IRUXOL

ABBOTT

Atualizado em 08/12/2014
Iruxol
colagenase + cloranfenicol

Forma Farmacêutica e Apresentações de Iruxol

Bisnaga de 15, 30 e 50 gramasPomada lipofílica
Cada 1 grama1 de pomada contém 0,6 UI de colagenase e 0,01g de cloranfenicol.

Características Farmacológicas de Iruxol

Descrição
Iruxol® (colagenase e cloranfenicol) contém uma associação de colagenase com cloranfenicol e é utilizado como agente desbridante em lesões2 superficiais, promovendo a limpeza enzimática das áreas lesadas, retirando ou dissolvendo, enzimaticamente, tecidos necrosados e crostas.
A colagenase é uma preparação liofilizada3 obtida a partir de filtrados purificados de culturas de Clostridium histolyticum, que contém a clostridiopeptidase A como componente principal e outras proteases formadas durante o processo de preparação. A colagenase tem a propriedade de decompor o colágeno4 em seu estado natural ou desnaturado, nas regiões helicoidais, e degrada o substrato N-carbobenzoxi-glicil-L-propil-glicil-glicil-L-propil-L-alanina. A colagenase contribui para a formação de tecido de granulação5 e subsequente reepitelização de úlceras6 da pele7 e de áreas gravemente queimadas. O colágeno4 de tecido8 sadio ou do tecido de granulação5 recentemente formado não é afetado pela colagenase. Não se dispõe de informações sobre a absorção da colagenase através da pele7 ou de suas concentrações nos líquidos orgânicos associadas a efeitos terapêuticos e/ou tóxicos, grau de ligação às proteínas9 plasmáticas, grau de recaptação por algum órgão em particular, ou pelo feto10, e sobre a passagem através da barreira hemoliquórica.
O cloranfenicol é um antibiótico bacteriostático11 de amplo espectro derivado de Streptomyces venezuelae. É solúvel em água e propilenoglicol; muito solúvel em metanol, etanol, butanol e acetona; pouco solúvel em éter; insolúvel em benzeno. Quimicamente é conhecido por D-treo-N-dicloroacetil-1-p-nitrofenil-2-amino-1,3-propanodiol. Seu peso molecular é 323,13 e sua fórmula molecular é C11H12Cl2N2O5 É utilizado na formulação para conter as infecções12 bacterianas locais que, secundariamente, podem estar presentes, sendo eficaz tanto contra bactérias Gram-positivas como Gram-negativas, incluindo Staphylococcus aureus, Escherichia coli, Haemophilus influenzae, Pseudomonas aeruginosa, Enterobacter aerogenes (Aerobacter aerogenes), Klebsiella pneumoniae e Proteus species. Em infecções12 dermatológicas graves, o cloranfenicol tópico13 deve ser associado ao uso sistêmico14 de agentes antibacterianos apropriados.
Propriedades farmacodinâmicas
A cicatrização da ferida é acelerada se não houver tecido8 necrosado no ferimento. Há diferentes métodos de limpar essa ferida. A aplicação tópica de enzimas hidrolíticas é um método não traumático. Colagenase é indicada para o desbridamento15 de feridas, digerindo e removendo o tecido8 necrosado e, conseqüentemente, promovendo o processo de cicatrização. O tecido8 necrosado está fixado à superfície da ferida através de filamentos de colágeno4 e só pode ser removido enzimaticamente após a digestão16 desses filamentos. Colagenases são as únicas enzimas proteolíticas capazes de digerir filamentos de colágeno4 natural. Essas enzimas atacam a região apolar das fibras de colágeno4, que são formadas por sucessivos tripeptídeos com seqüência específica de aminoácidos glicina, prolina e hidroxiprolina ou outro aminoácido. Através da clivagem da região apolar, a fibra colágena é quebrada em peptídeos com maior peso molecular, que podem ser completamente digeridos por peptidases específicas para colágeno4 e proteases não específicas. Devido a sua especificidade pelo substrato, o efeito isolado da colagenase não é suficiente para o desbridamento15 de feridas, pois não afeta proteínas9 fibrosas ou globulares. A ação combinada da colagenase com proteínas9 associadas garante a digestão16 de todos os componentes protéicos da ferida, intensificando o efeito de limpeza da ferida. Toxicologia Do ponto de vista toxicológico, colagenase é bem tolerada. Dificilmente há alguma toxicidade17 aguda; a pele7 e mucosa18 saudáveis não são significantemente afetadas. Nenhum sinal19 de potencial alergênico ou intolerabilidade sistêmica foi observado depois da aplicação tópica na pele7 intacta ou com ferimentos. De acordo com resultados de estudos imunológicos, não há evidências de absorção sistêmica de colagenase após aplicação na pele7 intacta ou em áreas de ulceração20. Portanto, não foram desenvolvidos extensos estudos toxicológicos. Estudos de reprodução21, mutagenicidade e carcinogênese não foram realizados. Propriedades farmacocinéticas O efeito da colagenase se dá após 8 a 12 horas da aplicação e tem a duração de até 24 horas. Anticorpos22 anticolagenase ou colagenase não foram detectados no sangue23 de pacientes com lesões2 de pele7 tratada topicamente com colagenase por até nove semanas. Pesquisas clínicas que envolveram tratamento de pacientes com uma preparação enzimática de Clostridium histolyticum na forma de pomada reportaram os mesmos resultados. Além disso, não houve evidência de absorção de colagenase em um estudo de quatro semanas com macacos (Macaca arctoides) com traumas de pele7 comuns, nem tampouco as amostras séricas desses animais revelaram anticorpos22 anticolagenase precipitantes. Desse modo, colagenase parece não ser absorvida através da pele7 necrosada inflamada, sendo, inclusive, inativada e digerida na própria área necrosada. Seria como se os produtos da degradação das enzimas contidas na pomada de colagenase se tornassem parte da porção endógena de peptídeos e aminoácidos.
Resultados de eficácia
Iruxol® (colagenase e cloranfenicol) é um medicamento indicado para a limpeza de feridas da pele7 de diferentes tipos.

Indicaçôes de Iruxol

Limpeza de lesões2, independentemente de sua origem e localização: em ulcerações24 e necroses (ulcera25 varicosa, ulcera25 por decúbito26, gangrenas das extremidades, especialmente gangrena27 diabética, congelamentos); em lesões2 de difícil cura (lesões2 pós-operatórias, por irradiação e por acidentes); antes de transplantes cutâneos.

Contra-Indicações de Iruxol

Hipersensibilidade ao cloranfenicol. Iruxol pomada está contra-indicado em pacientes com doença hematológica presente ou anterior (ex.: panmielopatia e icterícia28 hemolítica).Hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula.

Advertências de Iruxol

A VARIAÇÃO DE PH IDEAL PARA A COLAGENASE SITUA-SE ENTRE 6 E 8. CONDIÇÕES DE PH MAIS BAIXO OU MAIS ALTO DIMINUEM A ATIVIDADE ENZIMÁTICA E DEVEM SER TOMADAS PRECAUÇÕES APROPRIADAS. A ATIVIDADE ENZIMÁTICA TAMBÉM É AFETADA ADVERSAMENTE POR DETERGENTES E ÍONS29 DE METAIS PESADOS TAIS COMO MERCÚRIO E PRATA QUE SÃO UTILIZADOS EM ALGUNS ANTI-SÉPTICOS. QUANDO SE SUSPEITAR QUE TAIS MATERIAIS FORAM UTILIZADOS, O LOCAL DEVE SER CUIDADOSAMENTE LIMPO POR LAVAGENS REPETIDAS COM SOLUÇÃO SALINA NORMAL ANTES DA APLICAÇÃO DA POMADA Iruxol® (COLAGENASE E CLORANFENICOL). ASSIM, DEVE-SE EVITAR O USO DE COMPRESSAS CONTENDO ÍONS29 METÁLICOS OU SOLUÇÕES ÁCIDAS QUE BAIXAM O PH. MATERIAIS DE LIMPEZA TAIS COMO PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO, LÍQUIDO DE DAKIN E SOLUÇÃO SALINA NORMAL SÃO COMPATÍVEIS COM Iruxol® (COLAGENASE E CLORANFENICOL) POMADA. PACIENTES DEBILITADOS DEVEM SER MONITORADOS CUIDADOSAMENTE COM RELAÇÃO A INFECÇÕES12 BACTERIANAS SISTÊMICAS POR CAUSA DA POSSIBILIDADE TEÓRICA DE QUE AS ENZIMAS DESBRIDANTES POSSAM AUMENTAR O RISCO DE BACTEREMIA30. RECOMENDA-SE APLICAR A POMADA, CUIDADOSAMENTE, DENTRO DA ÁREA LESADA. DEVERÁ SER EVITADO CONTATO COM OS OLHOS31 E COM A MUCOSA18 DA CAVIDADE ORAL32. EM PACIENTES DIABÉTICOS, AS GANGRENAS SECAS DEVEM SER UMEDECIDAS CUIDADOSAMENTE COM A FINALIDADE DE SE EVITAR A CONVERSÃO PARA GANGRENA27 ÚMIDA. A FIM DE SE EVITAR A POSSIBILIDADE DE RE-INFECÇÃO33, DEVE-SE OBSERVAR RIGOROSA HIGIENE PESSOAL DURANTE A UTILIZAÇÃO DO PRODUTO. O USO PROLONGADO DE ANTIBIÓTICOS PODE, OCASIONALMENTE, RESULTAR NO DESENVOLVIMENTO DE MICROORGANISMOS NÃO SUSCEPTÍVEIS, INCLUSIVE FUNGOS. CASO ISTO OCORRA, DEVE-SE DESCONTINUAR O TRATAMENTO E TOMAR AS MEDIDAS ADEQUADAS. SE NÃO HOUVER MELHORA EM ATÉ 14 DIAS, O TRATAMENTO COM Iruxol® (COLAGENASE E CLORANFENICOL) DEVE SER DESCONTINUADO.
Uso na gravidez34 e durante a lactação35
GRAVIDEZ34:
COMO NÃO FORAM REALIZADOS ESTUDOS EM MULHERES GRÁVIDAS, APESAR DE NÃO HAVER EVIDÊNCIAS DE EFEITO TERATOGÊNICO36, COLAGENASE SÓ DEVE SER ADMINISTRADA NOS PRIMEIROS TRÊS MESES DE GRAVIDEZ34 QUANDO ESTRITAMENTE INDICADA. O CLORANFENICOL ATRAVESSA A PLACENTA. NÃO FORAM REALIZADOS ESTUDOS CONTROLADOS SOBRE A SEGURANÇA E EFICÁCIA DO CLORANFENICOL DURANTE A GESTAÇÃO. ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO POR MULHERES GRÁVIDAS SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA.
LACTAÇÃO35: COMO COLAGENASE NÃO ENTRA NA CIRCULAÇÃO37 SISTÊMICA, A EXCREÇÃO NO LEITE MATERNO É IMPROVÁVEL. JÁ O CLORANFENICOL APLICADO TOPICAMENTE (EM PREPARAÇÕES DE USO OTOLÓGICO) É ABSORVIDO E PASSA PARA O LEITE MATERNO. NÃO SE RECOMENDA O USO DO CLORANFENICOL DURANTE O ALEITAMENTO.

Interações Medicamentosas de Iruxol

Iruxol® (colagenase e cloranfenicol) não deve ser utilizado na presença de anti-sépticos, metais pesados, detergentes e sabões, pois a atividade da colagenase será inibida. Tirotricina, gramicidina e tetraciclinas não devem ser utilizadas localmente com colagenase. Foram relatadas interações entre o cloranfenicol e outras substâncias, sendo o potencial significado clínico não estabelecido em relação ao uso tópico13 da pomada de Iruxol® (colagenase e cloranfenicol). São elas: alfetanil, clorpropamida38, fenitoína, tolbutamida, varfarina, fenobarbital (diminui o metabolismo39 dessas substâncias e aumenta sua concentração plasmática), rifampicina (aumenta o metabolismo39 do cloranfenicol), vitamina40 B12, preparações contendo ferro ou agentes mielossupressores (aumenta o grau de supressão da medula óssea41).

Reações Adversas de Iruxol

Ardência, dor, irritação, eczema42, rubor e reações de hipersensibilidade ao cloranfenicol são passíveis de ocorrer com o uso do produto. Discrasias sangüíneas43, incluindo anemia44 aplastica, podem ocorrer com o uso de cloranfenicol tópico13, sendo porem muito raras.

Posologia de Iruxol

A finalidade do uso de Iruxol é de limpeza enzimática de lesões2 superficiais. Para obter sucesso no tratamento deve ser observado o seguinte: Iruxol deve ter um contato bom e uniforme com toda a área lesada; por isso, a pomada deve ser aplicada uniformemente, com espessura de cerca de 2 mm. O efeito nas necroses crostosas é melhorado, abrindo-se um corte no centro e em alguns casos nas margens, seguido de aplicação da pomada, tanto por baixo da crosta como por cima. Não se deve procurar secar a lesão45, pois a presença de umidade aumenta a atividade enzimática. Material necrótico completamente seco ou duro deve ser amolecido, primeiramente por meio de compressas úmidas. Após a aplicação da pomada, cobrir a lesão45 com gaze e umedecê-la com água destilada ou soro46 fisiológico47. Não utilizar quaisquer detergentes, sabões ou soluções anti-sépticas (álcool iodado, mercúrio cromo, etc.), já que estes produtos inativam a ação de Iruxol. O curativo de Iruxol deve ser trocado diariamente. É possível aumentar o efeito enzimático, aplicando a pomada duas vezes ao dia. Deve ser removido, com cada troca de curativo, todo material necrótico desprendido; isto se faz através de pinça, espátula ou por lavagem, tendo o cuidado de não utilizar detergente ou sabões.

Superdosagem de Iruxol

A ingestão acidental da droga é improvável. Em caso de superdosagem, o médico deve ser imediatamente comunicado, de modo a instituir terapêutica48 adequada. Em caso de ingestão acidental de Iruxol® (colagenase e cloranfenicol) pomada, deverá se provocado vômito49 e, se necessário, lavagem gástrica50. A ação da enzima51 é interrompida, se isto for desejável, pela aplicação de solução de Burrow USP (pH 3,6-4,4) à lesão45. A superdose de cloranfenicol (concentrações plasmáticas acima de 30 mcg/ml) aumenta o risco de depressão da medula óssea41 e de "síndrome52 cinzenta" (tonalidade azulada da pele7, alterações da pressão sanguínea e da frequência cardíaca, problemas para se alimentar, respiração irregular, fezes esverdeadas, distensão gástrica com ou sem vômitos53).

Modo de Usar de Iruxol

Deve-se fazer rigorosa higiene local antes da utilização do produto.
SIGA A ORIENTAÇÃO DO SEU MÉDICO,RESPEITANDO SEMPRE OS HORÁRIOS, AS DOSES E A DURAÇÃO DO TRATAMENTO.

Uso em Idosos, Crianças e Outros Grupos de Risco de Iruxol

Não existem, até o momento, restrições ou recomendações especiais para o uso por pacientes idosos.RECOMENDA-SE CAUTELA AO ADMINISTRAR O CLORANFENICOL EM RECÉM-NASCIDOS A TERMO E EM PREMATUROS PARA EVITAR TOXICIDADE17, INCLUINDO A SÍNDROME52 CINZENTA.
OS NÍVEIS SÉRICOS DE CLORANFENICOL DEVEM SER MONITORADOS QUANDO POSSÍVEL.

Armazenagem de Iruxol

Iruxol (colagenase e cloranfenicol) deve ser guardado dentro da embalagem original. Conservar em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30ºC).
- DIZERES LEGAIS:
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
MS: 1.0553.0259
Farm. Resp.: Fabio Bussinger da Silva - CRF-RJ nº 9277
Fabricado por: Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Estrada dos Bandeirantes, 2400 - Rio de Janeiro - RJ
CNPJ: 56.998.701/0012-79
INDÚSTRIA BRASILEIRA
Fabricado e comercializado sob licença de Smith & Nephew
Marca registrada de Abbott GmbH & Co. KG - Ludwigshafen/Reno - Alemanha
Nº do lote, data de fabricação e validade: vide rótulo e cartucho.

IRUXOL - Laboratório

ABBOTT
Rua Nova York, 245 - Brooklin
São Paulo/SP - CEP: 04560-108
Tel: 11-5536-7000
Fax: 011-5531-7205
Site: http://www.abbottbrasil.com.br/

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Complementos

1 Grama: 1. Designação comum a diversas ervas da família das gramíneas que formam forrações espontâneas ou que são cultivadas para criar gramados em jardins e parques ou como forrageiras, em pastagens; relva. 2. Unidade de medida de massa no sistema c.g.s., equivalente a 0,001 kg . Símbolo: g.
2 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
3 Liofilizada: Submetida à liofilização, ou seja, à desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas.
4 Colágeno: Principal proteína fibrilar, de função estrutural, presente no tecido conjuntivo de animais.
5 Tecido de Granulação: Tecido conjuntivo vascular formado na superfície de um ferimento, úlcera ou tecido inflamado em cicatrização. Constituído por capilares novos e um infiltrado (com células linfóides, macrófagos e células plasmáticas).
6 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
7 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
8 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
9 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
10 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
11 Antibiótico bacteriostático: Impede o crescimento das bactérias, detendo sua multiplicação. Mas não elimina a bactéria, não a mata.
12 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
13 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
14 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
15 Desbridamento: Retirada de tecido desvitalizado (necrosado) ou de corpo estranho de uma ferida.
16 Digestão: Dá-se este nome a todo o conjunto de processos enzimáticos, motores e de transporte através dos quais os alimentos são degradados a compostos mais simples para permitir sua melhor absorção.
17 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
18 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
19 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
20 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
21 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
22 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
23 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
24 Ulcerações: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
25 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
26 Decúbito: 1. Atitude do corpo em repouso em um plano horizontal. 2. Na história da medicina, é o momento em que o paciente é levado a deitar-se devido à doença.
27 Gangrena: Morte de um tecido do organismo. Na maioria dos casos é causada por ausência de fluxo sangüíneo ou infecção. Pode levar à amputação do local acometido.
28 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
29 Íons: Átomos ou grupos atômicos eletricamente carregados.
30 Bacteremia: Presença de bactérias no sangue, porém sem que as mesmas se multipliquem neste. Quando elas se multiplicam no sangue chamamos “septicemia”.
31 Olhos:
32 Cavidade Oral: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
33 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
34 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
35 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
36 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
37 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
38 Clorpropamida: Medicação de uso oral para tratamento do diabetes tipo 2. Reduz a glicemia ajudando o pâncreas a produzir mais insulina e o corpo a usar melhor a insulina produzida. Pertence à classe dos medicamentos chamada sulfoniluréias.
39 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
40 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
41 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
42 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
43 Discrasias sangüíneas: Qualquer alteração envolvendo os elementos celulares do sangue, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.
44 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
45 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
46 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
47 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
48 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
49 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
50 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
51 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
52 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
53 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.

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