DOXICICLINA União Química

UNIAO QUIMICA

Atualizado em 08/12/2014

DOXICICLINA
Cloridrato de Doxiciclina
Comprimido Revestido

                               - FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES:
Comprimido revestido: caixa com 3 ou 15 comprimidos.
Xarope: frasco contendo 60 ml.
Drágea1: caixa com 3 e 15 drágeas2.

USO ADULTO E  PEDIÁTRICO
(crianças maiores de 8 anos)

Composição da Doxiciclina União Química

Comprimido Revestido Cada comprimido contém:
Doxiciclina    100mg
(na forma de cloridrato)
Excipientes: amido, manitol, polividona, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, silicato de magnésio, sacarose, dióxido de titânio, macrogol, corante azul FD&C, corante verde FD&C.
Xarope
Cada 5 ml do xarope contém:
Doxiciclina    50mg
Veículo: polividona, silicato de alumínio e magnésio, propilenoglicol, sacarose, metabissulfito de sódio, metilparabeno, propilparabeno, cloreto de cálcio, essência de framboesa, água purificada.
Drágea1
Cada drágea1 contém:
Doxiciclina    100mg
(na forma de cloridrato)
Excipientes: amido, manitol, polividona, estearato de magnésio, explosol, álcool etílico, laurilsulfato de sódio, hipromelose, etilcelulose, ftalato de dietila, cloreto de metileno, corante azul FD&C, corante amarelo FD&C.
                               

Informações ao Paciente da Doxiciclina União Química

AÇÃO ESPERADA DO MEDICAMENTO:
É indicada no processos infecciosos causados por microorganismos sensíveis à Doxiciclina.

CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO:
Conserve o produto na embalagem original, em temperatura ambiente (15 a 30ºC), protegido da luz e da umidade.

PRAZO DE VALIDADE:
24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho). Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.

GRAVIDEZ3 E LACTAÇÃO4:
A Doxiciclina é contra-indicada durante a gravidez3 e durante a amamentação5. Como existe interferência na atividade dos anticoncepcionais orais hormonais, aconselha-se o uso  de outros meios  de contracepção6 durante o tratamento com a Doxiciclina. Informe seu médico a  ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu  término. Informe ao médico se está  amamentando.

CUIDADOS DE ADMINISTRAÇÃO:
Algumas pessoas podem ficar mais sensíveis à luz solar; não devem, portanto , tomar sol durante o tratamento com este medicamento sem conhecer a reação.
Pacientes que estejam em tratamento com Doxiciclina não devem tomar medicamentos antiácidos7 contendo alumínio, ferro, cálcio, magnésio e sais de bismuto.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

REAÇÕES ADVERSAS:
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como: reações alérgicas cutâneas8.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

INGESTÃO CONCOMITANTE COM OUTRAS SUBSTÂNCIAS:
Os comprimidos de Doxiciclina devem ser ingeridos durante a refeição ou com leite para minimizar os efeitos gastrointestinais. Durante o tratamento deve-se evitar bebidas alcóolicas.

CONTRA-INDICAÇÕES E PRECAUÇÕES:
O produto não deve ser usado por pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Crianças menores de 8 anos não devem fazer uso deste medicamento, pois pode ocorrer descoloração e  hiperplasia9 do esmalte dentário10, que são irreversíveis.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Não deve ser utilizado durante a gravidez3 e a lactação4
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE11.

Informações Técnicas da Doxiciclina União Química

Características da Doxiciclina União Química

A Doxiciclina é um antibiótico de amplo espectro derivado sintético da oxitetraciclina. A Doxiciclina apresenta elevado grau de lipossolubilidade e pouca afinidade de ligação ao cálcio. É altamente estável no soro12 humano normal e não se degrada para uma forma epianidro.
A Doxiciclina é fundamentalmente bacteriostática e acredita-se que exerça sua ação antimicrobiana pela inibição da síntese protéica. A Doxiciclina é ativa contra uma ampla variedade de microrganismos gram-positivos e gram-negativos. As tetraciclinas são prontamente absorvidas e ligam-se em grau variável às proteínas13 plasmáticas. São concentradas pelo fígado14 na bile15 e excretadas na urina16 e fezes em altas concentrações sob forma biologicamente ativa. A Doxiciclina administrada por via oral é absorvida de maneira virtualmente completa. Os estudos realizados até o momento indicam que a absorção da Doxiciclina, ao contrário de outras tetraciclinas, não é acentuadamente alterada pela ingestão de alimentos ou leite. Após a administração de 200 mg de Doxiciclina à voluntários adultos sadios, o pico médio dos níveis séricos foi de 2,6 mcg/ml após duas horas, diminuindo para 1,45 mcg/ml após 24 horas. A excreção renal17 de Doxiciclina é de aproximadamente 40% após 72 horas em indivíduos com a função renal17 normal (clearance de creatinina18 de 75 ml/min). Esta porcentagem pode ser reduzida para um valor de até 1-5% após 72 horas em indivíduos com insuficiência renal19 severa (clearance de creatinina18 inferior a 10 ml/min). Os estudos não demonstraram diferença significante na meia vida sérica da Doxiciclina (num período de 18 a 22 horas) em indivíduos com função renal17 normal e com insuficiência renal19 severa. A hemodiálise20 não altera a meia-vida sérica da Doxiciclina.

Indicações da Doxiciclina União Química

É indicada nos processos infecciosos causados por microorganismos sensíveis à Doxiciclina.  É indicada em infecções21 causadas pelos seguintes microorganismos:
Rickettsiae (febre22 das Montanhas Rochosas, febre tifóide23 e do grupo tifóide, febre22 Q, varíola por Rickettsia e febre22 do carrapato).
Mycoplasma pneumoniae (PPLO, agente Eaton).
Chlamydia psittaci (anteriormente agentes da psitacose e ornitose).
Chlamydia trachomatis (anteriormente agentes do linfogranuloma venéreo).
Doxiciclina é indicada para o tratamento de uretrite24 não complicada, endocervicite ou infecções21 retais em adultos causadas por Chlamydia trachomatis.
Calymmatobacterium (Donavania) granulomatis (anteriormente agentes do granuloma25 inguinal).
Borrelia recurrentis e B. duttonii: agente da espiroqueta26 da febre22 recorrente induzida respectivamente pelo piolho e carrapato.
Ureaplasma urealyticum (T-Mycoplasma) como um agente da uretrite24 não gonocócica e em homens associados com infertilidade27.
Plasmodium falciparum (malária falciparum resistente à cloroquina).
Os seguinte microorganismos gram-negativos:
Haemophilus ducreyi (cancróide)
Yersinia pestis (anteriormente Pasteurella pestis).
Francisella tularensis (anteriormente Pasteurella tularensis).
Bartonella bacilliformis
Bacteroides species
Campylobacter fetus
(anteriormente Vibrio fetus).
Brucella species (em associação com a estreptomicina).
Uma vez que muitas cepas28 dos grupos citados abaixo de microorganismos têm demonstrado serem resistentes às tetraciclinas, recomendam-se testes de suscetibilidade e cultura. Quando os testes bacteriológicos indicarem suscetibilidade adequada à droga, Doxiciclina é indicada para o tratamento de infecções21 causadas pelos seguintes microorganismos gram-negativos:
Neisseria gonorrhoeae, Vibrio cholerae (anteriormente Vibrio comma). Escherichia coli, Enterobacter aerogenes , Shigella species, Acinetobacter species (anteriormente Mina species e Herellea species). Klebsiella species (infecções21 urinárias e respiratórias). Branhamella catarrhalis.
Quando os testes bacteriológicos indicarem suscetibilidade adequada à droga, Doxiciclina é indicada para o tratamento de infecções21 causadas pelos seguintes microrganismos gram-positivos:
Streptococcus species: Uma certa porcentagem de cepas28 de Streptococcus pyogenes e Streptococcus faecalis tem sido resistente às tetraciclinas. Portanto, as tetraciclinas não devem ser usadas nestas infecções21, a menos que os microorganismos tenham demonstrado suscetibilidade às mesmas.
Em infecções21 do trato respiratório superior devido a estreptococcus beta-hemolíticos do grupo A, a penicilina é a droga usual de escolha, incluindo a profilaxia da febre reumática29.
Streptococcus pneumoniae (anteriormente Diplococcus pneumoniae).
Em infecções21 de pele30 e tecidos moles e em infecções21 respiratórias devido a Staphylococcus aureus; as tetraciclinas não são drogas de escolha no tratamento de quaisquer tipos de infecções21 devido a este microrganismo.
Quando a penicilina é contra-indicada, a Doxiciclina é uma droga alternativa no tratamento de infecções21 devido a: Treponema pallidum e Treponema pertenue (sífilis31 e bouba), Listeria monocytogenes, Clostridium species, Bacillus anthracis, Leptotrichia buccalis (anteriormente Fusobacterium fusiforme); infecção32 de Vicent, Actinomyces species.
Em amebíase intestinal aguda, Doxiciclina pode ser útil como adjuvante aos amebicidas.
Em acne33 severa, Doxiciclina pode ser útil como terapia adjuvante.
Doxiciclina é indicada no tratamento de Trachoma, embora o agente infeccioso não seja sempre eliminado como observado pela imunofluorescência.
Conjuntivite34 de inclusão pode ser tratada com Doxiciclina oral isolada ou em associação com agentes tópicos.
Doxiciclina é indicada para o tratamento do estágio I da doença de Lyme, na prevenção de leptospirose e na prevenção seletiva de cólera35.
Doxiciclina é também indicada para a prevenção das seguintes condições:
Diarréia36 de viajantes (Escherichia coli enterotoxigênica).
Malária (em áreas com Plasmodium falciparum resistente à cloroquina).

Contra-Indicações da Doxiciclina União Química

O medicamento é contra-indicado para pessoas com conhecida hipersensibilidade às tetraciclinas ou a qualquer componente do produto e para gestantes, lactantes37 e crianças menores de 8 anos.

Precauções e Advertências da Doxiciclina União Química

Gerais: O uso de antibióticos pode ocasionalmente resultar em desenvolvimento de microrganismos não suscetíveis. É essencial, portanto, a constante observação do paciente. Caso apareçam microrganismos resistentes, o antibiótico deve ser descontinuado e terapêutica38 adequada instituída.
Ao se tratar pacientes portadores de doenças venéreas com suspeita de sífilis31, é essencial a confirmação diagnóstica, incluindo microscopia em campo escuro. Nestes casos testes sorológicos devem ser realizados mensalmente, durante pelo menos quatro meses.
Em tratamentos prolongados, uma avaliação laboratorial periódica dos sistemas orgânicos incluindo hematopoiético, renal17 e hepático deverá ser realizada.
Infecções21 devido a estreptococos  beta-hemolíticos, do grupo A deverão ser tratadas por no mínimo dez dias.
O uso de drogas da classe das tetraciclinas durante a desenvolvimento da dentição39 (segunda metade da gravidez3, primeira infância e crianças até os 8 anos de idade) pode causar coloração permanente dos dentes (amarelo, cinza e pardo). Esta reação adversa é mais comum durante tratamentos prolongados, mas tem sido observada em tratamentos repetidos a curto prazo. Hipoplasia40 do esmalte41 dental também foi relatado. Portanto, Doxiciclina deve ser usada nestes grupos de pacientes quando outras drogas não estiverem disponíveis ou mostrarem-se ineficazes e contra-indicadas.
Fotossensibilidade, manifestada por reações exageradas de queimaduras por exposição à luz solar, tem sido observada em alguns indivíduos em tratamento com tetraciclinas. Pacientes sujeitos a exposição à luz solar direta ou à luz ultravioleta devem ser alertados de que esta reação pode ocorrer com as tetraciclinas, sendo que o tratamento deve ser descontinuado à primeira evidência de eritema42 cutâneo43.
A ação antianabólica das tetraciclinas pode causar um aumento do nitrogênio uréico sangüíneo. Estudos realizados até o momento indicam que isto não ocorre com o uso da Doxiciclina em pacientes com insuficiência renal19.
Gravidez3: Doxiciclina ainda não tem sido estudada em pacientes grávidas. Assim, não deve ser usada em gestantes a menos que, na avaliação do médico, seja essencial para o bem estar da paciente. Resultados em estudos animais indicam que as tetraciclinas, atravessam a placenta, são encontradas nos tecidos fetais e podem ter efeitos tóxicos no desenvolvimento do feto44 (geralmente relacionados ao retardo no desenvolvimento esquelético). Evidências de embriotoxicidade também foram  observadas em animais tratados no período inicial da gestação.
                               Amamentação5: As tetraciclinas são encontradas no leite de lactantes37 que estejam, neste período, fazendo uso de antibióticos pertencentes a este grupo. Portanto, o uso de tetraciclinas deve ser evitado em lactantes37.
Pediatria: Como ocorre com outras tetraciclinas, Doxiciclina forma um complexo cálcico estável em qualquer tecido ósseo45 em formação. Foi observada uma redução no índice de crescimento da fíbula46 em prematuros, aos quais foram administradas doses orais de 25 mg/Kg de tetraciclina a cada seis horas. Esta reação mostrou ser reversível com a descontinuação da droga.
                               

Interações Medicamentosas da Doxiciclina União Química

Em virtude das tetraciclinas demonstrarem deprimir a atividade protrombínica do plasma47, pacientes que estiverem tomando anticoagulantes48 poderão necessitar de uma redução na dosagem dos mesmos.Houve relatos isolados de que o uso concomitante de tetraciclinas e contraceptivos orais pode reduzir a eficácia destes últimos.
Tendo em vista que as drogas bacteriostáticas podem interferir na ação bactericida da penicilina, é aconselhável evitar-se  a administração de Doxiciclina juntamente com penicilina.
Pacientes que estejam sob tratamento com Doxiciclina não devem ser tratados com antiácidos7 que contenham alumínio, cálcio, magnésio ou preparações que contenham ferro e sais de bismuto, uma vez que estes prejudicam a absorção das tetraciclinas. Álcool, barbitúricos, carbamazepina e fenitoína diminuem a meia-vida da Doxiciclina.
O uso concomitante de tetraciclinas e metoxiflurano (Pentrane) tem causado toxicidade49 renal17 fatal. A duração do tratamento depende do tipo de injeção50 para a qual está sendo administrado.

Interferência em Exames Laboratoriais da Doxiciclina União Química

As tetraciclinas podem produzir falsas elevações das catecolaminas urinárias: podem alterar a concentração de uréia51 sérica por seu efeito antianabólico.
Concentrações séricas de TGP e TGO, fosfatase alcalina52 e bilirrubina53 podem estar aumentadas.

Reações Adversas/Colaterais da Doxiciclina União Química

Devido à absorção praticamente completa da Doxiciclina, não é comum a presença de efeitos colaterais54 gastrointestinais. As seguintes reações adversas foram observadas em pacientes tratados com tetraciclinas:Gastrointestinais: Anorexia55, náusea56, vômitos57, diarréia36, glossite58, disfagia59, enterocolite e lesões60 inflamatórias na região anogenital (com monilíase). Anormalidades na função hepática61 têm sido raramente relatadas. Estas reações foram causadas tanto pela administração oral como parenteral de tetraciclinas. Raros casos de esofagite62 e ulcerações63 esofágicas foram relatados em pacientes que receberam drogas da classe das tetraciclinas na forma de cápsulas e comprimidos. A maior parte destes pacientes recebeu a medicação antes de deitar-se.
Cutâneas8: Lesões60 eritematosas64 e maculopapulares. Apesar de pouco comuns, foram relatados casos de dermatite65 esfoliativa. Reações de fotossensibilidade foram descritas em alguns casos.
Toxicidade49 renal17: Elevação do nitrogênio uréico sangüíneo tem sido relatada com o uso de tetraciclinas sendo aparentemente dose relacionada.
Reações de hipersensibilidade: urticária66, edema angioneurótico67, anafilaxia68, púrpura69 anafilactóide, doença do soro12, pericardite70 e exacerbação de lúpus71 eritematoso72 sistêmico73.
Hematológicas: Anemia hemolítica74, trombocitopenia75, neutropenia76 e eosinofilia77 foram relatadas com o uso de tetraciclinas. Casos  de fontanelas78 abauladas em crianças e hipertensão79 intracranial benigna em adultos foram relatados em pacientes recebendo doses terapêuticas máximas. Este quadro desapareceu rapidamente com a descontinuação do medicamento.
Quando administradas por períodos prolongados, as tetraciclinas podem produzir descoloração microscópia das glândulas80 tireóides (marrom-preto). Não foram relatadas quaisquer anormalidades nos estudos da função tireoidiana.

Posologia da Doxiciclina União Química

A dose usual e a freqüência da administração de Doxiciclina diferem da maioria das tetraciclinas.
Doses maiores que as recomendadas podem resultar no aumento da incidência81 de efeitos colaterais54. Recomenda-se a ingestão de líquidos durante a administração da Doxiciclina. Na ocorrência de irritação gástrica, recomenda-se que a administração seja acompanhada de leite ou alimentos. O tratamento deve continuar  por  pelo  menos 24 a 48 horas após  o  desaparecimento dos sintomas82 e febre22.
Quando usada em infecções21 estreptocócicas, a terapêutica38 deve  ser  mantida durante 10 dias para impedir o desenvolvimento de febre reumática29 e glomerulonefrite83.
Crianças maiores de 8 anos: O esquema posológico recomendado para crianças  pesando até 50 Kg é de 4 mg/Kg de peso corporal no primeiro dia de tratamento, administrados como dose única diária ou em duas doses a cada 12 horas. A dose de manutenção é de 2 mg/Kg de peso corporal em dose única diária ou dividida em duas doses a cada 12 horas. Em infecções21 mais graves doses de até 4 mg/Kg de peso corporal  podem  ser  usadas. Para crianças pesando mais de 50 Kg deverá ser usada a dose usual recomendada para adultos.
Adultos:  A dose usual de Doxiciclina em adultos é de 200 mg no primeiro dia de tratamento (administrados em dose única ou em duas doses de 100 mg a cada 12  horas), seguidos de uma dose de manutenção de 100 mg/dia (administrados em dose  única ou em duas doses de 50 mg a cada doze horas).
No controle de infecções21 mais severas (particularmente as infecções21 crônicas do trato urinário84), deverão ser administradas doses diárias de  200 mg durante todo o período de tratamento.
Infecções21 uretrais, endocervicais ou retais não complicadas em adultos, causadas  por  Chlamydia trachomatis:
Doses orais de 100 mg, duas vezes ao dia, durante sete dias.
Infecções21 gonocócicas não complicadas (exceto  infecções21 anorretais em homens):
Dose oral de 100 mg, duas vezes ao dia, por sete dias. Como esquema alternativo em dose única, administrar 300 mg inicialmente, seguidos de uma segunda dose de 300 mg uma hora após. Estas doses devem ser administradas com alimentos, inclusive leite ou bebidas carbonadas, conforme recomendado.
Orquiepididimite85 aguda causada por  C. trachomatis ou  N.gonorrhoeae:
Dose oral de 100 mg, duas vezes ao dia, por no mínimo 10 dias.
Ureaplasma urealyticum (micoplasma - T):
Em  infecções21 por Ureaplasma  urealyticum (micoplasma T) no trato genital masculino, associadas com  infertilidade27 não explicada, tanto o homem quanto sua parceira sexual devem ser tratados com 100 mg, duas vezes ao dia, por quatro semanas.
Uretrite24 não gonocócica causada por Ureaplasma urealyticum:
Dose oral de 100 mg, duas vezes ao dia por sete dias.
Doença inflamatória pélvica86 aguda:
Pacientes Ambulatoriais: Cefoxitina 2g IM, ou amoxicilina 3 g via oral, ou ampicilina 3,5 g via oral, ou benzilpenicilina procaína (Penicilina G) aquosa 4,8 milhões de unidades IM em dois locais diferentes, ou ceftriaxona 250 mg IM. Cada um desses esquemas, exceto a ceftriaxona, deve ser acompanhado de probenecida 1 g, via oral e seguido de Doxiciclina 100 mg, duas vezes ao dia por 10 a 14 dias.
Sífilis31 primária e secundária:
Dose diária fracionada de 300 mg por no mínimo 10 dias.
Tratamento e prevenção seletiva de cólera35 em  adultos:
Doxiciclina deve  ser administrada em dose única de 300 mg.
Tratamento de malária  falciparum resistente à cloroquina:
Dose oral diária de 200 mg, por um mínimo de sete dias. Devido à potencial gravidade da infecção32, deve-se sempre associar  um esquizonticida de ação rápida como o quinino à Doxiciclina. A dose recomendada de quinino varia de acordo com a área geográfica.
Prevenção da diarréia36 de viajantes em adultos:
Dose de 200  mg no primeiro dia de viagem (administrados em dose única ou 100 mg a cada 12 horas), seguida de 100 mg diários durante a permanência na área.
Não existem dados disponíveis sobre o uso profilático da droga por períodos superiores a 21 dias.
Prevenção da leptospirose:
Dose semanal de 200 mg durante todo o período de permanência na área e 200 mg ao final do mesmo.
Não existem dados disponíveis sobre o uso profilático da droga por períodos superiores  a  21 dias.
Pacientes com insuficiência renal19:
Estudos até o momento têm demonstrado que a administração de Doxiciclina nas doses habitualmente recomendadas não leva a um acúmulo excessivo de antibiótico em pacientes com insuficiência renal19.

Superdosagem da Doxiciclina União Química

Em caso de superdosagem o medicamento deve ser descontinuado e tratamento sintomático87 e medidas  de suporte instituídos. A diálise88 não altera a meia-vida plasmática da Doxiciclina e, portanto, não seria um benefício no tratamento dos casos de superdosagem.

Pacientes Idosos da Doxiciclina União Química

Não há relatos de dosagem ou efeitos relacionados a pacientes idosos.

                               VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA      

N.º do lote, data da fabricação e data da validade: vide cartucho


DOXICICLINA União Química - Laboratório

UNIAO QUIMICA
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu/SP - CEP: 06900-000
Tel: SAC 0800 11 1559

Ver outros medicamentos do laboratório "UNIAO QUIMICA"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Drágea: Comprimido ou pílula contendo preparado farmacêutico.
2 Drágeas: Comprimidos ou pílulas contendo preparado farmacêutico.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
6 Contracepção: Qualquer processo que evite a fertilização do óvulo ou a implantação do ovo. Os métodos de contracepção podem ser classificados de acordo com o seu objetivo em barreiras mecânicas ou químicas, impeditivas de nidação e contracepção hormonal.
7 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
8 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
9 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
10 Esmalte Dentário: Camada rígida, delgada e translúcida, de substância calcificada que reveste e protege a dentina da coroa do dente. É a substância mais dura do corpo e é quase que completamente composta de sais de cálcio. Ao microscópio, é composta de bastões delgados (prismas do esmalte) mantidos conectados por uma substância cimentante, e apresenta-se revestido por uma bainha de esmalte. (Tradução livre do original
11 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
12 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
13 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
14 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
15 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
16 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
17 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
18 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
19 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
20 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
21 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
22 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
23 Febre tifóide: Infecção produzida por uma bactéria chamada Salmonella tiphy, adquirida através de alimentos contaminados e caracterizada por febre persistente, aumento do tamanho dos tecidos linfáticos (baço, gânglios linfáticos, etc.) e erupções cutâneas. Sem tratamento adequado pode ser muito grave.
24 Uretrite: Inflamação da uretra de causa geralmente infecciosa. Manifesta-se por ardor ao urinar e secreção amarelada drenada pela mesma. Em mulheres esta secreção pode não ser evidente.
25 Granuloma: Formação composta por tecido de granulação que se encontra em processos infecciosos e outras doenças. É, na maioria das vezes, reacional a algum tipo de agressão (corpo estranho, ferimentos, parasitas, etc.).
26 Espiroqueta: Designação comum às bactérias do gênero Spirochaeta, da família das espiroquetáceas, formadas por bastonetes flexíveis e espiralados, encontradas tanto em água doce como salgada.
27 Infertilidade: Capacidade diminuída ou ausente de gerar uma prole. O termo não implica a completa inabilidade para ter filhos e não deve ser confundido com esterilidade. Os clínicos introduziram elementos físicos e temporais na definição. Infertilidade é, portanto, freqüentemente diagnosticada quando, após um ano de relações sexuais não protegidas, não ocorre a concepção.
28 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
29 Febre reumática: Doença inflamatória produzida como efeito inflamatório anormal secundário a infecções repetidas por uma bactéria chamada estreptococo beta-hemolítico do grupo A. Caracteriza-se por inflamação das articulações, febre, inflamação de uma ou mais de uma estrutura cardíaca, alterações neurológicas, eritema cutâneo. Com o tratamento mais intensivo da faringite estreptocócica, a freqüência desta doença foi consideravelmente reduzida.
30 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
31 Sífilis: Doença transmitida pelo contato sexual, causada por uma bactéria de forma espiralada chamada Treponema pallidum. Produz diferentes sintomas de acordo com a etapa da doença. Primeiro surge uma úlcera na zona de contato com inflamação dos gânglios linfáticos regionais. Após um período a lesão inicial cura-se espontaneamente e aparecem lesões secundárias (rash cutâneo, goma sifilítica, etc.). Em suas fases tardias pode causar transtorno neurológico sério e irreversível, que felizmente após o advento do tratamento com antibióticos tem se tornado de ocorrência rara. Pode ser causa de infertilidade e abortos espontâneos repetidos.
32 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
33 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
34 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
35 Cólera: Doença aguda ocasionada por infecção bacteriana pelo vibrião colérico, caracterizada por diarréia aquosa muito freqüente e abundante, que pode levar o paciente ao choque por desidratação. É transmitida por ingestão da bactéria através de água e alimentos contaminados.
36 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
37 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
38 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
39 Dentição: Os dentes conjuntamente na arcada dentária. Normalmente, a dentição se refere aos dentes naturais posicionados em seus alvéolos. A dentição referente aos dentes decíduos é a DENTIÇÃO PRIMÁRIA; e a referente aos dentes permanentes é a DENTIÇÃO PERMANENTE.
40 Hipoplasia: Desenvolvimento defeituoso ou incompleto de tecido ou órgão, geralmente por diminuição do número de células, sendo menos grave que a aplasia.
41 Esmalte: Camada rígida, delgada e translúcida, de substância calcificada que reveste e protege a dentina da coroa do dente. É a substância mais dura do corpo e é quase que completamente composta de sais de cálcio. Ao microscópio, é composta de bastões delgados (prismas do esmalte) mantidos conectados por uma substância cimentante, e apresenta-se revestido por uma bainha de esmalte. (Tradução livre do original
42 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
43 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
44 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
45 Tecido Ósseo: TECIDO CONJUNTIVO especializado, principal constituinte do ESQUELETO. O componente celular básico (principle) do osso é constituído por OSTEOBLASTOS, OSTEÓCITOS e OSTEOCLASTOS, enquanto COLÁGENOS FIBRILARES e cristais de hidroxiapatita formam a MATRIZ ÓSSEA.
46 Fíbula: Osso da perna, lateral à tíbia (e menor que esta). Proporcionalmente a seu comprimento, é o mais delgado dos ossos longos. Sinônimos: Perônio
47 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
48 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
49 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
50 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
51 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
52 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
53 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
54 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
55 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
56 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
57 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
58 Glossite: Inflamação da mucosa que reveste a língua, produzida por infecção viral, radiação, carências nutricionais, etc.
59 Disfagia: Sensação consciente da passagem dos alimentos através do esôfago. Pode estar associado a doenças motoras, inflamatórias ou tumorais deste órgão.
60 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
61 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
62 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
63 Ulcerações: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
64 Eritematosas: Relativas a ou próprias de eritema. Que apresentam eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
65 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
66 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
67 Edema angioneurótico: Ataques recidivantes de edema transitório que aparecem subitamente em áreas da pele, membranas mucosas e ocasionalmente nas vísceras, geralmente associadas com dermatografismo, urticária, eritema e púrpura.
68 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
69 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
70 Pericardite: Inflamação da membrana que recobre externamente o coração e os vasos sanguíneos que saem dele. Os sintomas dependem da velocidade e grau de lesão que produz. Variam desde dor torácica, febre, até o tamponamento cardíaco, que é uma emergência médica potencialmente fatal.
71 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
72 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
73 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
74 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
75 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
76 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
77 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
78 Fontanelas: Na anatomia geral, são espaços membranosos entre os ossos do crânio que ainda não se encontram ossificados quando do nascimento do bebê; fontículos ou moleiras. Na anatomia zoológica, são depressões rasas e pálidas da cabeça de certos cupins; fenestras.
79 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
80 Glândulas: Grupo de células que secreta substâncias. As glândulas endócrinas secretam hormônios e as glândulas exócrinas secretam saliva, enzimas e água.
81 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
82 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
83 Glomerulonefrite: Inflamação do glomérulo renal, produzida por diferentes mecanismos imunológicos. Pode produzir uma lesão irreversível do funcionamento renal, causando insuficiência renal crônica.
84 Trato Urinário:
85 Orquiepididimite: Processo inflamatório que envolve os testículos (orquite) e o epidídimo (epididimite).
86 Doença inflamatória pélvica: Infecção aguda que compromete o trato genital feminino (ovários, trompas de Falópio, útero). Manifesta-se por dor, febre e descarga purulenta pela vagina.
87 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
88 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.

Tem alguma dúvida sobre DOXICICLINA União Química?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.