FLUORURACILA

BIOSINTETICA

Atualizado em 19/11/2014

Fluoruracila
Solução Injetável
USO ADULTO

- FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO
Solução Injetável. Caixa com 10 frascos-ampola de 10 ml.

- COMPOSIÇÃO
Cada ml da solução contém:
Fluoruracila.................... 25 mg
Veículo q.s.p.................... 1 ml
(Hidróxido de sódio, água para injetáveis)

- INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Ação esperada do medicamento: BIOSINTÉTICA FLUORURACILA (Fluoruracila) é um agente antineoplásico de utilidade em certos tipos de tumores.
Cuidados de armazenamento: Este produto deverá ser conservado em local fresco e ao abrigo da luz. Não é recomendado manter o produto a temperaturas inferiores a 15°C.
Prazo de validade: Desde que observados os cuidados de conservação, este produto apresenta prazo de validade de 24 meses após a data de fabricação. Não utilize medicamentos cujo prazo de validade esteja vencido, pois as substâncias podem estar alteradas e prejudicar a evolução do tratamento.
Gravidez1 e lactação2: O uso deste produto não está recomendado em pacientes grávidas. Caso ocorra gravidez1 na vigência do tratamento, informe o seu médico que lhe dará a orientação adequada. Ainda não foram estabelecidas a segurança e a eficácia do uso de BIOSINTÉTICA FLUORURACILA (Fluoruracila) em pediatria.
Cuidados de administração: Devido às suas propriedades irritantes e tóxicas, a aplicação deve ser feita estritamente sob orientação médica por especialista com larga experiência em quimioterapia3 antineoplásica e em ambiente hospitalar, principalmente na primeira fase do tratamento. Por não apresentar boa absorção por via oral, a sua apresentação se dá sob forma de solução injetável, de uso endovenoso.
Estas instruções devem ser obedecidas à risca, pois já foram relatados casos de choque4 letal com o emprego deste composto.
Não deve ser administrado por via intratecal, devido a neurotoxicidade.
Os frascos-ampola do produto devem ser manuseados apenas por pessoal treinado, em local propriamente designado para isto, utilizando-se proteção para os olhos5, luvas descartáveis, máscara e avental descartável.
Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Reações adversas: A administração de BIOSINTÉTICA FLUORURACILA (Fluoruracila) pode provocar aparecimento de uma série de reações adversas, como dor no peito6, sensação de opressão, falta de ar, náuseas7, vômitos8, perda de apetite, diarréia9, irritação local, reações alérgicas da pele10, queda de cabelo11.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Contra-indicações e precauções: Este produto está contra-indicado para pacientes12 que apresentem hipersensibilidade à fluoruracila ou a qualquer outro componente da formulação.
Informe seu médico se estiver tomando outros remédios e quais são eles. Não use e não misture remédios por conta própria. A dose deve ser ajustada individualmente pelo seu médico, de acordo com a resposta ao tratamento. Não mude as doses por sua conta. É possível que o seu médico tenha receitado uma dose menor e lhe tenha solicitado observar como reage ao tratamento. Assegure-se de que você está seguindo estas instruções.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE13.
- INFORMAÇÕES TÉCNICAS
PROPRIEDADES TERAPÊUTICAS
BIOSINTÉTICA FLUORURACILA (Fluoruracila) é um medicamento antineoplásico que apresenta como princípio ativo a fluoruracila, agente antineoplásico análogo da pirimidina, que age como antimetabólico ao uracil. A ação destes compostos é devida a seus produtos de anabolismo14, produtos estes que provocam interferência na síntese de DNA, bloqueando a conversão do ácido deoxiuridílico em ácido timidílico pela enzima15 timidilato sintetase.
Existem duas ações bioquímicas que podem explicar a citotoxicidade do composto. A fluoruracila é convertida a sua correspondente ribosefosfato (5-FUTP), que por sua vez é incorporada ao RNA, inibindo o processamento e a função deste último; um segundo metabólito16, o 5-FdUMP, liga-se à timidilato sintetase, inibindo a formação eventual de dTTP, um dos quatros precursores necessários para a síntese do DNA. Assim, o composto interfere com a síntese dos dois ácidos nucleicos, o que explica a sua citotoxicidade. Degradação catabólica do composto ocorre em células17 normais, porém não em células17 cancerosas; isto pode explicar a sua ação antineoplásica.
A absorção de fluoruracila a partir do trato gastrintestinal é imprevisível e incompleta, pois ocorre degradação metabólica, principalmente a nível hepático, assim, seu emprego se dá exclusivamente por via parenteral.
Após administração intravenosa, a fluoruracila é dispersa rapidamente a partir do plasma18, e distribuída através dos tecidos e fluidos dos tecidos do organismo, incluindo fluido cerebroespinal e efusões19 malignas; o composto desaparece do plasma18 em cerca de 3 horas. A conversão de fluoruracila a metabólitos20 ativos se dá dentro das células17 específicas. Cerca de 15% da dose total injetada é excretada inalterada na urina21, em aproximadamente 6 horas. O restante é inativado primariamente no fígado22 e catabolizado similarmente como dióxido de carbono respiratório; produção de uréia23 também ocorre.

- INDICAÇÕES
A fluoruracila é usada no tratamento paliativo24 de 1ª ou 2ª linha de vários tipos de tumores, entre eles os malignos de mama25, de cólon26, reto27, estômago28, pâncreas29 e da pele10 (ceratose actínica30, carcinoma31 basocelular). O esquema terapêutico pode utilizar o fármaco32 isoladamente ou em combinação com outros agentes quimioterápicos ou radioterapia33.

- CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade à fluoruracila;
Insuficiência hepática34 ou renal35 severas;
Casos de depressão de medula óssea36;
Desnutrição37;
Mielossupressão;
Durante o primeiro trimestre de gravidez1;
Pacientes com quadro grave de infecções38.

- PRECAUÇÕES
Deve-se tomar cuidado com tratamento prévio com agentes alquilantes, irradiação pélvica39, metástases40 ósseas.
Durante o tratamento, acompanhamento laboratorial deve ser feito, relativo às contagens de células17 da série branca do sangue41. Estas contagens devem ser feitas diariamente durante o tratamento, e este deve ser imediatamente interrompido se as contagens de leucócitos42 atingirem um nível abaixo de 3500 células17/mm3, ou se a contagem plaquetária atingir um nível abaixo de 100.000 células17/mm3.
O tratamento também deve ser interrompido se algum dos seguintes sintomas43 ocorrer: estomatite44 ou esofaringite (ao primeiro sinal45), vômito46 constante, diarréias persistentes, neutropenia47 severa, sangramentos. Pacientes portadores de afecções48 hepáticas49 e/ou renais de leve a moderada intensidade devem receber um acompanhamento mais cauteloso.
Já foram relatadas interferências sobre os testes laboratoriais de tiroxinas totais e triiodotironinas totais.

Gravidez1 e lactantes50
Efeitos adversos no desenvolvimento fetal foram observados nos estudos animais. Existe evidência de prejuízo ao feto51 de humanos com o uso de fluoruracila no primeiro trimestre de gravidez1. Não é recomendada durante a gravidez1 principalmente no primeiro trimestre. Desconhece-se se o 5-FU atravessa a placenta ou se é excretado no leite materno. Contudo, mulheres em uso com fluoruracila não devem amamentar.

Primeiros socorros
Contato com os olhos5: lave imediatamente com água e entre em contato com um médico.
Cuidado com a pele10: lave com água e sabão e remova toda a roupa contaminada.
Inalação, ingestão: procure um médico imediatamente.

- ADVERTÊNCIAS
Os agentes antineoplásicos devem apenas ser utilizados em casos onde o benefício apresentado compense o risco envolvido, pois imunossupressão52 e depressão da medula óssea36 são conseqüências do emprego da maioria destes agentes. Caso alguma infecção53 surja, o emprego destes agentes deve ser suspenso. Há também indícios que a imunossupressão52 prolongada pode vir a estimular o desenvolvimento de neoplasias54; assim, o paciente submetido à terapia antineoplásica com imunossupressores deve ser sempre acompanhado, seja clínica ou laboratorialmente, e a administração de tais fármacos apenas deve ser feita sob a responsabilidade e o acompanhamento de médicos oncologistas, habituados à terapia com estes compostos. O paciente deve ser sempre advertido dos riscos envolvendo a terapia com estes produtos.

- INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Os estudos experimentais indicam que o metotrexato, quando administrado conjuntamente com o fluoruracila, inibe o efeito antitumoral da fluoruracila; esta interação, entretanto, não ocorre quando do emprego dos dois fármacos em esquema seqüencial.
Administração concomitante de compostos que causem sobrecarga hepática55 ou renal35 não deve ser efetuada, assim como administração conjunta com substâncias que induzam hemorragias56 ou aumento de tempo de coagulação57 (analgésicos58, anticoagulantes59, etc).
Leucovorina: aumenta os efeitos da fluoruracila.
Hidroclorotiazida: aumenta a mielossupressão.

- REAÇÕES ADVERSAS
Hematológico: leucopenia60 é o efeito tóxico mais comum.
A deficiência de diidropirimidina diidrogenase (DPD), embora rara, tem sido relacionada a marcante aumento dos efeitos tóxicos de fluoruracila. Esta enzima15 é responsável pelo catabolismo61 de 80% de fluoruracila.
Os efeitos tóxicos podem ser severos e algumas vezes fatais. A redução na velocidade de injeção62 para uma infusão lenta por 2 a 8 horas pode reduzir a toxicidade63, porém esta pode ser menos eficaz que a injeção62 rápida do medicamento. A leucopenia60 pode não ser significante até que ocorra uma estomatite44. A queda na taxa de leucócitos42 é maior entre o 9º e o 20º dia, retornando ao normal por volta do 30º dia após retirada da droga. Trombocitopenia64 é menos freqüente e ocorre em torno do 7º a 17º dias de tratamento. Conseqüentemente podem ocorrer sangramento, infecção53 secundária, febre65.
Gastrintestinal: A fluoruracila afeta principalmente o trato gastrintestinal. A fluoruracila deve ser interrompida quando houver: estomatite44, esofagite66, vômitos8 e diarréia9 severas, úlceras67 gastrintestinais e sangramento.
Efeitos adversos de rara incidência68 consistem em:
Sistema cardiovascular69: dor pré-cordial, arritmias70 cardíacas, infarto do miocárdio71, isquemia72 e insuficiência cardíaca73, resultando em morte, algumas vezes.
Sistema nervoso central74: ataxia75, disartria76, sensação de desorientação, confusão mental, euforia, fraqueza muscular por neuropatia periférica77, afasia78, coma79.
Pele10 e anexos80: podem ocorrer pênfigo bolhoso, dor e eritema81 e descamação82 em mãos83 e pés, pigmentação azulada, estrias e enfraquecimento das unhas84, rash85 cutâneo86, dermatite87 de contato. A fluoruracila é um agente irritante. Contato com pele10 e mucosas88 deve ser evitado. No caso de contato com os olhos5, lave imediatamente o local com água e logo em seguida procure um médico. Caso ocorra contato com a pele10, lave o local com água e sabão e remova toda a roupa contaminada. Contatar imediatamente um médico no caso de inalação e ingestão acidental.
Pulmão89: embora raro, fluoruracila pode levar à fibrose90 pulmonar.
Outros: hipo e hipercalemia91, alopecia92.

- POSOLOGIA
BIOSINTÉTICA FLUORURACILA (Fluoruracila) é um antineoplásico e para o seu manuseio devem ser tomadas as seguintes precauções:
1) Somente deve ser manuseado por pessoal treinado e em local apropriado.
2) É recomendado o uso de luvas e roupas apropriadas.
3) Se a solução deste produto entrar em contato com a pele10, lavar a região com água e sabão, sem esfregar, imediata e completamente. Se houver o contato com membranas mucosas88, deve-se enxaguar as mesmas com água ou soro93 fisiológico94.
A administração deste produto é exclusivamente intravenosa, podendo ser aplicado diretamente ou em infusão.
Caso exista precipitação, deve-se agitar o frasco e aquecê-lo a 60OC e esfriá-lo até a temperatura corporal antes da administração.
A dose usualmente empregada é a de 12 mg/kg de peso corporal, até um máximo de 800 mg/dia, durante 3-4 dias. Se não ocorrer toxicidade63, a dose de 6 mg/kg de peso é administrada por 4 dias alternados. Deve-se reduzir a dose em caso de insuficiência hepática34. A dose de manutenção geralmente varia entre 5 e 15 mg/kg de peso, administrados semanalmente. A dose pode ser administrada em 50 ml de solução glicosada 5%, por 15 minutos. Caso seja utilizada a infusão, deve-se diluir o medicamento em 300 a 500 ml de soro93 glicosado a 5%.
Estas doses são genéricas e deve-se lembrar que a dose pode variar de paciente para paciente95. Cuidados necessitam ser tomados na aplicação, para evitar extravazamento.
Pacientes em estado nutricional deficiente devem iniciar o tratamento utilizando uma dose de 6 mg/kg de peso durante os 4 primeiros dias; se não ocorrer toxicidade63 pode-se utilizar, durante 4 dias alternados, 3 mg/kg de peso. A dose diária, nestes casos, não deve exceder 500 mg.
Se ocorrer desenvolvimento de sinais96 tóxicos, o tratamento deverá ser suspenso (vide item "Precauções"), e uma revisão de terapêutica97 deverá ser efetuada.
Devem ser monitorados os efeitos tóxicos através da contagem de leucócitos42, plaquetas98, testes de função renal35, hepática55, glicose99 em pacientes diabéticos.

- SUPERDOSE
A possibilidade de superdose com fluoruracila é incomum, em vista ao modo de administração. Apesar de que manifestações antecipadas poderiam ser náusea100, vômito46, diarréia9, ulceração101 e sangramento gastrintestinal, depressão da medula óssea36 (incluindo trombocitopenia64, leucopenia60 e agranulocitose102). Não existe nenhuma terapia com antídoto103 específico. Pacientes que ficaram expostos a uma superdose de fluoruracila devem ser monitorados hematologicamente por pelo menos 4 semanas.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
USO RESTRITO A HOSPITAIS



FLUORURACILA - Laboratório

BIOSINTETICA
Rua Periquito, 236 - Vl. Uberabinha
São Paulo/SP - CEP: 04514-050
Tel: 55 (011) 5561-2614
Fax: 55 (011)5561-2072
Site: http://www.biosintetica.com.br/

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Complementos

1 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
2 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
3 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
4 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
5 Olhos:
6 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
7 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
8 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
9 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
10 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
11 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
12 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
13 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
14 Anabolismo: Parte do metabolismo que se refere à incorporação de substâncias no organismo do indivíduo. Diz respeito à síntese de moléculas complexas a partir de outras mais elementares ou menos complexas. Para isso é necessário um certo dispêndio de energia, (ATP). Exemplo: Formação de proteínas a partir de aminoácidos.
15 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
16 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
17 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
18 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
19 Efusões: 1. Saída de algum líquido ou gás; derramamento, espalhamento. 2. No sentido figurado, manifestação expansiva de sentimentos amistosos, de afeto, de alegria. 3. Escoamento de um gás através de uma pequena abertura, causado pela agitação térmica das moléculas do gás. 4. Derramamento de lava relativamente fluida sobre a superfície terrestre.
20 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
21 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
22 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
23 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
24 Paliativo: 1. Que ou o que tem a qualidade de acalmar, de abrandar temporariamente um mal (diz-se de medicamento ou tratamento); anódino. 2. Que serve para atenuar um mal ou protelar uma crise (diz-se de meio, iniciativa etc.).
25 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
26 Cólon:
27 Reto: Segmento distal do INTESTINO GROSSO, entre o COLO SIGMÓIDE e o CANAL ANAL.
28 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
29 Pâncreas: Órgão nodular (no ABDOME) que abriga GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina é composta pelas ILHOTAS DE LANGERHANS, que secretam vários hormônios na corrente sangüínea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta, que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos pancreáticos (que desemboca no DUODENO).
30 Actínica: Referente às radiações capazes de ativar transformações químicas em certas substâncias (por exemplo, a luz do sol ao incidir sobre o tecido humano ou vegetal).
31 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
32 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
33 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
34 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
35 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
36 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
37 Desnutrição: Estado carencial produzido por ingestão insuficiente de calorias, proteínas ou ambos. Manifesta-se por distúrbios do desenvolvimento (na infância), atrofia de tecidos músculo-esqueléticos e caquexia.
38 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
39 Pélvica: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
40 Metástases: Formação de tecido tumoral, localizada em um lugar distante do sítio de origem. Por exemplo, pode se formar uma metástase no cérebro originário de um câncer no pulmão. Sua gravidade depende da localização e da resposta ao tratamento instaurado.
41 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
42 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
43 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
44 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
45 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
46 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
47 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
48 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
49 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
50 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
51 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
52 Imunossupressão: Supressão das reações imunitárias do organismo, induzida por medicamentos (corticosteroides, ciclosporina A, etc.) ou agentes imunoterápicos (anticorpos monoclonais, por exemplo); que é utilizada em alergias, doenças autoimunes, etc. A imunossupressão é impropriamente tomada por alguns como sinônimo de imunodepressão.
53 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
54 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
55 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
56 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
57 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
58 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
59 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
60 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
61 Catabolismo: Parte do metabolismo que se refere à assimilação ou processamento da matéria adquirida para fins de obtenção de energia. Diz respeito às vias de degradação, ou seja, de quebra das substâncias. Parte sempre de moléculas grandes, que contêm quantidades importantes de energia (glicose, triclicerídeos, etc). Estas substâncias são transformadas de modo a que restem, no final, moléculas pequenas, pobres em energia ( H2O, CO2, NH3 ), aproveitando o organismo a libertação de energia resultante deste processo. É o contrário de anabolismo.
62 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
63 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
64 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
65 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
66 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
67 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
68 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
69 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
70 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
71 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
72 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
73 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
74 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
75 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
76 Disartria: Distúrbio neurológico caracterizado pela incapacidade de articular as palavras de maneira correta (dificuldade na produção de fonemas). Entre as suas principais causas estão as lesões nos nervos centrais e as doenças neuromusculares.
77 Neuropatia periférica: Dano causado aos nervos que afetam os pés, as pernas e as mãos. A neuropatia causa dor, falta de sensibilidade ou formigamentos no local.
78 Afasia: Sintoma neurológico caracterizado pela incapacidade de expressar-se ou interpretar a linguagem falada ou escrita. Pode ser produzida quando certas áreas do córtex cerebral sofrem uma lesão (tumores, hemorragias, infecções, etc.). Pode ser classificada em afasia de expressão ou afasia de compreensão.
79 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
80 Anexos: 1. Que se anexa ou anexou, apenso. 2. Contíguo, adjacente, correlacionado. 3. Coisa ou parte que está ligada a outra considerada como principal. 4. Em anatomia geral, parte acessória de um órgão ou de uma estrutura principal. 5. Em informática, arquivo anexado a uma mensagem eletrônica.
81 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
82 Descamação: 1. Ato ou efeito de descamar(-se); escamação. 2. Na dermatologia, fala-se da eliminação normal ou patológica da camada córnea da pele ou das mucosas. 3. Formação de cascas ou escamas, devido ao intemperismo, sobre uma rocha; esfoliação térmica.
83 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
84 Unhas: São anexos cutâneos formados por células corneificadas (queratina) que formam lâminas de consistência endurecida. Esta consistência dura, confere proteção à extremidade dos dedos das mãos e dos pés. As unhas têm também função estética. Apresentam crescimento contínuo e recebem estímulos hormonais e nutricionais diversos.
85 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
86 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
87 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
88 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
89 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
90 Fibrose: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
91 Hipercalemia: É a concentração de potássio sérico maior que 5.5 mmol/L (mEq/L). Uma concentração acima de 6.5 mmol/L (mEq/L) é considerada crítica.
92 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
93 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
94 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
95 Para paciente: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Paciente disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
96 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
97 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
98 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
99 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
100 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
101 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
102 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
103 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.

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