Preço de MECLIN em Woodbridge/SP: R$ 20,96

MECLIN

APSEN

Atualizado em 09/12/2014

Meclin

Cloridrato de meclizina

Identificação do Produto de Meclin

Nome do medicamento: Meclin Denominação genérica: cloridrato de meclizina

Forma Farmacêutica, Via de Administração e Apresentações de Meclin

USO ORAL

Comprimidos de 25 mg. Caixa com 15 comprimidos
Comprimidos de 50 mg. Caixa com 15 comprimidos

USO ADULTO

Composição de Meclin

Cada comprimido contém: Cloridrato de meclizina .................... 25 mg e 50 mg
Excipientes* q.s.p. .................... 1 comprimido
*Excipientes: fosfato de cálcio tribásico, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, lactose1, celulose microcristlina, dióxido de silício coloidal, corante FD&C amarelo.

Informações ao Paciente de Meclin

Ação de Meclin

MECLIN, cujo princípio ativo é o cloridrato de meclizina, é um antiemético2, antivertiginoso e anticinetótico, usado na prevenção e tratamento da cinesia, vertigem3, náuseas4 e vômitos5 induzidos pela radioterapia6 e no tratamento de náuseas4 e vômitos5 durante a gravidez7. A meclizina é rapidamente absorvida após administração oral. O metabolismo8 da droga é provavelmente no fígado9. A ação tem início em aproximadamente 1 hora. A ação prolongada e os efeitos de uma dose única persistem por 24 horas após a administração. A eliminação ocorre pelas fezes de forma inalterada e pela urina10.

Indicações de Meclin

MECLIN, cujo princípio ativo é o cloridrato de meclizina, é indicado:

Profilaxia e Tratamento de Cinesia. A meclizina é indicada para a profilaxia e tratamento de náusea11, vômito12, e tontura13 associados à doença do movimento ou radioterapia6.

Profilaxia e Tratamento da Vertigem3: A meclizina pode ser efetiva no tratamento da vertigem3 associada
à doenças que afetam o sistema vestibular14, como as labirintites15 e Doença de Menière.

Tratamento e Profilaxia de Náuseas4 e Vômitos5: Induzidos pela Radioterapia6: A meclizina é indicada para a profilaxia e tratamento de náuseas4, vômitos5 e tontura13 associada à radioterapia6.

Tratamento de Náuseas4 e Vômitos5 durante a Gravidez7.

Riscos de Meclin

    Contra-indicações
Nos casos de hipersensibilidade ao cloridrato de meclizina ou aos constituintes da formulação do produto.

Precauções e advertências
O risco-benefício da meclizina deve ser considerado nos seguintes casos:

Obstrução do colo16 da bexiga17 ou hiperplasia18 prostática sintomática19: os efeitos anticolinérgicos da meclizina podem precipitar a retenção urinária20.

Obstrução gastroduodenal: pode ocorrer diminuição da motilidade e do tônus, agravando a retenção gástrica e a obstrução.

Predisposição a glaucoma21 de ângulo fechado: o aumento da pressão intraocular22 pode precipitar um ataque agudo23 de glaucoma21 de ângulo fechado.

Doença pulmonar, crônica obstrutiva: a redução na secreção brônquica pode causar inspissação e formação de tampão bronquial.

Este produto contém o corante amarelo de TARTRAZINA que pode causar reações de natureza alérgica,
entre as quais asma24 brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao Ácido Acetilsalicílico.

Gravidez7
Estudos epidemiológicos em mulheres grávidas não mostraram que a meclizina causa aumento no risco de anormalidades fetais.
Estudos em ratos mostraram que a meclizina causa fenda palatina quando administrada na dose correspondente a 25 a 50 vezes a dose recomendada em humanos.

Amamentação25
A meclizina pode ser distribuída no leite materno. Entretanto, problemas em humanos não foram documentados.
Devido a sua ação anticolinérgica, a meclizina pode inibir a lactação26.

Pediatria
Não há informação disponível entre a relação da idade e os efeitos da meclizina em pacientes pediátricos.
Entretanto, é de conhecimento que pacientes pediátricos exibem aumento da sensibilidade aos anticolinérgicos, que são farmacologicamente relacionados à meclizina.

Pacientes com insuficiência hepática27
Por se tratar de uma droga metabolizada no fígado9, recomenda-se especial precaução em pacientes com
doenças hepáticas28.

Geriatria
Não há informação disponível entre a relação da idade e os efeitos da meclizina nos pacientes geriátricos.
Entretanto, é de conhecimento que pacientes geriátricos exibem aumento da sensibilidade aos anticolinérgicos, que são farmacologicamente relacionados à meclizina. Entretanto, constipação29, secura de boca30, e retenção urinária20 (especialmente em homens) são mais prováveis de ocorrer em pacientes idosos.

Interferência em exames laboratoriais
Até o momento não existem dados disponíveis relacionados à interferência da meclizina em exames laboratoriais.
MECLIN pode causar sonolência, desta forma, os pacientes em tratamento devem ter cuidado ao dirigir, operar máquinas, ou participar de qualquer outra atividade perigosa, até que estejam certos de que MECLIN não afeta seu desempenho.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez7 desde que sob prescrição médica ou do
cirurgião-dentista.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde31.

Interações medicamentosas
Álcool e medicamentos depressores do sistema nervoso central32: o uso concomitante com a meclizina
pode potencializar os efeitos de depressão do sistema nervoso central32 destes medicamentos ou da meclizina.
Anticolinérgicos e medicamentos com atividade anticolinérgica: o uso concomitante com a meclizina pode potencializar os efeitos anticolinérgicos.
Apomorfina: a administração prévia de meclizina pode diminuir a resposta emética da apomorfina.

Modo de Usar de Meclin

O produto MECLIN é apresentado na forma de comprimidos de 25 mg e 50 mg de cloridrato de meclizina.
Os comprimidos de MECLIN (cloridrato de meclizina) são redondos, de cor amarelada, inodoros e insípidos.
O produto é de uso oral.

Adultos
Dose usual em adultos e adolescentes:
Profilaxia e tratamento em cinesias: 25 a 50 mg, uma hora antes de viajar. A dose pode ser repetida a cada
24 horas, se necessário.

Profilaxia e tratamento em vertigem3: 25 a 100 mg por dia, como necessário, em doses divididas.

Profilaxia e tratamento em náusea11 e vômito12 induzidos por radioterapia6: 50 mg, 2 a 12 horas antes da radioterapia6.

Tratamento de náuseas4 e vômitos5 da gravidez7: 25 a 100 mg por dia, como necessário, em doses divididas.

Conduta necessária caso haja esquecimento de administração
Caso você esqueça de tomar MECLIN (cloridrato de meclizina) no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.

Reações Adversas de Meclin

A reação adversa de incidência33 mais freqüente é a sonolência. As reações adversas de incidência33 menos freqüente ou rara são visão34 borrosa, secura de boca30, de nariz35 e de garganta36.

ATENÇÃO: Este produto é um novo medicamento e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, podem ocorrer efeitos indesejáveis não conhecidos. Se isto ocorrer, o médico responsável deve ser comunicado.

Conduta em Casos de Superdose de Meclin

Em caso de superdose acidental, consultar o médico imediatamente.
Conduta na Superdose: na eventualidade da ingestão de doses muito acima das preconizadas, recomenda-
se adotar as medidas habituais de controle das funções vitais, como nível de consciência, pressão arterial37, freqüência cardíaca e respiratória.

Cuidados de Conservação de Meclin

MECLIN deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C), ao abrigo da umidade e protegido da luz.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Informações Técnicas Aos Profissionais de Saúde31 de Meclin

Características farmacológicas
As múltiplas aplicações clínicas da meclizina estão ligadas ao seu amplo mecanismo de ação.
Por ser basicamente um anti-histamínico atua bloqueando os receptores H1 da histamina38, inibindo sua ação através do bloqueio dos receptores muscarínicos no cérebro39. Porém, ao contrário da maioria dos anti-histamínicos, apresenta baixa afinidade pelos receptores muscarínicos, o que em última análise, proporciona um menor número de reações adversas.
A meclizina possui propriedades anticolinérgicas, antieméticas, antiespasmódicas, depressora do sistema nervoso central32 e anestésica local.
O mecanismo dos efeitos antieméticos40 com a meclizina parece estar relacionado com a inibição do centro do vômito12 no tronco cerebral41. A meclizina também reduz a excitabilidade dos neurônios42 no núcleo vestibular43 e afeta as vias neuronais originadas do labirinto44.
Nos transtornos motores, impulsos dos receptores vestibulares45 são transmitidos para os núcleos vestibulares45, para áreas mais primitivas do cerebelo46 e para as áreas do tronco cerebral41. Os efeitos anticolinérgicos centrais da meclizina presumivelmente inibem o aumento da atividade dos neurônios42 colinérgicos nos núcleos vestibulares45 e áreas reticulares47, prevenindo a ativação do centro do vômito12.
A duração da ação da meclizina (acima de 24 horas) é maior do que a de outros antihistamínicos usados
em transtornos motores e vertigem3 (dimenidrinato, difenidramina, ciclizina, buclizina). A medicação é indicada para o tratamento de náusea11, vômito12 e tontura13 associados com transtornos motores.
As outras indicações incluem a prevenção e o tratamento do vômito12 que está associado com a vertigem3 de origem vestibular43, como a labirintite48 e a doença de Meniére.

Farmacocinética
Após administração oral, a meclizina é rapidamente absorvida, seu início de ação é em torno de 1 hora
no caso de transtornos motores e vertigem3.

Biodisponibilidade
A ação prolongada e os efeitos de uma dose única persistem por 24 horas após a administração. A meia vida da meclizina é de 6 horas.

Transporte e Metabolismo8
A via metabólica da meclizina não é totalmente conhecida em humanos. Estudos em animais indicam que a meclizina é metabolizada, provavelmente no fígado9, em norclorciclizina, um derivado da piperazina. Este metabólito49 é distribuído pela maioria dos tecidos e atravessa a barreira placentária.

Excreção:
Após administração oral, a meclizina é excretada pelas fezes de forma inalterada e pela urina10 como norclorciclizina.

Resultados de eficácia
Estudos clínicos sobre a eficácia do cloridrato de meclizina
Em 1975, Milkovich e van den Berg, em um estudo prospectivo50 amplo, avaliando a evolução de gestantes que utilizaram fármacos antinauseantes no primeiro trimestre da gestação, foram categóricos em sua conclusão: não houve indicação de que os derivados fenotiazínicos, especificamente os derivados da proclorperazina, assim como a meclizina, a ciclizina e o Bendectin, estivessem associados com teratogenicidade. (Milkovich L, van den Berg B An evaluation of the teratogenicity of certain antinauseant drugs Am J Obstet Gynecol 1976 125(2): 244-8)

Em 1994, Seto e cols. publicaram uma metanálise demonstrando claramente que o uso de antihistamínicos,
incluindo a meclizina, para o tratamento de NVG, mesmo no primeiro trimestre de gestação, era seguro e não teratogênico51. (Seto A, Einarson T, Koren G Pregnancy outcome following first trimester exposure to antihistamines: meta-analysis Am J Perinatol 1994 14: 119-24)
Em 2002, Magee e cols. descreveram, em um artigo de medicina baseada em evidências, que a meclizina e outros antihistamínicos eram eficazes e seguros para o tratamento da NVG. (Magee LA, Mazzotta P, Koren G Evidence-based view of safety and effectiveness of pharmacologic therapy for nausea11 and vomiting of pregnancy (NVP) Am J Obstet Gynecol 2002 186: S256-61)

Em importante artigo de revisão, Anne Leathem faz uma análise da eficácia e segurança das principais drogas utilizadas no tratamento de náusea11 e vômitos5 da gravidez7. Neste artigo aborda a retirada da Doxilamina do mercado nos Estados Unidos, pelas evidências de que aumentava o risco de alterações fetais. Faz também uma análise de falta de evidências da segurança do uso da Metoclopramida e do potencial teratogênico51, ainda que pequeno, do Dimenidrato. (Leathem AM Safety and efficacy of antiemetics used to treat nausea11 and vomiting in pregnancy Clinical Pharmacy 1986 5: 660-8)

Com o objetivo de avaliar os efeitos da meclizina no sistema vestibular14, Martin e Oosterveld realizaram
um estudo com 60 indivíduos, 30 normais e 30 portadores de labirintopatias. Os indivíduos normais receberam placebo52 e/ou medicação, enquanto os portadores de labirintopatia receberam a medicação. Foram avaliados os valores, antes e depois da medicação ou placebo52, para: nistagmo53 posicional, resposta a estimulação calórica bitermal e reação a aceleração angular. Os resultados mostraram uma significante redução do tempo do nistagmo53 no grupo dos labirintopatas e dos normais que receberam a droga, quando submetidos ao teste da aceleração angular. No teste da aceleração linear, também houve um decréscimo da amplitude do movimento ocular nos indivíduos que receberam a droga (labirintopatas ou não). Concluem os autores que, em vista a baixa incidência33 de efeitos colaterais54 e significante redução da excitabilidade vestibular43, a meclizina deve ser largamente utilizada no tratamento ambulatorial de pacientes portadores de labirintopatias. (Martin N, Oosterveld WJ, The vestibular43 effects of meclizine hydrochloride-niacin combination (antivert), Acta Otolaryng 70, 6-9, 1970)

Horak e colaboradores realizaram um estudo comparativo para analisar a redução de tontura13 e desequilíbrio em 25 pacientes portadores de afecção55 vestibular43 crônica, com no mínimo 6 meses de duração. Foram divididos em 3 grupos: o primeiro foi orientado para os exercícios de reabilitação vestibular43; o segundo para exercícios gerais e o terceiro foi medicado com meclizina.Os critérios avaliados foram o equilíbrio e a freqüência das crises de vertigem3.Os resultados foram surpreendentes, pois o grupo tratado com meclizina apresentou expressiva redução na vertigem3, mesmo em se tratando de casos crônicos (Horak FB, Jones-Rycewicz C, Black O, Shumway-Cook A, Effects of vestibular43 rehabilitation on dizziness and imabalnce, Otolaryngology-Head and Neck Surgery 106(2), 175-180, 1992)

Cohem e deJong realizaram um estudo duplo-cego56, cruzado, randomizado57, comparativo, entre meclizina
e placebo52 no tratamento da vertigem3 de origem vestibular43. Foram incluídos 31 pacientes, com os sinais58, sintomas59 e etiologia60. Na avaliação dos resultados, a meclizina foi muito superior ao placebo52, reduzindo a freqüência e severidade dos ataques, bem como os sinais58 e sintomas59 relacionados à vertigem3, tais como; náuseas4, nistagmo53 posicional e instabilidade postural. (Cohen B, deJong V, Meclizine and placebo52 in treating vertigo of vestibular43 origin, Arch Neurol 27, 129-135, 1972;)

Oenbrink, médico americano especialista em navegação, relata os bons resultados com a meclizina no tratamento das cinetoses61 provocadas em passageiros de cruzeiros marítimos. Nas companhias de navegação em que trabalha, como rotina é oferecido pelo serviço de quarto, comprimidos de 25 mg de meclizina aos passageiros que começam a sofrer com a cinetose62. Relata também os maus resultados e complicações acarretados pela escopolamina, outra droga disponível em alguns países para esta indicação, que obrigam a pronta intervenção no ambulatório médico de bordo. Reforça também a preocupação com a segurança da medicação, uma vez que é muito alta a incidência33 de passageiros idosos e portadores de múltiplas afecções63, em cruzeiros marítimos (Oenbrink RJ, Another approach to motion sickness, Readers'
Forum 90 (6), p. 44-5, 1991)

Indicações de Meclin

MECLIN, cujo princípio ativo é o cloridrato de meclizina, é indicado:

Profilaxia e Tratamento de Cinesia. A meclizina é indicada para a profilaxia e tratamento de náusea11, vômito12, e tontura13 associados à doença do movimento ou radioterapia6.

Profilaxia e Tratamento da Vertigem3: A meclizina pode ser efetiva no tratamento da vertigem3 associada à doenças que afetam o sistema vestibular14, como as labirintites15 e Doença de Menière.

Tratamento e Profilaxia de Náuseas4 e Vômitos5: Induzidos pela Radioterapia6: A meclizina é indicada para a profilaxia e tratamento de náuseas4, vômitos5 e tontura13 associada à radioterapia6.

Tratamento de Náuseas4 e Vômitos5 durante a Gravidez7

Contra-Indicações de Meclin


Nos casos de hipersensibilidade ao cloridrato de meclizina ou aos constituintes da formulação do produto.

Modo de Usar e Cuidados de Conservação Depois de Aberto de Meclin

    O produto MECLIN é de uso oral.
Os comprimidos de MECLIN (cloridrato de meclizina) são redondos, de cor amarelada, inodoros e insípidos.
O produto deve ser mantido em sua embalagem original, na temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), ao abrigo da umidade e protegidos da luz.

Posologia de Meclin

Adultos
Dose usual em adultos e adolescentes:

Profilaxia e tratamento em cinesias: 25 a 50 mg, uma hora antes de viajar. A dose pode ser repetida a cada 24 horas, se necessário.

Profilaxia e tratamento em vertigem3: 25 a 100 mg por dia, como necessário, em doses divididas.

Profilaxia e tratamento em náusea11 e vômito12 induzidos por radioterapia6: 50 mg, 2 a 12 horas antes da radioterapia6.

Tratamento de náuseas4 e vômitos5 da gravidez7: 25 a 100 mg por dia, como necessário, em doses divididas.

Conduta necessária caso haja esquecimento de administração
Caso você esqueça de tomar MECLIN (cloridrato de meclizina) no horário estabelecido pelo seu médico,
tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a
dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo
seu médico. Neste caso, não tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas.

Advertências de Meclin

O risco-benefício da meclizina deve ser considerado nos seguintes casos: Obstrução do colo16 da bexiga17 ou hiperplasia18 prostática sintomática19: os efeitos anticolinérgicos da meclizina podem precipitar a retenção urinária20.

Obstrução gastroduodenal: pode ocorrer diminuição da motilidade e do tônus, agravando a retenção gástrica e a obstrução.

Predisposição a glaucoma21 de ângulo fechado: o aumento da pressão intraocular22 pode precipitar um ataque agudo23 de glaucoma21 de ângulo fechado.

Doença pulmonar, crônica obstrutiva: a redução na secreção brônquica pode causar inspissação e formação de tampão bronquial.

Este produto contém o corante amarelo de TARTRAZINA que pode causar reações de natureza alérgica,
entre as quais asma24 brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao Ácido Acetilsalicílico.

Gravidez7
Estudos epidemiológicos em mulheres grávidas não mostraram que a meclizina causa aumento no risco de anormalidades fetais.
Estudos em ratos mostraram que a meclizina causa fenda palatina quando administrada na dose correspondente a 25 a 50 vezes a dose recomendada em humanos.

Amamentação25
A meclizina pode ser distribuída no leite materno.
Entretanto, problemas em humanos não foram documentados.
Devido a sua ação anticolinérgica, a meclizina pode inibir a lactação26.

Pacientes com insuficiência hepática27
Por se tratar de uma droga metabolizada no fígado9, recomenda-se especial precaução em pacientes com doenças hepáticas28.

Interferência em exames laboratoriais
Até o momento não existem dados disponíveis relacionados à interferência da meclizina em exames laboratoriais.
MECLIN pode causar sonolência, desta forma, os pacientes em tratamento devem ter cuidado ao dirigir, operar máquinas, ou participar de qualquer outra atividade perigosa, até que estejam certos de que MECLIN não afeta seu desempenho.

Uso em Idoso de Meclin

Geriatria
Não há informação disponível entre a relação da idade e os efeitos da meclizina nos pacientes geriátricos.
Entretanto, é de conhecimento que pacientes geriátricos exibem aumento da sensibilidade aos anticolinérgicos, que são farmacologicamente relacionados à meclizina. Entretanto, constipação29, secura de boca30, e retenção urinária20 (especialmente em homens) são mais prováveis de ocorrer em pacientes idosos.

Interação Medicamentosas de Meclin

Álcool e medicamentos depressores do sistema nervoso central32: o uso concomitante com a meclizina pode potencializar os efeitos de depressão do sistema nervoso central32 destes medicamentos
ou da meclizina.
Anticolinérgicos e medicamentos com atividade anticolinérgica: o uso concomitante com a meclizina pode potencializar os efeitos anticolinérgicos.
Apomorfina: a administração prévia de meclizina pode diminuir a resposta emética da apomorfina.

Reações Adversas de Meclin

A reação adversa de incidência33 mais freqüente é a sonolência. As reações adversas de incidência33 menos freqüente ou rara são visão34 borrosa, secura de boca30, de nariz35 e de garganta36.
Efeitos adversos de fato atribuíveis à piridoxina isoladamente são raramente relatados; como queixas de acidez estomacal, indigestão e náuseas4 só descritas com doses de 150 a 200 mg/dia, embora haja relato de neuropatias periféricas com a ingestão de 200 mg/dia por mais de 30 dias.

ATENÇÃO: Este produto é um novo medicamento e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, podem ocorrer efeitos indesejáveis não conhecidos. Se isto
ocorrer, o médico responsável deve ser comunicado.

Superdose de Meclin

Em caso de superdose acidental, consultar o médico imediatamente. Conduta na Superdose: na eventualidade da ingestão de doses muito acima das preconizadas, recomenda-
se adotar as medidas habituais de controle das funções vitais como nível de consciência, pressão arterial37, freqüência cardíaca e respiratória.

Armazenagem de Meclin

MECLIN deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C), ao abrigo da umidade
e protegido da luz.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

MS-1.0118.0165
Farmacêutico Responsável: Dr. Eduardo Sérgio
Medeiros Magliano - CRF SP nº 7179

APSEN FARMACÊUTICA S/A

Rua La Paz, nº 37/67 - Santo Amaro
CEP 04755-020 - São Paulo - SP
CNPJ 62.462.015/0001-29
Indústria Brasileira

MECLIN - Laboratório

APSEN
RUA LA PAZ, 37/67. Santo Amaro.
São Paulo/SP - CEP: 04755020
Tel: 0800 165678
Email: infomed@apsen.com.br
Site: http://www.apsen.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "APSEN"

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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Antiemético: Substância que evita o vômito.
3 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
4 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
5 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
6 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
7 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
8 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
9 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
10 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
11 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
12 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
13 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
14 Sistema vestibular: O sistema vestibular é um dos sistemas que participam do equilíbrio do corpo. Ele contribui para três funções principais: controle do equilíbrio, orientação espacial e estabilização da imagem.
15 Labirintites: Doença que pode acometer tanto o equilíbrio, quanto a parte auditiva. Os órgãos responsáveis pelo equilíbrio e pela audição estão situados no ouvido interno e se comunicam com o sistema nervoso central através dos nervos da audição e do nervo vestibular. Doenças infecciosas, inflamatórias, tumorais e alterações genéticas podem ocasionar alterações nessas estruturas anatômicas. Além da vertigem, a labirintite pode apresentar manifestações neurovegetativas - náuseas, vômitos, sudorese e alterações gastrintestinais como também estar associada a manifestações auditivas - perda de audição, sensação de ouvido cheio ou tapado e zumbido.
16 Colo: O segmento do INTESTINO GROSSO entre o CECO e o RETO. Inclui o COLO ASCENDENTE; o COLO TRANSVERSO; o COLO DESCENDENTE e o COLO SIGMÓIDE.
17 Bexiga: Órgão cavitário, situado na cavidade pélvica, no qual é armazenada a urina, que é produzida pelos rins. É uma víscera oca caracterizada por sua distensibilidade. Tem a forma de pêra quando está vazia e a forma de bola quando está cheia.
18 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
19 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
20 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
21 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
22 Pressão intraocular: É a medida da pressão dos olhos. É a pressão do líquido dentro do olho.
23 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
24 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
25 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
26 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
27 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
28 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
29 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
30 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
31 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
32 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
33 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
34 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
35 Nariz: Estrutura especializada que funciona como um órgão do sentido do olfato e que também pertence ao sistema respiratório; o termo inclui tanto o nariz externo como a cavidade nasal.
36 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
37 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
38 Histamina: Em fisiologia, é uma amina formada a partir do aminoácido histidina e liberada pelas células do sistema imunológico durante reações alérgicas, causando dilatação e maior permeabilidade de pequenos vasos sanguíneos. Ela é a substância responsável pelos sintomas de edema e irritação presentes em alergias.
39 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
40 Antieméticos: Substância que evita o vômito.
41 Tronco Cerebral: Parte do encéfalo que conecta os hemisférios cerebrais à medula espinhal. É formado por MESENCÉFALO, PONTE e MEDULA OBLONGA.
42 Neurônios: Unidades celulares básicas do tecido nervoso. Cada neurônio é formado por corpo, axônio e dendritos. Sua função é receber, conduzir e transmitir impulsos no SISTEMA NERVOSO. Sinônimos: Células Nervosas
43 Vestibular: 1. O sistema vestibular é um dos sistemas que participam do equilíbrio do corpo. Ele contribui para três funções principais: controle do equilíbrio, orientação espacial e estabilização da imagem. Sintomas vestibulares são aqueles que mostram alterações neste sistema. 2. Exame que aprova e classifica os estudantes a serem admitidos nos cursos superiores.
44 Labirinto: 1. Vasta construção de passagens ou corredores que se entrecruzam de tal maneira que é difícil encontrar um meio ou um caminho de saída. 2. Anatomia: conjunto de canais e cavidades entre o tímpano e o canal auditivo, essencial para manter o equilíbrio físico do corpo. 3. Sentido figurado: coisa complicada, confusa, de difícil solução. Emaranhado, imbróglio.
45 Vestibulares: O sistema vestibular é um dos sistemas que participam do equilíbrio do corpo. Ele contribui para três funções principais: controle do equilíbrio, orientação espacial e estabilização da imagem. Sintomas vestibulares são aqueles que mostram alterações neste sistema.
46 Cerebelo: Parte do encéfalo que fica atrás do TRONCO ENCEFÁLICO, na base posterior do crânio (FOSSA CRANIANA POSTERIOR). Também conhecido como “encéfalo pequeno“, com convoluções semelhantes àquelas do CÓRTEX CEREBRAL, substância branca interna e núcleos cerebelares profundos. Sua função é coordenar movimentos voluntários, manter o equilíbrio e aprender habilidades motoras.
47 Reticulares: Dar formato de rede a alguma coisa ou guarnecer de retículo ou retícula.
48 Labirintite: Doença que pode acometer tanto o equilíbrio, quanto a parte auditiva. Os órgãos responsáveis pelo equilíbrio e pela audição estão situados no ouvido interno e se comunicam com o sistema nervoso central através dos nervos da audição e do nervo vestibular. Doenças infecciosas, inflamatórias, tumorais e alterações genéticas podem ocasionar alterações nessas estruturas anatômicas. Além da vertigem, a labirintite pode apresentar manifestações neurovegetativas - náuseas, vômitos, sudorese e alterações gastrintestinais como também estar associada a manifestações auditivas - perda de audição, sensação de ouvido cheio ou tapado e zumbido.
49 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
50 Prospectivo: 1. Relativo ao futuro. 2. Suposto, possível; esperado. 3. Relativo à preparação e/ou à previsão do futuro quanto à economia, à tecnologia, ao plano social etc. 4. Em geologia, é relativo à prospecção.
51 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
52 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
53 Nistagmo: Movimento involuntário, rápido e repetitivo do globo ocular. É normal dentro de certos limites diante da mudança de direção do olhar horizontal. Porém, pode expressar doenças neurológicas ou do sistema de equilíbrio.
54 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
55 Afecção: Qualquer alteração patológica do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
56 Estudo duplo-cego: Denominamos um estudo clínico “duplo cego” quando tanto voluntários quanto pesquisadores desconhecem a qual grupo de tratamento do estudo os voluntários foram designados. Denominamos um estudo clínico de “simples cego” quando apenas os voluntários desconhecem o grupo ao qual pertencem no estudo.
57 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
58 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
59 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
60 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
61 Cinetoses: Doença do movimento. Acomete pessoas que em determinadas condições de movimento apresentam manifestações neurovegetativas caracterizadas por tonturas, náuseas e vômitos.Está relacionada com a enxaqueca. Crianças e jovens com esse tipo de problema, geralmente, na idade adulta ou na puberdade, têm crises de enxaqueca. É causada por uma perturbação no reconhecimento do movimento feito pelo sistema vestibular, pois o corpo está parado, mas o ambiente está em movimento, gerando conflito de informações e perturbação do equilíbrio corporal.
62 Cinetose: Doença do movimento. Acomete pessoas que em determinadas condições de movimento apresentam manifestações neurovegetativas caracterizadas por tonturas, náuseas e vômitos.Está relacionada com a enxaqueca. Crianças e jovens com esse tipo de problema, geralmente, na idade adulta ou na puberdade, têm crises de enxaqueca. É causada por uma perturbação no reconhecimento do movimento feito pelo sistema vestibular, pois o corpo está parado, mas o ambiente está em movimento, gerando conflito de informações e perturbação do equilíbrio corporal.
63 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
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