Preço de CIPRO em Fairfield/SP: R$ 94,45

CIPRO

BAYER

Atualizado em 09/11/2015

CIPRO


- FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO

Cipro® é apresentado sob a forma de comprimidos, nas doses de 250 e 500 mg, em
embalagens com 6 e 14 comprimidos. A dosagem de 500 mg é apresentada também
em embalagem com 50 comprimidos.
USO ORAL - USO ADULTO

- COMPOSIÇÃO

Cipro® 250 mg - 1 comprimido revestido contém 291 mg de cloridrato de ciprofloxacino
monoidratado, equivalentes a 250 mg de ciprofloxacino.
Cipro® 500 mg - 1 comprimido revestido contém 582 mg de cloridrato de ciprofloxacino
monoidratado, equivalentes a 500 mg de ciprofloxacino.
Componentes inertes: celulose microcristalina, amido, crospovidona, dióxido de silício
coloidal, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.

- INFORMAÇÕES AO PACIENTE

- COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

O ciprofloxacino, componente ativo de Cipro®, pertence ao grupo das quinolonas. As
quinolonas bloqueiam a girase, uma enzima1 bacteriana, que tem um papel vital no
metabolismo2 e na reprodução3 bacteriana, matando os germes causadores da doença.

- POR QUE ESTE MEDICAMENTO FOI INDICADO?

As indicações de Cipro® são as seguintes:
Adultos: para o tratamento de infecções4 complicadas e não complicadas causadas por
microrganismos sensíveis ao ciprofloxacino:
•  do trato respiratório. Muitos dos microrganismos, p. ex. Klebsiella, Enterobacter,
Proteus, E. coli, Pseudomonas, Haemophilus, Branhamella, Legionella e Staphylococcus
reagem com muita sensibilidade a Cipro®. A maioria dos casos de pneumonia5
que não necessitam de tratamento hospitalar é causada por Streptococcus
pneumoniae. Nesses casos, Cipro® não é o medicamento de primeira escolha.
•  do ouvido médio6 (otite média7) e dos seios paranasais8 (sinusite9), especialmente se
causadas por Pseudomonas ou Staphylococcus. Para a amidalite aguda deve ser
usado outro antibiótico;
•  dos olhos10;
•  dos rins11 e/ou do trato urinário12 eferente;
•  dos órgãos reprodutores, inclusive inflamação13 dos ovários14 e das tubas uterinas
(anexite15), gonorréia16 e infecções4 da próstata17 (prostatite18);
Cipro® não é eficaz contra Treponema pallidum (causador da sífilis19);
•  da cavidade abdominal20 p. ex. do estômago21 e intestino (trato gastrintestinal), do trato
biliar e da membrana serosa22 que reveste internamente as paredes do abdome23
(peritônio24);
•  da pele25 e de tecidos moles;
•  dos ossos e articulações26.
Infecção27 generalizada (septicemia28).
Infecções4 ou risco de infecção27 (profilaxia) em pacientes com sistema imunológico29
comprometido, por exemplo, pacientes em tratamento com medicamentos que inibem
as defesas imunológicas naturais do organismo ou pacientes com número reduzido
de glóbulos brancos do sangue30.
Eliminação seletiva de bactérias do intestino durante tratamento com medicamentos
que inibem o sistema imunológico29 do organismo.
Descontaminação intestinal seletiva em pacientes sob tratamento com imunossupressores.
Crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos: para infecção27 aguda na fibrose cística31 (distúrbio
metabólico hereditário que aumenta a produção e a viscosidade32 das secreções
nos brônquios33 e no trato digestivo) causada por P. aeruginosa, se não houver possibilidade
de outros tratamentos injetáveis mais eficazes. Não se recomenda Cipro® para
outras indicações.
Antraz: para terapia imediata e para tratamento de antraz após inalação de bacilos de
antraz (Bacillus anthracis).

- QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Contra-indicações

Não use Cipro® nas seguintes situações:
Alergia34 ao ciprofloxacino ou a medicamentos contendo outras quinolonas ou a
qualquer componente da fórmula;
Gravidez35 ou amamentação36.
Uso concomitante de tizanidina

Advertências

Cipro® deve ser usado com muito cuidado nas seguintes situações:
Caso sofra de epilepsia37; tendência a convulsões, antecedentes de convulsões, fluxo
sangüíneo reduzido no cérebro38, traumatismo39 craniano ou antecedente de derrame40.
Esses pacientes correm risco de efeitos indesejáveis no sistema nervoso central41.
Em alguns casos ocorreram distúrbios psicológicos (percepção alterada), levando
à auto-exposição a situações de perigo, às vezes após o primeiro uso. Nesses
casos, pare imediatamente o uso de Cipro® e informe o médico.
Se ocorrer diarréia42 grave e persistente durante ou após o tratamento, deve-se
consultar o médico, pois pode ser sinal43 de doença intestinal séria, com possível risco
de vida (colite44 pseudomembranosa), que exige tratamento imediato. Você deve parar
de usar Cipro® e iniciar tratamento adequado (p.ex. vancomicina oral, 4 x 250 mg
por dia). Não tome inibidores da motilidade gastrintestinal.
Em alguns casos observou-se inflamação13 ou ruptura dos tendões45 (p.ex. tendão46 de
Aquiles) com o uso de fluoroquinolonas (do grupo de Cipro®) observadas principalmente
em idosos anteriormente tratados com corticosteróides. Na suspeita de
inflamação13 de tendão46, deve-se parar imediatamente o uso de Cipro® e evitar esforço
físico, podendo ser necessário um tratamento adequado.
Embora seja muito raro ocorrer sensibilidade à luz com o uso de ciprofloxacino, os
pacientes não devem expor-se desnecessariamente à luz UV (sol em altitudes altas,
solários). Deve-se interromper o tratamento se aparecerem reações cutâneas47 similares
a queimaduras solares.
Ocorreram alguns casos de reações alérgicas imediatas e graves, com inchaço48 de
face49, vasos sangüíneos50 e laringe51, e dificuldade para respirar, podendo progredir para
choque52, com risco de vida, às vezes após a primeira administração. Nesses casos,
parar imediatamente o uso de Cipro® e informar o médico.
Gravidez35 e amamentação36: Cipro® não deve ser usado durante a gravidez35, já que não
há experiência sobre a segurança em mulheres grávidas. Estudos realizados com animais
não evidenciaram malformações53 do feto54, porém não é de todo improvável que
o medicamento possa causar lesões55 na cartilagem articular56 de organismos imaturos.
Por princípio, não se recomenda o uso de Cipro® na amamentação36.

NÃO DEVE SER USADO DURANTE A GRAVIDEZ35 E A AMAMENTAÇÃO36, EXCETO
SOB ORIENTAÇÃO MÉDICA. INFORME SEU MÉDICO SE OCORRER GRAVIDEZ35
OU SE INICIAR AMAMENTAÇÃO36 DURANTE O USO DESTE MEDICAMENTO.

Crianças, adolescentes e idosos: na faixa etária de 5 a 17 anos pode ser usado no
caso específico descrito abaixo.
Como ocorre com outros inibidores da girase, o ciprofloxacino causa lesão57 nas
articulações26 que suportam o peso de animais jovens. Os dados de segurança em
menores de 18 anos que sofriam principalmente de fibrose cística31 não evidenciaram
lesão57 de articulação58/cartilagem59.
Dados atuais dão suporte ao uso de Cipro® para o tratamento de infecção27 aguda na
fibrose cística31 causada por P. aeruginosa em crianças e adolescentes de 5 a 17 anos.
Atualmente a experiência disponível sobre o uso em crianças e adolescentes com outras
infecções4 e crianças com menos de 5 anos é insuficiente. Portanto, não deve
ser usado para outras infecções4 e em menores de 5 anos.
Cipro® pode ser usado por idosos na menor dose possível estabelecida pelo médico.

Precauções

Condução de veículos e uso de máquinas: não dirija veículos nem opere máquinas
durante o tratamento, pois Cipro® pode prejudicar a capacidade de reação e reduzir
a habilidade para essas tarefas. Isso ocorre principalmente no início do tratamento,
ao aumentar a dose, quando a medicação for alterada, e com ingestão concomitante
de álcool.

Interações medicamentosas

Uso de Cipro® com outros medicamentos.
A seguir constam alguns medicamentos cujo efeito pode ser alterado se tomados com
Cipro® ou que podem influenciar o efeito de Cipro®.
Produtos com ferro/antiácidos60 e produtos com magnésio, alumínio ou cálcio - O uso
simultâneo com qualquer um dos produtos acima reduz a absorção de ciprofloxacino;
o mesmo acontece com sucralfato, didanosina, polímeros captadores de fosfato (por
ex. sevelâmer), soluções de nutrientes, bebidas com minerais e grandes quantidades
de laticínios. Por isso Cipro® deve ser tomado 1 a 2 horas antes ou pelo menos 4 horas
depois desses produtos. Esta restrição não inclui os antiácidos60 bloqueadores de
receptores H2.
A teofilina (para a asma61) e Cipro® usados em conjunto pode aumentar a concentração
de teofilina no sangue30 e a freqüência dos seus efeitos indesejáveis que, em alguns
casos, podem ser fatais. Se o uso de ambos for inevitável, a concentração de teofilina
no sangue30 deve ser observada e a dose reduzida conforme necessidade.
Antiinflamatórios não-hormonais - Estudos em animais mostraram que o uso combinado
de doses muito altas de quinolonas e certos antiinflamatórios não-esteróides podem
desencadear convulsões. Isto não se refere aos que contêm ácido acetilsalicílico.
Observou-se em alguns casos disfunção renal62 temporária associada com aumento de
creatinina63 no sangue30 ao se administrar Cipro® simultaneamente com ciclosporina.
Nesses casos é necessário controlar cuidadosamente (duas vezes por semana) a
concentração de creatinina63.
O uso simultâneo de Cipro® e varfarina pode aumentar o efeito desta.
Em alguns casos, o uso ao mesmo tempo de Cipro® e glibenclamida pode aumentar
o efeito desta e provocar falta de açúcar64 no sangue30 (hipoglicemia65).
A probenecida afeta a excreção do ciprofloxacino na urina66. O uso simultâneo de Cipro®
e probenecida aumenta a concentração de ciprofloxacino no sangue30.
A metoclopramida acelera a absorção de ciprofloxacino, que atinge a concentração
máxima no sangue30 mais rapidamente que o usual. Não se observou efeito sobre a
biodisponibilidade de Cipro®.
Não se deve administrar Cipro® com tizanidina, pois pode ocorrer um aumento
indesejável nas concentrações séricas de tizanidina associado aos efeitos colaterais67
clinicamente importantes induzidos por esta, como queda da pressão e sonolência.
O uso simultâneo com Cipro® pode retardar a excreção do metotrexato, aumentando
o nível plasmático deste.
O uso simultâneo de Cipro® e omeprazol pode levar a uma leve diminuição do pico de
concentração plasmática (Cmax) e da biodisponibilidade (AUC) de ciprofloxacino.
O uso simultâneo de Cipro® e duloxetina pode levar a um aumento da concentração
plasmática e da biodisponibilidade de duloxetina.

INFORME AO MÉDICO O APARECIMENTO DE REAÇÕES INDESEJÁVEIS, SE
VOCÊ ESTIVER UTILIZANDO OU SE UTILIZOU RECENTEMENTE OUTROS
MEDICAMENTOS, INCLUSIVE MEDICAMENTOS SEM RECEITA MÉDICA.
NÃO USE MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE
SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE68.

- COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Aspecto físico: Cipro® 250 mg é um comprimido redondo e branco. Cipro® 500 mg é
um comprimido alongado e branco.
Características organolépticas: Cipro® 250 mg e 500 mg não tem cheiro e possui sabor
amargo.

DOSAGEM

A dosagem geralmente recomendada pelo médico é a seguinte:

Adultos:

Indicações: Dose diária para adultos de ciprofloxacino (mg) via oral

Infecções4 do trato respiratório (dependendo da gravidade e do microrganismo): 2 x 250 a 500 mg

Infecções4 do trato urinário12:
Aguda, não complicada: 1 a 2 x 250 mg
Cistite69 em mulheres (antes da menopausa70): dose única 250 mg
Complicada: 2 x 250 a 500 mg

Gonorréia16:
Extragenital: dose única 250 mg
Aguda, não complicada: dose única 250 mg

Diarréia42: 1 a 2 x 500 mg

Outras infecções4 (vide indicações): 2 x 500 mg

Infecções4 graves, com risco de vida (Pneumonia5 estreptocócica, Infecções4 recorrentes em fibrose cística31, Infecções4 ósseas e das articulações26, Septicemia28, Peritonite71, Principalmente quando causadas por Pseudomonas, Staphylococcus ou Streptococcus):  2 x 750 mg

Antraz:

Adultos: 500 mg de ciprofloxacino duas vezes por dia.

Crianças: 15 mg/kg de peso corpóreo duas vezes por dia. A dose máxima para
crianças não deve exceder 500 mg (dose máxima diária: 1000 mg).
O tratamento deve começar imediatamente após a suspeita ou confirmação da
inalação dos bacilos de antraz.
Se o paciente não for capaz de engolir os comprimidos, recomenda-se iniciar o
tratamento com Cipro® solução de infusão para terapia intravenosa.

Pacientes idosos
Pacientes idosos devem receber a menor dose compatível com a severidade da
infecção27 e com a sua função renal62.

Crianças e adolescentes
A dose oral recomendada para infecção27 aguda causada por P. aeruginosa em
pacientes com mucoviscidose72 é 20 mg/kg, 2 x por dia (máximo 1.500 mg/dia).
Pacientes com mau funcionamento dos rins11 e do fígado73:

Adultos
1. Recomendam-se as seguintes doses para a disfunção renal62 moderada ou grave:
Depuração de creatinina63 entre 31 e 60 ml/min (creatinina63 sérica entre 1,4 e 1,9 mg/100
ml), a dose máxima para administração oral é de 1000 mg de ciprofloxacino por dia.
Depuração de creatinina63 igual ou inferior a 30 ml/min (creatinina63 sérica igual ou
superior a 2 mg/100 ml), a dose máxima para administração oral é de 500 mg de
ciprofloxacino por dia.
2. Disfunção renal62 e sob hemodiálise74 é a mesma dose após cada sessão de diálise75 que
os pacientes com disfunção renal62 moderada ou grave (veja ponto 1).
3. Disfunção renal62 e em diálise peritoneal76 ambulatorial contínua (DPAC) para peritonite71
é necessário administrar 500 mg de ciprofloxacino 4 vezes por dia, em intervalos
de 6 horas.
Como alternativa, pode-se adicionar solução de Cipro® para infusão ao dialisado
(intraperitoneal). A dose é de 50 mg de ciprofloxacino por litro de dialisado, 4 vezes
por dia, em intervalos de 6 horas.
A experiência clínica nessa indicação é limitada. São necessárias doses altas de
Cipro® para atingir concentrações suficientes de ciprofloxacino no peritônio24, devendo
os efeitos colaterais67 ser atentamente observados. Ocorrendo efeito colateral77 de
relevância clínica ou sintomas78 de superdose, deve-se diminuir a dose ou interromper
a administração de Cipro®.
4. Não é preciso mudar a dose em caso de mau funcionamento do fígado73.
5. Em caso de mau funcionamento do fígado73 e dos rins11, a dose deve ser a mesma
usada para disfunção renal62. Pode ser necessário monitorar a concentração de
ciprofloxacino no sangue30.

Crianças e adolescentes
Doses em crianças e adolescentes com disfunções renal62 e/ou hepática79 alteradas não
foram estudadas.

- COMO USAR

Não altere a dose nem a duração do tratamento indicados por seu médico. Os comprimidos
devem ser engolidos inteiros, com líquido. Não é preciso tomar o comprimido
às refeições. Tomar os comprimidos com estômago21 vazio acelera a absorção. Não devem
ser tomados com laticínios ou bebidas enriquecidas com minerais (p. ex. leite,
iogurte ou suco de laranja enriquecido com cálcio). No entanto, a absorção não é afetada
significativamente por refeições que contenham cálcio.

Duração do tratamento
A duração do tratamento depende da gravidade da doença e do curso clínico e
bacteriológico. Em geral, o tratamento deve sempre prosseguir por pelo menos 3 dias
após a febre80 e os sinais81 clínicos terem desaparecido.
Em geral, a duração média do tratamento é:

Adultos
1 dia para gonorréia16 e cistite69 agudas não complicadas;
Até 7 dias para infecções4 de rins11, trato urinário12 e cavidade abdominal20;
Em pacientes com sistema imunológico29 comprometido, o tratamento deve prosseguir
enquanto a contagem total de glóbulos brancos estiver reduzida (fase neutropênica);
No máximo 2 meses para inflamação13 da medula óssea82 (osteomielite83);
7-14 dias para todas as outras infecções4.

Em infecções4 estreptocócicas, o tratamento deve continuar por pelo menos 10 dias,
por risco de complicações tardias.
Igualmente, as infecções4 por Chlamydia devem ser tratadas durante pelo menos 10
dias.

Crianças e adolescentes com idade entre 5 e 17 anos: 10 - 14 dias para episódios de
infecção27 aguda de fibrose cística31 causada por P. aeruginosa.

Antraz: 60 dias de tratamento para terapia imediata e para tratamento de infecções4
após a inalação de bacilos de antraz.
Consulte seu médico se tiver a impressão de que os efeitos de Cipro® são muito fortes
ou muito fracos.

Efeitos da descontinuação do tratamento com Cipro®
Se você quiser interromper o tratamento com Cipro® ou parar de tomá-lo antes do previsto
por se sentir melhor ou porque está sofrendo efeitos colaterais67, fale antes com
seu médico. Se você parar de tomar Cipro® sem antes falar com seu médico, as bactérias
que causaram a infecção27 poderão recomeçar a se reproduzir e sua condição poderá
piorar bastante.

NÃO INTERROMPA O TRATAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU
MÉDICO.
SIGA A ORIENTAÇÃO DO SEU MÉDICO, RESPEITANDO SEMPRE OS HORÁ-
RIOS, AS DOSES E A DURAÇÃO DO TRATAMENTO.
NÃO USE MEDICAMENTO COM PRAZO DE VALIDADE VENCIDO. ANTES DE
USAR OBSERVE O ASPECTO DO MEDICAMENTO.

Este medicamento não pode ser partido ou mastigado. Os comprimidos revestidos
devem ser engolidos inteiros, sem mastigar, com um pouco de líquido.
Caso tenha esquecido de tomar Cipro®
Se você esqueceu de tomar uma dose, não tome uma dose em dobro na próxima vez.
Simplesmente continue o tratamento, utilizando a dose indicada pelo médico.

- QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?

Como qualquer medicamento, Cipro® pode ter efeitos indesejáveis. A freqüência é
indicada da seguinte forma: Freqüentemente (entre 1% e 10%), Ocasionalmente (entre
0,1% e 1%), Raramente (entre 0,01% e 0,1%) e Muito raramente (inferior a 0,01%).

Infecções4 e infestações
Ocasionalmente: Infecções4 por Cândida. O tratamento prolongado ou repetido com
Cipro® pode reduzir a sensibilidade das bactérias ao ciprofloxacino; por isso, o paciente
pode infectar-se novamente com a mesma bactéria84 ou por leveduras antes da
erradicação da infecção27 inicial.
Raramente: Colite44 (ou inflamação13 do intestino grosso85) associado ao uso de antibiótico
(muito raramente fatal).

Distúrbios do sistema linfático86 e sanguíneo
Ocasionalmente: aumento dos glóbulos brancos do sangue30 (eosinofilia87).
Raramente: redução dos glóbulos brancos (leucopenia88/neutropenia89), redução de
glóbulos vermelhos (anemia90) ou de plaquetas91 (trombocitopenia92), aumento de glóbulos
brancos do sangue30 (leucocitose93) e aumento persistente das plaquetas91 no sangue30
(trombocitemia).
Muito raramente: aumento da degradação dos glóbulos vermelhos (anemia90
hemolítica), redução de todas as células94 sangüíneas (pancitopenia95 com possível risco
de vida), redução de glóbulos brancos com possíveis sintomas78 de calafrios96, febre80,
bolhas na boca97 e garganta98 (agranulocitose99), função da medula óssea82 reduzida (com
possível risco de vida).

Distúrbios imunológicos
Raramente: Reação alérgica100 com inchaço48/angioderma.
Muito raramente: Reação alérgica100 intensa e choque52 alérgico (p. ex. inchaço48 do rosto,
vascular101 e de laringe51; dificuldade de respirar que pode levar a choque52 com risco de
vida), (às vezes após a primeira administração) e reações similares àquelas associadas
com doença do soro102 (p. ex. febre80, inchaço48 dos gânglios linfáticos103, vermelhidão da
pele25, urticária104, inchaço48).

Distúrbios metabólicos e nutricionais
Ocasionalmente: falta de apetite (anorexia105).
Raramente: Aumento da concentração de açúcar64 no sangue30 (hiperglicemia106)

Distúrbios psiquiátricos
Ocasionalmente: Hiperatividade psicomotora107 / agitação.
Raramente: Confusão, desorientação, ansiedade, sonhos anormais, depressão e
alucinações108.
Muito raramente: Reações psicóticas

Distúrbios do sistema nervoso109
Ocasionalmente: dor de cabeça110, tontura111, distúrbios do sono, alteração do paladar112.
Raramente: sensações anormais, como por exemplo de queimação, formigamento,
coceira ou zunido (parestesia113), distúrbio da sensibilidade superficial, especialmente aos
estímulos táteis (disestesia114), tremor, convulsões, diminuição da sensibilidade geral
(hipoestesia115) e vertigem116.
Muito raramente: enxaqueca117, distúrbios da coordenação, alteração do olfato, aumento
da sensibilidade geral ou específica (hiperestesia), aumento da pressão intracraniana.

Distúrbios da visão118
Raramente: alterações da visão118
Muito raramente: distorção visual das cores.

Distúrbios da audição e do labirinto119
Raramente: zumbido e perda da audição.
Muito raramente: alterações da audição.

Distúrbios cardíacos
Raramente: taquicardia120.

Distúrbios vasculares121
Raramente: dilatação dos vasos sangüíneos50, pressão arterial122 baixa e perda da consciência
(síncope123).
Muito raramente: vasculite124.

Distúrbios respiratórios
Raramente: dificuldade de respirar (dispnéia125) incluindo condição asmática.

Distúrbios gastrintestinais
Freqüentemente: enjôo e diarréia42.
Ocasionalmente: vômitos126, dores gastrintestinais e abdominais, má digestão127 e gases.
Muito raramente: inflamação13 do pâncreas128 (pancreatite129).

Distúrbios hepatobiliares130
Ocasionalmente: aumento transitório das transaminases e aumento da bilirrubina131.
Raramente: distúrbio hepático temporário, icterícia132 e hepatite133 (não infecciosa).
Muito raramente: necrose134 de células94 do fígado73 que muito raramente evolui para insuficiência135
hepática79 potencialmente fatal.

Lesões55 da pele25 e do tecido subcutâneo136
Ocasionalmente: vermelhidão da pele25 (exantema137), coceira e urticária104.
Raramente: sensibilidade à luz e formação de bolhas.
Muito raramente: hemorragias138 pontilhadas da pele25 (petéquias139), eritema nodoso140,
eritema141 exsudativo142 multiforme (forma branda) evoluindo para formas graves (síndrome143
de Stevens-Johnson) e necrólise epidérmica tóxica144.

Distúrbios musculoesqueléticos, tecido conectivo145 e ósseos
Ocasionalmente: dor nas articulações26.
Raramente: dor muscular, inflamação13 nas articulações26 (artrite146), aumento do tônus
muscular e cãibras
Muito raramente: fraqueza muscular, inflamação13 dos tendões45 (tendinite147) e rupturas de
tendões45 (predominantemente do tendão de Aquiles148), piora dos sintomas78 da miastenia149
grave (fraqueza muscular grave).

Distúrbios renais e urinários
Ocasionalmente: alteração da função renal62.
Raramente: inflamação13 dos rins11 (nefrite150 túbulo-intersticial151), insuficiência renal152, presença
de sangue30 e de cristais na urina66.

Distúrbios gerais
Reações no local da injeção153
Freqüentemente: Reações locais na área de administração (somente na administração
intravenosa)
Ocasionalmente: dor inespecífica, mal-estar geral, febre80.
Raramente: inchaço48, transpiração154 excessiva.
Muito raramente: distúrbios da marcha.

Exames de laboratório
Ocasionalmente: aumento transitório da enzima1 hepática79 fosfatase alcalina155
Raramente: nível anormal de protrombina156 e aumento da amilase

- O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA GRANDE QUANTIDADE DESTE
MEDICAMENTO DE UMA SÓ VEZ?

Há relatos de alguns casos de toxicidade157 renal62 reversível após superdose aguda. Nesses
casos, portanto a função renal62 deve ser monitorada pelo médico. A administração
de produtos que contêm magnésio ou cálcio neutraliza o ácido do estômago21 e
reduz a absorção de ciprofloxacino na corrente sangüínea.

- ONDE E COMO DEVO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Os comprimidos devem ser guardados na embalagem original, em temperatura ambiente,
entre 15° e 30°C.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Lote, datas de fabricação e validade: vide cartucho.

CIPRO - Laboratório

BAYER
Rua Domingos Jorge, 1100
São Paulo/SP - CEP: 04779-900
Tel: 08007231010
Fax: 55 (011)548-0485
Site: http://www.bayer.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "BAYER"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
2 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
3 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
4 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
5 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
6 Ouvido médio: Atualmente denominado orelha média, é constituído pela membrana timpânica, cavidade timpânica, células mastoides, antro mastoide e tuba auditiva. Separa-se da orelha externa através da membrana timpânica e se comunica com a orelha interna através das janelas oval e redonda.
7 Otite média: Infecção na orelha média.
8 Seios paranasais: Seios paranasais são cavidades preenchidas de ar localizadas no interior dos ossos do crânio e da face, que se comunicam com a cavidade nasal.
9 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
10 Olhos:
11 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
12 Trato Urinário:
13 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
14 Ovários: São órgãos pares com aproximadamente 3cm de comprimento, 2cm de largura e 1,5cm de espessura cada um. Eles estão presos ao útero e à cavidade pelvina por meio de ligamentos. Na puberdade, os ovários começam a secretar os hormônios sexuais, estrógeno e progesterona. As células dos folículos maduros secretam estrógeno, enquanto o corpo lúteo produz grandes quantidades de progesterona e pouco estrógeno.
15 Anexite: Inflamação dos ovários e/ou das trompas de Falópio (tubas uterinas), também denominados anexos uterinos.
16 Gonorreia: Infecção bacteriana que compromete o trato genital, produzida por uma bactéria chamada Neisseria gonorrhoeae. Produz uma secreção branca amarelada que sai pela uretra juntamente com ardor ao urinar. É uma causa de infertilidade masculina.Em mulheres, a infecção pode não ser aparente. Se passar despercebida, pode se tornar crônica e ascender, atingindo os anexos uterinos (trompas, útero, ovários) e causar Doença Inflamatória Pélvica e mesmo infertilidade feminina.
17 Próstata: Glândula que (nos machos) circunda o colo da BEXIGA e da URETRA. Secreta uma substância que liquefaz o sêmem coagulado. Está situada na cavidade pélvica (atrás da parte inferior da SÍNFISE PÚBICA, acima da camada profunda do ligamento triangular) e está assentada sobre o RETO.
18 Prostatite: Quadro de inflamação da próstata.
19 Sífilis: Doença transmitida pelo contato sexual, causada por uma bactéria de forma espiralada chamada Treponema pallidum. Produz diferentes sintomas de acordo com a etapa da doença. Primeiro surge uma úlcera na zona de contato com inflamação dos gânglios linfáticos regionais. Após um período a lesão inicial cura-se espontaneamente e aparecem lesões secundárias (rash cutâneo, goma sifilítica, etc.). Em suas fases tardias pode causar transtorno neurológico sério e irreversível, que felizmente após o advento do tratamento com antibióticos tem se tornado de ocorrência rara. Pode ser causa de infertilidade e abortos espontâneos repetidos.
20 Cavidade Abdominal: Região do abdome que se estende do DIAFRAGMA torácico até o plano da abertura superior da pelve (passagem pélvica). A cavidade abdominal contém o PERiTÔNIO e as VÍSCERAS abdominais, assim como, o espaço extraperitoneal que inclui o ESPAÇO RETROPERITONEAL.
21 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
22 Membrana Serosa: Revestimento delgado das cavidades fechadas do corpo. Composto por uma camada única de células epiteliais escamosas (MESOTÉLIO) sobre uma fina camada de TECIDO CONJUNTIVO e coberta por um líquido claro filtrado (secreted) do sangue e vasos linfáticos. Entre as principais membranas serosas no corpo estão
23 Abdome: Região do corpo que se localiza entre o TÓRAX e a PELVE.
24 Peritônio: Membrana serosa que recobre as paredes do abdome e a superfície dos órgãos digestivos.
25 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
26 Articulações:
27 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
28 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
29 Sistema imunológico: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
30 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
31 Fibrose cística: Doença genética autossômica recessiva que promove alteração de glândulas exócrinas do organismo. Caracterizada por infecções crônicas das vias aéreas, que leva ao desenvolvimento de bronquiectasias, insuficiência pancreática exócrina, disfunções intestinais, anormalidades das glândulas sudoríparas e disfunção genitourinária.
32 Viscosidade: 1. Atributo ou condição do que é viscoso; viscidez. 2. Resistência que um fluido oferece ao escoamento e que se deve ao movimento relativo entre suas partes; atrito interno de um fluido.
33 Brônquios: A maior passagem que leva ar aos pulmões originando-se na bifurcação terminal da traquéia. Sinônimos: Bronquíolos
34 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
35 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
36 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
37 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
38 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
39 Traumatismo: Lesão produzida pela ação de um agente vulnerante físico, químico ou biológico e etc. sobre uma ou várias partes do organismo.
40 Derrame: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
41 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
42 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
43 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
44 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
45 Tendões: Tecidos fibrosos pelos quais um músculo se prende a um osso.
46 Tendão: Tecido fibroso pelo qual um músculo se prende a um osso.
47 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
48 Inchaço: Inchação, edema.
49 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
50 Vasos sangüíneos: Órgãos em forma de tubos que se ramificam por todo o organismo. Existem três tipos principais de vasos sangüíneos que são as artérias, veias e capilares.
51 Laringe: É um órgão fibromuscular, situado entre a traqueia e a base da língua que permite a passagem de ar para a traquéia. Consiste em uma série de cartilagens, como a tiroide, a cricóide e a epiglote e três pares de cartilagens: aritnoide, corniculada e cuneiforme, todas elas revestidas de membrana mucosa que são movidas pelos músculos da laringe. As dobras da membrana mucosa dão origem às pregas vocais.
52 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
53 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
54 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
55 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
56 Cartilagem Articular:
57 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
58 Articulação: 1. Ponto de contato, de junção de duas partes do corpo ou de dois ou mais ossos. 2. Ponto de conexão entre dois órgãos ou segmentos de um mesmo órgão ou estrutura, que geralmente dá flexibilidade e facilita a separação das partes. 3. Ato ou efeito de articular-se. 4. Conjunto dos movimentos dos órgãos fonadores (articuladores) para a produção dos sons da linguagem.
59 Cartilagem: Tecido resistente e flexível, de cor branca ou cinzenta, formado de grandes células inclusas em substância que apresenta tendência à calcificação e à ossificação.
60 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
61 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
62 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
63 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
64 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
65 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
66 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
67 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
68 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
69 Cistite: Inflamação ou infecção da bexiga. É uma das infecções mais freqüentes em mulheres, e manifesta-se por ardor ao urinar, urina escura ou com traços de sangue, aumento na freqüência miccional, etc.
70 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
71 Peritonite: Inflamação do peritônio. Pode ser produzida pela entrada de bactérias através da perfuração de uma víscera (apendicite, colecistite), como complicação de uma cirurgia abdominal, por ferida penetrante no abdome ou, em algumas ocasiões, sem causa aparente. É uma doença grave que pode levar pacientes à morte.
72 Mucoviscidose: Doença genética autossômica recessiva que promove alteração de glândulas exócrinas do organismo. Caracterizada por infecções crônicas das vias aéreas, que leva ao desenvolvimento de bronquiectasias, insuficiência pancreática exócrina, disfunções intestinais, anormalidades das glândulas sudoríparas e disfunção genitourinária.
73 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
74 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
75 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
76 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
77 Efeito colateral: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
78 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
79 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
80 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
81 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
82 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
83 Osteomielite: Infecção crônica do osso. Pode afetar qualquer osso da anatomia e produzir-se por uma porta de entrada local (fratura exposta, infecção de partes moles) ou por bactérias que circulam através do sangue (brucelose, tuberculose, etc.).
84 Bactéria: Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.
85 Intestino grosso: O intestino grosso é dividido em 4 partes principais: ceco (cecum), cólon (ascendente, transverso, descendente e sigmoide), reto e ânus. Ele tem um papel importante na absorção da água (o que determina a consistência do bolo fecal), de alguns nutrientes e certas vitaminas. Mede cerca de 1,5 m de comprimento.
86 Sistema Linfático: Um sistema de órgãos e tecidos que processa e transporta células imunes e LINFA.
87 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
88 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
89 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
90 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
91 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
92 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
93 Leucocitose: É o aumento no número de glóbulos brancos (leucócitos) no sangue, geralmente maior que 8.000 por mm³. Ocorre em diferentes patologias como em resposta a infecções ou processos inflamatórios. Entretanto, também pode ser o resultado de uma reação normal em certas condições como a gravidez, a menstruação e o exercício muscular.
94 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
95 Pancitopenia: É a diminuição global de elementos celulares do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas).
96 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
97 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
98 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
99 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
100 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
101 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
102 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
103 Gânglios linfáticos: Estrutura pertencente ao sistema linfático, localizada amplamente em diferentes regiões superficiais e profundas do organismo, cuja função consiste na filtração da linfa, maturação e ativação dos linfócitos, que são elementos importantes da defesa imunológica do organismo.
104 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
105 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
106 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
107 Psicomotora: Própria ou referente a qualquer resposta que envolva aspectos motores e psíquicos, tais como os movimentos corporais governados pela mente.
108 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
109 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
110 Cabeça:
111 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
112 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
113 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
114 Disestesia: Distúrbio da sensibilidade superficial tátil.
115 Hipoestesia: Perda ou diminuição de sensibilidade em determinada região do organismo.
116 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
117 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
118 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
119 Labirinto: 1. Vasta construção de passagens ou corredores que se entrecruzam de tal maneira que é difícil encontrar um meio ou um caminho de saída. 2. Anatomia: conjunto de canais e cavidades entre o tímpano e o canal auditivo, essencial para manter o equilíbrio físico do corpo. 3. Sentido figurado: coisa complicada, confusa, de difícil solução. Emaranhado, imbróglio.
120 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
121 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
122 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
123 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
124 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
125 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
126 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
127 Digestão: Dá-se este nome a todo o conjunto de processos enzimáticos, motores e de transporte através dos quais os alimentos são degradados a compostos mais simples para permitir sua melhor absorção.
128 Pâncreas: Órgão nodular (no ABDOME) que abriga GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina é composta pelas ILHOTAS DE LANGERHANS, que secretam vários hormônios na corrente sangüínea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta, que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos pancreáticos (que desemboca no DUODENO).
129 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
130 Hepatobiliares: Diz-se do que se refere ao fígado e às vias biliares.
131 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
132 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
133 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
134 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
135 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
136 Tecido Subcutâneo: Tecido conectivo frouxo (localizado sob a DERME), que liga a PELE fracamente aos tecidos subjacentes. Pode conter uma camada (pad) de ADIPÓCITOS, que varia em número e tamanho, conforme a área do corpo e o estado nutricional, respectivamente.
137 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
138 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
139 Petéquias: Pequenas lesões da pele ou das mucosas, de cor vermelha ou azulada, características da púrpura. São lesões hemorrágicas, que não desaparecem à pressão, cujo tamanho não ultrapassa alguns milímetros.
140 Eritema nodoso: Erupção eritematosa comumente associada a reações a medicamentos ou infecções e caracterizada por nódulos inflamatórios que são geralmente dolorosos, múltiplos e bilaterais. Esses nódulos são localizados predominantemente nas pernas, podendo também estar nas coxas e antebraços. Eles sofrem alterações de coloração características terminando em áreas tipo equimose temporárias. Regride em 3 a 6 semanas, em média, sem cicatriz ou atrofia.
141 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
142 Exsudativo: 1. Inerente ou pertencente à exsudação. Ação de exsudar, suar, transpirar. 2. Líquido que, saindo pelos poros da superfície de um vegetal ou de um animal, torna-se espesso ou viscoso nessa superfície.
143 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
144 Necrólise Epidérmica Tóxica: Sinônimo de Síndrome de Lyell. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
145 Tecido conectivo: Tecido que sustenta e conecta outros tecidos. Consiste de CÉLULAS DO TECIDO CONJUNTIVO inseridas em uma grande quantidade de MATRIZ EXTRACELULAR.
146 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
147 Tendinite: Inflamação de um tendão. Produz-se em geral como conseqüência de um traumatismo. Existem doenças imunológicas capazes de produzir tendinite entre outras alterações.
148 Tendão de Aquiles:
149 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
150 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
151 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
152 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
153 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
154 Transpiração: 1. Ato ou efeito de transpirar. 2. Em fisiologia, é a eliminação do suor pelas glândulas sudoríparas da pele; sudação. Ou o fluido segregado pelas glândulas sudoríparas; suor. 3. Em botânica, é a perda de água por evaporação que ocorre na superfície de uma planta, principalmente através dos estômatos, mas também pelas lenticelas e, diretamente, pelas células epidérmicas.
155 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
156 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
157 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.

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