CARBOPLATINA

ASTA MEDICA ONCOLOGIA

Atualizado em 03/06/2015

Composição da Carboplatina

cada frasco-ampola contém carboplatina 50 mg.Veículo q.s.p. 5 ml. Cada frasco-ampola contém 150 mg de carboplatina. Veículo q.s.p. 15 ml. Veículo: diidroganofosfato de sódio, ácido fosfórico e água para injeção1.

Posologia e Administração da Carboplatina

a dose inicial recomendada para pacientes2 que não tenham sido tratados anteriormente e com função renal3 normal é de 400 mg/m2 como administração única I.V., normalmente administrada em infusão curta (15 a 60 min), uma vez a cada quatro semanas. A redução da dose inicial para 300 - 320 mg/m2 (20 a 25% da dose inicial) é recomendada com terapia mielossupressora concomitante ou prévia, ou outros fatores de risco. Nos pacientes com idade igual ou superior a 65 anos pode ser necessário ajuste da dose inicial ou subseqüente, dependendo da condição física do paciente. A determinação do nadir hematológico, através de hemogramas semanais durante os ciclos iniciais de tratamento com carboplatina, é recomendada para que futuros ajustes de dosagem possam ser feitos. Pacientes com função renal3 prejudicada: pacientes com clearance de creatinina4 < 80 ml/min têm risco aumentado de mielossupressão grave. As doses iniciais recomendadas para estes pacientes são: pacientes com clearance de creatinina4 entre 41 - 59 ml/min: 250 mg/m2, no 1º dia; pacientes com clearance de creatinina4 entre 16 - 40 ml/min: 200 mg/m2, no 1º dia. As dosagens subseqüentes devem ser ajustadas (em escala crescente ou decrescente) de acordo com a tolerância do paciente e o efeito mielossupressor esperado. Não há dados suficientes disponíveis para pacientes2 com clearance da creatinina4 abaixo de 16 ml/min, e o tratamento não é recomendado nestes casos. O uso de carboplatina em combinação com outros agentes mielossupressoras necessita de ajustes de dosagem de acordo com o esquema a ser adotado. Incompatilidades: o contato de carboplatina com material de injeção1 ou infusão contendo alumínio deve ser evitado na sua preparação ou administração. O alumínio reage com a carboplatina, levando à formação de precipitado e/ ou perda de potência. - Superdosagem: as complicações da superdosagem podem ser secundárias à supressão da medula óssea5 e/ou toxicidade6 hepática7. Não há antídoto8 conhecido para a carboplatina. O uso de carboplatina em doses maiores que as recomendadas têm sido relacionado com perda de visão9.

Precauções da Carboplatina

a carboplatina deve ser empregada somente por médicos experientes no uso de agentes quimioterápicos antineoplásicos. O contato de carboplatina com material de injeção1 ou infusão contendo alumínio deve ser evitado na sua preparação ou administração. O alumínio reage com a carboplatina levando à formação de precipitado e/ou perda de potência. Caso ocorra depressão anormal da medula óssea5 ou funcionamento renal3 ou hepático anormais, deve-se interromper o uso da droga. A supressão da medula óssea5 (leucopenia10, neutropenia11 e trombocitopenia12) é dose-dependente e relacionada à função renal3. Contagens do sangue13 periférico devem ser monitorizadas freqüentemente durante e após o tratamento e a função renal3 deve ser avaliada. A data média do nadir é o 21º dia em pacientes recebendo carboplatina como agente único e o 15º dia em pacientes recebendo carboplatina em combinação com outros agentes quimioterápicos. De modo geral, ciclos únicos intermitentes14 de carboplatina não devem ser repetidos até que as contagens de leucócitos15, neutrófilos16 e plaquetas17 tenham retornado ao normal. Transfusão18 sangüinea é muitas vezes necessária durante o tratamento com carboplatina, uma vez que a anemia19 é cumulativa. Reduções de dose são geralmente necessárias em pacientes em tratamentos concomitantes com outras drogas mielossupressoras, pacientes com reservas inadequadas de medula óssea5 devido a tratamentos prévios ou metástases20 ósseas, pacientes com prejuízo da função renal3 (clearance de creatinina4 < 60 ml/min), pacientes em mau estado geral e pacientes idosos. A carboplatina tem um potencial nefrotóxico e ototóxico limitado, mas o tratamento concomitante com aminoglicosídeos ou outros agentes nefrotóxico ou ototóxico pode causar aumento do risco de toxicidade6 renal3 ou auditiva. A êmese21 durante o tratamento com carboplatina pode ser efetivamente reduzida através da administração de medicação antiemética adequada. Alternativamente, a êmese21 pode ser reduzida através de esquemas sustentados de administração, como, por exemplo, dividindo-se a dose total em 5 dias ou através de infusão em 24 horas. A incidência22 de neurotoxicidade pode estar aumentada em pacientes idosos e pacientes previamente tratados com cisplatina. Como ocorre com outros complexos de coordenação de platina, reações alérgicas à carboplatina foram relatadas. Estas podem ocorrer minutos após a administração e devem ser manejadas através de terapia de suporte apropriada, que normalmente inclui adrenalina23, corticosteróides e histamínicos. Distúrbios visuais, incluindo perda de visão9, são raramente relatados após o uso de carboplatina, quando pacientes com insuficiência renal24 recebem doses maiores que as recomendadas. Doses muito elevadas de carboplatina (de até 5 vezes ou mais que a dose recomendada como agente único) têm resultado em sérias alterações dos testes de função hapática e renal3. - Interações medicamentosas: a mielossupressão causada pela carboplatina pode ser mais grave com tratamento anterior ou concomitante com outras drogas mielossupressoras. O tratamento concomitante com outros agentes nefrotóxicos ou ototóxicos (por exemplo, aminoglicosídeos) aumenta o risco de toxicidade6 renal3 ou auditiva durante o tratamento com carboplatina.

Reações Adversas da Carboplatina

medula óssea5: mielossupressão é o principal efeito tóxico dose-limitante da carboplatina. Trombocitopenia12 (plaquetas17 < 50.000/mm3), com um nadir de cerca de 3 semanas e completamente recuperável após 4 a 5 semanas. Neutropenia11 (granulócitos25 <1.000/mm3) e leucopenia10 (< 2.000/mm3), que é normalmente menos acentuada, com um nadir de cerca de 3 semanas e com uma recuperação um pouco mais lenta de 5 semanas. A mielodepressão é mais severa em pacientes previamente tratados (em particular com a cisplatina), em pacientes com a função renal3 prejudicada, com reserva inadequada de medula óssea5 e em pacientes em mau estado geral. Anemia19 (hemoglobina26 <11 g/dl) é comumente observada, mas normalmente não é de natureza grave. Gastrintestinal: náuseas27 e vômitos28, diarréia29 e constipação30. Neurotoxicidade: neuropatias periféricas foram observadas, sendo que parestesias31 leves ocorrem com mais freqüência. A incidência22 e gravidade podem aumentar em pacientes com mais de 65 anos de idade ou previamente tratados com cisplatina. Sintomas32 clínicos de ototoxicidade33, principalmente zumbido. Outros distúrbios sensoriais inclusive distúrbios visuais e alterações no paladar34. Sintomas32 do sistema nervoso central35. Nefrotoxicidade36: a redução da função renal3 é incomum com a carboplatina, e medidas preventivas, tais como, hidratação ou diurese37 forçada, não são necessárias. Estudos mostraram que ocorreu elevação da creatinina4 sérica, da uréia38 no sangue13 e do ácido úrico. Estas foram brandas e reversiveis em cerca de metade dos pacientes. Os pacientes com valor basal de 60 ml/min ou mais experimentaram uma redução do clearance de creatinina4 durante a terapia com carboplatina. O tratamento com carboplatina pode resultar em uma queda dos eletrólitos39 séricos, incluindo sódio, potássio, magnésio e cálcio, mas estas anormalidades eletrolíticas estão raramente associadas com sintomas32 clínicos. Relataram-se vários casos de hiponatremia40 precoce. Hepáticas41: a alteração da função hepática7 constitui em elevação da bilirrubina42 total, da TGO sérica e da fostatase alcalina com valores basais normais. Essas alterações têm sido geralmente leves e são reversíveis em cerca da metade dos pacientes. Têm ocorrido alterações significativas nos testes de função hepática7, em um número limitado de pacientes recebendo doses elevadas de carboplatina para transplante autólogo de medula óssea5. Reações alérgicas: hipersensibilidade à carboplatina foi relatada. Estas reações alérgicas são similares na natureza e gravidade àquelas relatadas com outros compostos que contêm platina, isto é, rash43, urticária44, eritema45, prurido46, broncospasmo e hipotensão47. Reações do tipo anafiláticas têm ocorrido após minutos da administração da droga. Outros: efeitos colaterais48 respiratórios, cardiovasculares, da mucosa49, geniturinários, cutâneos e musculoesqueléticos ocorreram. Ainda que tenha ocorrido óbito50 por complicações cardiovasculares (insuficiência cardíaca51, embolia52, acidente vascular cerebral53), não está claro se isto estava relacionado à quimioterapia54 ou às condições gerais do paciente. Entre os efeitos colaterais48 diversos, os mais freqüentes foram astenia55 e alopecia56. Estas incidências aumentaram bastante em pacientes recebendo carboplatina associada. Relataram-se casos de síndrome57 hemoliticourêmica.

Contra-Indicações da Carboplatina

pacientes com histórico de reações alérgicas graves a compostos que contenham platina, em pacientes com mielossupressão grave ou em pacientes com distúrbios graves da função renal3 (clearance de creatinina4 < 20 ml/min). Carboplatina também não deve ser usada em tumores localizados que sangram. Uso durante a gravidez58 e lactação59: o uso seguro de carboplatina durante a gravidez58 e lactação59 ainda não foi estabelecido. A carboplatina demonstrou efeitos embriotóxicos e teratogênicos60 em animais. A carboplatina demonstrou possuir um potencial mutagênico in vitro e in vivo. Assim, o uso da carboplatina deve ser evitado, se possível, durante a gravidez58. Se este medicamento for usado durante a gravidez58, ou se a paciente engravidar enquanto fizer uso deste medicamento, deve ser informada do dano potencial ao feto61. Mulheres com potencial para engravidar devem ser aconselhadas a não fazê-lo. Não se sabe se a carboplatina é excretada no leite humano. Recomenda-se que a lactação59 seja interrompida durante o tratamento com carboplatina.

Indicações da Carboplatina

tratamento de pacientes com carcinoma62 ovariano avançado ou recorrente, incluindo pacientes previamente tratados com cisplatina. Carboplatina também pode ser usada para o tratamento de carcinoma62 de pequenas células63 de pulmão64, carcinoma62 da cabeça65 e pescoço66. Respostas significativas têm sido observadas quando carboplatina é empregada no tratamento do carcinoma62 do colo uterino67.

Apresentação da Carboplatina

caixa contendo um frasco-ampola com 5 ml (50 mg) e caixa contendo um frasco-ampola com 15 ml (150 mg).


CARBOPLATINA - Laboratório

ASTA MEDICA ONCOLOGIA
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Complementos

1 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
2 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
3 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
4 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
5 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
6 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
7 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
8 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
9 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
10 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
11 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
12 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
13 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
14 Intermitentes: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
15 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
16 Neutrófilos: Leucócitos granulares que apresentam um núcleo composto de três a cinco lóbulos conectados por filamenos delgados de cromatina. O citoplasma contém grânulos finos e inconspícuos que coram-se com corantes neutros.
17 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
18 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.
19 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
20 Metástases: Formação de tecido tumoral, localizada em um lugar distante do sítio de origem. Por exemplo, pode se formar uma metástase no cérebro originário de um câncer no pulmão. Sua gravidade depende da localização e da resposta ao tratamento instaurado.
21 Êmese: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Sinônimo de vômito. Pode ser classificada como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
22 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
23 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
24 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
25 Granulócitos: Leucócitos que apresentam muitos grânulos no citoplasma. São divididos em três grupos, conforme as características (neutrofílicas, eosinofílicas e basofílicas) de coloração destes grânulos. São granulócitos maduros os NEUTRÓFILOS, EOSINÓFILOS e BASÓFILOS.
26 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
27 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
28 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
29 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
30 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
31 Parestesias: São sensações cutâneas subjetivas (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) que são vivenciadas espontaneamente na ausência de estimulação.
32 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
33 Ototoxicidade: Dano causado aos sistemas coclear e/ou vestibular resultante de exposição a substâncias químicas.
34 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
35 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
36 Nefrotoxicidade: É um dano nos rins causado por substâncias químicas chamadas nefrotoxinas.
37 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
38 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
39 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
40 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
41 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
42 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
43 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
44 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
45 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
46 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
47 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
48 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
49 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
50 Óbito: Morte de pessoa; passamento, falecimento.
51 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
52 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
53 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
54 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
55 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
56 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
57 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
58 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
59 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
60 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
61 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
62 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
63 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
64 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
65 Cabeça:
66 Pescoço:
67 Colo Uterino: Porção compreendendo o pescoço do ÚTERO (entre o ístmo inferior e a VAGINA), que forma o canal cervical.

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