METILERGOMETRINA

UNIAO QUIMICA

Atualizado em 09/12/2014

                               UNIÃO METILERGOMETRINA

Maleato de Metilergometrina
Comprimido Revestido / Solução Injetável

                               

Formas Farmacêuticas e Apresentações da Metilergometrina

Comprimido revestido: caixa com 500 comprimidos revestidos.Solução injetável: caixa com 50 ampolas de 1 ml.

USO  ADULTO

Composição da Metilergometrina

Comprimido Revestido
Cada comprimido revestido contém:
Maleato de metilergometrina    0,125 mg
Excipientes: estearato de magnésio, silicato de magnésio, copolímeros do ácido metacrílico, dióxido de titânio, corante vermelho FD&C, trietil citrato, macrogol, lactose1, celulose microcristalina, croscarmelose sódica.
Solução Injetável
Cada ampola de 1ml contém:
Maleato de metilergometrina    0,2 mg
Veículo: ácido tartárico, álcool etílico, glicerol, ácido maléico, água para injeção2.
                               
- INFORMAÇÕES AO PACIENTE
AÇÃO ESPERADA DO MEDICAMENTO:

Atua sobre o útero3 mantendo as contrações uterinas num ritmo uniforme e controlando as hemorragias4.

CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO:
Conserve o produto na embalagem original, em temperatura ambiente (15 a 300C), protegido da luz e da umidade.

PRAZO DE VALIDADE:
12 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho). Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.

GRAVIDEZ5 E LACTAÇÃO6:
A Metilergometrina está contra-indicada na gravidez5. Durante a fase de aleitamento, caso seja necessário tomar Metilergometrina, recomenda-se que seja por um prazo de no máximo 3 dias. Informe seu médico a ocorrência de gravidez5 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se está amamentando.

CUIDADOS DE ADMINISTRAÇÃO:
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

REAÇÕES ADVERSAS:
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como: reações alérgicas, dor abdominal, náusea7, vômitos8, suor excessivo, vertigens9, dor de cabeça10 e erupções cutâneas11.
TODO  MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE  DAS CRIANÇAS.

INGESTÃO CONCOMITANTE COM OUTRAS SUBSTÂNCIAS:
A ingestão concomitante com outras substâncias (álcool ou alimentos) não altera a segurança e a eficácia do medicamento.
 
CONTRA-INDICAÇÕES E PRECAUÇÕES:
O produto não deve ser usado por pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula ou derivados da ergot, infecções12 severas, angina13 pectoris, infarto do miocárdio14 e em casos de hipertensão15 grave. Deve ser usado com cautela em casos de hipertensão15 leve ou moderada, nos distúrbios da função hepática16 ou renal17, e em casos de hipocalcemia18.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Não deve ser utilizado durante a gravidez5 e a lactação6.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO,  PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE19.

- INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Características da Metilergometrina

A Metilergometrina, um derivado semi-sintético do alcalóide natural ergometrina, é um potente e específico agente uterotônico. A Metilergometrina produz vasoconstrição20 arterial por estimular os receptores alfa-adrenérgicos21 e serotonínicos, inibindo fatores de liberação do relaxamento endotelial. Comparada com os demais alcalóides ergotamínicos, seu efeito sobre os vasos periféricos é fraco e raramente aumenta a pressão arterial22.A absorção da Metilergometrina após administração oral e intramuscular é rápida, sendo que a concentração plasmática máxima é atingida após 30 minutos. No puerpério23 a absorção gastrointestinal é mais lenta, e a concentração plasmática máxima é obtida após 3 horas. Após administração oral, a biodisponibilidade é de aproximadamente 60%. O volume de distribuição é baixo (0,5 litro/kg). A eliminação do medicamento é feita em duas fases, sendo que a meia-vida mais longa é de 0,5 a 2 horas. O clearance total está entre 120 a 240 ml/min. Somente cerca de 3% de uma dose oral é eliminada na urina24 na forma original, o que indica um extenso metabolismo25. O medicamento é eliminado principalmente com a bile26 nas fezes.
O início da ação da Metilergometrina ocorre 30 a 60 segundos após injeção2 endovenosa, 2 a 5 minutos após injeção intramuscular27 e 5 a 10 minutos após administração oral, mantendo-se por 4 a 6 horas.

- INDICAÇÕES:
Controle ativo do terceiro estágio do trabalho de parto (com a finalidade de promover a separação da placenta e reduzir a perda de sangue28).
No tratamento da atonia / hemorragia29 uterina que ocorre: durante e após o terceiro estágio do trabalho de parto; associada com operação cesariana e no pós-aborto.
No tratamento da subinvolução do útero3, da loquiometria e da hemorragia29 puerperal.

Contra-Indicações da Metilergometrina

É contra-indicado em casos de hipersensibilidade aos componentes da fórmula ou aos derivados da ergot. Gravidez5, primeiro estágio do trabalho de parto e segundo estágio do trabalho de parto antes do aparecimento da cabeça10(A Metilergometrina não deve ser utilizada na indução ou potencialização do trabalho de parto). Hipertensão15 grave, toxemia30 hipertensiva (pré-eclâmpsia31, eclâmpsia32); doença vascular33 oclusiva (inclusive cardiopatia isquêmica34); sepsia; infecções12 severas, angina13 pectoris e infarto do miocárdio14.

Precauções e Advertências da Metilergometrina

Gerais: Durante o parto quando a apresentação é pélvica35 ou em outros casos de apresentações anormais, a Metilergometrina não deve ser administrada antes que o nascimento da criança esteja finalizado.Cuidados devem ser tomados na presença de hipertensão15 leve ou moderada (a Metilergometrina está contra-indicada na hipertensão15 grave), nos distúrbios da função hepática16 ou renal17.
Gravidez5: A Metilergometrina é contra-indicada durante a gravidez5, pois pode causar contração uterina, resultando em uma diminuição do fluxo sangüíneo, causando sofrimento fetal. Em casos de diagnóstico36 de gestação múltipla, não deve ser administrada Metilergometrina antes do nascimento da última criança. O uso de Metilergometrina durante ou após o terceiro estágio do trabalho de parto, imediatamente após a saída do ombro anterior, deve ser feito sob supervisão obstétrica com a finalidade de promover a separação da placenta e reduzir a perda sangüínea. Se necessário, a expulsão da placenta deverá ser feita manualmente através de manobras compressivas sobre o fundo do útero3, porém o uso no segundo estágio do trabalho de parto, só poderá ser feito sobre rigorosa supervisão obstétrica.
Amamentação37: A Metilergometrina é excretada no leite materno, porém não se sabe ao certo se ocorre inibição da lactação6, sabe-se apenas que a Metilergometrina interfere na secreção da prolactina38. Em vista dos possíveis efeitos colaterais39, não é recomendado Metilergometrina para uso rotineiro em mulheres lactantes40.
Pediatria: Em recém-nascidos a eliminação da Metiler-gometrina pode ser prolongada, podendo desenvolver depressão respiratória, movimentos mioclônicos41, sintomas42 purpúricos, icterícia43 e vasoconstrição20 periférica severa.

Interações Medicamentosas da Metilergometrina

A Metilergometrina pode potencializar os efeitos vasocons-tritores e vasopressores de outros medicamentos, tais como simpatomiméticos (exemplo: administrados com anestésicos locais) ou ergotamina.
Não são conhecidas interações adversas decorrentes da administração simultânea de Metilergometrina e oxicito-cina. Para a prevenção e o tratamento da hemorragia29 uterina o uso combinado destes dois agentes uterotônicos por via intramuscular pode ser vantajoso, uma vez que a oxitocina44 apresenta um período de latência45 muito curto, enquanto Metilergometrina possui uma duração de ação prolongada.
A Bromocriptina quando associada à Metilergometrina, pode causar hipertensão15 e infarto do miocárdio14.
O uso concomitante com nicotina (cigarro) pode afetar a absorção e aumentar o efeito vasoconstritor da Metilergometrina.

Interferências em Exames Laboratoriais da Metilergometrina

Pode ocorrer elevação da pressão sangüínea46 e diminuição da concentração sérica da prolactina38. Inicialmente, pode causar uma diminuição no débito cardíaco47 devido ao aumento do tônus vagal e possivelmente uma diminuição da atividade simpática central e depressão direta do miocárdio48.

- REAÇÕES ADVERSAS / COLATERAIS:Dor abdominal (causada por contrações uterinas), náuseas49, vômitos8, sudorese50, tontura51, cefaléia52, erupções cutâneas11, raramente hipertensão15, bradicardia53 ou taquicardia54, dor torácica, reações vasoespásticas periféricas. Raramente foram observadas reações anafiláticas55 (dispnéia56, hipotensão57, colapso58, choque59).
Metilergometrina é excretada no leite materno. Foram observados casos isolados de intoxicação em lactentes60 cujas mães receberam o medicamento por vários dias.
Houve descrição de casos em que Metilergometrina reduziu a secreção de leite.
Um ou mais dos seguintes sintomas42 foram observados (desaparecendo com a suspensão da medicação): pressão arterial22 elevada, bradicardia53 ou taquicardia54, vômito61, diarréia62, inquietude, cãibras crônicas.

Posologia da Metilergometrina

Controle ativo do terceiro estágio do trabalho de parto: 0,5 a 1 ml (=0,1 - 0,2 mg) em injeção2 endovenosa lenta, após a saída do ombro anterior ou o mais tardar, imediatamente após o nascimento da criança. A expulsão da placenta, que é normalmente separada pela primeira forte contração após a administração de Metilergometrina, deverá ser auxiliada manualmente através de manobras compressivas sobre o fundo do útero3.
No caso de parto sob anestesia63 geral, a dose recomendada é de 1 ml (0,2mg) por via endovenosa.    
Atonia/hemorragia29 uterina: 1 ml (0,2 mg) em injeção intramuscular27 ou 0,5 a 1 ml (0,1 - 0,2 mg) em injeção2 endovenosa, podendo-se repetir, conforme necessário, em intervalos não menores que 2 horas.
Subinvolução, loquiometria e hemorragia29 puerperal: 1 a 2 comprimidos revestidos por via oral ou 0,5 a 1 ml em injeção subcutânea64 ou intramuscular, até 3 vezes ao dia. Em mulheres lactantes40, de preferência, durante um máximo de três dias.

Superdosagem da Metilergometrina

Sintomas42: náusea7, vômito61, hipertensão15 ou hipotensão57, dormência65, formigamento e dores nas extremidades (devido à isquemia66); depressão respiratória, convulsões, coma67.Tratamento: eliminação do medicamento administrado por via oral através de lavagem gástrica68 seguida de administração de carvão ativado. Tratamento sintomático69 sob estrita monitorização dos sistemas cardiovascular e respiratório. Se for necessário sedar o paciente, benzodiazepínicos podem ser utilizados.
No caso de espasmos70 arteriais graves deve-se administrar vasodilatadores, como o nitroprussiato de sódio, fentolamina ou diidralazina.

Pacientes Idosos da Metilergometrina

Não há informações referentes ao uso de Metilergometrina em pacientes idosos.

                               VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

METILERGOMETRINA - Laboratório

UNIAO QUIMICA
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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
3 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
4 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
5 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
6 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
7 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
8 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
9 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
10 Cabeça:
11 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
12 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
13 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
14 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
15 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
16 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
17 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
18 Hipocalcemia: É a existência de uma fraca concentração de cálcio no sangue. A manifestação clínica característica da hipocalcemia aguda é a crise de tetania.
19 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
20 Vasoconstrição: Diminuição do diâmetro dos vasos sanguíneos.
21 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
22 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
23 Puerpério: Período que decorre desde o parto até que os órgãos genitais e o estado geral da mulher voltem às condições anteriores à gestação.
24 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
25 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
26 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
27 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
28 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
29 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
30 Toxemia: Intoxicação resultante do acúmulo excessivo de toxinas endógenas ou exógenas no sangue, em virtude de insuficiência relativa ou absoluta dos órgãos excretores (rins, fígado, etc.).
31 Pré-eclâmpsia: É caracterizada por hipertensão, edema (retenção de líquidos) e proteinúria (presença de proteína na urina). Manifesta-se na segunda metade da gravidez (após a 20a semana de gestação) e pode evoluir para convulsão e coma, mas essas condições melhoram com a saída do feto e da placenta. No meio médico, o termo usado é Moléstia Hipertensiva Específica da Gravidez. É a principal causa de morte materna no Brasil atualmente.
32 Eclâmpsia: Ocorre quando a mulher com pré-eclâmpsia grave apresenta covulsão ou entra em coma. As convulsões ocorrem porque a pressão sobe muito e, em decorrência disso, diminui o fluxo de sangue que vai para o cérebro.
33 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
34 Cardiopatia isquêmica: Doença ocasionada por um déficit na circulação nas artérias coronarianas e outros defeitos capazes de afetar o aporte sangüíneo para o músculo cardíaco.É evidenciada por dor no peito, arritmias, morte súbita ou insuficiência cardíaca.
35 Pélvica: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
36 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
37 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
38 Prolactina: Hormônio secretado pela adeno-hipófise. Estimula a produção de leite pelas glândulas mamárias. O aumento de produção da prolactina provoca a hiperprolactinemia, podendo causar alteração menstrual e infertilidade nas mulheres. No homem, gera impotência sexual (por prejudicar a produção de testosterona) e ginecomastia (aumento das mamas).
39 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
40 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
41 Mioclônicos: Contrações musculares súbitas e involuntárias que se verificam especialmente nas mãos e nos pés, devido à descarga patológica de um grupo de células nervosas.
42 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
43 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
44 Oxitocina: Hormônio produzido pelo hipotálamo e armazenado na hipófise posterior (neuro-hipófise). Tem a função de promover as contrações uterinas durante o parto e a ejeção do leite durante a amamentação.
45 Latência: 1. Estado, caráter daquilo que se acha latente, oculto. 2. Por extensão de sentido, é o período durante o qual algo se elabora, antes de assumir existência efetiva. 3. Em medicina, é o intervalo entre o começo de um estímulo e o início de uma reação associada a este estímulo; tempo de reação. 4. Em psicanálise, é o período (dos quatro ou cinco anos até o início da adolescência) durante o qual o interesse sexual é sublimado; período de latência.
46 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
47 Débito cardíaco: Quantidade de sangue bombeada pelo coração para a aorta a cada minuto.
48 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
49 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
50 Sudorese: Suor excessivo
51 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
52 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
53 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
54 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
55 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
56 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
57 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
58 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.
59 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
60 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
61 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
62 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
63 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
64 Injeção subcutânea: Injetar fluido no tecido localizado abaixo da pele, o tecido celular subcutâneo, com uma agulha e seringa.
65 Dormência: 1. Estado ou característica de quem ou do que dorme. 2. No sentido figurado, inércia com relação a se fazer alguma coisa, a se tomar uma atitude, etc., resultando numa abulia ou falta de ação; entorpecimento, estagnação, marasmo. 3. Situação de total repouso; quietação. 4. No sentido figurado, insensibilidade espiritual de um ser diante do mundo. Sensação desagradável caracterizada por perda da sensibilidade e sensação de formigamento, e que geralmente ocorre nas extremidades dos membros. 5. Em biologia, é um período longo de inatividade, com metabolismo reduzido ou suspenso, geralmente associado a condições ambientais desfavoráveis; estivação.
66 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
67 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
68 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
69 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
70 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.

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