Peridona

UCI FARMA

Atualizado em 09/12/2014

Peridona

Domperidona

Apresentações da Peridona

PERIDONA COMPRIMIDO: caixa contendo 20 comprimidos.PERIDONA SUSPENSÃO: caixa contendo frasco com 100 ml.
Comprimido e suspensão - Uso oral
USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Composição da Peridona

Peridona®Comprimido
Domperidona 10 mg
Excipiente/ Veículo q.s.p.1 comprimido*
Peridona®Suspensão
Domperidona 1 mg
Excipiente/ Veículo q.s.p. 1 ml**
*(amido de milho, celulose microcristalina, estearato de magnésio, croscarmelose sódica, dióxido de silício, fosfato dicálcio, óleo vegetal hidrogenado)
**(hidroxietilcelulose, polissorbato, sacarina1 sódica, benzoato de sódio, ácido cítrico, aroma artificial de morango, água purificada)

Informações ao Paciente da Peridona

· PERIDONA® é um medicamento utilizado no tratamento de distúrbios do aparelho digestivo2, como o retardo do esvaziamento gástrico, o refluxo, a inflamação3 (esofagite4) e úlcera5, com sensação de empachamento, queimação, saciedade precoce, distensão e dor abdominal. PERIDONA® também age contra náuseas6 e vômitos7.· Além do tratamento medicamentoso é importante que o paciente siga medidas dietéticas e comportamentais para atingir bom resultado terapêutico.
Fazer três refeições diárias, obedecendo aos horários corretos.
Evitar refeições volumosas, gordurosas e condimentadas (feijoada, churrasco, frituras, defumados, conservas).
Alimentar-se com dieta rica em fibras, a qual auxilia a normalização do funcionamento do intestino e é benéfica no tratamento de úlceras8 e gastrites9.
Alimentar-se devagar, mastigando bem os alimentos e em ambiente tranqüilo.
Evitar ingerir bebidas gasosas e alcoólicas. Os refrigerantes são bebidas ácidas e gasosas que irritam o estômago10 e causam a formação de gases.
Não fumar. O fumo dificulta a cicatrização da úlcera5.
Não deitar após as refeições, obedecendo um intervalo mínimo de duas horas após a última refeição.
Elevar a cabeceira da cama em 15 centímetros.
· PERIDONA® deve ser conservado em lugar seco, fresco (entre 15 a 30o C) e protegido da luz, na sua embalagem original até o término de seu uso.
· O número do lote, as datas de fabricação e validade estão carimbados no cartucho do produto.
. Não utilize o medicamento com prazo de validade vencido.
. Para a administração correta de PERIDONA®, leia atentamente o item Instruções de Uso, contido na parte final desta bula.
· PERIDONA® SUSPENSÃO não contém açúcar11, podendo ser administrada à pacientes diabéticos.
· PERIDONA® não deve ser utilizada por pacientes alérgicos à domperidona ou com prolactinoma (tumor12 localizado na hipófise13).
· PERIDONA® não deve ser utilizada por pacientes com doenças gastrintestinais graves, como sangramentos, ou interrupção do trânsito intestinal.
. Em pacientes epilépticos, PERIDONA® somente deve ser administrado com acompanhamento médico freqüente.
. Pode ocorrer interferência na capacidade de reações durante o tratamento com PERIDONA®. Portanto, recomenda-se cautela na condução de veículos, na operação de máquinas e outras atividades que requerem atenção.
. PERIDONA® pode causar sonolência, dor de cabeça14, cólicas15, diarréia16, contrações musculares. Se esses sintomas17 forem intensos, interrompa o uso do medicamento e procure orientação médica.
. PERIDONA® pode causar o aumento das mamas18 e segreção de leite. Se esses efeitos ocorrerem, não interrompa o tratamento e procure orientação médica.
· PERIDONA® somente deve ser utilizada durante a gravidez19 e amamentação20 com orientação médica.
· Informe ao médico a ocorrência de gravidez19 durante o tratamento ou após o seu término.
· Informe ao médico sobre os medicamentos que está utilizando.
· Obedeça a posologia indicada pelo médico e não interrompa o tratamento sem o seu conhecimento.
· Informe imediatamente ao médico se ocorrerem reações indesejáveis.
NÃO TOME MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE21. TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Informações Técnicas da Peridona

A domperidona é um antagonista22 dopaminérgico, similar à metoclopramida, usada em vários distúrbios gastrintestinais, como náuseas6 e vômitos7, e em desordens da motilidade, impedindo a estase23 e o refluxo.
Sua atividade deve-se ao aumento do peristaltismo24 e do esvaziamento gastroduodeno-jejunal. Atua normalizando a motilidade propulsora do esôfago25, estômago10 e duodeno26, reconduzindo o tônus e a peristalse27 aos padrões fisiológicos. Atua a predominantemente a nível e periférico, normalizando o esvaziamento incompleto ou tardio das vias biliares28 e possui ação antiemética completa.
Devido a domperidona atravessar a barreira hematoencefálica de modo limitado, raramente causa efeitos colaterais29 extrapiramidais.
A domperidona não produz alterações na secreção ácida gástrica, pH gástrico ou na concentração plasmática de gastrina30.
A domperidona estimula a liberação de prolactina31 na hipófise13 posterior, causando hiperprolactinemia, o que pode levar à ginecomastia32 e galactorréia33.
A domperidona é rapidamente absorvida após administração oral, atinge concentração plasmática máxima em 1 hora e o início da ação farmacológica apresenta-se em 30 a 60 minutos após a dose oral.
A biodisponibilidade sistêmica da domperidona, após a administração oral, é de 13 a 17%. Esta baixa biodisponibilidade é devido ocorrer um intenso metabolismo34 do fármaco35 na primeira passagem pela parede intestinal e fígado36. A biodisponibilidade é aumentada quando a domperidona é administrada após a alimentação e é diminuída pela administração prévia de cimetidina ou bicarbonato de sódio. A redução da acidez gástrica37 altera a absorção da domperidona.
A presença de alimentos retarda o tempo de absorção do fármaco35, mas não interfere na biodisponibilidade.
A ligação a proteínas38 plasmáticas é de 91 a 93%.
A domperidona apresenta ampla distribuição nos tecidos, exceto no sistema nervoso central39.
A meia-vida é de 7 a 9 horas em indivíduos sadios, prolongando-se para 20,8 em pacientes com insuficiência renal40 grave.
A domperidona atravessa a barreira placentária em pequenas quantidades e é eliminada pelo leite materno em concentração quatro vezes menor que a concentração pladsmática correspondente.
A domperidona apresenta biotransformação hepática41, sendo excretada com seus metabólitos42 pela urina43 e fezes.

Indicações da Peridona

Doença do refluxo gastroesofágico44, incluindo esofagite4 (adultos, neonatos45 e lactentes46): tratamento dos sintomas17, da cicatrização das lesões47 e de manutenção.Neste caso PERIDONA® pode ser associada a antiácidos48 e supressores da secreção ácida (bloqueadores dos receptores H2, inibidores da bomba de prótons).
Síndrome dispéptica49 (sensação de saciedade precoce, náusea50, azia51, pirose52, vômito53, dificuldade para digestão54, empachamento pós-prandial, distensão epigástrica, epigastralgia55, úlcera gástrica56) associada ou não ao retardo do esvasiamento gástrico: tratamento dos sintomas17.
Neste caso PERIDONA® pode ser associada a antiácidos48 e supressores da secreção ácida (bloqueadores dos receptores H2, inibidores da bomba de prótons).
Outros distúrbios da motilidade gastrintestinal: gastroparesia57 documentada e pseudo-obstrução intestinal crônica.
Para todas as indicações, a necessidade do tratamento contínuo deve ser reavaliada periodicamente, pelo menos a cada 3 meses ou mais freqüentemente, a critério médico.
Náuseas6 e vômitos7 de origem funcional (incluindo a êmese58 gravídica), orgânica (infecciosa, alimentar, induzidos por radioterapia59 ou fármacos (antiinflamatórios, antineoplásico, agonistas dopaminérgicos como levodopa e bromocriptina).
No preparo para radioscopia e endoscopia60 digestivas.

Contra-Indicações da Peridona

Em casos de hipersensibilidade à domperidona ou a qualquer componente da fórmula.
A domperidona não deve ser utilizada quando a estimulação da motilidade gastrintestinal representar um risco (obstrução mecânica, perfuração digestiva, hemorragias61 gastrintestinais). Por apresentarem níveis elevados de prolactina31, não é recomendado o uso da domperidona por pacientes com prolactinoma.

Precauções da Peridona

O paciente deve ser orientado a seguir medidas dietéticas e comportamentais para favorecer o tratamento medicamentoso e prevenir doenças digestivas. Apesar da baixa penetração da domperidona no sistema nervoso central39, pode ocorrer interferência na capacidade de reações durante o tratamento com PERIDONA®. Portanto, recomenda-se cautela na condução de veículos, na operação de máquinas e outras atividades que requerem atenção. Devido à ação epileptogênica da domperidona, não é recomendada a administração do fármaco35 em pacientes com epilepsia62 instável ou história de convulsões. A domperidona somente deve ser utilizada em pacientes com epilepsia62 controlada após receberem criteriosa avaliação médica, mantendo estrito acompanhamento durante a terapia.
Foi observado o aumento do nível da prolactina31 com o uso da domperidona.
Não há relatos da interferência da domperidona no intervalo QT.
Não é recomendada a ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento com PERIDONA®.
Insuficiência hepática63: devido a domperidona apresentar intensa metabolização hepática41, deve ser administrada com precaução em pacientes com insuficiência hepática63. Neste caso o ajuste da dose deve ser considerado.
Insuficiência renal40: em pacientes com insuficiência renal40 grave (creatinina64 sérica superior a 6 mg/100 ml) a meia-vida de eliminação da domperidona aumenta de 7,4 para 20,8 horas, mas os níveis plasmáticos do fármaco35 permaneceram inferiores em voluntários sãos. Devido somente uma pequena quantidade do fármaco35, na forma ativa, ser exretada pela via renal65, não é necessário ajuste da dose quando esta for administrada em tomada única. Quando a administração for repetida, a freqüência das doses deve ser reduzida para uma ou duas vezes ao dia, dependendo da severidade do distúrbio, podendo ser necessário, também, a redução da dose diária. Pacientes com insuficiência renal40 que devem realizar tratamento prolongado com domperidona, recomenda-se avaliação médica periódica.
Gravidez19 e lactação66: estudos in vivo não demonstraram evidências de efeitos teratogênicos67 com o uso da domperidona. O medicamento poderá ser administrado durante a gestação, sob estrito acompanhamento médico, quando os benefícios para a mãe justificarem o potencial de risco para o feto68.
A domperidona é eliminada no leite materno. A administração deve ser cautelosa e sob orientação médica quando a domperidona for utilizada durante a lactação66.
Idosos: devem seguir a posologia indicada para adultos.

Reações Adversas da Peridona

PERIDONA® é um fármaco35 bem tolerado, apresentando baixa incidência69 de efeitos colaterais29. Geralmente, os efeitos adversos são leves e transitórios não causando a suspensão da terapia.
Pode ocorrer cefaléia70, sonolência, diarréia16. Se ocorrerem estes efeitos a dose diária de PERIDONA® deve ser diminuída.
Pacientes anteriormente tratados com neurolépticos71 (clorpromazina, haloperidol, levomepromazina, pimozida, pipotiazina, reserpina, sulpirida) ou hipersensíveis à domperidona podem apresentar espasmos72 musculares localizados ou generalizados, os quais são reversíveis com a interrupção do tratamento.
Raros casos de efeitos extrapiramidais foram relatados quando a domperidona foi administrada em doses superiores à recomendada ou por pacientes com hipersensibilidade ao fármaco35.
A domperidona pode aumentar a concentração plasmática de prolactina31. A hiperprolactinemia pode causar ginecomastia32 e galactorréia33.
Raros casos de reações alérgicas, como erupções cutânea73 e urticária74, foram relatados.

Interações Medicamentosas da Peridona

Atropina e derivados: os efeitos procinéticos da domperidona podem ser antagonizados por fármacos anticolinérgicos de uso oral, como a atropina e hioscina.Antiácidos48 e supressores da secreção ácida (bloqueadores dos receptores H2, inibidores da bomba de prótons): podem interferir com a absorção da domperidona. Quando for necessária a utilização concomitante com PERIDONA®, devem ser administrados em horários diferentes, aguardando-se um período de, no mínimo, 30 minutos entre a administração dos medicamentos.
Neurolépticos71 (clorpromazina, haloperidol, levomepromazina, pimozida, pipotiazina, reserpina, sulpirida), inibidores da monoamina oxidase (IMAO75 - moclobemida, selegilina, tranilcipromina), antidepressivos tricíclicos (amineptina, amitriptilina, clomipramina, imipramina, nortriptilina) e anti-hipertensivos: a administração concomitante com a domperidona pode potencializar os efeitos adversos.
Depressores do sistema nervoso central39 (diazepam, terfenadina, carbamazepina, haloperidol, fenobarbital) e bebidas alcoólicas: a domperidona pode potencializar os efeitos antidepressores dos fármacos e do álcool.
Digoxina e outros digitálicos: a administração concomintante com a domperidona pode diminuir a concentração plasmática dos cardiotônicos.
A aceleração do esvaziamento gástrico proporcionada pela domperidona pode influenciar a velocidade de absorção de outros medicamentos. Fármacos de absorção gástrica podem ser menos absorvidos, enquanto fármacos de absorção intestinal podem ter a velocidade de absorção aumentada (como benzodiazepínicos, anticoagulantes76, paracetamol, bloqueadores dos receptores H2). Pacientes que utilizam anticoagulantes76, o tempo de coagulação77 pode se mostrar aumentado; recomenda-se, nesses casos, monitorização nos primeiros dias após o início do tratamento com a domperidona e uma semana depois do término. Se necessário, a dose do anticoagulante78 deve ser ajustada.
Fármacos que requerem monitorização individual para determinação da dose terapêutica79, recomenda-se determinar os níveis plasmáticos destes, antes e após o início do tratamento com a domperidona.
A principal via metabólica da domperidona é através do citocromo P450 3A4. A administração concomitante, por via oral ou parenteral, com medicamentos que significativamente inibem estas enzimas, como antifúngicos azólicos, como o cetoconazol, fluconazol, itraconazol e miconazol; antibióticos macrolídeos, como eritromicina, claritromicina e troleandomicina; inibidores da protease80 (estudos in vitro sugerem que o ritonavir e o indinavir são inibidores potentes do citocromo P450 3A4, enquanto o saquinavir é apenas um inibidor fraco) e nefazodona, pode resultar em aumento dos níveis plasmáticos da domperidona.

Posologia e Administração da Peridona

A posologia recomendada poderá ser alterada por orientação médica, conforme a gravidade da doença e estado clínico do paciente. A dose, o número de tomadas diárias, a duração da terapia e a necessidade de tratamento de manutenção dependem da resposta do paciente.
Peridona®Comprimido
Adulto:1 comprimido, 3 vezes ao dia.
Peridona®Suspensão
Recem-nascidos, lactentes46 e crianças: 0,25 mg por quilo de peso corpóreo, 3 vezes ao dia.
Adultos:10 ml, 3 vezes ao dia.
Para a administração de PERIDONA® SUSPENSÃO deve-se considerar que 1 ml contém 1 mg de domperidona.
Em pacientes sensíveis à domperidona podem ocorrer cólicas15 abdominais. Nestes casos, recomenda-se dividir em número maior de vezes a dose diária.
Na ocorrência de diarréia16, deve-se reduzir a dose diária de Peridona.
Não é necessário o ajuste da dose em pacientes idosos.
Insuficiência hepática63: devido a domperidona apresentar intensa metabolização hepática41, deve ser administrada com precaução em pacientes com insuficiência hepática63. Neste caso o ajuste da dose deve ser considerado.
Insuficiência renal40: devido somente uma pequena quantidade do fármaco35, na forma ativa, ser exretada pela via renal65, não é necessário ajuste da dose quando esta for administrada em tomada única. Quando a administração for repetida, a freqüência das doses deve ser reduzida para uma ou duas vezes ao dia, dependendo da severidade do distúrbio, podendo ser necessária, também, a redução da dose diária.

Instruções de Uso da Peridona

No tratamento do refluxo gastroesofágico44 PERIDONA® COMPRIMIDO e SUSPENSÃO devem ser ingeridos, preferencialmente, 15 a 30 minutos antes das refeições e se for necessário uma quarta tomada diária, administrar o medicamento antes de se deitar. Como medicação preventiva no preparatório de exames digestivos ou para evitar náuseas6 e vômitos7 provocados por viagens ou por medicamentos, como levodopa, bromocriptina, PERIDONA® deve ser administrada com 60 minutos de antecedência.
PERIDONA® pode ser ingerida com água ou leite. Para a utilização posológica correta, as doses de PERIDONA® SUSPENSÃO devem ser administradas utilizando-se a seringa81-dosadora contida na embalagem do produto.
A seringa81-dosadora possui escala visual de dose em ml. Cada divisão da escala corresponde a 0,25 ml. Portanto, para uma criança com 7 quilos devem ser administrados 1,75 ml da solução, ou seja, a seringa81 deve ser preenchida até a sétima divisão da escala.

Superdosagem da Peridona

Em casos de ingestão acidental de altas doses de peridona poderão ocorrer sintomas17 como cólicas15 abdominais, diarréia16, sonolência, hipotensão82, bradicardia83, incontinência urinária84. O tratamento da intoxicação aguda consiste na realização de medidas usuais de esvaziamento gástrico, administração de carvão ativado e monitorização do sistema cardiovascular85 e respiratório.
Nos casos de hipotensão82 grave, deve-se instituir tratamento sintomático86. O paciente deve ser colocado em posição supina com as pernas elevadas. Se ocorrer bradicardia83, recomenda-se a administração de 0,5 a 1,0 mg de atropina por via intravenosa. Se essa medida não for suficiente, o volume plasmático deve ser aumentado utilizando-se infusões de soluções glicosadas, salinas ou dextrano.
Caso as medidas mencionadas ainda sejam insuficientes, pode-se administrar fármacos simpatomiméticos.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Farmacêutica Responsável: Dra. Dirce de Paula Zanetti.
CRF-SP nº 7758
Registro MS nº 1.0550.0140

Peridona - Laboratório

UCI FARMA
Rua do Cruzeiro, 374
São Bernardo do Campo/SP - CEP: 09725-310
Tel: (011)414-2022
Fax: (011)448-5253

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Complementos

1 Sacarina: Adoçante sem calorias e sem valor nutricional.
2 Aparelho digestivo: O aparelho digestivo ou digestório realiza a digestão, processo que transforma os alimentos em substâncias passíveis de serem absorvidas pelo organismo. Os materiais não absorvidos são eliminados por este sistema. Ele é composto pelo tubo digestivo e por glândulas anexas.
3 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
4 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
5 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
6 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
7 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
8 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
9 Gastrites: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
10 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
11 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
12 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
13 Hipófise:
14 Cabeça:
15 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
16 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
17 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
18 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
19 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
20 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
21 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
22 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
23 Estase: 1. Estagnação do sangue ou da linfa. 2. Incapacidade de agir; estado de impotência.
24 Peristaltismo: Conjunto das contrações musculares dos órgãos ocos, provocando o avanço de seu conteúdo; movimento peristáltico, peristalse.
25 Esôfago: Segmento muscular membranoso (entre a FARINGE e o ESTÔMAGO), no TRATO GASTRINTESTINAL SUPERIOR.
26 Duodeno: Parte inicial do intestino delgado que se estende do piloro até o jejuno.
27 Peristalse: Conjunto das contrações musculares dos órgãos ocos, provocando o avanço de seu conteúdo; movimento peristáltico, peristaltismo.
28 Vias biliares: Conjunto de condutos orgânicos que conectam o fígado e a vesícula biliar ao duodeno. Sua função é conduzir a bile produzida no fígado, para ser armazenada na vesícula biliar e posteriormente ser liberada no duodeno.
29 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
30 Gastrina: Hormônio que estimula a secreção de ácido gástrico no estômago. Secretada pelas células G no estômago e no duodeno. É também fundamental para o crescimento da mucosa gástrica e intestinal.
31 Prolactina: Hormônio secretado pela adeno-hipófise. Estimula a produção de leite pelas glândulas mamárias. O aumento de produção da prolactina provoca a hiperprolactinemia, podendo causar alteração menstrual e infertilidade nas mulheres. No homem, gera impotência sexual (por prejudicar a produção de testosterona) e ginecomastia (aumento das mamas).
32 Ginecomastia: Aumento anormal de uma ou ambas as glândulas mamárias no homem. Associa-se a diferentes enfermidades como cirrose, tumores testiculares, etc. Em certas ocasiões ocorrem de forma idiopática.
33 Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
34 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
35 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
36 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
37 Acidez gástrica: Estado normal do conteúdo do estômago caracterizado por uma elevada quantidade de íons hidrogênio, quantidade esta que pode ser medida através de uma escala logarítmica denominada pH.
38 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
39 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
40 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
41 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
42 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
43 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
44 Refluxo gastroesofágico: Presença de conteúdo ácido proveniente do estômago na luz esofágica. Como o dito órgão não está adaptado fisiologicamente para suportar a acidez do suco gástrico, pode ser produzida inflamação de sua mucosa (esofagite).
45 Neonatos: Refere-se a bebês nos seus primeiros 28 dias (mês) de vida. O termo “recentemente-nascido“ refere-se especificamente aos primeiros minutos ou horas que se seguem ao nascimento. Esse termo é utilizado para enfocar os conhecimentos e treinamento da ressuscitação imediatamente após o nascimento e durante as primeiras horas de vida.
46 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
47 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
48 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
49 Síndrome dispéptica: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
50 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
51 Azia: Pirose. Sensação de dor epigástrica semelhante a uma queimadura, geralmente acompanhada de regurgitação de suco gástrico para dentro do esôfago.
52 Pirose: Sensação de dor epigástrica semelhante a uma queimadura, ela pode ser acompanhada de regurgitação de suco gástrico para dentro do esôfago; azia.
53 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
54 Digestão: Dá-se este nome a todo o conjunto de processos enzimáticos, motores e de transporte através dos quais os alimentos são degradados a compostos mais simples para permitir sua melhor absorção.
55 Epigastralgia: Dor na região epigástrica, ou seja, na parte mediana superior da parede abdominal, que corresponde em profundidade, aproximadamente, ao estômago e ao lobo esquerdo do fígado.
56 Úlcera gástrica: Lesão na mucosa do estômago. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100 % dos casos.
57 Gastroparesia: Tipo de neuropatia que afeta o estômago. A digestão dos alimentos pode ser incompleta ou retardada, resultando em náuseas, vômitos ou sensação de plenitude gástrica, tornando o controle glicêmico difícil.
58 Êmese: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Sinônimo de vômito. Pode ser classificada como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
59 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
60 Endoscopia: Método no qual se visualiza o interior de órgãos e cavidades corporais por meio de um instrumento óptico iluminado.
61 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
62 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
63 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
64 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
65 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
66 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
67 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
68 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
69 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
70 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
71 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
72 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
73 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
74 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
75 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
76 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
77 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
78 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
79 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
80 Inibidores da protease: Alguns vírus como o HIV e o vírus da hepatite C dependem de proteases (enzimas que quebram ligações peptídicas entre os aminoácidos das proteínas) no seu ciclo reprodutivo, pois algumas proteínas virais são codificadas em uma longa cadeia peptídica, sendo libertadas por proteases para assumir sua conformação ideal e sua função. Os inibidores da protease são desenvolvidos como meios antivirais, pois impedem a correta estruturação do RNA viral.
81 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
82 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
83 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
84 Incontinência urinária: Perda do controle da bexiga que provoca a passagem involuntária de urina através da uretra. Existem diversas causas e tipos de incontinência e muitas opções terapêuticas. Estas vão desde simples exercícios de fisioterapia até complicadas cirurgias. As mulheres são mais freqüentemente acometidas por este problema.
85 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
86 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.

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