utilizados.
O uso prolongado de corticosteróides pode produzir cataratas subcapsulares posteriores, glaucoma27 com
possível dano dos nervos óticos e pode aumentar o estabelecimento de infecções oculares secundárias
devido a fungos ou vírus16.
Doses médias ou elevadas de cortisona ou hidrocortisona podem causar uma elevação da pressão sangüínea28, retenção de sal e água e aumento da excreção de potássio.
Poderá ser necessária a restrição de sal da dieta e uma suplementação de potássio. Todos os corticosteróides aumentam a excreção de cálcio.
ENQUANTO ESTIVEREM SOB TERAPIA COM CORTICOSTERÓIDES, OS PACIENTES NÃO DEVEM SER VACINADOS CONTRA VARÍOLA. OUTROS PROCESSOS DE IMUNIZAÇÃO29 NÃO DEVEM SER FEITOS, DEVIDO AOS POSSÍVEIS RISCOS DE COMPLICAÇÕES NEUROLÓGICAS E À FALTA DE RESPOSTA DE ANTICORPOS30.
Pacientes em tratamento com drogas supressivas do sistema imunológico são mais suscetíveis às infecções
do que pessoas saudáveis. A varicela9 e o sarampo10 podem ter um curso mais grave ou até fatal em crianças ou adultos não imunizados tratados com corticosteróides.
Nesses casos deve ser evitada a exposição dos pacientes a essas doenças ou, caso ocorra, é indicada a profilaxia com imunoglobulina de varicela9 zoster31 (VZIG) ou imunoglobulina (IG) intramuscular para o sarampo10.PRECAUÇÕES - TRIANCIL
O uso da suspensão estéril de TRIANCIL® na tuberculose11 ativa, deve ser restringido aos casos de tuberculose11 fulminante ou disseminada, na qual o corticosteróide é utilizado em conjunto com o apropriado tratamento antituberculose.Pacientes com tuberculose11 latente ou reatividade à tuberculina devem ser observados cuidadosamente, pois pode ocorrer reativação da doença. O uso prolongado de corticosteróides exigirá quimioprofilaxia simultânea.
A injeção14 de dosagem excessiva intralesão ou sublesão, mediante dose única ou múltipla, pode causar atrofia32 cutânea ou subcutânea na área tratada.
Os corticosteróides devem ser utilizados com precaução nas seguintes situações:
Hipotireoidismo33 e cirrose34: pode haver aumento dos efeitos.
Herpes ocular: risco de perfuração da córnea.
Colite35 ulcerativa não específica: se houver probabilidade de perfuração iminente, abcesso ou outra infecção26
piogênica, diverticulite36, anastomoses intestinais recentes, úlcera péptica37 ativa ou latente, insuficiência renal38,
osteoporose39 e miastenia40 grave.
Gravidez3
Os corticosteróides atravessam a placenta. Estudos em animais têm demonstrado que os corticosteróides
aumentam a incidência41 de palato fendido, insuficiência42 placentária, abortos espontâneos e retardo no crescimento intra- uterino. Embora não se tenha realizado estudos adequados em humanos, deve-se considerar a relação risco-benefício, pois existem dados indicativos de que os corticosteróides em doses farmacológicas podem aumentar o risco de insuficiência42 placentária, de diminuição do peso e até, morte do recém-nascido. Não foram confirmados efeitos teratogênicos em humanos.
Bebês43 nascidos de mães que receberam doses importantes de corticosteróides durante a gravidez3, devem ser cuidadosamente observados para verificar se há sinais25 de hipoadrenalismo.
Amamentação44
Não há relatos de problemas em humanos. É provável que a administração de doses fisiológicas ou de
doses farmacológicas baixas (o equivalente a 25 mg de cortisona ou a 5 mg de prednisona ao dia) não afete
negativamente o bebê. Não se recomenda o emprego de doses farmacológicas maiores pois os corticosteróides são eliminados no leite materno e podem causar a supressão do crescimento e inibição da produção de esteróides endógenos no lactente45.
Pediatria
O uso crônico46 de corticosteróides ou corticotrofina pode inibir o crescimento e o desenvolvimento das
crianças ou adolescentes e portanto devem ser usados com precaução.
Monitoração do paciente
Determinação da função do eixo hipotalâmico- hipofisário- adrenal (HHA), pode ser necessário durante e
depois da supressão do tratamento com doses elevadas ou a longo prazo superior a 3 semanas, para detectar (ou determinar o grau de) insuficiência42 adrenal secundária e avaliar a capacidade de resposta do paciente ao estresse; a completa recuperação da função adrenal pode necessitar um período de até 1 ano depois do uso prolongado, especialmente com doses elevadas; em alguns pacientes submetidos a tratamento deste tipo, a completa recuperação pode não ser alcançada.
Como a secreção mineralocorticóide pode ser afetada, deve ser administrado concomitantemente sal ou um
mineralocorticóide.
Estudos rotineiros de laboratório, como análise de urina13, açúcar47 pós- prandial no sangue12, duas horas após
a refeição, controle da pressão arterial, peso do corpo, e radiografia do tórax48 devem ser feitos regularmente
durante terapia prolongada. Nos pacientes com história de úlcera49 ou dispepsia50 significativa, é importante a
radiografia do trato gastrointestinal superior.
Uso parenteral de corticosteróides
A injeção14 intra- articular pode produzir efeitos sistêmicos além dos efeitos locais. Um exame apropriado de
qualquer fluido presente nas articulações é necessário para excluir processos sépticos.
O aumento acentuado da dor acompanhado de tumefação local, restrição aumentada dos movimentos articulares, febre51 e mal- estar, sugerem artrite2 séptica. Nos casos confirmados deverá ser instituída terapia antimicrobiana.
A injeção14 de corticosteróide em articulação previamente infectada, deve ser evitada. Do mesmo modo, não
devem ser injetados corticosteróides em articulações instáveis.INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS - TRIANCIL
Embora a absorção do hexacetonido de triancinolona seja fraca, podem ocorrer interações medicamentosas
potenciais, quando empregado simultaneamente com as seguintes drogas:
Anfotericina B parenteral ou inibidores da anidrase carbônica - pode provocar uma hipocalcemia52 severa
Triancil® hexacetonido de triancinolona e durante a administração conjunta deve- se controlar as concentrações séricas de potássio e a função cardíaca.
Hipoglicemiantes orais53 ou insulina54 - os glicocorticóides podem aumentar a glicose55 no sangue12 devido à sua
atividade hiperglicemiante intrínseca; durante o emprego simultâneo pode ser necessário um ajuste na dosagem de um ou de ambos os compostos; também pode ser necessário ajustar a dosagem do hipoglicemiante56 quando se interrompe tratamento com glicocorticóides.
Anticonceptivos orais que contenham estrógenos - podem alterar o metabolismo20 e a ligação à proteína
dos glicocorticóides.
Glicosídios digitálicos - pode aumentar a possibilidade de arritmias ou de toxicidade digitálica associada a
hipocalcemia52.
Diuréticos57 - as ações dos glicocorticóides na retenção de sódio e líquidos, podem diminuir os efeitos diuréticos57 e natriuréticos destes fármacos, e vice-versa.
Indutores das enzimas hepáticas - pode diminuir o efeito corticosteróide pelo aumento no metabolismo20
dos corticosteróides.
Imunossupressores - pode aumentar o risco de infecção26 e a possibilidade de desenvolvimento de linfomas ou outros transtornos linfoproliferativos; estes neoplasmas podem estar associados a infecções produzidas pelo vírus16 Epstein-Barr.
Mitotano - durante a terapia com mitotano não se recomenda o uso terapêutico de corticotrofina pois sua resposta adrenal será reduzida: suprime a função adrenocortical. Durante a administração de mitotano normalmente requer-se um suplemento de glicocorticóides.
Ritodrina - o uso simultâneo de ritodrina, para inibir o parto prematuro, com glicocorticóides de ação
prolongada (para acelerar a maturação do pulmão58 fetal) pode ocasionar um edema59 pulmonar na mãe, há
descrições de casos de morte materna; quando se usa simultaneamente; ao menor sinal60 de edema59 pulmonar ambas as medicações devem ser suspensas.
Medicamentos ou alimentos que contenham sódio - o emprego com doses farmacológicas de glicocorticóides ou corticotrofina pode provocar edema59 e aumentar a pressão arterial, possivelmente até níveis de hipertensão61.REAÇÕES ADVERSAS - TRIANCIL
As doses farmacológicas de glicocorticóides diminuem a resistência à infecção26; o paciente pode estar predisposto a infecções bacterianas, fúngicas, parasitárias e virais durante e no período posterior ao tratamento. Além disso podem- se mascarar os sintomas62 de começo ou de progressão da infecção26, dificultando o diagnóstico63 e a avaliação da eficácia do tratamento.O risco de que se produzam efeitos adversos com doses farmacológicas de glicocorticóides, geralmente aumenta com a duração do tratamento ou com a freqüência de administração e, em menor grau, com a dosagem.
A administração local de glicocorticóides (injeção14 local) reduz, mas não elimina, o risco de efeitos sistêmicos.
O risco de que se produzam efeitos adversos tanto sistêmicos como locais aumenta com a freqüência de
administração por via injeção14 local. Os efeitos adversos das injeções locais (além dos enumerados mais adiante) podem incluir reações alérgicas locais, lesões a tecidos articulares, formação de escaras, endurecimento, osteonecrose, ruptura de tendões e, raramente, infecção26.
Os seguintes efeitos adversos foram selecionados em função de sua possível importância clínica:
Distúrbios de líquidos e eletrólitos:
Retenção de sódio.
Retenção de líquidos.
Insuficiência cardíaca congestiva64 em pacientes suscetíveis.
Perda de potássio.
Alcalose65 hipocalêmica.
Hipertensão61.
Músculo- esqueléticos:
Fraqueza muscular.
Miopatia de esteróide.
Perda de massa muscular.
Osteoporose39.
Fraturas de compressão vertebral.
Necrose66 asséptica da cabeça do fêmur67 e do úmero68.
Fratura69 patológica de ossos longos70.
Gastrointestinais:
Úlcera péptica37 com possível perfuração subseqüente e hemorragia71.
Pancreatite72.
Distensão abdominal.
Esofagite73 ulcerativa.
Dermatológicos:
Pele delgada e frágil.
Petéquias e equimoses.
Eritema74 facial.
Aumento da sudorese75.
Em testes alérgicos da pele podem ocorrer resultados falso- negativos.
Neurológicos:
Convulsões.
Aumento da pressão intracraniana com papiledema (pseudotumor cerebral) geralmente após tratamento.
Vertigem76.
Dor de cabeça.
Endócrinos:
Irregularidades menstruais.
Desenvolvimento de estados cushingóides.
Supressão do crescimento nas crianças.
Falta de resposta adrenocortical e pituitária secundária, particularmente em ocasiões de estresse, como trauma, cirurgia ou doença.
Tolerância diminuída a carboidratos.
Manifestações de diabetes melito77 latente.
Maiores necessidades de insulina54 ou agentes hipoglicêmicos orais em diabéticos.
Oftálmicos:
Catarata78 subcapsular posterior.
Aumento da pressão intra- ocular.
Glaucoma27.
Exoftalmia.
Metabólicos:
Equilíbrio de nitrogênio negativo devido ao catabolismo79 de proteínas80.
As seguintes reações adversas adicionais estão relacionadas com terapia de corticosteróide parenteral e
intralesões.
Em casos raros, cegueira associada com terapia intralesões em torno da órbita ou intranasalmente:
Hiperpigmentação ou hipopigmentação.
Atrofia32 subcutânea ou cutânea.
Abscesso81 estéril.
Calcinose.
Reações anafilactóides têm sido informadas raramente
com produtos desta classe.POSOLOGIA - TRIANCIL
Geral
A dosagem inicial de suspensão estéril de hexacetonido de triancinolona - TRIANCIL® pode variar de 2 a 48 mg por dia, dependendo da doença especifica a ser tratada. Em situações de menor gravidade, doses menores geralmente são suficientes, mas alguns pacientes requerem doses iniciais de ataque mais elevadas. De modo geral, as doses parenterais variam entre 1/3 ou a metade da dose oral a cada 12 horas. Contudo, em algumas situações especiais em casos agudos e/ou muito graves, quando há risco de vida, a administração das doses deve ser ajustada e pode exceder as doses orais.
A dosagem inicial deve ser mantida ou ajustada ate que uma resposta satisfatória seja observada. Se, apos
um período razoável, não houver uma resposta clinica favorável, o medicamento deve ser descontinuado e outra terapia apropriada devera ser dada ao paciente.
E necessário constantemente monitorar e ajustar a dose ótima para o paciente, levando em consideração situações de remissão ou exacerbação dos sintomas62, de modo a adaptar a dosagem ao seu estado clinico.
A resposta clinica ao medicamento varia individualmente e de acordo com a exposição do paciente a outras
situações estressantes que apesar de não estarem diretamente relacionadas a doença original podem
desencadear reações que exijam ajuste da dose. Nesta ultima situação pode ser necessário aumentar a dose do hexacetonido de triancinolona por um período consistente com as condições do paciente. Se apos uma terapia de longo prazo, a droga tiver que ser interrompida, e recomendável a retirada de forma gradual, evitando- se a interrupção abrupta.INSTRUÇÕES DE USO - TRIANCIL
Uma assepsia perfeita e técnica obrigatória. O uso de um anti- séptico local, como o etilcloreto tópico82, esta indicado antes de ser aplicada a injeção14.
A seringa83 deve ser agitada suavemente para se obter uma suspensão homogênea antes do seu uso.
Diluição
O hexacetonido de triancinolona - TRIANCIL® - em suspensão pode ser diluído em dextrose84 a 5% ou 10%, em solução glicofisiológica, em solução fisiológica ou em agua destilada estéril. A diluição ótima e a de 1:1, 1:2 ou 1:4 e deve ser determinada pela natureza da lesão, seu tamanho, a profundidade da injeção14, o volume necessário e a localização da lesão.
De modo geral, as injeções superficiais devem ser realizadas com diluição maior. Algumas condições como
quelóides, requerem uma suspensão menos diluída, como por exemplo 5 mg/ml, com variação de dose e diluição de acordo com as condições dos pacientes. A dosagem, diluição e frequência das injeções subsequentes são determinadas pela resposta clinica.
O hexacetonido de triancinolona em suspensão pode ser misturado com um anestésico local injetável, como
cloridrato de Lidocaína a 1% ou 2%, que não contenha parabenos. Não devem ser utilizados diluentes contendo conservantes como metilparabeno, propilparabeno, fenol ou outros, uma vez que podem causar a floculação do esteróide. Uma vez diluída, a suspensão mantem a sua potencia por ate três dias, mas devem ser tomados cuidados especiais para evitar a contaminação do conteúdo descartando- se o produto diluído apos esse prazo.
Intra- articular
Dose media 2 a 20 mg (0,1 ml a 1 ml).
A dose depende do tamanho da articulação a ser injetada, do grau de inflamação17 e da quantidade de
fluido presente.
Em geral grandes articulações como joelho, quadril e ombro, requerem 10 a 20 mg. Nas pequenas juntas
(interfalangiana, metacarpofalangeana) poderão ser empregados de 2 a 6 mg.
Quando a quantidade de liquido sinovial esta aumentada, e preciso fazer uma aspiração antes de injetar o
medicamento. As doses subsequentes e a frequencia das injeções devem ser avaliadas de acordo com a
resposta clinica.
A frequencia habitual das injeções em uma mesma articulação e a de uma aplicação a cada 3 ou 4 semanas, não sendo recomendável frequencia maior do que a citada.
Para evitar o problema de destruição da articulação a frequencia das injeções deve ser a menor possível, embora consistente com as necessidades do paciente.
Atenção: evite deixar depósitos da droga ao longo da agulha pois isto pode causar atrofia32.CONDUTA NA SUPERDOSAGEM - TRIANCIL
O risco de superdosagem ocorre por uso inadequado ou erro na aplicação, podendo provocar a exacerbação das reações adversas.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Manter em temperatura ambiente (15 a 30C) e proteger da luz.
Não congelar.
Nº Lote; Data de Fabricação e Validade: vide Cartucho.
MS - 1.0118.0140
Farmacêutico Responsável:
Dr. Eduardo Sérgio Medeiros Magliano
CRF SP nº .179
APSEN FARMACÊUTICA S/A
Rua La Paz, nº /67 - Santo Amaro
CEP 04755- 020 - São Paulo - SP
CNPJ 62.462.015/0001- 29
Indústria Brasileira
TRIANCIL - Laboratório
APSEN
RUA LA PAZ, 37/67. Santo Amaro.
São Paulo/SP
- CEP: 04755020
Tel: 0800 165678
Email: infomed@apsen.com.br
Site: http://www.apsen.com.br/
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