DIGOXINA

Billi Farmacêutica Ltda

Atualizado em 08/12/2014

Indicações da Digoxina

GLICOSIDEO CARDIACO, INDICADO NA INSUFICIENCIA CARDIACA1, FIBRILACAO ATRIAL, FLUTTER ATRIAL, ETC.

Apresentação da Digoxina

CAIXA COM 50 ENVELOPES DE 10 COMPRIMIDOS DE 0,25 MG.

Composição da Digoxina

CADA COMPRIMIDO CONTEM: DIGOXINA 0,25 MG; EXCIPIENTE: Q.S.P. 1 COMPRIMIDO DE 150 MG.

Posologia e Administração da Digoxina

DOSE DIARIA: 1,5 MG; DOSE DE ATAQUE: 1 COMPRIMIDO DE 4 EM 4 HORAS, OU SEGUNDO A PRESCRICAO DO MEDICO; DOSE DE MANUTENCAO: 1 COMPRIMIDO, 2 VEZES AO DIA.

Contra-Indicações da Digoxina

SENSIBILIDADE A DIGITAL.

Indicações da Digoxina

INSUFICIENCIA CARDIACA1. - ACAO TERAPEUTICA2: A DIGOXINA EXERCE ACAO MAIS PRONTA E DE MENOR DURACAO, COMPARADA AOS DEMAIS DIGITALICOS. APOS ADMINISTRACAO, SEU EFEITO MANIFESTA-SE ENTRE 10 E 20 MINUTOS, ALCANCANDO ACAO MAXIMA ENTRE 2 E 3 HORAS, PERMANECENDO SEU EFEITO ENTRE 3 A 5 DIAS.

Apresentação da Digoxina

CAIXA CONTENDO 20 COMPRIMIDOS.

Composição da Digoxina

LIQUIDO: CADA ML CONTEM DIGOXINA 0,5 MG; VEICULO AQUOSO Q.S.P. 1 ML. COMPRIMIDO: CADA COMPRIMIDO CONTEM DIGOXINA 0,25 MG; EXCIPIENTE Q.S.P. 1 COMPRIMIDO.

Posologia e Administração da Digoxina

ADULTOS: DIGITALIZACAO RAPIDA: 1 - 1,5 MG/DIA; MANUTENCAO: 0,25 - 0,5 MG/DIA. CRIANCAS: DIGITALIZACAO: 0,04 MG/KG/DIA; MANUTENCAO: 20 30% DESTA DOSE. A DOSE DE DIGOXINA DEVE SER AJUSTADA INDIVIDUALMENTE POR PACIENTE, E AS DOSES SUGERIDAS DEVEM SER INTERPRETADAS SOMENTE COMO UMA DIRETRIZ INICIAL. ADULTOS E CRIANCAS COMO MAIS DE DEZ ANOS: DIGITALIZACAO RAPIDA: 0,75 A 1,5 MG EM DOSE UNICA. EM PACIENTES IDOSOS E QUANDO HA MENOS URGENCIA3 OU MAIOR RISCO DE TOXICIDADE4, UMA PEQUENA DOSE INICIAL DE 0,5 A 0,75 MG PODE SER ADMINISTRADA. DIGITALIZACAO LENTA ORAL: 0,25 A 0,75 MG DIARIAMENTE POR MAIS OU MENOS UMA SEMANA, SEGUIDOS DE DOSES DE MANUTENCAO APROPRIADAS. A MELHORA CLINICA NORMALMENTE E OBSERVADA ENTRE UMA E TRES SEMANAS. A ESCOLHA ENTRE UMA DIGITALIZACAO RAPIDA OU LENTA DEPENDE DA URGENCIA3 DAS INDICACOES CLINICAS. MANUTENCAO: 0,25 A 0,5 MG DIARIAMENTE, COMO FOR NECESSARIO, EM DOSES DIVIDIDAS, E A FAIXA EM PACIENTES COM FUNCAO RENAL5 RELATIVAMENTE NORMAL, MAS, NOS MAIS SENSIVEIS, A DOSE PODE SER DE 0,0625 MG DIARIAMENTE OU COM MENOR FREQUENCIA. CRIANCAS COM MENOS DE 10 ANOS: DIGITALIZACAO: 0,01 A 0,02 MG/KG DE PESO CORPORAL, REPETIDOS A CADA SEIS HORAS, ATE QUE O RESULTADO TERAPEUTICO SEJA OBTIDO, GERALMENTE, APOS ADMINISTRACAO DE 2 A 4 DOSES. MANUTENCAO: 0,01 A 0,02 MG/KG DE PESO CORPORAL DIARIAMENTE EM DOSES UNICAS. A FAIXA DE DOSE MAIS BAIXA APLICA-SE A RECEM-NASCIDOS. RECOMENDACOES DE DOSE NA PRESENCA DE DISTURBIOS RENAIS OU TRATAMENTO COM DIURETICOS6 (VER PRECAUCOES). RADIOIMUNOENSAIO: A ADEQUACAO DE DOSES PODE SER AVALIADA ATRAVES DA DETERMINACAO DA CONCENTRACAO SERICA OU PLASMATICA DA DIGOXINA, USANDO-SE RADIOIMUNOENSAIO. AS CONCENTRACOES PLASMATICAS OTIMAS, MAIS OU MENOS SEIS HORAS APOS A ADMINISTRACAO DAS DOSES, SAO DE 1,0 A 2,0 MG/ML. OS VALORES ACIMA DE 3,0 MG/ML SUGEREM TOXICIDADE4 DIGITALICA, NAO OBSTANTE CONCENTRACOES MAIS BAIXAS POSSAM SER TOXICAS EM HIPOCALEMIA7. - CONDUTA NA SUPERDOSAGEM: O TRATAMENTO DA TOXICIDADE4 DIGITALICA QUASE SEMPRE E BEM SUCEDIDO SE SE UTILIZAM MEIOS APROPRIADOS. O PACIENTE DEVE SER INTERNADO EM UNIDADE DE TRATAMENTO INTENSIVO E TER SEU ECG MONITORIZADO. NAO SE DEVE ADMINISTRAR DIGITAL ADICIONAL. OS DIURETICOS6 QUE PROVOCAM DEPLECAO8 DE POTASSIO DEVEM SER SUSPENSOS. SE HOUVER ARRITMIAS9 GRAVES, HA NECESSIDADE DE TRATAMENTO ADICIONAL, FENITOINA, LIDOCAINA E SAIS DE POTASSIO SAO AS DROGAS MAIS EFICAZES. A ADMINISTRACAO DE 40 A 80 MEQ K+ POR VIA ORAL OU INTRAVENOSA, REDUZ A LIGACAO DA DIGITAL AO CORACAO10 E ANTAGONIZA DIRETAMENTE CERTOS EFEITOS CARDIOTOXICOS DO GLICOSIDEO (3 A 6 G DE CLORETO DE POTASSIO, POR VIA IV EM UMA INJECAO11 DE DEXTROSE12 A 5% DILUIDO A UMA CONCENTRACAO DE 40 MEQ POR 500 ML, A UMA VELOCIDADE QUE NAO EXCEDA A 20 MEQ POR HORA). AS OUTRAS DROGAS ANTIARRITMICAS (QUINIDINA, PROCAINAMIDA E PROPRANOLOL) SAO EFICAZES AS VEZES, MAS ESTAO ASSOCIADAS A MAIOR PROBABILIDADE DE PRODUZIR NOVAS ARRITMIAS9.

Precauções da Digoxina

A INTOXICACAO POR DIGOXINA PRODUZ UMA VARIEDADE DE DISRITMIAS CARDIACAS, SENDO QUE ALGUMAS DELAS PODEM SER PARECIDAS COM DISRITMIAS PARA AS QUAIS A DROGA SERIA INDICADA. A TAQUICARDIA13 ATRIAL COM BLOQUEIO AV INTERMITENTE14, APESAR DE NAO SER A DISRITMIA MAIS COMUM QUE RESULTA DE SUPERDOSE DE DIGOXINA, REQUER CUIDADO ESPECIAL, UMA VEZ QUE, CLINICAMENTE, O RITMO IRREGULAR PARECE-SE COM A FIBRILACAO ATRIAL. A DETERMINACAO DA CONCENTRACAO DE DIGOXINA NO PLASMA15 PODE SER DE GRANDE AJUDA A DECISAO DE SE CONTINUAR O TRATAMENTO COM A MESMA. ENTRETANTO, DOSES TOXICAS DE OUTROS GLICOSIDEOS PODEM APRESENTAR REACAO CRUZADA NO ENSAIO E SUGERIR MEDIDAS APARENTEMENTE SATIS-FATORIAS. AS OBSERVACOES DURANTE A SUSPENSAO TEMPORARIA DE DIGOXINA PODEM SER TAMBEM ADEQUADAS. NOS CASOS EM QUE GLICOSIDEOS TENHAM SIDO ADMINISTRADOS NAS DUAS SEMANAS PRECEDENTES, AS RECOMENDACOES PARA AS DOSES INICIAIS DE UM PACIENTE DEVEM SER RECONSIDERADAS, E ACONSELHA-SE UMA REDUCAO DA DOSE. AS RECOMENDACOES DEVEM SER IGUALMENTE RECONSIDERADAS, SE OS PACIENTES FOREM IDOSOS OU TENHAM OUTRAS RAZOES PARA CLEARANCE RENAL5 REDUZIDO PARA A DIGOXINA, TAIS COMO: DOENCA RENAL5 OU COMPROMETIMENTO DA FUNCAO RENAL5 SECUNDARIO A DOENCA CARDIOVASCULAR. PODE SER NECESSARIO REDUZIR A DOSE DE DIGOXINA EM PACIENTES QUE ESTEJAM TOMANDO DIURETICOS6. PODE OCORRER HIPOCALEMIA7 PELO TRATAMENTO COM CORTICOSTEROIDES, POR DIALISE PERITONEAL16 OU SANGUINEA, SUCCAO DE SECRECAO GASTRENTERICA, RESINAS DE SUBSTITUICAO DE IONS17 E TRATAMENTO COM CARBENOXOLONA. A HIPERCALCEMIA E A HIPOMAGNESEMIA PODEM AUMENTAR A SENSIBILIDADE DO MIOCARDIO18, MAS SAO DE MENOR IMPORTANCIA CLINICA. DOSES MENORES DE DIGOXINA DO QUE AS INICIAIS E AS DE MANUTENCAO SAO SUFICIENTES, QUANDO A FUNCAO DA TIREOIDE19 E SUBNORMAL. O CHOQUE20 DE CORRENTE DIRETA PARA CARDIOVERSAO PARECE AUMENTAR A POSSIBILIDADE DE EXCITABILIDADE CARDIACA ATRAVES DA INDUCAO DE UMA REDUCAO ABRUPTA NA CONCENTRACAO DE POTASSIO INTRACELULAR DO MIOCARDIO18. ASSIM, A CARDIOVERSAO PODE INDUZIR SINAIS21 DE TOXICIDADE4 CARDIACA, SE A DIGOXINA JA ESTIVER PRESENTE. A DIGOXINA DEVE SER SUSPENSA ENTRE 24 E 48 HORAS, ANTES QUE A ELETROCONVERSAO SEJA REALIZADA, DEPENDENDO DA POSSIVEL EXCRECAO DA DROGA. EM EMERGENCIA22, COMO NA PARADA CARDIACA, DEVE SER ADMINISTRADO O MENOR CHOQUE20 POSSIVEL PARA SE OBTER SUCESSO. MUITOS EFEITOS BENEFICOS DA DIGOXINA SOBRE ARRITMIAS9 RESULTAM DE UM GRAU DE BLOQUEIO DE CONDUCAO AV. ENTRETANTO, QUANDO JA EXISTE BLOQUEIO AV INCOMPLETO, OS EFEITOS DE UMA RAPIDA PROGRESSAO NO BLOQUEIO DEVEM SER ANTECIPADOS. NO BLOQUEIO COMPLETO, O RITMO DE ESCAPE IDIOVENTRICULAR PODE SER SUPRIMIDO. NO PERIODO IMEDIATAMENTE APOS UM INFARTO23, O MIOCARDIO18 FICA ELETRICAMENTE INSTAVEL E MUITO PROPENSO A DESENVOLVER DISRITMIAS DE MAIOR OU MENOR DURACAO. ENQUANTO ESTUDOS PROSPECTIVOS NAO DAO SUPORTE A IMPRESSAO DE QUE O INFARTO23 SENSIBILIZA O MIOCARDIO18 PARA SUAS ACOES TOXICAS E QUE DOSES NORMAIS PODEM SER ADMINISTRADAS, SE A DROGA FOR INDICADA, DEVE SER LEMBRADO QUE AS ACOES DA DIGOXINA PERSISTIRAO POR UMA GRANDE PARTE DO PERIODO ELETRICAMENTE VULNERAVEL. AS LIMITACOES RESULTANTES PARA POSSIVEL CARDIOVERSAO ELETRICA DEVEM SER CONSIDERADAS. NA MAIORIA DOS PACIENTES ESTABILIZADOS COM DIGOXINA, O NIVEL PLASMATICO DE ESTADO CONTINUO DA MESMA SERA ELEVADO, QUANDO SE PRESCREVER QUINIDINA ADICIONALMENTE. ISTO SE DEVE A REDUCAO DO CLEARANCE RENAL5 E, PROVAVELMENTE, A UM VOLUME REDUZIDO DE DISTRIBUICAO. UM NOVO NIVEL DE ESTADO CONTINUO E ALCANCADO DENTRO DE CINCO DIAS. AO SE INSTITUIR O TRATAMENTO COM QUINIDINA, E PRUDENTE DIMINUIR A DOSE DE DIGOXINA MAIS OU MENOS PELA METADE E, EM SEGUIDA, AJUSTAR A ULTIMA DOSE DE ACORDO COM AS NECESSIDADES . USO NA GRAVIDEZ24 E LACTACAO25: NAO HA RELATOS DE QUALQUER EFEITO TERATOGENICO26 DURANTE A GRAVIDEZ24. A DIGOXINA E EXCRETADA NO LEITE MATERNO, MAS NAO EM QUANTIDADES CLINICAMENTE SIGNIFICATIVAS. - INTERACOES MEDICAMEN-TOSAS: OS AGENTES QUE CAUSAM HIPOCALEMIA7 OU DEPLECAO8 DO POTASSIO INTRACELULAR PODEM OCASIONAR UM AUMENTO DE SENSIBILIDADE A DIGOXINA. OS PROCESSOS QUE PROVAVELMENTE CAUSAM HIPOCALEMIA7, TAIS COMO, DIALISE PERITONEAL16 E SANGUINEA, SUCCAO DE SECRECOES GASTRENTERICAS E USO DE RESINAS DE SUBSTITUICAO DE IONS17, PODEM TAMBEM AUMENTAR A SENSIBILIDADE CARDIACA A DIGOXINA. A ADMINISTRACAO CONCOMITANTE DE QUINIDINA PODE AUMENTAR SIGNIFICATIVAMENTE OS NIVEIS PLASMATICOS DE ESTADO CONTINUO DA DIGOXINA. AO SE INSTITUIR O TRATAMENTO COM A QUINIDINA, E PRUDENTE DIMINUIR A DOSE DE DIGOXINA PELA METADE E, EM SEGUIDA, AJUSTAR A ULTIMA DOSE DE ACORDO COM AS NECESSIDADES. RELATOU-SE QUE O VERAPAMIL E O DIAZEPAM PRODUZEM EFEITOS SEMELHANTES AOS DA QUINIDINA.

Reações Adversas da Digoxina

AS REACOES ADVERSAS ESTAO PRINCIPALMENTE ASSOCIADAS A SINAIS21 DE SUPERDOSE E, NORMALMENTE, DESAPARECEM DENTRO DE POUCAS HORAS APOS A SUSPENSAO DA ADMINISTRACAO DA DROGA. GASTRINTESTINAIS: ANOREXIA27 E UM SINTOMA28 COMUM INICIAL DE SUPERDOSE. PODE SER SEGUIDA DE NAUSEA29 E VOMITO30. PODE TAMBEM OCORRER DIARREIA31. E ACONSELHAVEL CONSIDERAR A NAUSEA29 COMO UM SINAL32 INICIAL DE EXCESSIVA DIGOXINA, UMA VEZ QUE ARRITMIAS9 PODEM OCORRER PRIMEIRO. SISTEMA NERVOSO CENTRAL33: FRAQUEZA, APATIA34, FADIGA35, MAL-ESTAR, CEFALEIA36, DISTURBIOS VISUAIS, DEPRESSAO E ATE PSICOSE37 FORAM RELATADOS. DISRITMIAS: UMA TRACO CARACTERISTICO DE INTOXICACAO PELA DIGOXINA E UMA COMBINACAO DE ARRITMIAS9. NORMALMENTE O PRIMEIRO SINAL32 DE UM EFEITO ADVERSO IMINENTE E A OCORRENCIA DE CONTRACOES VENTRICULARES PREMATURAS. ELAS PASSAM PARA A BIGEMINIA OU TRIGEMINIA. AS TAQUICARDIAS ATRIAIS, FREQUENTEMENTE UMA INDICACAO PARA A DIGOXINA, PODEM, ENTRETANTO, OCORRER APOS A ADMINISTRACAO DE UMA ALTA DOSE DA DROGA. A TAQUICARDIA13 ATRIAL COM BLOQUEIO E PARTICULARMENTE CARACTERISTICA E A TAXA DE PULSO NAO E NECESSARIAMENTE RAPIDA. A BIGEMINIA PERSISTENTE EM REPOUSO, MAS NAO EM EXERCICIO, QUANDO A TAXA DE SINUS AUMENTA, TEM TRADICIONALMENTE SIDO ACEITA NO CONTROLE DE ALGUMAS ARRITMIAS9. MAS ISTO SUGERE A APROXIMACAO DE TOXICIDADE4 E UMA DOSE MENOR DE DIGOXINA, E UMA PEQUENA DOSE DE BETABLOQUEADORES PODEM SER ADMINISTRADAS PARA UM MELHOR CONTROLE (VER PRECAUCOES).

Contra-Indicações da Digoxina

FIBRILACAO VENTRICULAR; EM ALGUNS PACIENTES SUBMETIDOS A TERAPEUTICA2 COM O PRODUTO, QUE NECESSITAM DA SUSPENSAO DEVIDO A OCORRENCIA DE ALGUM EFEITO INDESEJAVEL; HIPERSEN-SIBILIDADE A DIGOXINA; ALERGIA38 A DIGOXINA EMBORA RARA. ESTA ALERGIA38 NAO SE ESTENDE A TODAS AS PREPARACOES DIGITALICAS, MESMO ASSIM A INSTITUICAO DA TERAPEUTICA2 COM OUTROS GLICOSIDEOS DIGITALICOS DEVE SER TENTADA COM CAUTELA.

Indicações da Digoxina

NOS CASOS DE INSUFICIENCIA CARDIACA1, FIBRILACAO ATRIAL, FLUTTER ATRIAL E TAQUICARDIA13 PAROXISTICA, QUANDO SE FIZER NECESSARIA A DIGITALIZACAO RAPIDA DO PACIENTE. EM EMERGENCIAS, TAIS COMO: INSUFICIENCIA CARDIACA1 DESCOM-PENSADA E EDEMA PULMONAR39 AGUDO40.

Apresentação da Digoxina

FRASCO CONTA-GOTAS X 10 ML. CAIXA CONTENDO 100 E 500 COMPRIMIDOS.

DIGOXINA - Laboratório

Billi Farmacêutica Ltda
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Complementos

1 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
2 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
3 Urgência: 1. Necessidade que requer solução imediata; pressa. 2. Situação crítica ou muito grave que tem prioridade sobre outras; emergência.
4 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
5 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
6 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
7 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
8 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
9 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
10 Coração: Órgão muscular oco localizado no tórax, sob o osso esterno, ligeiramente deslocado para a esquerda. Em um adulto, tem o tamanho aproximado de um punho fechado e pesa cerca de 400 gramas. O papel do coração é enviar sangue rico em oxigênio a todas as células do nosso organismo.
11 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
12 Dextrose: Também chamada de glicose. Açúcar encontrado no sangue que serve como principal fonte de energia do organismo.
13 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
14 Intermitente: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
15 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
16 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
17 Íons: Átomos ou grupos atômicos eletricamente carregados.
18 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
19 Tireoide: Glândula endócrina altamente vascularizada, constituída por dois lobos (um em cada lado da TRAQUÉIA) unidos por um feixe de tecido delgado. Secreta os HORMÔNIOS TIREOIDIANOS (produzidos pelas células foliculares) e CALCITONINA (produzida pelas células para-foliculares), que regulam o metabolismo e o nível de CÁLCIO no sangue, respectivamente.
20 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
21 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
22 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
23 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
24 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
25 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
26 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
27 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
28 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
29 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
30 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
31 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
32 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
33 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
34 Apatia: 1. Em filosofia, para os céticos e os estoicos, é um estado de insensibilidade emocional ou esmaecimento de todos os sentimentos, alcançado mediante o alargamento da compreensão filosófica. 2. Estado de alma não suscetível de comoção ou interesse; insensibilidade, indiferença. 3. Em psicopatologia, é o estado caracterizado por indiferença, ausência de sentimentos, falta de atividade e de interesse. 4. Por extensão de sentido, é a falta de energia (física e moral), falta de ânimo; abatimento, indolência, moleza.
35 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
36 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
37 Psicose: Grupo de doenças psiquiátricas caracterizadas pela incapacidade de avaliar corretamente a realidade. A pessoa psicótica reestrutura sua concepção de realidade em torno de uma idéia delirante, sem ter consciência de sua doença.
38 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
39 Edema pulmonar: Acúmulo anormal de líquidos nos pulmões. Pode levar a dificuldades nas trocas gasosas e dificuldade respiratória.
40 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
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